sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Drops: Mira & Vendas em baixa!

Drops: Yata Mirror & Vendas de discos no Japão


Yata Mirror



Dia 06/09/2017, encerrou-se o evento Ghost in the Mirror, então, nada aqui é spoiler. Em Ayakashi, como mencionei algumas semanas atrás, nós tínhamos a ajuda da Mira. Uma personagem que nos cativou a todos e fez muitos fãs de AGG chorarem com a notícia do fechamento do jogo. A Mitama Games surgiu da equipe asiática do jogo, que negociou para permanecer com a marca e, então, eles criaram Otogi em cima do que foi AGG. No evento Ghost in the mirror, nós fomos apresentados a Yata Mirror, ou Mira, como mostra o vídeo abaixo do capítulo final do evento. Sim, podemos comemorar, é a Mira de AGG que retornou! YEAH! Seja bem-vinda de volta, Mira! Considerei isso o retorno triunfante e magnífico desta personagem carismática. Obrigado, Mitama Games!





Vendas de discos no Japão

Li aqui que as vendas de discos, para animês, no Japão está caindo. A resposta para a recuperação está em Mises, nas palavras de John Tamny, que escreveu “Por outro lado, quando você entende perfeitamente que seu país é um mero pedaço de terra envolto por vários outros no globo terrestre,  a perspectiva muda completamente. A partir do momento em que você entende que o seu mercado é global — em vez de apenas local —, que você pode transacionar com qualquer indivíduo do planeta, que você pode vender para, e comprar de, qualquer pessoa de qualquer ponto do mundo, e que, principalmente, qualquer indivíduo do mundo pode investir em sua área, toda a análise econômica muda.” As empresas do Japão sempre estiveram com o queijo e a faca nas mãos, mas não sabem aproveitar isso. Kimi no na wa vendeu mais de um milhão de exemplares em disco, pois saiu com legendas em inglês e, tenho certeza, isso contribuiu para o sucesso de vendas.


Dessa forma, ao produzir um animê para venda em disco, primeiro ele tem que passar via streaming. Os principais portais do ocidente são: Funimation (que dubla) e Crunchyroll que legenda e dublará em um futuro próximo. Façam acordos! Ao passar um animê, reúna informações e acrescente ao disco legendas em outros idiomas de acordo com a audiência que o material teve nos portais, assim como dublagem em inglês. Aumente o número de capítulos por disco, para dar uma sensação de que o comprador está tendo retorno de seu investimento. Sei que este último ponto é mais arriscado, mas ao vender um produto com mais capítulos por disco, pode atrair o comprador pela quantidade. E venda para o MUNDO! Não se concentre apenas no mercado interno. Use o streaming como ponto de partida e estudo, coloque legendas e dublagem em outras línguas e venda globalmente! Tenho certeza que vai vender mais! 

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Tiranos!

A Paz nos foi garantida por nossos antepassados;
Pessoas valentes que ergueram-se revoltados.
A bandeira da liberdade ecoou com um grito;
Contra o braço opressor maldito!

Tiranos surgem e caem, pois são mortais;
Eles sacrificam a muitos! Animais!
Como a tudo querem destruir, em sua breve vida;
Só nos resta a luta como solução e saída.

Se um novo tirano surgir;
A liberdade irá sua bandeira fulgir!
Não cairemos sobre seu braço opressor;
Lutaremos até, por fim, superar seu terror!




segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Impostos e impostos!

Impostos, impostos e impostos!



Olhe a figura acima. Ela demonstra a incidência de impostos na venda de um produto. Um kit de halteres no valor de R$112,79 dos quais, R$42,57 são impostos federais e estaduais. Vou dar outro exemplo. Precisei comprar enzimas digestivas para ajudar na minha intolerância alimentar e a incidência dos tributos é tão pesada quanto, pois, dos quase R$300,00 da compra, R$130,00 foram impostos.  

É uma incidência tributária muito alta e chega a 33,4% da economia brasileira como mostra Fernando Nakagawa (Revista Exame). Estamos no limite da curva de Laffer e estamos sentindo os efeitos da mesma. Em resumo, o Estado tem um limite de arrecadação que compromete o crescimento do país e os impostos tem um limite de eficiência. Se os governantes extrapolarem nos impostos, a arrecadação do país cai, pois a economia retrai. Estudiosos contratados por Obama avaliaram que esse momento, no qual os impostos estrangulam a economia, surge por volta de 30%.  É basicamente isso, mas vejam o vídeo abaixo para mais detalhes sobre a curva de Laffer.




John Tamny, em texto traduzido por Leandro Roque, afirmou que “trabalhamos em troca de dinheiro, é verdade, mas só aceitamos esse dinheiro porque sabemos que, com ele, poderemos adquirir outros produtos. Ou seja, o que permite o nosso consumo é a nossa produção, que necessariamente tem de vir antes do consumo.  No nível mais simples, um indivíduo tem primeiro de oferecer algo de valor para só então poder comprar algo que deseja.  E o fato de termos de produzir para consumir — ou seja, o fato de que temos de trocar nossa mão-de-obra por alimentos, roupas, abrigos, veículos e amenidades várias que ainda não possuímos — é o que gera o crescimento econômico. Portanto, para se estimular o crescimento econômico, é crucial estimular a produção.  O caminho para o crescimento econômico passa pelo estímulo da oferta. E, para estimular a oferta, além de uma moeda forte e estável, é necessário remover as barreiras tributárias, burocráticas e comerciais que emperram a produção. Vale repetir: para que os indivíduos possam consumir, eles têm antes de produzir.  Sendo assim, é crucial remover obstáculos à produção. E o primeiro obstáculo a ser removido são os impostos.  Impostos nada mais são do que um preço que o governo coloca sobre a produtividade; uma penalidade impingida ao trabalho.”

Vamos voltar ao exemplo da imagem inicial. Se houvesse uma redução em algum imposto, os halteres estariam mais baratos, e mais pessoas teriam a chance de compra-los. Com uma procura maior pelos halteres, o vendedor pediria mais lotes do produto. O produtor, por sua vez, contrataria mais mão de obra para a criação do produto e daria mais emprego e renda ao trabalhador contratado. O trabalhador, por sua vez, teria nova renda para mover a economia e poderia comprar, para seu filho aniversariante, aquela bola de futebol; dando ao artesão renda, trabalho e fazendo a roda da economia girar. E isso porque demonstrei uma visão única. Considerando a economia, por exemplo, de um corte de 20 reais nestes impostos, o consumidor do halteres teria 20 reais a mais na mão para, ao ir comprar o halteres, passar em uma cafeteria e tomar um café, beneficiando o barista, o atendente, o proprietário e, lógico, o cafeicultor. Com a produção mais barata, aumenta-se o consumo, aumenta-se a taxa de emprego e  aumenta-se  a renda do trabalhador, criando uma efeito em sequência (bola de neve) de consumo e trabalho. Isso é o giro da economia, é o dinheiro que circula.

Detalhando um pouco mais esta visão, também existem pessoas que pegarão este dinheiro extra e poderão colocar em aplicações, incluindo a aquisição de títulos do tesouro, por exemplo. Com isso, o Estado ganha pela gestão e pelos juros das aplicações do poupador (Títulos Públicos). Com isso, o giro da economia faz a arrecadação do Estado aumentar, pelo aumento na produção, no consumo, e no poder de poupança do trabalhador, e isso sem a necessidade de novos impostos. Seria o ponto de equilíbrio na curva de Laffer.

É necessário, então, ao Brasil, um político que ouse desafiar este dogma que está inserido nas veias socialistas da classe política, que diz que o Estado tem que ser grande, dono de tudo e que trata a alta taxa tributária como mero detalhe para que o Estado justifique sua gastança como um fato social aceitável. Os EUA tiveram Reagan que, segundo Edwin J. Feulner (Heritage Institute), “Reagan was a supply-sider — period. He understood that high tax rates discourage work, investment and growth. He used to tell the story of making only a certain number of movies a year, because once he got pushed into the highest tax rates of 70 percent or more, there was no rational justification for continuing to work. The Reagan tax-rate reductions increased tax revenues from $500 billion to $1 trillion by the end of the 1980s”.


Não se engane, todo conservador luta por um Estado menor, pois sabe que isso reduz a pobreza e dá, aos homens, condições melhores de vida. Essa é a luta por trás de um Estado menor e menos impostos.

Komi

Amizades? Cem A te recusar? Ninguém! A deusa além!