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Mostrando postagens de fevereiro 5, 2012

O amor que vence!

O amor que vence,    Estações testemunham,    É fortaleza;    Abraça o amor, sempre,   Ele te defenderá.   Um clipe musical oficial feito para comemorar o encerramento da série. Achei lindo e a música é formidável! Mostra o final da série e o momento lindo em que a maldição enfim é quebrada e ambos podem se tocar pela primeira vez.  Traduzido do vídeo acima: --- Quer tocar, mas não pode ― O amor mútuo mais triste do mundo.   Finalmente, o anime de TV chega ao grandioso fim!   #TheDukeOfDeathAndHisMaid Bocchan e Alice comemoram o casamento 💍   Um vídeo de casamento que revisita a trajetória dos dois até agora foi lançado!   Você pode ouvir a versão arranjada da música tema de abertura da primeira temporada, "Full Moon and Silhouette Night ~Wedding Ver.~" em uma versão mais longa do que na série. ▼Versão completa de "Full Moon and Silhouette Night ~Wedding Ver.~"   [Link](https://lnk.to/74T9Mn6A)   Disponível a partir de 24/06 à meia-noite **Elenco:** - Bocchan: #Nat

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Poema: Sê verdadeiro!

Aquela luz Sê verdadeiro, Nunca andes nas trevas, Pois o mal mata! COTIDIANO Um haikai feito agora só para não deixar em branco o dia de hoje! Também vou deixar um vídeo que achei legal!

A escrita não é um ato isolado!

Escrita é uma tarefa solitária. Uma ilusão!                                                      Quando comecei a me interessar pela escrita, décadas atrás, eu sempre me vi diante de uma frase que dizia que o ofício da escrita é um ofício solitário. Passei a acreditar nisso e me via como um autor isolado. Uma ilusão que se desfez. Sei, hoje, que a escrita não é um ato isolado.     Um aspecto psicológico que me atraiu nesta profissão se deve à minha infância. Quando criança, eu me via isolado, porque além de tímido, enfrentava problemas com outras crianças que praticavam bullying contra mim. Eu não sabia se estava dentro de uma prisão, ou de uma instituição de ensino. Era normal voltar para casa com um galo na testa, ou as mãos machucadas, por causa da violência das outras crianças.  Eu queria me isolar. Do colégio para casa, eu avistava a banca de jornais, a poucos metros, e já me animava. Era o momento de esquecer as brutalidades da escola e me entregar aos livro