Verso 1 Ele andava só, entre sombras e silêncio Com olhos que evitavam o mundo lá fora Carregava o peso de um rosto fechado Mas por dentro, havia um coração que implorava por agora Pré-refrão E então ela chegou com um sorriso doce Feito aroma de primavera em meio ao frio Com palavras simples, ela abriu janelas E ele viu que o mundo não era só vazio Refrão Flores no inverno , brotam devagar Com cada gesto, ele aprende a amar Entre muros e medos, ele se desfaz E descobre que crescer é deixar pra trás Verso 2 Os amigos vieram, como raios de sol Mostrando que laços podem ser reais Ele que nunca ousou confiar Agora ri, tropeça, e quer tentar mais Pré-refrão Ela não o salvou, só o enxergou E isso bastou pra ele florescer ...
Conto do Cavaleiro! Alerta!! Possui descrição de fortes cenas. Aconselho cautela aos mais jovens ao ler. A lâmina de minha espada reluz em vermelho sangue. Não é o sangue de um adversário que ela bebe, mas o meu próprio sangue que escorre pelo punho. Uma ferida grave em meu ombro. Encontrei besta-fera a altura de minha habilidade. Uma besta-fera cujas penas negras tremem ressoando uma estridente canção irônica. A ironia de conhecer minhas limitações. A língua pérfida desta besta dança, sibilante, reconhecendo meu sangue, minha fraqueza e minha dor. Ela avança lentamente, com suas patas de águia que desejam rasgar-me mais uma vez. Pela primeira vez, após ser consagrado guerreiro imperial, eu recuo diante de um adversário. A vista torna-se turva. O ferimento impede-me de erguer minha espada. Oriento o escudo à minha frente e minhas palavras, ora salvadoras, não podem ser proclamadas, pois minha mandíbula...