quinta-feira, 16 de maio de 2019

Os erros de ontem!


No dia de ontem, 15 de maio de 2019, os movimentos de esquerda, mascarados de um movimento espontâneo, usaram de uma mentira para provocar o governo. Sim, para saber se a origem do protesto é espontânea, ou não, basta pegar qualquer imagem que circula e ver quantas bandeiras vermelhas estavam presentes. Muitos movimentos de esquerda presentes e organizando toda a estrutura, então, não foi espontâneo e foi de esquerda.  

A pauta principal deveria ser a educação, mas vimos nas ruas outras manifestações como “Lula Livre”, o ódio contra Bolsonaro, e questões de ordem contra a reforma da previdência. É muita incoerência, então, vamos por partes e vamos deixar isso em apenas três partes.


1ª Parte: Corte de 30%.

Não houve corte, mas um contingenciamento de 3,5% do valor total investido. Em uma universidade que recebe 100 milhões de reais, além de estarem garantidas as despesas fixas e salários já reajustados, o ministro apenas pediu que segurassem 3 milhões desse valor. SEGURASSEM! Não houve corte, mas um pedido para que o dinheiro não fosse gasto no momento.  Com a palavra o vice-presidente da República e o ministro da Educação.


Mourão




Abraham





2ª Parte: Lula Livre!

Ué? Não era para defender a educação? Muitas bandeiras de esquerda pedindo a liberdade do réu que CORTOU verba da educação e da saúde, além de gastar dinheiro em ditaduras e ter sido condenado por corrupção. Condenado em primeira instância, condenado em segunda instância e condenado, recentemente, em uma terceira instância (STJ). Ele foi o maior inimigo da educação, pois, além dos cortes na área, tanto ele, como a ex-presidente impedida Dilma e o vampirão Temer, não fizeram as reformas necessárias para impedir que a situação chegasse a esse ponto lastimável. A manifestação, em sua incoerência, pediu a soltura de um réu condenado e que destruiu a educação do país.



Veja os números da nossa educação em rankings internacionais.

O Globo: Colômbia ultrapassa Brasil em ranking de educação com foco em professores e avaliação de aprendizagem


3ª Parte: Estavam manifestando também contra a reforma da previdência.

Olha, a situação do contingenciamento só chegou nesse nível pois não houve a reforma da previdência em governos passados e, no governo atual, o “centrão” está arrastando a situação como uma lesma. Se manifestar contra a reforma da previdência, que garantiria dinheiro para segurança, educação e saúde, é mais uma incoerência dos movimentos de ontem.  


   


"Este país não reformou a previdência. Hoje, sua população está quase 50% mais pobre"

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Conclusão

A conclusão que se chega é que a manifestação de ontem se baseou e uma mentira (um falso corte de 30% na educação) para pedir a soltura de um réu e a manutenção da crise, pois foram contrários também à reforma da previdência. Além disso, pelos erros de português que vimos nos cartazes, o ministro ainda acertou em destinar maior atenção ao ensino básico.   


Plaquetas!

Em um exame de sangue, vi que sumiram 13 mil plaquetas. Resolvi procurar por elas! :)