quarta-feira, 8 de julho de 2020

O silêncio

Até o meu silêncio clama e busca pelo Senhor!
A Ele conto toda a minha dor.
Sei que ele ouve meu clamor.
E, no tempo certo, responderá com vigor!




Diante de tudo o que foi exposto na mídia, e dos recentes acontecimentos, volto atrás em minha decisão e reafirmo meu apoio ao presidente Bolsonaro. É ele que nos defende dos insanos do Foro de São Paulo (hoje com nome diferente) e do comando maluco positivista (militares que desejam entregar apenas obras, sem entrar na guerra cultural que travamos, ou seja, são inúteis). Sou Bolsonaro! 

terça-feira, 7 de julho de 2020

Jornalista Oswaldo Eustáquio!



Jornalista Oswaldo Eustáquio


No domingo, 05 de julho de 2020, foi solto o jornalista Oswaldo Eustáquio. A prisão do jornalista ocorreu mediante investigações do inquérito aberto pelo STF, investigado pelo STF, julgado pelo STF e, sendo que o STF (supostamente) seria a vítima. A “vítima” é o investigador, o juíz e o carrasco nessa ação maluca que pune a ação jornalística e a expressão livre da palavra. Vou escrever mais sobre isso após o vídeo. E, no final desse vídeo, Oswaldo diz, em um lamento, que nem blog ele possui. Eu, então, faço desse blog, no dia de hoje, o blog do Oswaldo Eustáquio. Assistam ao vídeo.




As ações da suprema corte não passaram sem uma reação pela sociedade. Advogados se uniram para peticionar e acionar cortes internacionais e uma petição, com mais de 94 mil assinaturas, visa declarar apoio às Instituições e à liberdade de expressão. Deixo na íntegra a carta de apoio elaborada pelo advogado Emerson Grigollette, deixando o link, ao final, para que vocês possam lê-la e, se quiserem, assiná-la:


“Nós, do povo brasileiro, signatários da presente CARTA DE APOIO, reconhecemos a importância indiscutível, não só da existência, mas também da manutenção e proteção de uma Suprema Corte e dos Poderes Legislativo e Executivo, enquanto Poderes regularmente constituídos e competentes a manutenção da ordem através da sua coexistência de forma harmônica e independente e do respeito ao império da Constituição e das leis brasileiras vigentes.


Portanto, jamais discutiremos ou incentivaremos qualquer medida tendente ao fechamento destes órgãos que são necessários a própria existência do Estado.


Todavia, não se pode perder de vistas a obrigatoriedade, frise-se, dos Três Poderes da República Federativa do Brasil ao cumprimento incólume da lei e da Constituição, sobretudo no que diz respeito a proteção dos direitos fundamentais humanos.


Ocorre que em março de 2019, socorrendo-se aos termos do artigo 43 de seu Regimento Interno, o Presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministro Dias Tóffolli, por meio da Portaria GP 69/2019 determinou a instauração do Inquérito nº.: 4.781.


O inquérito tem como objetivo a apuração de “existência de notícias fraudulentas (fake news), denunciações caluniosas, ameaças e infrações revestidas de animus calumniandi, diffamandi e injuriandi, que atingem a honorabilidade e a segurança da Suprema corte, de seus membros e familiares”.


A Portaria designou de ofício o Ministro Alexandre de Moraes como Relator do caso.


Diante da gravidade da situação, no dia 21/03/2019 o Partido Político Rede Sustentabilidade ajuizou uma Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental – ADPF 572, objetivando o reconhecimento da inconstitucionalidade da Portaria em questão, e por consequência do Inquérito.


Contudo, no ultimo dia 18/06/2020, com 10 votos pela improcedência e 1 pela procedência, referida ação foi julgada improcedente, por maioria, pelo Plenário da Suprema Corte, mantendo-se assim o curso e processamento do Inquérito.


Não obstante, fato é que, desde sua instauração, vários princípios e regras básicas e universais de direitos humanos vem sendo cotidianamente violadas.


Há clara violação ao princípio do juiz natural ao suprimir o sorteio do Relator pela nomeação de ofício por meio da Portaria. Nota-se ainda o evidente impedimento dos Ministros e da própria Suprema Corte, ao processarem, eles próprios, um inquérito onde figuram como vítimas.


Há ainda flagrante abuso de direito, na medida em que concentrou-se, sobre um mesmo órgão, as funções de investigar, acusar e julgar o feito em flagrante ilegalidade.


Além disso, há ainda violação aos princípios da legalidade e do devido processo legal, ao substituir o uso de ações de cunho privado para a defesa dos interesses dos Ministro e da Corte (tais como indenizações e queixa-crime e notitia crime a PGR) pelo inquérito.


Também os direitos a liberdade de expressão e a livre manifestação de pensamento vem sendo violados. O Relator Ministro Alexandre de Moraes já chegou a determinar a remoção do ar de uma revista ainda 2019 (Revista Cruzoé - decisão posteriormente reformada) e mais recentemente ordenou a remoção de perfis, páginas e canais de rede sociais e ainda a busca a apreensão de equipamentos (computadores, celulares, tablets e dispositivos de armazenamento – pendrives, HDs externos) de jornalistas e outros “investigados”. Já existem inclusive denúncias na Corte Intermericana de Direitos Humanos sobre várias violações a direitos fundamentais.


Paralelamente a isso, o Congresso Nacional vem se empenhando em aprovar uma Lei Federal através do Projeto de Lei 2630 – PL 2630 - Lei das Fake News, objetivando criminalizar as intituladas fake news, entre outras, em afronta a Pareceres e Declarações da Corte Interamericana de Direitos Humanos que inclusive recomendam a descriminalização de condutas penais relativas a proteção da honra de autoridades, justamente no afã de salvaguardar a liberdade de expressão e evitar perseguições políticas.


Os direitos constitucionais de sigilo bancário e fiscal também vem sendo violados através de sucessivas ordens de “quebra de sigilo” não fundamentadas nos termos e limites da lei.


E como se não bastasse os diretos fundamentais a ampla defesa e ao contraditório também vem sendo violados ao se impedir, parcial ou totalmente, que advogados tenham acesso à íntegra dos autos para promoção da defesa dos interessados, ora vetando vistas integral e pessoal, ora criando empecilhos ou liberando apenas parte do procedimento, limitando os direitos e prerrogativas de acesso integral dos(as) advogados(as) aos autos.


Chegamos ao auge da ruptura, quando agora, em outro inquérito (4.828), prisões de jornalistas e apoiadores do atual Governo Federal passaram a ser presos cautelarmente, de forma completamente arbitrária e ilegal, porque fora das hipóteses legais previstas na legislação brasileira.


Até mesmo o advogado, Felipe Santa Cruz, Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, responsável pela condução e gestão do órgão máximo de defesa dos direitos dos advogados brasileiros, vem se revelando tímido senão inerte na defesa das prerrogativas profissionais (tendo sido inclusive impetrado um Mandado de Segurança contra o mesmo para que promovesse a defesa dos direitos dos advogados), sem perder de vistas o nítido uso político da instituição, na medida em que outros temas, especialmente os dedicados à crítica contra do atual governo, são priorizadas em prejuízo da defesa dos direitos dos advogados, que patrocinam os interesses de apoiadores do atual Governo Federal, que são alvo do inquérito.


Enfim, diante da flagrante ruptura de vários dispositivos legais e Constitucionais, culminando em grave crise institucional a própria existência do Estado Democrático de Direito, partindo de quem deveria fazer justamente o contrário: Defender a Constituição e o ordenamento jurídico vigente, diante do “Inquérito do Fim do Mundo”, assim intitulado pelo Ministro Marco Aurélio de Melo, manifestamos nosso apoio, através da presente CARTA DE APOIO, autorizando, desde já, ampla divulgação, publicação e uso dessa, inclusive com a sua juntada em eventuais denúncias, relatos e notas entre outros e quaisquer outras medidas a serem encaminhadas, a todo a todos e quaisquer mecanismos de defesa de direitos fundamentais humanos e de defesa de direitos de advogados(as) tais como, a título meramente exemplificativo e não exaustivo: a Organização dos Estados Americanos – OEA, a Corte Interamericana de Direitos Humanos – CIDH, o Tribunal de Haia, a Organização das Nações Unidas – ONU, vários Conselhos, Ordens de Advogados internacionais, bem como instituições e órgãos públicos e privados, que tenham, como objetivo ou função, a proteção de tais direitos, aí incluídos quaisquer meios de comunicação em massa e imprensa internacional ou nacional, enfim, para toda ação relativa a campanha "A MAIOR AÇÃO DO MUNDO."


Declaramos ainda, por meio desta CARTA DE APOIO, nosso REPÚDIO a qualquer violação de direitos fundamentais humanos bem como a direitos de advogados(as), ratificando outrossim, nosso apoio a qualquer medida tendente a proteger tais direitos no país e no exterior.


Manifestamos ainda nosso mais severo repúdio a qualquer forma de perseguição político ideológica, direta ou indiretamente, bem como nosso apoio incondicional e soberano a defesa dos direitos fundamentais humanos, bem como os direitos dos advogados, consubstanciados no respeito aos princípios da legalidade, da presunção da inocência, do devido processo legal, da ampla defesa, do contraditório, da liberdade de expressão, da livre manifestação de pensamento, da imparcialidade, do juiz natural, e ainda dos direitos de petição e análise de petições, bem como de acesso perante órgãos do Poder Judiciário Brasileiro, manifestando através do presente NOSSO APOIO, como cidadãos brasileiros, assinando conjuntamente, a seguir, salientando que TODO PODER EMANA DO POVO E A ELE DEVE SERVIR.”



Link para assinatura: Citizen GO

segunda-feira, 6 de julho de 2020

A vida sem Windows!

Dias sem Windows

Como sabem, eu deixei de lado qualquer produto Microsoft, incluindo Xbox, Word e Windows, pelos motivos apresentados na sexta-feira 19/06. Entrei de cabeça em outros sistemas e serviços e vou fazer uma breve explicação, mesmo porque meu conhecimento é muito superficial, mas, posso adiantar, foi a melhor escolha que fiz. Vou explicar com um pouco mais de detalhes.

Sistema Operacional (S.O.)



Meu novo sistema operacional (vou chamar assim) está rodando em uma máquina relativamente fraca, porém nova. Um notebook com Intel® Pentium(R) CPU 5405U @ 2.30GHz × 4 . O Pentium Gold tem um desempenho parecido com um I3 e, na verdade, ele perde para um Intel Core i3-10110U1, ou seja, o meu O.S. está em um computador mais fraco que o meu Windows estava anteriormente, todavia, eu me espantei com a velocidade e a estabilidade do sistema. Mesmo em uma máquina mais fraca, ele a faz rodar de maneira suave. No meu antigo Windows 10, se eu ligasse o Spotify e fosse tentar navegar, o navegador custava a abrir e a rodar. Aqui, eu abro o Spotify e, sem seguida, o navegador, e tudo funciona direitinho. 

Além de ser mais leve e mais estável, o meu novo S.O. não possui muitas falhas de segurança que possam ser usadas por um vírus, ou seja, ele é mais seguro que o Windows. Mesmo assim, como sou desconfiado, eu instalei um sistema antivírus que já vem de fábrica, afinal, não é porque o sistema possui poucas falhas de segurança, por ser código aberto, que eu vou relaxar na atenção. 



Em uma máquina com Windows, quase não se usa uma janela de comando (MS-DOS), mas no Linux o terminal (como chamam a janela de comandos) é essencial, divertida e interessante de se lidar. Estou aprendendo comandos e estou utilizando o terminal com frequência. É uma ferramenta de sistema incrível. 

Área de Trabalho

Como sou escritor e jornalista, a minha área de trabalho essencial são textos e imagens. O S.O. aparece com ótimas ferramentas nesse sentido, como o LibreOffice, que nada deixa a desejar para o Word e outros concorrentes, Além disso, estou usando o compartilhamento em nuvem da Google para guardar meus arquivos essenciais, e vou começar a usar, também, o Google Docs, o editor de vídeo e outras ferramentas, ou seja, para mim, os serviços da Microsoft não estão fazendo falta. Se eu desejar um trabalho melhor, uso o Indesign e, caso o Indesing não tenha aaptação para o Linux, acharei outro, como, por exemplo, o Scribus. E o melhor de tudo é que eles são "código aberto", ou seja, são ferramentas gratuítas para se trabalhar: 

WIKIPÉDIA2: Código aberto é um modelo de desenvolvimento criado em 1998, que promove o licenciamento livre para o design ou esquematização de um produto, e a redistribuição universal desses, com a possibilidade de livre consulta, examinação ou modificação do produto,[1] sem a necessidade de pagar uma licença comercial, promovendo um modelo colaborativo de produção intelectual.

A diferença

O que causa uma certa confusão é apenas a linguagem que difere entre o sistema Windows, que eu estava acostumado, com o sistema do Linux. Além disso, a instalação de pacotes pode ser um pouco trabalhosa e, recentemente, estou lutando com um pacote para colocar o scanner da minha impressora em funcionamento. Acredito que é questão de tempo até que eu consiga resolver isso e fazer o hplip funcionar direito. Ela imprime, mas não consigo fazer o scanner funcionar. 

No mais, estou adorando as novas descobertas, e a liberdade  de não depender de uma única empresa para conseguir trabalhar. Até a Steam funciona no Linux, então, em breve retornarei aos jogos. Deixo esse texto para que vocês conheçam que existe vida fora da Matrix, digo, MS. :) 

Leia mais em Versus: <https://versus.com/br/intel-core-i3-10110u-vs-intel-pentium-gold-5405u>

Leia mais em Wiki <https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%B3digo_aberto#:~:text=C%C3%B3digo%20aberto%20%C3%A9%20um%20modelo,uma%20licen%C3%A7a%20comercial%2C%20promovendo%20um>


sexta-feira, 3 de julho de 2020

Nota 10 para meu novo OS!

Nota 10

Estou me sentindo liberto. O meu novo sistema operacional é ótimo. Ele é leve, não possui as falhas de segurança de um Windows e possui ferramentes excelentes que substituem os serviços da Microsoft. Provavelmente, eu farei uma análise mais detalhada sobre ele já para essa segunda-feira. Pretendo não dar muitos detalhes no momento, mas é ótimo saber que existe vida profissional fora do ambiente da Microsoft! 

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Espaço, Tempo e Deus!

Passageiro é o tempo e infinito é o espaço. Maior que o infinito, e mais poderoso que o tempo passageiro, é o Deus eterno que desafia o tempo,  e o Deus onipresente que limita o infinito. 

Uma mensagem para reflexão com base no texto de segunda-feira! O amor a Deus nos filmes que assisti me motivou a escrever esse pensamento. Para combinar com ele, eis uma das mais belas músicas em louvor a Shiva, do filme "A Terceira Batalha". Após a conquista de uma fortaleza, os generais e soldados dançaram e cantaram louvores ao deus deles em um momento que me lembrou as histórias bíblicas, quando o povo de Deus cantava e dançava em louvor ao Deus Eterno! É uma cena linda!


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Estou acompanhando a nossa política e não concordo com as recentes atuações do Olimpo e da Liga da Justiça, mas não sei como me manifestar sem o mínimo de segurança jurídica. São tempos horríveis. Vou pensar em algo!

terça-feira, 30 de junho de 2020

Venda de Casa no Lago Sul

                  ANÚNCIO DE VENDA

Com a pandemia, e o isolamento que a população deve fazer, principalmente pessoas que estão no grupo de risco, o ideal é procurar casas espaçosas e com boa proteção. A casa em questão fica em uma área nobre da capital, próxima do CCBB, restaurantes (facilidade de delivery), padarias e com proteção através de vigilância do grupo Preserva. O valor de mercado da casa aproxima-se de 4 milhões e ela está sendo vendida abaixo do valor de mercado. Uma boa proposta. Mais detalhes na página DF Imóveis. 

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Gostaram do espaço para anúncio? Depois, vou ver se insiro janelas, no layout do blog, para manter os anúncios sempre em alta. Faz parte das alterações que iniciei para melhorar o blog.

segunda-feira, 29 de junho de 2020

Filmes indianos!

Filmes indianos





Eu, por curiosidade, fui assistir a filmes indianos. A minha lista de filmes assistidos está abaixo, e vocês poderão acompanhar a todos através da Netflix. E eles possuem mensagens em comum que me fascinaram. São eles:

    • Baahubali
    • Baahubali 2
    • Rocky Handsome
    • Saaho
    • A terceira batalha de Panipat

O meu conhecimento da cultura indiana é tão superficial quanto o número de filmes dessa lista, mas eu achei muito interessante as mensagens que todos eles possuem em comum. Não sei ao certo se todos os filmes traçam esse mesmo conjunto de mensagens, pois, como escrevi, meu conhecimento é muito superficial, porém, estes acima possuem essas mesmas características. Quais são? 

Os filmes possuem uma religiosidade grandiosa. Enquanto no ocidente até escrever “Jesus” tornou-se um tabu, na Índia eles oram aos seus deuses com músicas e muita fé. Eles não negam a sua fé e eles a abraçam com entusiasmo. Em Rocky Handsome existe uma cena lindíssima com um milagre diante de uma cruz. Assista!

Família é um ponto importante nessas obras. O enredo de todas elas se move através de dramas de núcleos familiares, como um filho em busca de vingança, um assassino que se converte em um padrasto protetor, ou casais enfrentando crises nacionais. A família também é o núcleo de muitos conflitos, como irmãos que se invejam, mulheres destruindo seus lares por falta de sabedoria e muito respeito à figura materna. 

A figura feminina possui muita força, mas sem lacração! Aqui vemos mães educando filhos até com golpes de vara e puxões de orelha (Bahubali), enquanto a figura feminina mostra-se muito próxima de como era retratada no período Romântico da era ocidental, antes da era Naturalista e Humanista. Os homens, por sua vez, mostram-se protetores, mas sem um pingo de opressão, em uma forma que eu só tinha visto ser retratada em contos do Romantismo. Existe até uma cena em que um rei permite que sua prometida pise em suas costas para subir em um barco. Pelo menos, nesses filmes, a figura feminina é tratada com respeito e elas são protegidas, não por uma fragilidade, mas por respeito. Elas lutam, comandam países, caçam criminosos, mas sempre sem perder seu lado feminino. E os homens as respeitam e protegem por honra. E elas não são perfeitas, pois muito do que acontece nos filmes é fruto de erros delas.  

O romantismo aqui é extremamente forte. Nunca vi, nem mesmo em filmes românticos do ocidente, tamanha força! Como um guerreiro que se encanta com uma máscara e, através de um molde feito com areia, se apaixona pelo rosto da guerreira que portava tal máscara. Ou um homem que transforma em realidade todos os sonhos desenhados por uma mulher em seu caderno de notas. O amor aqui é um grande motor que move os personagens principais. E não apenas o amor carnal, entre homem e mulher, mas, também, o amor fraterno e materno, entre mãe e filho, pai e filho.  

Os conflitos de origem militar refletem, em quase todas essas obras, o sentimento nacionalista de proteção à sua terra natal. Existe até um diálogo com uma frase que me deixou impactado que dizia, mais ou menos, que um general morreria até por um grão de areia de sua terra, para impedir que conquistadores viessem a saquear seu povo. Esse amor ao que é nacional me deixou muito impressionado. E não é porque o país é uma maravilha, pois os filmes expõe os problemas e conflitos da sociedade, e, também, dramas que envolvem a corrupção do Estado. Eles lutam pelo povo, e para o povo!

Respeito ao poder constituído. Em todas as obras existe o respeito pelo poder monárquico, que é o poder constituído na maioria das obras. Em todas elas, a figura do rei é uma figura piedosa, corajosa e valente, que sempre defenderá o seu povo contra falsos reis e tiranos. O que achei interessante é que eu não vi esse amor pela monarquia nem mesmo no Japão (que possui uma figura monárquica), pois as últimas obras japonesas, em animê, remetem sempre a um poder monárquico tirano. Nos filmes em questão, o rei trabalha com os seus servos e os escravos orgulham-se de serem escravos, pois o rei é justo e piedoso. E como isso me surpreendeu, pois eu vi, na tela, trechos quase Bíblicos de amor a um rei justo. Foi impressionante e impactante! 

Enfim, os filmes possuem mensagens lindas que se aproximam do contexto conservador (amor à família, proteção à mulher, proteção ao país , respeito ao materno e paterno, e respeito ao religioso) e se mostraram lindos. E todos eles, sem exceção, possuem formas de direção bem interessantes e escolhas visuais lindas, com muitos cânticos, danças e cores. Os diálogos, então, te deixam sempre com uma expressão de “Uau” com sua profundidade. Eles são longos, mas são ótimos! Assista-os e terá grandes e boas surpresas! 


sexta-feira, 26 de junho de 2020

Meme: Meu político favorito!

Um meme sobre políticos de estimação. Existem tanto na Esquerda como na Direita. Nenhum campo político está a salvo desse comportamento.  

quarta-feira, 24 de junho de 2020

Quintilha: Que Bela Paisagem!

 

Bela vista da paisagem;

Uma incrível viagem;

Nada iguala seu poder;

Dá para ver a miragem;

A  beleza e o prazer.




segunda-feira, 22 de junho de 2020

Mudanças no blog!

Mudanças!

 

Como puderam notar já há algum tempo, inseri um aviso no blog antes que vocês pudessem entrar na página inicial. Uma coisa estava me incomodando há muito tempo. Quando escrevi sobre o Holodomor, quando escrevi o conto “Você vale algo?”, e os poemas “Quero acorrentar uma estrela” e “Amar é sadomasoquismo”, eu fiquei pensando que deveria colocar um alerta na página, pois aqui existe conteúdo que não é próprio para crianças. A política também não é coisa para crianças, com ataques socialistas que dominam o meio de comunicação. Decidi, então, ligar essa função do blog.

 

Com isso, eu também vou estar mais livre para escrever, soltar uns palavrões (caso necessário) e colocar coisas mais picantes aqui. Ainda não sei quando vou implementar tudo isso. Vai ser coisa gradual. Não vai ser algo como: “Porra, entrei no site do cara ontem e ele escreveu um conto erótico do caralho”. Não, não vai ser assim! Vai ser tudo bem lento e respeitando minha visão conservadora, por isso, por exemplo, não vou dar dicas de como invocar o Diabo e fazer pedidos. E sobre os animês? Se você pensou nessa pergunta, você ainda acredita que desenho animado é coisa para crianças. Tenho pena de você. Os animês irão continuar aqui, como sempre, pois apresentam temas interessantes, adultos e divertidos. Isso não vai mudar. E, com essa alteração, quem sabe (repito: quem sabe) eu comece a escrever sobre hentais também. É uma possibilidade que estou estudando. E o estudo começa nessa quarta-feira, com um poema sobre uma área que gosto muito do corpo humano.

 

A interface do blogger também mudou. Ela não é intuitiva e já apresenta alguns erros. Fui, por exemplo, escrever sobre Kengan Ashura e não consegui colocar tags e nem mesmo um trailer oficial da série (via Youtube). Começou a dar erro em cada tag inserida. Curiosamente, também deu erro quando fui colocar a tag “Bolsonaro” em um texto. Pena que não tirei print da tela para mostrar. Enfim, ficou uma merda para se trabalhar, pois atrapalha a função comunicadora do blog e a liberdade de informação. Ficou difícil comentar sobre séries e mostrar vídeos sobre elas. Está muito ruim de trabalhar aqui e espero que mudem isso.


sexta-feira, 19 de junho de 2020

Apoio ao Não-PlayStation Mil Grau!

Algumas semanas atrás, ficamos sabendo de uma acusação séria envolvendo um canal de humor negro e guerra de consoles, chamado Xbox Mil Grau, a respeito de uma possível injúria racial promovida por um membro do canal. A marca Xbox, no Brasil, lançou um comunicado nas redes sociais obrigando a Mil Grau a abandonar o uso da marca. Vocês podem ver o caso todo acompanhando a livre do Flow Podcast que estou deixando em anexo logo abaixo.



Em primeiro lugar, venho salientar que não acreditei nessa acusação. Crimes de racismo e xenofobia possuem uma raíz de rejeição em comum, isto é, geralmente um racista também possui traços de xenofobia. Em uma live da Mil Grau, eu comentei, via SuperChat, que meu bisavô era Sírio e tinha fugido para o Brasil, ou seja, nesse momento, todos ficaram sabendo que eu sou bisneto de árabe. Nunca fui tratado de maneira diferente. Sempre fui tratado bem, por isso, suspeitei de que algo estaria errado nessa história. Depois fui acompanhar a live do Flow e percebi que as acusações, ao meu ver, não representavam o que de fato havia ocorrido. Eu também fiquei sabendo, através de contas no Twitter, de mensagens dos acusadores da Mil Grau, muitos são “verificadinhos” (gíria usada para representar quem conseguiu a marca de verificado pelo Twitter) e alguns são funcionários da Microsoft, e fiquei com raiva total da marca.


Decidi abandonar totalmente a marca Microsoft, não apenas pelo que ocorreu com a Mil Grau, que será resolvido na justiça, mas pelos comentários e pensamentos dos verificadinhos que tomei conhecimento e que, de fato, representam a marca. Não uso mais Xbox. Não uso mais o Word. Não uso mais, nem mesmo, o Windows. Cancelei todos os serviços e até os arquivos em nuvem eu removi para o Google. Hoje, estou experimentando uma sequência de descobertas incríveis com serviços diversos. Nesse momento, estou operando em um computador sem Windows, escrevendo esse texto sem o Word e vou salvar esse arquivo na nuvem sem o One Drive. Esses serviços me fizeram falta? Não! Meu dinheiro vai fazer falta a eles? Considerando os milhões de usuários, acredito que não.


O que me doeu na alma foi perder minha GT com mais de 35 mil pontos. Também escrevo para alertar que, se forem procurar minha GT, após esse mês, não a acharão. Vou continuar seguindo a Mil Grau, mas vou deixar de lado a Xbox. Ainda estudo uma forma de voltar a jogar, sendo que Nintendo e PlayStation não me atraem. Talvez use a Steam.


Bom, recado dado!


quarta-feira, 17 de junho de 2020

Poema sobre Honra!

Honra

 

Honra não é para fracos;

Orgulho é para poucos;

Não desistir do ideal;

Resgataremos os loucos.

A lei é a mão principal.

 

 

Honra é um dos temas de Kengan Ashura, por isso essa quintilha sobre ela para ligar com o tema da segunda-feira.  


segunda-feira, 15 de junho de 2020

Kengan Ashura

Kengan Ashura

 



Como escrevi na semana passada, decidi retornar à Netflix por achar que o meu apoio ao boicote já havia dado seu recado. Dessa forma, achei algumas histórias interessantes na plataforma. Obviamente, muitas séries e filmes com agenda progressista, mas muitos filmes e muitas séries boas no meio disso tudo. Ótimos faroestes de 1960, como “Os Brutos Também Amam”, que dá um ótimo recado aos que defendem o desarmamento, quando Shane, criticado por ensinar um garoto a atirar, responde mais ou menos assim: “Uma arma é um instrumento como qualquer outro, como uma enxada, ou um machado. Ela pode ser boa ou má dependendo de seu usuário!”. Ótima lição! Como lembram, um louco usou 40 litros de gasolina para incendiar um estúdio de animação no Japão, provando que a arma pouco importa, mas o coração perverso é que deveria preocupar. E se houvesse uma boa alma portando uma arma naquele momento, imagino que muitas vidas poderiam ter sido salvas.

 

E, no meio dessa biblioteca imensa, encontrei Kengan Ashura. Ashura é um ONA, uma série feita para distribuição online (streaming), com duas temporadas perfazendo um total de 24 episódios. Animado pelo estúdio Larx, a série tem como sinopse:

“Business deals are usually made through meetings and contracts; but in the world of Kengan Ashura, businesses resort to other means to make their decisions: by hiring gladiators. Yabako Sandrovich's Kengan Ashura depicts a world brimming with action, violence, and martial arts—one where powerful gladiators have fought in grand arenas since the Edo Period to settle the disputes of wealthy businesses and merchants.

 

Ouma Tokita, who is nicknamed "The Ashura," is a fighter trying to prove himself as the strongest. Hideki Nogi, a member of the Nogi Group, hires Ouma to fight for him and makes Kazuo Yamashita, an average middle-aged man, his manager. The duo is thrown into fights facilitated by the Kengan Association. Their journey will be full of ruthless battles with other fighters aiming for the same goal. Do they have what it takes to be the best?

 

[Written by MAL Rewrite]”

 

A série possui dois pontos de vista: o ponto de vista dos grupos que contratam os lutadores e o ponto de vista dos lutadores. Irei separar os dois para poder explicar melhor o contexto da história. Começarei pelo ponto de vista dos grupos, das empresas que participam desses torneios.

As empresas

 

Eu achei muito interessante ignorarem o Direito Empresarial e Civil e decidirem resolver qualquer questão no ringue de luta. Com tanta corrupção aparecendo, com tanta infração e desvios de função, até que achei a proposta do animê, de levar qualquer conflito para um ringue, mais honesta que qualquer outra coisa. Triste sentimento de impunidade que me toma a alma. Bom, vamos ao que interessa, sem lamentos.

 

Funciona da seguinte maneira: dois grupos querem um mesmo objeto (um terreno, por exemplo) e pretendem não desistir de seus objetivos. O que fazer? Iniciar uma disputa judicial que levaria um certo tempo, ou resolver tudo contratando dois guerreiros e resolverem isso em uma única noite? Lógico que seria em um ringue, até com apostas, para solucionar a questão. Isso é Kengan.

 

Com certeza, mesmo nessa forma de resolução de conflitos, aparecerão pessoas dispostas a se esgueirarem pelas cláusulas dos contratos para conseguirem melhores resultados e o animê mostra bem isso. Ali não tem santo. É lobo devorando lobo. E o que faz com que os grupos respeitem as decisões tomadas em um ringue? Uma organização mais poderosa que garante que essas decisões sejam obedecidas. Essa organização é uma espécie de poder monárquico que garante que haja um pouco de ordem nessa história. E a história esquenta quando um grupo resolve que o presidente dessa instituição deve ser substituído e esse concorda que tentem tomar seu cargo, criando um evento de sucessão que é tão chamativo e fabuloso quanto os torneios de MMA nos EUA. A série toda fica centrada nos combates que decidirão quem substituirá o atual presidente, ou se o mesmo conseguirá manter o cargo.

 

 

Os Lutadores

 

São diversos lutadores, de diversos estilos e cada um com um objetivo para subir no ringue. Alguns sobem apenas pelo dinheiro, outros pela propaganda, outros por causa de uma pesquisa, existem aqueles que sobem pelo prazer de matar e outros, simplesmente, para provar que são os mais fortes, como é o caso do personagem principal. No início, pareceu-me que o Ohma (Ouma) buscava uma vingança, mas me enganei. Ele procura determinar que é o mais forte de todos, apesar de sua falta de fé constante no próprio estilo. E a série respeita as artes marciais mais do que qualquer outra série que eu tenha assistido. Esse é o ponto forte da série. Cada estilo é retratado com seus pontos fortes e fracos. Cada lutador é apresentado com suas habilidades próprias (algumas genéticas) e como a arte marcial potencializou essa habilidade. E temos o respeito por elas todas. As lutas são levadas ao chão, com lutadores de MMA e Jiu-Jitsu sendo retratados de maneira incrivelmente fiel aos seus estilos. Temos triângulos, chaves de braço, chaves de perna, quedas, estrangulamentos, montadas, raspadas, saídas, enfim, todos os movimentos clássicos dos estilos foram respeitados e as movimentações (animações) muito bem elaboradas. Visualmente falando é incrível! Existe uma cena em que um lutador consegue retirar o braço de um triângulo quase bem encaixado, por conta do sangue que escorreu e serviu como uma espécie de óleo que o ajudou a se livrar do golpe final. Com um braço livre, ele começou a socar as costelas do seu adversário. É incrível de bem feita!

 

É claro que existem exageros. Não existiria animê sem um exagero nele (😊) e isso se dá de maneira muito bacana. Alguns lutadores são geneticamente adaptados ao combate e quando liberam o potencial de sua genética, eles alcançam níveis de movimentação e força bem além das de um lutador normal. E isso não ficou ruim. Deu um ar incrível às lutas e deixou a série mais tensa. Um ponto positivo muito forte.

 

Então, se você gosta de uma série com muita ação, boas lutas e músicas excelentes (outro ponto forte da série são as músicas), Kengan Ashura é para você. Infelizmente, a série termina antes da conclusão do torneio, porém, termina em uma das melhores lutas que já vi, por isso, nem reclamo. E, concluindo a recomendação, artes marciais são formas de assassinato, mas não são tratadas da mesma forma como as armas de fogo. Em um mundo hipotético, sem armas de fogo, sem armas de corte, ainda assim, as pessoas matariam, usando, como exemplo, artes marciais, ou gasolina.    


sexta-feira, 12 de junho de 2020

Sem memes hoje!


Sem humor para escrever ou imaginar piadinhas e não desejo utilizar quadrinhos antigos. Por isso, vou deixar aqui um pensamento meu. 


Hoje, não temos nenhum país realmente livre e, amanhã, não teremos nenhum homem verdadeiramente livre. Tenho receio de que os bisnetos da minha geração só consigam conhecer a definição de liberdade se conseguirem encontrar algum dicionário que lhes explique o que foi essa palavra que levantou bandeiras pelo mundo. A liberdade deve ser defendida antes que ela se apague. É uma chama frágil como uma chama de uma vela, mas que ilumina como um grande sol.




quarta-feira, 10 de junho de 2020

Homenagem tardia ao povo e aos policiais!


O povo

Poder que a tudo origina;
O alcance é imensurável;
Visão cristalina; Mão divina.
O povo é pleno, admirável.

Obrigado à Polícia do estado de São Paulo ao apoio às manifestações do dia 24/05/2020 contra as medidas do governador Dória, que está sendo justamente criticado por suas terríveis ações durante a pandemia. Obrigado, policiais.




segunda-feira, 8 de junho de 2020

Retorno à Netflix!


O retorno à Netflix



Ano passado, encerrei minha conta na Netflix por conta do apoio da empresa a projetos de incentivo ao @borto. Relembre o caso aqui.  


ACI Digital via Rádio Restauração[1]: “No primeiro semestre deste ano, a Netflix declarou apoio público ao @borto ao ameaçar com boicotes o estado norte-americano da Geórgia, que tinha acabado de aprovar uma nova lei em defesa da vida dos nascituros. Mas o boicote que a empresa multinacional experimentou de verdade foi contra si própria: segundo o jornalista espanhol Juanjo Romero, o último balanço trimestral da Netflix apresentou perda de 126 mil assinaturas nos Estados Unidos, contra um planejamento que previa ganhar 352 mil novos assinantes.

Quanto à projeção mundial, a Netflix estimava 4,8 milhões de novos assinantes no período, mas não passou dos 2,8 milhões.”


Fazendo uma analogia com o Código Processual Penal (CPP), salvo os devidos pesos, podemos dizer que houve o cumprimento de uma condenação. No Direito existe um dito jurídico que explica, de maneira bem resumida, o objetivo de uma condenação penal: “Ao mal do crime, o mal da pena”. Lógico que não houve uma condenação de fato. Não houve decisão judicial que fizesse a Netflix perder clientes, mas o maior juiz que existe é a sociedade e, dessa forma, suas ações podem ser consideradas como decisões jurídicas. Talvez até mais graves e poderosas que elas, pois, para uma decisão da sociedade não existe o sistema de “pesos e contrapesos” que equilibra os poderes e evita excessos. O povo é pleno. É tão poderoso que dá origem ao poder constituinte. É tão poderoso que faz impérios ruírem.  Na Constituição Americana: “Nós, o povo (...)”. E o povo não aceitou a conduta da Netflix naquela ocasião, fazendo-a perder clientes, recursos e o bom nome. Houve o erro e houve a resposta da sociedade ao erro, dando à Netflix um puxão de orelha.

Entretanto, passou-se um ano. Como não existe pena perpétua e condenação eterna (salvo os eventos Bíblicos que estão além do natural, ou seja, são eventos sobrenaturais), eu decidi retornar e assinei novamente o serviço de streaming. Acredito que a Netflix sentiu o peso de suas ações e que isso não se repetirá, portanto, apoiado na ideia de que a condenação precisa ter um peso justo, equivalente ao peso do crime cometido, ou seja, fazendo novamente uma analogia com o CPP, eu decidi que já era hora de retornar ao serviço. Assinei a Netflix novamente e, semana que vem, teremos uma recomendação de uma série que assisti via Netflix.

E, finalizando, essa situação deixou claro o conceito de boicote. Boicote é ação conjunta de indivíduos de uma sociedade que, achando que seus direitos foram violados, agem de maneira voluntária para punir as empresas, grupos ou pessoas, que feriram seus direitos. Muitas vezes, instrumentos de boicote são: cancelamento de assinaturas, abaixo-assinados e, poucas vezes, ações judiciais para pedir reparação de danos (morais ou materiais). Já a censura é uma ordem governamental na intenção de calar, ou impedir, a veiculação de informações. Enquanto um boicote não proíbe que algo venha a ser mostrado, a censura o faz.  




Entretanto, estou sempre em alerta, pois a senhora Memória tudo guarda e nada esquece!   




[1] Leia aqui: <https://radiorestauracao.com/noticia/520527/netflix-perde-clientes-por-apoiar-aborto>

sexta-feira, 5 de junho de 2020

Meme da quarentena!

Fiz mais um meme deprimente sobre a quarentena.




Estou relembrando alguns quadrinhos, pois estou mesmo sem inspiração para fazer humor. Esse é um exemplo bem claro disso.

quarta-feira, 3 de junho de 2020

Pearl!


Pequena sempre amada;
Está sempre a proteger;
A priminha adorada;
Respeitar é o seu dever;
Laços sempre a defender.

A palavra “sempre” ficou ecoando na minha cabeça e eu resolvi colocá-la em peso no poema. A Pearl sempre está cuidando da Maya, mesmo que isso acabe gerando confusão. Sempre! Sempre! Sempre! 😊



segunda-feira, 1 de junho de 2020

Phoenix Wright Ace Attorney: o animê!


Phoenix Wright Ace Attorney- a animação



Ainda não sei porque essa série tem o “ace attorney” no seu nome, pois ela não apresenta nenhuma brilhante ação do protagonista como advogado, embora ele seja um ótimo investigador. Aliás, o jogo fica devendo, em muito, ações processuais mais verídicas. Advogado bom usa o código processual à seu favor e o Phoenix sequer sabia as principais leis de seu país. Um péssimo aluno de Direito. (😊) O correto mesmo seria “Phoenix Wright: Ace Detective”.




Como dediquei a semana passada ao jogo, essa semana vou dedicar ao animê. Realizado pela equipe do A1-Picture, a série de 24 episódios está disponível para o Brasil via Crunchyroll e foi ao ar, no Japão, em 2016, ou seja, ela já tem um tempinho que está rodando por aqui. A animação em si é mediana, sem nenhum momento de maior brilho. Esse é um problema do estúdio, pois ele é conhecido por assumir a produção de vários títulos por temporada e alguns deles acabam caindo nas mãos de profissionais de menor qualidade. O diretor Ayumu Watanabe não é um dos meus preferidos, sendo responsável por alguns filmes do Doraemon e por uma única série que eu realmente gostei (My Girlfriend X). Ele não se arrisca muito e faz um trabalho sempre morno.

A equipe também optou por algumas decisões de produção um tanto quanto questionáveis como, por exemplo, a opção por uma música lenta para a abertura da segunda temporada. Ela era tão lenta que parecia ser o encerramento da série. Além disso, optaram por manter a caracterização visual de alguns personagens e isso ficou tão infantil que dava vergonha de assistir. Outro ponto estranho da produção foi ter corrido com algumas deduções (jogue o último capítulo da trilogia e depois vá assistir ao capítulo referente da série de televisão)  e você vai ver que o roteirista da série parece ter ficado de saco cheio e decidiu correr com certas deduções, atropelando até a lógica. Alguns capítulos do jogo também não chegaram a ter uma produção para o animê. Não existe o uso da magatama no animê e isso causa uma ausência de lógica para algumas questões. A magatama permite que o Wright veja cadeados que simbolizam segredos e permite quebrar os cadeados forçando, assim, que o personagem revele o segredo escondido. No animê isso não acontece e  muito da lógica do jogo se perde.

E algumas decisões da equipe de licenciadores ficaram esquisitas, como a adaptação de nomes. Aqui no ocidente resolveram manter os nomes japoneses para o animê e os nomes ocidentais para o jogo, o que causa uma certa confusão. Naruhodo (animê) é o Wright (jogo), Maya (jogo) é a Mayoi (animê) e a pequena Pearl (jogo) é a Harumi (animê). Uma bagunça. Alguém pode alegar que isso se justifica pelo significado dos nomes, isto é, Naruhodo pode ser entendido como “certo”, ou seja, Wright- certo- em inglês. Não considero assim. Apesar do significado, o símbolo (significado + significante) precisava ser mantido, para que a identidade fosse preservada ao máximo. Essa mudança só causou estranheza para quem começou o jogo e depois foi assistir à animação. Além disso, o prato predileto da Maya no jogo é hamburguer, mas, na série animada, é lámen. Acho até que dá para dizer que são dimensões paralelas. Uma “Crise nas Infinitas terras” nipônica.   

O que salva o jogo e, também, a animação:  a  Maya  e a Pearl, que  são adoráveis! A história trágica da família mediúnica delas é convincente e te faz querer proteger as duas. Você sente um elo com o jogo e com o animê por conta do carisma dessas duas. Elas carregam nas costas tanto o jogo como a série animada. A forma como elas se comportam, as ações de molequinha da Maya e a visão romântica da Pearl (que acredita que tem um romance no ar entre a Maya e o Wright); é tudo muito cativante. Elas salvam a animação e o jogo. Aliás, no jogo, durante um diálogo, eu precisei chamar a Maya (que estava vestida de garçonete) para atrair uma testemunha, mas o velho tarado não se importou com ela. Ela é pequena e sem um apelo sexual forte. Em seguida, ela invoca sua falecida irmã (Mia no jogo e Chihiro no animê)  e suas características físicas se alteram (a invocação mediúnica altera a forma física do médium no jogo e a Mia, que tem um corpão, ao ser invocada altera o corpo da Maya). O velho ao olhar para a Mia de garçonete fica doido. Eu caí na gargalhada. Abaixo uma cena da Mia invocada no tribunal, no animê, e vejam porque o velho ficou babando!



Enfim, tanto o jogo, como a série animada possuem um lado forte: as primas Maya e Pearl.  São elas que salvam a franquia nessa trilogia e nessa série animada.    

sexta-feira, 29 de maio de 2020

quarta-feira, 27 de maio de 2020

Amar é sadomasoquismo


Sua força eu quero esgotar;
Seus braços quero imobilizar;
Seus pulsos eu desejo amarrar;
Suas pernas quero entrelaçar;

E seus tornozelos agrilhoar.
Sua linda boca amordaçar;
Seus gemidos ouvir até amar;
Eu vou, nesse instante, te vendar;

Sentir seu ofegante respirar;
E em meu ouvido o seu arfar;
Quero, sim, muito me apaixonar;

Sentir sua frágil pele corar;
Meu toque lento a ti despertar;
Bondage é o mais belo amar!



O soneto decassilábico foi inspirado em uma personagem do jogo analisado na segunda-feira. É um fetiche que respeito. O AMV abaixo não tem relação nem com o jogo e nem com o poema, mas é de uma sensualidade que faz uma certa ligação com as palavras desse poema.



segunda-feira, 25 de maio de 2020

Phoenix Wright Ace Attorney Trilogy


Phoenix Wright Ace Attorney Trilogy

Gamertag: Paray BR
Joguei esse jogo antes da quarentena iniciar e já o encerrei. Não completei 1000 G porque me recusei a receber uma conquista.

Fonte: CAPCOM: http://www.ace-attorney.com/trilogy/us/about/


Disponível para o XBOX, ele é uma reunião dos três primeiros jogos da franquia que se iniciou em 2001, para o Gameboy, com o título Phoenix Wright: Ace Attorney (Gyakuten Saiban). CAPCOM[1]: “Fourteen thrilling cases across three titles! High-resolution graphics optimized for PlayStation®4, Nintendo Switch™, Xbox One, and Steam (PC)! Courtroom battles never looked this beautiful!”.

No jogo, nós controlamos, na maioria dos casos, um advogado chamado Phoenix Wright, que precisa defender seus clientes contra acusações em crimes que vão de assassinato até sequestro e roubo. O jogo gira em torno de descobrir contradições nos testemunhos e nas provas que são enviadas ao tribunal. Na maioria das vezes, esses testemunhos não somente levam à contradição, mas, também, à pistas para esclarecimentos do que, de fato, estaria ocorrendo no momento do crime.

O jogador possui algumas tarefas básicas no jogo, como o de investigar a cena do crime, conversar com testemunhas, policiais e promotores e, defender seus clientes em tribunal. Algumas ferramentas são apresentadas ao jogador, como levantar uma objeção, forçar um questionamento, revelar uma contradição e mostrar equívocos (por vezes intencionais) nos testemunhos em tribunal.  Durante o evoluir do jogo, outras ferramentas são inseridas na história, como uma magatama que permite ao jogador ver se o personagem está mentindo. Apesar de ser um conjunto limitado de ferramentas, o seu uso pode se tornar ilimitado pelas condições de “probabilidade e erro” de seus usos e de seu estilo de jogo, formando uma história bem trabalhosa para se completar. Se você não usar um roteiro pré-estabelecido, o jogo pode se tornar muito longo. Se você não perceber de imediato a contradição, o jogo se transforma em um ciclo de tentativas, até que se encontre o caminho correto.  

O jogo possui 14 capítulos divididos em 3 jogos e que se complementam em uma história mais bem elaborada, formando um conjunto coeso de narrativas e histórias. Muitas das histórias vão se ligando e formando um caso maior, até culminar no último capítulo em uma jogada bem inteligente de roteiro.
Os personagens principais são carismáticos e seus diálogos são interessantes. Interagir com eles é de extrema importância e você se sente próximo a eles e aos seus sofrimentos. O jogo se constrói com esses diálogos e sua relação com seus amigos, clientes e auxiliares. Alguns personagens são tão bem construídos psicologicamente que você até deseja os livrar da cadeia. Foi dessa forma que me recusei a receber uma conquista, pois eu deveria mandar à prisão uma cliente da qual eu acabei gostando bastante (uma conquista que motivaria uma BAD END), dessa forma, optei por não receber essa conquista. Quando chegarem nessa parte do jogo vão entender melhor essa questão ética, pois envolve também nosso sentimento sobre o que significa a justiça para nós.

Pontos Negativos
Obviamente, o jogo possui falhas. Apesar de algumas contradições serem interessantes, algumas deixam furos no roteiro. Muitos personagens ficam indo e voltando, se repetindo, e isso irrita. Mais frustrante ainda é ver um personagem irritante voltar. Tudo é muito cartunesco também. O desenho poderia ter mais movimentação e alguns personagens poderiam ter um traço melhor trabalhado. Existe superficialidade em vários personagens.

Se você espera ver algum respeito pelo código processual, esqueça. Nada é seguido no jogo. O jogo é muito simples aqui e até tenta brincar com situações, como uma promotora dominatrix (inspiração para o poema de quarta-feira) que usa um chicote até no coitado do juiz, e um promotor que fica jogando xícaras de café no nosso personagem, quando ele perde o domínio do argumento.

Conclusão
Apesar de muitas falhas, eu vejo o jogo como um livro de investigação infantil, no qual você pode interagir com o personagem e isso te dá uma certa distração. Como o jogo é longo, e os personagens principais são interessantes, o esquema de descobrir contradições se transforma em um prazeroso quebra-cabeça. E o destino de personagens como a Mia e a Maya dá uma boa profundidade à história e te faz querer seguir em frente para ver o que acontecerá nos capítulos seguintes. Elas são carismáticas assim.  O humor funciona bem na maioria dos casos.

Jogo aprovado!   


[1] Veja em: < http://www.ace-attorney.com/trilogy/us/about/>

sexta-feira, 22 de maio de 2020

Recordar é viver: Trate bem todas as pessoas!

Não tenho como competir com a comédia de Seitokai Yakuindomo, por isso, não vou fazer meme, mas recordar de um quadrinho que fiz algum tempo atrás. Fiz esse quadrinho com o Comipo anos atrás. Sim, meu antigo chefe se lascou! :)


quarta-feira, 20 de maio de 2020

SHINO!


Suas piadas estão apimentadas;
Haja criatividade para tanto;
Incrível senso para tantas pauladas;
Não consigo mesmo segurar o pranto;
Observo, sem crer, em tamanha patada!



Uma quintilha com 12 sílabas. Aqui embaixo o trailer do segundo filme da série. O pranto a que me refiro é o ato de chorar de tanto rir. Não é um lamento, mas é um choro sem controle feito pelo ato de não conseguir parar de rir.   



segunda-feira, 18 de maio de 2020

Hidive: Seitokai Yakuindomo!


Uma pérola no HIDIVE: Seitokai Yakuindomo

https://www.hidive.com/movies/seitokai-yakuindomo-the-movie





Na semana passada, eu mencionei o que estava assistindo via Crunchyroll. Hoje, quero deixar uma pérola que eu descobri na HIDIVE. A plataforma de streaming não tem a força e o alcance de suas concorrentes principais, e quase 99% de seus títulos estão em inglês, o que dificulta a sua divulgação e distribuição, mas ela possui muitas pérolas incríveis, como Blue Seed[1], que eu já divulguei aqui no blog. Hoje, quero comentar sobre outra pérola da plataforma: Seitokai Yakuindomo. Duas temporadas (13 capítulos cada) e um filme já estão disponíveis lá para nós!



A série Seitokai Yakuindomo foi produzida pelo estúdio GoHands, também conhecido pela série “K: Seven Stories” e possui um humor diferenciado e que me agradou bastante, pois é um humor erótico, politicamente incorreto e sem lacração. Eu considerei essa mistura excelente, pois é uma quebra de paradigma e uma coragem incrível dos seus realizadores. A sinopse está escrita aqui embaixo.  

A série tem como sinopse (My Anime List): “On his first day of high school at the formerly all-girl's Ousai Private Academy, Takatoshi Tsuda is called out for his untidy uniform by the student council president Shino Amakusa. In apology for delaying Takatoshi for his first class—and stating that the group needs a male point of view to accommodate the arrival of boys at the school—Shino offers him the position of vice president of the student council. Though unwilling, Takatoshi finds himself appointed as the newest member of the student council having yet to even step foot inside the school building.

Takatoshi soon realizes that the other student council members who are more than a little strange: President Shino, who is studious and serious in appearance, but actually a huge pervert, fascinated with the erotic and constantly making lewd jokes; the secretary Aria Shichijou, who may seem like a typical sheltered rich girl, but is just as risque as the president, if not more so; and finally, the treasurer Suzu Hagimura, who may act fairly normal, but has the body of an elementary school student and is extremely self-conscious of it. Surrounded by these colorful characters, the new vice president must now work through a nonstop assault of sexual humor and insanity.

[Written by MAL Rewrite]”




Sim, a série é polêmica para os que cresceram com o politicamente correto, que pregam que “piadas matam”, mas é uma série normal para quem viveu a vida assistindo a Trapalhões e outros comediantes politicamente incorretos. Em uma época em que não se pode contar uma única piada, sem ter uma centena de lacradores ofendidos querendo pedir a cabeça do coitado do comediante, ter uma série como essa é uma salvação. Por exemplo, no filme, enquanto a direção mostrava a cena de um pouso de um avião, e a câmera passeava pelo interior da aeronave (uma cena linda, por sinal), nós somos apresentados aos diálogos dos passageiros, das aeromoças e dos pilotos. Tudo piada erótica, até com o piloto dizendo que comeu a mulher do copiloto e todos caindo na gargalhada. Com isso, o autor da série mostrou que as piadas contadas pelos personagens principais são moralmente aceitáveis dentro da sociedade em que eles vivem, ou seja, os personagens são normais (heheheh).

E os personagens são incríveis. Todos são carismáticos em seu próprio estilo, como a Suzu que tem complexo de sua estatura (ele é muito baixa) e se irrita quando é confundida com uma criança do ensino fundamental (uma das poucas piadas que não possuem conteúdo sensual na série inteira), ou sonha em ter um corpão bem desenvolvido. Ela quase sempre é representada por uma setinha que informa que ela está presente na cena, pois nem sempre ela aparece na tela por ser baixinha (hehehe). Ou a Tsuda Kotomi, irmã do personagem principal, que é tão jogada na vida, e coloca o irmão em tanta situação constrangedora, que acho que ela é mais experiente que o próprio.

E tudo fica muito engraçado com o esquema de piadas do Japão, no qual um personagem fala uma bobagem e um outro o corta com uma fala normal, ou um pensamento racional, e essa é a função do Tsuda que, muitas vezes, precisa aturar as piadas sujas e responder a elas com expressões que maximizam a força da piada dita. É um sistema muito bem construído. E tudo se potencializa quando elas contam a piadinha erótica e o diretor resolve desenhá-las de maneira fofinha. Meu Deus, como fica engraçado! É um gênio quando mistura a fofura, um símbolo de inocência, com a piada que elas estão contando. A mistura contraditória torna a piada ainda mais engraçada, pois usa o visual adequado.



Se você tem interesse em piadas politicamente incorretas e gosta de uma comédia que trata do cotidiano, essa série é para você, meu caro leitor. Caso queira assistir a ela, pois o segundo filme já foi anunciado e está chegando, assista de forma oficial via HIDIVE.  



[1] Leia mais aqui: <https://www.outrospapos.com/2019/08/blue-seed-retornou.html>

sexta-feira, 15 de maio de 2020

Mais um meme sobre a Covid-19.

Como coloquei no título, mais um meme sobre a pandemia.



Os jogadores no mundo em um futuro não muito distante.

quinta-feira, 14 de maio de 2020

Covid-19 War: Michael Levitt!


COVID-19 WAR: Osmar Terra

Antes de começar o tema, quero deixar aqui um esclarecimento sobre as definições de termos que usei, pois isso pode estar gerando uma certa confusão. A quarentena imposta em muitos estados brasileiros é o isolamento horizontal, ou lockdown[1], já explicado nos primeiros textos da série sobre a Covid-19, que consiste no fechamento total de lojas, indústrias e comércios. É a paralização completa dos meios de produção, salvo os meios ditos como essenciais. Até países desenvolvidos, cuja população possui reserva de capital, essa forma de enfrentamento da pandemia está gerando recessão e, portanto, desemprego e pobreza. Imagine o que isso acarretará ao Brasil? O World Food Program[2], como já foi mostrado em texto aqui no blog, já afirmou que as medidas adotadas para enfrentar a crise da epidemia por Covid-19 matará mais pessoas do que a doença em si. Por isso, lutar pela abertura dos meios de produção no Brasil é lutar para salvar vidas.



O Banco do Canadá admitiu que essa forma de contenção do vírus prejudica, em muito, a economia. Apesar das palavras de otimismo, as medidas que a instituição está tomando mostram a severidade da situação. Leia as medidas completas através do link de referência abaixo.

Bank Of Canada[3]:
 “COVID-19 and the economy
The COVID-19 pandemic represents a serious health threat to people around the world, and a significant disruption to daily life. It is having a major impact on the global and Canadian economies. Every sector of the Canadian economy is affected. Some sectors, such as the energy, travel and hospitality and service industries, are being particularly hard hit.

The public health actions needed to contain the spread of the virus, such as school closures, states of emergency, and social distancing measures, while necessary, are themselves going to significantly impact economic activity.

However, it’s important to underscore that while the impact is large, it will be temporary. Authorities around the world have taken bold and necessary measures to contain the spread of the virus and to support people and businesses through a very challenging time.”

Pois bem, em alguns textos, eu tratei o lockdown apenas como isolamento, mas o termo isolamento sozinho se remete a uma forma de tratamento para a epidemia. Foi um erro meu em alguns textos. Ao ler isolamento nos meus textos anteriores, trato do isolamento horizontal, ou lockdown.



E essa medida tão cruel para a economia, e para os empregos, tem como finalidade tentar achatar a curva gráfica do avanço do vírus e seu contágio. O achatamento da curva, em tese, deveria evitar que os hospitais ficassem sobrecarregados com pacientes. Em tese, seria para evitar que todos ficassem doentes ao mesmo tempo. Apenas em tese.



Segundo Osmar Terra, em nenhum país que o lockdown foi adotado, a curva se achatou. Ela continuou em crescimento exponencial até que a população tivesse o que se chama de imunidade de rebanho. Aliás, o lockdown não é apenas danoso para a economia, mas para a saúde, pois evita que a população consiga ganhar a tão importante imunidade[4].

Assim que a imunidade de rebanho, ou coletiva, é ganha, a curva cai de maneira vertiginosa. Ou seja, o lockdown proporciona um lento desenvolver da curva de queda, pois evita que a população consiga a imunidade. Ela mata a economia e dificulta que a população receba a imunidade.



Frontliner[5]: “Michael Levitt, professor da Faculdade de Medicina de Stanford, descobriu que, independentemente das intervenções dos governos, após cerca de duas semanas de crescimento exponencial o número de novos casos rapidamente desacelera e a curva se torna subexponencial. As implicações são profundas.”. Levitt recebeu o Nobel de Química em 2013 e é biofísico e bioquímico. Em entrevista ao Frontliner, ele afirma: “Eu acredito que a política de imunidade de rebanho é a política certa. Acho que a Grã-Bretanha estava exatamente no caminho certo antes de receberem números errados [do modelo do Imperial College]. E eles cometeram um grande erro. Eu vejo os países que se saíram excepcionalmente bem como Alemanha e Suécia. Eles não praticaram muitas restrições e deixaram suficientes pessoas contrair a doença para obter alguma imunidade de rebanho. Eu vejo os perdedores de destaque países como Áustria, Austrália e Israel que tiveram um lockdown muito rigoroso, mas não tiveram muitos casos. Eles danificaram suas economias, causaram danos sociais maciços, prejudicaram o ano educacional de seus filhos, mas não obtiveram imunidade de rebanho".

Não há como se discutir, com os dados apresentados, que o lockdown não é uma medida benéfica. O que se pode fazer no momento é pedir a reabertura do Brasil, antes que enfrentemos uma espécie de HOLODOMOR causado por um controle social, através de um medo de um maldito vírus chinês. Aliás, eu vou escrever sobre esse vírus chinês quando tiver a oportunidade. E não pode ser uma reabertura inconsequente, mas uma reabertura inteligente que preste atenção aos procedimentos de saúde para que a população ganhe a imunidade desejada. 

História do Mundo[6]: “Holodomor é uma palavra ucraniana que quer dizer “deixar morrer de fome”, “morrer de inanição”. Tal palavra passou a ser empregada no contexto da história ucraniana para definir os acontecimentos que levaram à morte por fome de milhões de ucranianos entre os anos de 1931 e 1933. Grosso modo, o holodomor, assim como o holocausto nazista contra os judeus, consistiu em um genocídio contra a população da Ucrânia empreendido pelo comunismo soviético, que era liderado por Stalin.”

#ReabreBrasil



[1] Leia em: <https://www.outrospapos.com/2020/03/isolamento-horizontal-x-isolamento.html>
[2] Leia em: <https://www.outrospapos.com/2020/04/covid-19-war-world-food-program.html>
[3] Leia em:
 <https://www.bankofcanada.ca/markets/market-operations-liquidity-provision/covid-19-actions-support-economy-financial-system/>
[4] Leia em: <https://jovempan.com.br/noticias/mundo/imunidade-coletiva-coronavirus-oms.html>
[5] Leia TUDO em: <https://www.frontliner.com.br/premio-nobel-diz-que-previsoes-de-casos-de-covid-estao-erradas/>
[6] Leia em: <https://www.historiadomundo.com.br/idade-contemporanea/holodomor.htm>

Trocadilhos!