sexta-feira, 4 de maio de 2018

A Place Further Than The Universe


A Place Further Than The Universe
http://www.crunchyroll.com/a-place-further-than-the-universe



Sinopse via Crunchyroll: “Paisagens nunca antes vistas. Sons nunca antes ouvidos. Perfumes nunca antes cheirados. Comida nunca antes degustada. E uma explosão de emoção nunca antes sentida. Esta é a expedição que vai recolher as peças espalhadas e as sensações perdidas. Quando chegarmos lá, o que passará por nossas cabeças? Uivando, ângulo de 40 graus. Berrando, ângulo de 50 graus. Gritando, ângulo de 60 graus. Uma terra erma, além do mar. O ponto mais ao sul de todos, distante de toda civilização, no cume da Terra. Através dos olhos das garotas, encontraremos luzes pelas quais viver amanhã”.




Que diabo de sinopse é esta? 😊 Deixando a brincadeira de lado, esta sinopse nos leva a conhecer um desejo inerente a todas as personagens desta série. A sinopse nos leva para dentro do sentimento das personagens. A animação produzida pela Mad House, com direção de Atsuko Ishizuka, com roteiro de Jukki Hanada e desenho de personagens de Takahiro Yoshimatsu, vem contar a história de uma expedição civil à Antártica. Não apenas uma expedição civil, mas uma jornada por conhecimento e por um futuro.

Eu quase encaixei esta série no “slice of life” (veja definição do tema no tópico de sexta-feira passada) e a fiz competidora de Laid-Back Camp, pois ela é o cotidiano de 4 personagens tentando alcançar um objetivo comum, que é uma viagem até a Antártica, mas, daí eu pensei e cheguei a conclusão que viajar até o polo do planeta não pode ser caracterizado como algo comum a um estudante. Por este motivo, eu não encaixei a série em “slice of life”. A série está mais para uma aventura de descobrimento. Concluindo desta maneira, eu resolvi dar a esta série o prêmio especial: Melhor Aventura!

E por que eu a escolhi como melhor aventura da temporada passada? Porque é uma aventura de descobrimento, ou seja, ela apresenta elementos que gosto de ver em uma aventura. Vou simplificar o Monomito[1] em quatro elementos: partida, iniciação, descobrimento e retorno.

Kimari é uma típica estudante que está terminando mais uma fase de sua vida e não sabe bem o que fazer da vida, até conhecer Shirase que está determinada a ir para a Antártica. Deste encontro, Kimari reúne forças para realizar algo diferente em sua vida e passa a ajudar Shirase a cumprir seu objetivo de vida. Ambas desejam ir para a Antártica. Este é o primeiro passo do caminho do herói, ou seja, a partida. O que têm de mais aqui? A partida é um elemento gradual. Até conseguirem realmente embarcar na expedição, elas passam por um processo lento e cuidadoso, mostrando etapas do crescimento psicológico delas. A aceitação de outras duas garotas, cada qual com um motivo diferente para a aventura, vai reunindo elementos dramáticos e cômicos à jornada. E é algo tão sereno que quase nos passa desapercebido que a etapa de iniciação já estava em curso também.





A iniciação é tão importante neste enredo, que ela praticamente permanece por toda a jornada da história. Toda a iniciação para a jornada, com o cumprimento de etapas, o treinamento durante a expedição e, por fim, no arco final materno.

No arco final materno vemos o desfecho do descobrimento que traduzo como o maior crescimento emocional da série. Neste arco vemos os personagens resolvendo suas questões internas, enfrentando o passado para poder seguir em frente e caminhando para uma evolução emocional e psíquica dignas de um filme bem realizado. Neste ponto, elas estão prontas para o regresso/retorno que consiste em aceitar seu aprendizado e torná-lo prático para sua vida vindoura.

A jornada para a Antártica, na verdade, consiste na jornada do herói com descobrimento interior e crescimento emocional dos personagens. Um enredo que cuidou com carinho e sentimento das angústias daquelas jovens personagens.Tudo isto realizado com ótimas escolhas de câmera, com dublagens fortes e uma animação fluida. E o enredo merecia este tratamento de qualidade que o estúdio Mad House podia dar e deu.  E é isto que gosto em uma aventura.    








[1] Jornada do Herói: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Monomito>

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Punhos cerrados!


Punhos cerrados

A revolta atinge nossa sociedade.
A injustiça teima em persistir.
O bom sofre de ansiedade.
O bom desanima e quer desistir.

É muita sujeira debaixo do tapete.
Togas se agitam para tudo esconder.
Ministros, provavelmente, têm o que temer.
Esperam encobrir o pecado. Esperam proteger o maldito debaixo do carpete.

Não vamos a luta abandonar;
Devemos lutar;
Tudo denunciar;
Aos bons apoiar!

Esta luta terá um fim;
Nossa bandeira não será manchada com a cor carmesim;
O bem vencerá no final;
Pois Deus nos salvará deste mal.


   
O AMV é da série Boku no Hero e nos mostra jovens heróis em treinamento. Precisamos de heróis no Brasil!



segunda-feira, 30 de abril de 2018

Avanços e recuos!


Situação atual do meu trabalho.
Edição em vermelho

Olá, pessoal! Quero deixar uma atualização sobre o que estou realizando, pois já estamos quase chegando na metade do ano. Tive recuos e avanços!

Sobre meus livros

Mangá Tropical- um estudo de caso



No começo deste ano, fui surpreendido com o "sumiço" do meu livro “Mangá Tropical- um estudo de caso” que estava à venda na Amazon (impresso e digital). Procurei informações e descobri que a distribuidora que cuidava do mesmo fechou. Comecei, com este recuo, a trabalhar novamente nele.

Em primeiro lugar, eu consegui, através dos próprios aplicativos da Amazon, adaptar o PDF do livro para leitura em Kindle, porém, apesar da boa qualidade, achei nesta oportunidade a chance de atualizar o miolo do livro e arrumar algumas coisas. Procurei e achei o arquivo inicial, reativei minha assinatura na Adobe, fiz um breve curso de reciclagem no uso do IndeSign e iniciei as atualizações necessárias.

O que eu tenho no momento? Após uma rápida atualização, o livro já se encontra tanto na loja da Perse, como na Amazon.O digital está com o mesmo valor tanto na Perse como na Amazon. Já o impresso está mais barato na Amazon, embora ele esteja sendo vendido na loja americana. Acredito que, mesmo com a taxa de importação (segundo site da Receita Federal, importação de livros está isenta da taxa de importação), o livro comprado na Amazon USA parece ficar mais em conta do que o seu "irmão" na Perse. Ainda não fiz o cálculo certeiro, desculpem. 




Apocalipse: Brasília



Assim como o livro acima, este não está com vendas do impresso distribuído em livrarias no Brasil. O digital você pode encontrar na Amazon e você pode ler de forma gratuita, através do serviço Kindle Unlimited, ou comprar por R$7,74. Já na livraria da própria Perse, o digital está um pouco mais barato. Em breve este também estará à venda na Amazon USA em formato impresso sob demanda. (Já se encontra disponível e por apenas 6 dólares. Sim, SEIS dólares apenas!)

Já o impresso do livro vendido aqui no Brasil, via Perse, eu pretendo diminuir o preço final. Estou surpreso com o aumento do valor do preço, que ultrapassou 80 reais. Minha meta é diminuir o valor do impresso deste livro e do “Faces de Deus” também.



Um novo trabalho está surgindo

Linda capa assinada por Ale Nagado!


Sim, além de estar trabalhando em antigos livros, eu estou coordenando a edição de um novo trabalho. A capa já está autorizada, a revisão já foi feita e a diagramação está na reta final. Assim que receber os exemplares impressos, vou enviar cópias para o registro do livro no escritório de direitos autorais da Biblioteca Nacional. O prazo para este trabalho é de 180 dias, então, calculo que o livro estará à venda em outubro, ou, no mais tardar, novembro.



Bienal do Livro de São Paulo

Aqui minhas esperanças se foram. Eu pretendia comparecer ao evento e lançar o novo trabalho por lá, além de vender outras obras. Não deu muito certo. O que está garantido por lá, e deve permanecer assim, é a venda do “Fé de mais, ou fé de menos?” pelo estande da Scortecci e os meus trabalhos, em formato digital, através da Amazon caso a empresa vá para o evento.

Então, se estiver pela Bienal, passe no estande da Scortecci, ou no estande da Amazon, para conhecer meus trabalhos.







Isolamento!

Isolamento As cidades são frias Mau sentimento. Coloquei um AMV sem sentido com o poema acima.