sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Drops: Animes no México e no Brasil

Drops: Animes no México e Brasil

Fonte: https://henshin.com.br/2017/05/04/fairy-tail-dragon-cry-filme-sera-exibido-no-brasil/


Fiquei imaginando o que levaria uma empresa a descumprir uma promessa feita ao público. A Konnichiwa Festival (Kem Media) prometeu o lançamento de várias animações japonesas em toda a América Latina, o que incluiu o Brasil neste pacote, nos cinemas. No entanto, por aqui não vimos nada. Fui buscar uma resposta na bilheteria mexicana.

Acredito que o desempenho fraco dos filmes pode ter influenciado na decisão de não cumprir o que foi prometido. A bilheteria mexicana[1]  foi muito fraca. A Silent Voice, por exemplo, foi o filme com maior arrecadação e não passou de 500 mil dólares, ocupando a posição de número 123, porém, um resultado fraco não poderia ser usado para medir o desempenho de outros países. Se pegarmos “Naruto The Last[2]” vemos que a bilheteria brasileira foi quase igual a bilheteria mexicana, ou seja, o Brasil poderia dobrar os ganhos da empresa. Eu acho que este não foi o fator determinante.

Quando se faz um plano de negócios, é preciso ter em mente o risco do projeto e calcular possíveis perdas. Desta forma, não se faz promessas que não serão cumpridas. O que me deixa com três pensamentos. O primeiro é que a empresa esperava melhores resultados dentro de casa. O segundo é que a empresa não calculou adequadamente o risco e as perdas e foi pega de surpresa, sem condições de cumprir a promessa feita. O terceiro é que a empresa nunca quis lançar nada no Brasil. O resultado é que estou com tanta revolta, que não vou comprar nada da Kem Media. Compro de outra distribuidora, mas dela não.

E você? O que acha que aconteceu?



[1] Box Office Mojo:
http://www.boxofficemojo.com/intl/mexico/yearly/?yr=2017&sort=gross&order=DESC&pagenum=2&p=.htm
[2] Naruto: http://www.boxofficemojo.com/movies/?page=intl&id=lastnaruto.htm

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Até breve!



A dor de perder alguém é comparável a uma punhalada;
Corta o tecido e cria hemorragia. Uma dor intensificada;
Pior é perder uma amiga, uma pessoa amada;
Alguém com quem conversei, dei risada.

A dor de perder alguém é comparável a uma punhalada;
Corta o tecido, cria hemorragia, dor intensificada;
O coração se aperta, tentando suportar;
Sufoca, se comprime, quer chorar.

Resta-nos o consolo do espírito;
Tudo o que ela deixou marcado, escrito;
As ações que ela teve em vida;
Ela viveu por boas ações e belas lembranças, uma missão cumprida;

Resta-nos o consolo do espírito;
Tudo o que ela deixou marcado, escrito;
O espírito vive, se transforma, evolui em um plano vindouro;
E me faz crer que o “adeus” de hoje será um “olá” no futuro.










segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

O Judiciário ao alcance de todos!


O Judiciário ao alcance de todos



Estamos vivendo um tempo especial em nossa justiça, no qual os juízes estão determinando os rumos de nossa política. Muitos juízes comprometem-se com a verdade e as leis, como Moro e os desembargadores do TRF 4, que estão mantendo o rigor das sentenças para os grandes corruptos e corruptores do Brasil. Eles são um orgulho para o Brasil.

Já outros, como ministros do STF, estão arruinando a Constituição Federal como, por exemplo, Fachin ignorando a súmula 691:

“Não compete ao Supremo Tribunal Federal conhecer de habeas corpus impetrado contra decisão do Relator que, em habeas corpus requerido a tribunal superior, indefere a liminar.

Data de Aprovação
Sessão Plenária de 24/09/2003

Fonte de Publicação
DJ de 09/10/2003, p. 5; DJ de 10/10/2003, p. 5; DJ de 13/10/2003, p. 5.”

Ou, como lembram, Lewandowski, presidindo a sessão de julgamento do impeachment da Dilma, que manteve seus direitos políticos, contrariando a lei 1079/50 que versa no “art. 2º Os crimes definidos nesta lei, ainda quando simplesmente tentados, são passíveis da pena de perda do cargo, com inabilitação, até cinco anos, para o exercício de qualquer função pública, imposta pelo Senado Federal nos processos contra o Presidente da República ou Ministros de Estado, contra os Ministros do Supremo Tribunal Federal ou contra o Procurador Geral da República”.

Esta nova era do judiciário mais atuante, para o nosso bem, ou para o nosso mal, mostrou-me que alguns jornalistas e comentaristas estão muito perdidos nas questões técnicas que envolvem a interpretação dos procedimentos, sentenças e andamentos. Então, este texto é para aqueles que precisam comentar, escrever ou divulgar julgamentos, mas ficam perdidos no meio de tanta questão necessária.

O livro “O judiciário ao alcance de todos” foi escrito por Rodrigo Collaço, em 2005, e editado pela Ediouro. Collaço, na época, era presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e percebeu a dificuldade que os comunicadores tinham de acompanhar, e transcrever para o público, o que estava acontecendo dentro dos tribunais. Atuando na “Campanha Nacional Pela Simplificação Da Linguagem Jurídica”, ele criou um livreto de fácil leitura, com o básico sobre o judiciário e seu funcionamento.

Ele define as funções dos tribunais, procedimentos, recursos, atribuições e, também, um pequeno glossário com termos mais comuns usados em latim nas decisões. Ao acompanhar o julgamento do Lula, quando a sentença foi confirmada por unanimidade, o leitor deste pequeno livro já saberia o que estava por vir, pois, na página 27, ele discursa sobre o embargo de declaração, “que é o instrumento de que a parte se vale para pedir, ao magistrado ou tribunal prolator de uma dada decisão, que a esclareça em seus pontos obscuros. Ou a complete, quando omissa. Ou, finalmente, que lhe repare ou elimine eventuais contradições que porventura contenha”.  

E é uma leitura rápida, pois o livro não tem tamanho e nem volume, pois, além de ser pequeno, ele possui apenas 76 páginas. Alguns poderão dizer que o livro, por ser tão pequeno, não serviria para esclarecer ao jornalista questões mais complicadas. De fato, este livro é um pequeno passo para que o jornalista entenda mais do universo jurídico, mas ele não vai te dar todas as questões. Entretanto, acredito que é uma ferramenta útil ao que inicia neste mundo. Como diz no subtítulo, “noções básicas de juridiquês”, o livro vai te dar uma base para que você inicie o entendimento. Cabe a você procurar, mais tarde, outras orientações. Eu mesmo fiz 4 semestres de Direito, depois de me formar em Comunicação Social.

O ponto negativo desta primeira edição, que tenho em mãos, é que o capítulo sobre serviços, com endereço virtual dos tribunais e telefones, está desatualizado. Isso é óbvio, pois esta edição é, como já afirmei, de 2005.

Caso desejem uma cópia, o site da AMB[1] orienta que “exemplares do livro ‘O Judiciário ao Alcance de Todos – Noções Básicas de Juridiquês’ podem ser solicitados no site da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) por todos os jornalistas e demais interessados em acabar com o juridiquês. Para solicitar a publicação, basta clicar no banner que está no menu lateral da direita, na página inicial do portal ou clicar aqui”. Acredito que ainda possuam cópias do livro, ou o mesmo em pdf.  




[1] AMB: http://www.amb.com.br/solicite-um-exemplar-do-livro-o-judiciario-ao-alcance-de-todos/

Recado aos Raymundo!

Aos Raymundo de Porto Alegre; Eu não quero saber de suas mentiras e nem de seus venenos. Estou vivendo em paz com minha mãe. Deixem-nos ...