Verso 1 Ele andava só, entre sombras e silêncio Com olhos que evitavam o mundo lá fora Carregava o peso de um rosto fechado Mas por dentro, havia um coração que implorava por agora Pré-refrão E então ela chegou com um sorriso doce Feito aroma de primavera em meio ao frio Com palavras simples, ela abriu janelas E ele viu que o mundo não era só vazio Refrão Flores no inverno , brotam devagar Com cada gesto, ele aprende a amar Entre muros e medos, ele se desfaz E descobre que crescer é deixar pra trás Verso 2 Os amigos vieram, como raios de sol Mostrando que laços podem ser reais Ele que nunca ousou confiar Agora ri, tropeça, e quer tentar mais Pré-refrão Ela não o salvou, só o enxergou E isso bastou pra ele florescer ...
E O SONHO... Um sonho não passa de um sonho? Apenas formas e ideias arquivadas pelo cérebro e processadas à noite, no momento de descanso? Não. Sou holístico, sou espiritualista, sou curioso. Sonhos são interpretações do diário, mas também respostas a uma alma angustiada. Um espírito antecipa um futuro utilizando-se de ferramentas do imaginário, arquivadas na mente, e tranquiliza um coração pela antecipação de eventos. Ao dormir, e sonhar, estaremos muito perto de tocar os limites selvagens do “ mundo das ideias ” de Platão. “Assim como os filósofos que o antecederam, Platão também queria encontrar algo de eterno e de imutável em meio a todas as mudanças. Foi assim que ele chegou às ideias perfeitas, que estão acima do mundo sensorial.” Para a semiótica , aqui está um segredo: “Signo é uma entidade que é portadora da mensagem ou do fragmento dela.” O mundo se apresenta e é conhecido pela experiência dos sentidos. Sensações, imagens e sentimentos são arquivados e processados...