sábado, 1 de setembro de 2018

Lula inelegível!


No dia 31 de agosto de 2018, iniciou-se o julgamento do pedido de registro de candidatura do Lula. Julgamento que se encerrou na madrugada do dia primeiro de setembro de 2018. O TSE[1] assim determinou:

O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) indeferiu, por maioria de votos (6 a 1), o registro de candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para disputar as eleições à Presidência da República em outubro. A decisão seguiu o entendimento do relator do pedido na Corte, ministro Luís Roberto Barroso, que declarou a inelegibilidade de Lula com base na Lei da Ficha Limpa.

Também por maioria (5 a 2), o colegiado decidiu facultar à Coligação O Povo Feliz de Novo (PT/PCdo B/Pros) a substituição de seu candidato a presidente no prazo de 10 dias. Os ministros proibiram a Lula a prática de atos de campanha, incluindo a veiculação de propaganda eleitoral no rádio, na televisão e em outros meios de difusão de informação, como internet e redes sociais, até que ocorra sua eventual substituição. Os ministros também determinaram a retirada do nome do ex-presidente da República da programação da urna eletrônica de votação.”

O advogado Luciano Santos, um dos idealizadores da Lei da Ficha Limpa, comentou o julgamento do TSE e, segundo o Antagonista[2], afirmou: “Não cabe ao TSE analisar se a condenação dele foi correta, mas somente aplicar a lei. Considero que a aplicação da Ficha Limpa nesse caso foi justa. A lei se aplica ao candidato a vereador de Bora (SP), que pode ter 20 votos, ao candidato a presidente que tenha 40% das intenções de voto. Todos são cidadãos iguais, caso contrário, teríamos cidadãos de categorias diferentes.”

Como já escrevi nas redes sociais, e aqui repito, este julgamento foi um absurdo, pois foi criada toda uma circunstância para definir algo tão óbvio, que é a inelegibilidade do Lula. Ele estava e está inelegível segundo a Lei da Ficha Limpa e nada poderia salvá-lo. Bastava ao TSE referendar o que todos já sabiam e esperavam com ansiedade. Entretanto, todo esse espetáculo cansativo foi proveitoso, pois reforçou o domínio das leis e demonstrou que o Brasil ainda possui um ordenamento jurídico a ser seguido.

Tivemos um susto, porém, antes de se chegar a este resultado. Fachin demonstrou que dormiu nas aulas de Direito Internacional e tentou forçar um entendimento escabroso sobre o parecer da ONU. Sobre este tema, recomendo a leitura do voto do ministro Barroso, que escancarou a verdade sobre este episódio. Em resumo, mesmo que o parecer fosse legal, ele não poderia ser seguido com força de lei, pois iria contra o princípio da Soberania Nacional. Quando duas normas entram em conflito, o operador do Direito escolhe pela norma com maior hierarquia dentro do ordenamento. Não existe nada maior que a Soberania Brasileira e a autodeterminação dos povos.


Desta forma, quero acreditar que tenha se encerrado este episódio macabro da história brasileira, no qual um criminoso condenado em segunda instância desejou ser presidente do Brasil. E faço aqui um apelo novamente: não votem em socialistas. Para eles, o Estado é ferramenta de dominação do indivíduo e serve unicamente para proteger a sua laia.


Apoio de Lula

Após o fim do julgamento, cogitaram a possibilidade de Lula apoiar candidatos e aparecer como figurante, tentando indica-los para o eleitor. Sobre isso, acredito que todos fugirão deste embuste. Nenhum eleitor equilibrado votaria em candidato que tivesse apoio do maior ladrão do país e isto já ficou evidente pela taxa de rejeição que Lula possui. Segundo muitas pesquisas divulgadas, e que deixo aqui um exemplo, 54% dos eleitores  nunca votariam no Lula, portanto, agrega-lo à imagem é danoso para qualquer um. Isto será mais um tiro no pé da esquerda.


Paraná Pesquisas
http://www.paranapesquisas.com.br/wp-content/uploads/2017/09/Sem-t%C3%ADtulo754.png



Conclusão

Apesar dos sustos, a justiça eleitoral se manteve em pé. Lula caiu como deveria ter caído e espero que este episódio tenha se encerrado. Que as eleições cheguem e que o povo possa votar em paz, pelo bem do país, sem ser enganado por falácias e mentiras da esquerda.






[1] TSE: <http://www.tse.jus.br/imprensa/noticias-tse/2018/Setembro/tse-indefere-pedido-de-registro-de-candidatura-de-lula-a-presidencia-da-republica>
[2] Antagonista: <https://www.oantagonista.com/brasil/idealizador-da-ficha-limpa-diz-que-lei-foi-bem-aplicada-no-tse/>

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Nota DEZ e Nota ZERO II


Nota DEZ e Nota ZERO

Nota ZERO


Music Girls episódio 6



Estava acompanhando a série Music Girls, via Crunchyroll, quando os personagens dialogaram mostrando que não se sentiam confortáveis com o próprio gênero. Um velho que sentia que tinha uma garota de 17 anos no seu interior, ou uma garota que sentia que tinha um garoto de dez anos dentro de si. Este discurso é um reforço da ideologia de gênero que, por sua vez, tenta normalizar a disforia de gênero[1] que é um distúrbio que merece tratamento adequado. Resolvi abandonar a série e dar um belo ZERO a ela pelo reforço a esta ideologia que deve ser combatida.


Episódio 6







Nota DEZ



Hanebado ganha outro 10 pelos efeitos sonoros da série. No episódio 7, fomos levados a assistir ao combate da personagem principal contra uma de suas adversárias. Uma animação impecável, um roteiro muito bem construído, diálogos intensos e um confronto magnífico que me fez crer que a personagem principal deverá receber algum tratamento contra psicose em breve (rs). E, dentro deste episódio, com grandes qualidades técnicas e artísticas, sobressaiu na minha avaliação o técnico de som e os efeitos sonoros. O embate poderoso das duas jogadoras só foi possível graças ao trabalho do diretor de som. Cada raquetada teve um som poderoso, quase como se fossem espadas, trovões ou chicotes a golpear. A intensidade do som promoveu a intensidade da batalha destas duas grandes jogadoras. É impressionante como este estúdio está entregando um espetáculo a cada semana. Nota DEZ para o diretor de som e DEZ para o conjunto da obra!  Vídeo abaixo meramente ilustrativo.







[1] Tua Saúde: <https://www.tuasaude.com/disforia-de-genero/>

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Folha Seca




segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Shiki Oriori


Shiki Oriori- O Sabor da Juventude



Este trabalho é uma antologia que une três diretores diferentes: Haoling Li ("Shanghai Koi"), Jiaoshou Yi Xiaoxing ("Hidamari no Chōshoku") e Yoshitaka Takeuchi ("Chiisana Fashion Show"), sob a tutela do estúdio CoMix Wave Films. Haoling Li também exerceu o cargo de diretor chefe, isto é, ele coordenou o trabalho como um todo. Apesar do crédito no pôster com referência ao mestre Shinkai- “Do Criador de Your Name”- as únicas ligações do mestre Makoto com a obra em questão são o estúdio no qual ele desenvolve suas obras (CoMix Wave Films) e Yoshitaka Takeuchi que é chefe de CGI da maioria dos filmes do diretor. Nada mais. Colocá-lo no pôster e fazer chamada como se ele possuísse responsabilidade sobre o enredo é de uma enganação revoltante.  A Netflix está sendo decepcionante desde aquele Death Note nojento.




Sobre o trabalho em si, ele é de uma boa profundidade autoral e nos deixa com diversos caminhos para uma análise. Há quem o analise pelo aspecto do crescimento dos personagens, ou pelo seu aspecto familiar, mas eu quero analisar por outro ângulo, para tentar aproximá-lo mais das verdadeiras obras do mestre Makoto Shinkai. Nas obras do mestre Makoto, nós somos sempre engolidos por uma sensação de solidão, pela ausência justificada do próximo, pela força dos elementos da natureza. Por encontros e muitas despedidas. “O Jardim das palavras” e “Your Name” são grandes exemplos destes detalhes narrativos que impressionam nos enredos do Shinkai. A chuva que engole dois personagens em um parque, enquanto eles parecem não se comunicar, enquanto seus sentimentos se desenvolvem em uma falsa ausência de comunicabilidade. Falsa, sim, pois a comunicação não verbal ocorre a todo momento no estilo detalhista do diretor. Como em uma olhada rápida, de um jovem, no contorno delicado de um pé de donzela que me lembrou imediatamente o livro “A Pata da Gazela” de José de Alencar. As obras de Makoto Shinkai também são profundas no quesito de encontros e desencontros e, muitas vezes, a depressão da despedida fala mais alto do que a alegria de um reencontro, à exceção de “Your Name” que, ao quebrar este paradigma o reforçou nas demais obras do autor.

Shiki Oriori se aproxima destas questões: encontros e despedidas, solidão e introspecção. São homenagens a estes elementos sempre encontrados nas obras do diretor japonês. As três histórias estão reunidas em torno de um sentimento de separação, de despedida. Elas contam como a ausência pode alterar um destino e como nossas vidas estão repletas de despedidas indesejadas. Mesmo na história do meio, sobre a modelo, que pode parecer negar esta abordagem crítica, ela possui suas despedidas e seus desencontros e reforça o sentimento de solidão, de estar sozinho(a) sem um(a) companheiro(a). Todas as três obras abordam a solidão e se interlaçam em uma cena pós-crédito.

E, como toda a homenagem, esta antologia não supera o sentimento original que as obras do Makoto forçam em nossas almas. Eu brinco dizendo que o mestre Makoto gosta de agarrar nossos corações com as mãos e apertar bem forte com as palavras e cenas de seus enredos. Shiki Oriori tenta copiar este estilo e, apesar de ter profundidade, não alcança a força das mãos do Shinkai.

É uma obra consistente? Sim, mas é também uma tentativa de homenagear a obra do diretor de “Your Name” e, infelizmente, sem ter o mesmo sucesso da adaptação de elementos do enredo do Shinkai. Vale assistir? Sim, pois possui uma estrutura consistente, uma animação de ótima qualidade e três histórias interessantes e bem contadas.

Mais sobre a obra no link abaixo:

https://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=21127

Vale um 3,75 estrelas como homenagem do trabalho do diretor Shinkai e 4 estrelas se não considerarmos este fator!  



Plaquetas!

Em um exame de sangue, vi que sumiram 13 mil plaquetas. Resolvi procurar por elas! :)