sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Nota DEZ e Nota ZERO III


Nota DEZ

Alê Nagado é funcionário público, desenhista, escritor, pesquisador e um grande amigo. Ele é um grande artista, sempre com grandes ideias. Como escritor, Nagado possui muitos trabalhos. O mais recente é uma coletânea com os textos do blog “Reflexo Cultural” no qual ele expõe seu posicionamento político. Achei fantástico, pois precisamos disso. Precisamos de mais livros sobre a moral cristã e conservadora. Precisamos preencher o espaço e ocupar vagas. Mostrar ao mundo a nossa visão e defender nossa posição frente a uma guerra cultural. Nosso posicionamento promove mudanças benéficas ao mundo e preserva a sociedade e seus elementos essenciais, como a família.

Nagado: “Ensaios e reflexões conservadoras sobre religião, política, gênero, meritocracia, direita e esquerda, aborto, nostalgia, auto-ajuda e comportamento. Na segunda parte do e-book, resenhas de obras de Olavo de Carvalho, Luiz Felipe Pondé, Jordan Peterson, Roger Scruton, Arthur Schopenhauer, Gerard Jones, João Paulo II, Spacca e Pierluiggi Piazzi. Textos extraídos do blog Reflexo Cultural e publicados entre 2017 e 2018.”





Eu estou acompanhando os textos com leitura direta no blog e afirmo que os textos são precisos, com ótimo domínio do tema e interessantes. Caso queira comprar o livro, recomendo a leitura. Clique e compre, leia e divulgue!


Como desenhista

Ele idealizou três capas de três de meus livros, e com grande senso estético. Veja abaixo uma montagem com elas lado a lado. Se precisar de um desenhista, contate-o.








Nota ZERO

Algum tempo atrás, eu reclamei por ter adoecido e, durante o atendimento em um pronto-socorro, minha mãe não conseguiu entrar comigo. Isto me chocou, pois, em Brasília e em São Paulo, os acompanhantes podem entrar com os pacientes. Além disso, aqui temos hospitais sempre lotados. Alguns, em determinados dias, atendem unicamente casos de morte. Um absurdo! Isso precisa mudar e o atendimento precisa humanizar.


quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Deus é o Consolador!





segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Liberdade de expressão e Redes Sociais


Liberdade de Expressão e Redes Sociais



No meu texto anterior[1], indiquei dois passos para vencermos esta guerra cultural que estamos travando. Pelos ensinamentos contidos no Hagakure, devemos “tomar a liderança” e “quebrar as linhas inimigas”. Por “tomar a liderança”, devemos planejar conquistar vagas e espaços em organizações, universidades e instituições, para que nossa agenda e nossa moral cristã possam ser defendidas. Devemos estar em todos os lugares, estar presentes em todas as organizações. Isto é uma investida que considero essencial.

Já “quebrar as linhas inimigas” seria lutar no fronte, enfrentando soldados que estão, neste momento, em combate. Seria uma ação para o tempo presente, enquanto a tomada de liderança seria uma ação com efeitos em um tempo futuro. Neste quesito, o enfrentamento possui diversos territórios. Um deles é o judicial, isto é, levar a censura que estamos vivendo para a esfera jurídica. Se muitos fizerem isto, as redes não terão como se defender e isto poderá forçar a quebra da primeira linha de combate. O Ministério Público Federa[2]l, com sede em Goiás, já saiu na frente e oficiou à Procuradora-Geral da República representação em desfavor das grandes empresas de internet, a saber, Twitter, Google e Facebook.

“Atentando-se aos elementos colhidos no bojo dos referidos procedimentos, verifica-se que provedores de aplicações que mantêm redes sociais na internet estão prejudicando a regularidade do processo político-eleitoral em curso no Brasil, contra a ordem soberana nacional, a cidadania brasileira, o pluralismo político, fundamentos do Estado Democrático de Direito, ao teor do artigo 1º, caput e incisos I, II e V, da Constituição da República”.

Durante o julgamento de biografias não autorizadas, via STF[3], os ministros já deram uma lição sobre a liberdade de expressão, este bem tão precioso que as empresas de internet teimam em querer destruir. Assim está expresso no site do STF: “A ministra Cármen Lúcia destacou que a Constituição prevê, nos casos de violação da privacidade, da intimidade, da honra e da imagem, a reparação indenizatória, e proíbe “toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística”. Assim, uma regra infraconstitucional (o Código Civil) não pode abolir o direito de expressão e criação de obras literárias. “Não é proibindo, recolhendo obras ou impedindo sua circulação, calando-se a palavra e amordaçando a história que se consegue cumprir a Constituição”, afirmou. “A norma infraconstitucional não pode amesquinhar preceitos constitucionais, impondo restrições ao exercício de liberdades”.



Desta forma, O Ministério Público Federal não fugiu de sua missão e afirmou:

 “Cabe, ainda, à instituição ministerial atuar em defesa da liberdade de manifestação de pensamento, expressão intelectual, artística, científica e de informação, independentemente de censura ou licença, inclusive nos meios de comunicação social, ao teor dos artigos 5º, incisos IV e IX, e 220, §§ 1º e 2º, da Constituição Federal”.

Conclusão

Nas palavras de Celso de Mello: “Não devemos retroceder nesse processo de conquista das liberdades democráticas. O peso da censura, ninguém o suporta!”

Devemos continuar lutando pela defesa da liberdade de expressão e torcer para que nosso combate justo venha a ter bons frutos.



[1] Outros Papos: <http://www.outrospapos.com/2018/08/censura-nas-redes-sociais-hagakure-neles.html>
[2] MPF Goiás: <https://drive.google.com/file/d/1dDCkUG7p9EAB3E-s9aJ-cr04LWG82fkz/view>
[3] STF: <http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=293336>

Erraram, erraram e erraram!

Bolsonaro O presidente Jair possivelmente errou ao clocar Aras no comando da PGR. É como se colocasse um cão de guarda que fosse ...