quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Não é arte!



A minha liberdade termina quando a sua começa;
É assim que expressam os limites e isso interessa;
Entretanto, existem outras fronteiras nesse umbral;
Essas fronteiras são: a lei e a moral.

A lei não te impede de agir;
Mas te diz o que te ocorrerá se, mesmo assim, quiser continuar;
E, se continuar, fique sabendo que o braço da lei irá te alcançar;
E não adiantará bramir.

Já a moral é sua subjetividade;
Quando motivada, ela te impede;
Uma pessoa agindo com moral é forte!
A moral dá ao homem suporte!

A liberdade imoral fere;
A liberdade, então, torna-se crime;
Deve ser combatida, assim a lei sugere!
Nossa lei, nossa proteção sublime!

Esperemos a investigação do Ministério Público. Quando a investigação encerrar, irei criar texto sobre o que foi definido. Uma investigação do Ministério Público pode demorar algum tempo, entretanto, alguns aspectos já foram iluminados. Na matéria do Correio do Povo, "Erotização de crianças era objetivo” da ‘Queermuseu’, dizem procuradores gaúchos" (leia) Alexandre Lipp e Sílvio Munhoz perceberam, em algumas obras, um facilitador para a pedofilia e enviaram parecer para reforçar a decisão dos colegas que estão responsáveis pelo caso. Já os procuradores que estão levando a investigação oficial, apesar de não terem percebido tal ponto, afastando a acusação de pedofilia, ainda estão abertos para a investigação e, segundo informativo do Ministério Público do Rio Grande do Sul, que pode ser lido na matéria acima, estão trabalhando em outros fatores. Outras representações foram interpostas no MP-RS, como crime religioso, e estão sendo investigadas também. Foram mais de 20 representações junto ao MP-RS contra atos desta exposição. Quando houver mais detalhes, colocarei em um post especial. Minha opinião é idêntica ao do procurador Alexandre e me causa espanto que o investigador oficial não a tenha considerado.



Além disso, a questão jurídica não é sobre liberdade artística, mas sobre a exposição de crianças a material impróprio e financiado com dinheiro dos impostos. Sobre a questão da liberdade artística, o poema acima retrata o que deve ser seguido e como eu vejo o assunto.







segunda-feira, 18 de setembro de 2017

O que espero do novo presidente?



Depois de tudo que eu andei expondo, após o impeachment da Dilma, já fica evidente o tipo de governo que eu acredito que vá ajudar o Brasil a superar a crise econômica, voltar a crescer, gerar emprego e melhorar a condição de vida de cada brasileiro. Fiquei, então, imaginando o que eu gostaria que o presidente do Brasil, que será eleito em 2018, fizesse de fato e que o seu sucessor próximo mantivesse. Sim, não adianta um presidente realizar e outro desfazer. Isso geraria uma crise ainda pior. Seria como duas pessoas dentro de um barco furado. Enquanto uma tira a água, a outra coloca de novo. É preciso que se tenha continuidade nos atos, por isso, ambas as pessoas devem retirar a água do barco e tampar o furo. Isso se chama estabilidade!

O que eu vou escrever é o que eu considero ideal. Se o presidente fizer mais que isso, ele me surpreenderá. Se ele fizer menos, vou considerar medíocre. Simples assim. Claro, para isso, ele deverá ter apoio do Congresso e maioria para sustentar suas decisões. Não são decisões difíceis, mas são decisões que irão requerer coragem. Vamos começar.

Economia

1-    Redução de impostos, taxas e contribuições, tanto federais como estaduais, para abaixo de 20% do PIB. Com menos impostos, maior será o crescimento econômico e melhor será a arrecadação do Estado.
2-    Extinção do imposto de importação. A desculpa deste imposto é o de proteger a indústria nacional. A teoria é que a nossa indústria deveria ter se fortalecido com esse imposto e isso não aconteceu. Nossa indústria se acomodou. A extinção deste imposto irá colocar nossa indústria nos trilhos, com um choque da explosão de uma bolha econômica incômoda. A indústria poderia se favorecer disso e importar maquinários e serviços com melhor tecnologia e, assim, se desenvolver.
3-    O retorno do câmbio com lastro, chamado Currency Board (leia). Chega desse câmbio flutuante. A cada crise política, ou financeira, o dólar samba na nossa cara e quase passa dos 4 reais. Com o dólar em alta, nossas importações sofrem e nossas exportações ficam em outra bolha ilusória. O lastro em dólar impediria uma perda agressiva do valor do Real. Conseguindo manter o valor do Real a quase 2 dólares, manteríamos a vantagem das exportações, mas promoveríamos o aumento das importações.
4-    Alteração nas ações do Banco Central para se ajustar ao novo Currency Board.
5-  Extinção do BNDES e os valores ainda não pagos pelas empresas negociados na justiça. Ele cria uma bolha econômica ilusória e muito prejudicial para as taxas de juros. Eliminando o BNDES, tornaremos nossas taxas de juros mais reais e, portanto, teremos taxas menores.
6-   Redução dos entraves para se abrir uma empresa. Se conseguirmos agir para tornar mais rápida a abertura de uma empresa, mais chances teremos de formalizar trabalhos e serviços e fazer o Brasil crescer com a ação de empreendedores. Menos Estado, mais mercado!







Executivo

1-    Extinção de ministérios. Manteria apenas os seguintes ministérios: Fazenda, Agricultura, Educação, Saúde, Defesa e Justiça. Cultura seria uma secretaria dentro de Educação, assim como o “Relações Exteriores” seria uma pasta dentro da Defesa.   
2-  Maior controle nos gastos públicos, fornecendo ferramentas para desburocratizar o Estado. A burocracia faz o Estado gastar mais. Otimizar a organização do Estado impediria o gasto e, também, o desvio de recursos.
3-    Fiscalizar com maior eficiência. O Estado perde 200 bilhões de reais ao ano com a corrupção (leia).
4-    Privatizar os Correios, a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil e o que mais ainda estiver em posse do Estado e que não esteja compreendido dentro da proteção dos ministérios acima citados. O Estado não precisa ser dono de nada, pois, sendo dono, impede o desenvolvimento da instituição.
5-    Reforçar ao Legislativo o “10 Medidas Contra a Corrupção” do MP e fazê-lo virar lei.

Judiciário


1-    Desvincular o STF, o MP e o STJ do poder público. Seus membros serão escolhidos mediante concurso de provas e títulos e não mais por nomeação em lista. Todos os cargos seriam escolhidos por provas e títulos.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Drops: Mira & Vendas em baixa!

Drops: Yata Mirror & Vendas de discos no Japão


Yata Mirror



Dia 06/09/2017, encerrou-se o evento Ghost in the Mirror, então, nada aqui é spoiler. Em Ayakashi, como mencionei algumas semanas atrás, nós tínhamos a ajuda da Mira. Uma personagem que nos cativou a todos e fez muitos fãs de AGG chorarem com a notícia do fechamento do jogo. A Mitama Games surgiu da equipe asiática do jogo, que negociou para permanecer com a marca e, então, eles criaram Otogi em cima do que foi AGG. No evento Ghost in the mirror, nós fomos apresentados a Yata Mirror, ou Mira, como mostra o vídeo abaixo do capítulo final do evento. Sim, podemos comemorar, é a Mira de AGG que retornou! YEAH! Seja bem-vinda de volta, Mira! Considerei isso o retorno triunfante e magnífico desta personagem carismática. Obrigado, Mitama Games!





Vendas de discos no Japão

Li aqui que as vendas de discos, para animês, no Japão está caindo. A resposta para a recuperação está em Mises, nas palavras de John Tamny, que escreveu “Por outro lado, quando você entende perfeitamente que seu país é um mero pedaço de terra envolto por vários outros no globo terrestre,  a perspectiva muda completamente. A partir do momento em que você entende que o seu mercado é global — em vez de apenas local —, que você pode transacionar com qualquer indivíduo do planeta, que você pode vender para, e comprar de, qualquer pessoa de qualquer ponto do mundo, e que, principalmente, qualquer indivíduo do mundo pode investir em sua área, toda a análise econômica muda.” As empresas do Japão sempre estiveram com o queijo e a faca nas mãos, mas não sabem aproveitar isso. Kimi no na wa vendeu mais de um milhão de exemplares em disco, pois saiu com legendas em inglês e, tenho certeza, isso contribuiu para o sucesso de vendas.


Dessa forma, ao produzir um animê para venda em disco, primeiro ele tem que passar via streaming. Os principais portais do ocidente são: Funimation (que dubla) e Crunchyroll que legenda e dublará em um futuro próximo. Façam acordos! Ao passar um animê, reúna informações e acrescente ao disco legendas em outros idiomas de acordo com a audiência que o material teve nos portais, assim como dublagem em inglês. Aumente o número de capítulos por disco, para dar uma sensação de que o comprador está tendo retorno de seu investimento. Sei que este último ponto é mais arriscado, mas ao vender um produto com mais capítulos por disco, pode atrair o comprador pela quantidade. E venda para o MUNDO! Não se concentre apenas no mercado interno. Use o streaming como ponto de partida e estudo, coloque legendas e dublagem em outras línguas e venda globalmente! Tenho certeza que vai vender mais! 

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Tiranos!

A Paz nos foi garantida por nossos antepassados;
Pessoas valentes que ergueram-se revoltados.
A bandeira da liberdade ecoou com um grito;
Contra o braço opressor maldito!

Tiranos surgem e caem, pois são mortais;
Eles sacrificam a muitos! Animais!
Como a tudo querem destruir, em sua breve vida;
Só nos resta a luta como solução e saída.

Se um novo tirano surgir;
A liberdade irá sua bandeira fulgir!
Não cairemos sobre seu braço opressor;
Lutaremos até, por fim, superar seu terror!




segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Impostos e impostos!

Impostos, impostos e impostos!



Olhe a figura acima. Ela demonstra a incidência de impostos na venda de um produto. Um kit de halteres no valor de R$112,79 dos quais, R$42,57 são impostos federais e estaduais. Vou dar outro exemplo. Precisei comprar enzimas digestivas para ajudar na minha intolerância alimentar e a incidência dos tributos é tão pesada quanto, pois, dos quase R$300,00 da compra, R$130,00 foram impostos.  

É uma incidência tributária muito alta e chega a 33,4% da economia brasileira como mostra Fernando Nakagawa (Revista Exame). Estamos no limite da curva de Laffer e estamos sentindo os efeitos da mesma. Em resumo, o Estado tem um limite de arrecadação que compromete o crescimento do país e os impostos tem um limite de eficiência. Se os governantes extrapolarem nos impostos, a arrecadação do país cai, pois a economia retrai. Estudiosos contratados por Obama avaliaram que esse momento, no qual os impostos estrangulam a economia, surge por volta de 30%.  É basicamente isso, mas vejam o vídeo abaixo para mais detalhes sobre a curva de Laffer.




John Tamny, em texto traduzido por Leandro Roque, afirmou que “trabalhamos em troca de dinheiro, é verdade, mas só aceitamos esse dinheiro porque sabemos que, com ele, poderemos adquirir outros produtos. Ou seja, o que permite o nosso consumo é a nossa produção, que necessariamente tem de vir antes do consumo.  No nível mais simples, um indivíduo tem primeiro de oferecer algo de valor para só então poder comprar algo que deseja.  E o fato de termos de produzir para consumir — ou seja, o fato de que temos de trocar nossa mão-de-obra por alimentos, roupas, abrigos, veículos e amenidades várias que ainda não possuímos — é o que gera o crescimento econômico. Portanto, para se estimular o crescimento econômico, é crucial estimular a produção.  O caminho para o crescimento econômico passa pelo estímulo da oferta. E, para estimular a oferta, além de uma moeda forte e estável, é necessário remover as barreiras tributárias, burocráticas e comerciais que emperram a produção. Vale repetir: para que os indivíduos possam consumir, eles têm antes de produzir.  Sendo assim, é crucial remover obstáculos à produção. E o primeiro obstáculo a ser removido são os impostos.  Impostos nada mais são do que um preço que o governo coloca sobre a produtividade; uma penalidade impingida ao trabalho.”

Vamos voltar ao exemplo da imagem inicial. Se houvesse uma redução em algum imposto, os halteres estariam mais baratos, e mais pessoas teriam a chance de compra-los. Com uma procura maior pelos halteres, o vendedor pediria mais lotes do produto. O produtor, por sua vez, contrataria mais mão de obra para a criação do produto e daria mais emprego e renda ao trabalhador contratado. O trabalhador, por sua vez, teria nova renda para mover a economia e poderia comprar, para seu filho aniversariante, aquela bola de futebol; dando ao artesão renda, trabalho e fazendo a roda da economia girar. E isso porque demonstrei uma visão única. Considerando a economia, por exemplo, de um corte de 20 reais nestes impostos, o consumidor do halteres teria 20 reais a mais na mão para, ao ir comprar o halteres, passar em uma cafeteria e tomar um café, beneficiando o barista, o atendente, o proprietário e, lógico, o cafeicultor. Com a produção mais barata, aumenta-se o consumo, aumenta-se a taxa de emprego e  aumenta-se  a renda do trabalhador, criando uma efeito em sequência (bola de neve) de consumo e trabalho. Isso é o giro da economia, é o dinheiro que circula.

Detalhando um pouco mais esta visão, também existem pessoas que pegarão este dinheiro extra e poderão colocar em aplicações, incluindo a aquisição de títulos do tesouro, por exemplo. Com isso, o Estado ganha pela gestão e pelos juros das aplicações do poupador (Títulos Públicos). Com isso, o giro da economia faz a arrecadação do Estado aumentar, pelo aumento na produção, no consumo, e no poder de poupança do trabalhador, e isso sem a necessidade de novos impostos. Seria o ponto de equilíbrio na curva de Laffer.

É necessário, então, ao Brasil, um político que ouse desafiar este dogma que está inserido nas veias socialistas da classe política, que diz que o Estado tem que ser grande, dono de tudo e que trata a alta taxa tributária como mero detalhe para que o Estado justifique sua gastança como um fato social aceitável. Os EUA tiveram Reagan que, segundo Edwin J. Feulner (Heritage Institute), “Reagan was a supply-sider — period. He understood that high tax rates discourage work, investment and growth. He used to tell the story of making only a certain number of movies a year, because once he got pushed into the highest tax rates of 70 percent or more, there was no rational justification for continuing to work. The Reagan tax-rate reductions increased tax revenues from $500 billion to $1 trillion by the end of the 1980s”.


Não se engane, todo conservador luta por um Estado menor, pois sabe que isso reduz a pobreza e dá, aos homens, condições melhores de vida. Essa é a luta por trás de um Estado menor e menos impostos.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Drops: Filho do Naruto e a Mãe do Deku!

Drops: Mãe do Deku e Filho do Naruto

Não, apesar do título orientar para algum doujinshi obscuro, eu apenas resolvi fazer textos curtos com estes temas. Sei que o título ficou estranho (rs). E sobre o poema de quarta-feira passada, eu fui enganado pelo roteiro do animê! (rs) 

Filho do Naruto

Boruto está na berlinda para desenvolver uma síndrome do pai ausente (leia). Naruto, que conseguiu realizar seu sonho de virar hokage, acabou por abandonar um pouco sua função familiar e paterna, criando no filho (Boruto) uma mágoa e uma falsa rebeldia. Boruto é um falso rebelde, pois ele unicamente deseja chamar a atenção do pai para si. Ele não possui um ódio verdadeiro que alimente uma rebeldia, ele apenas quer o pai mais próximo. E eu acho tão triste isso, pois eu sou fã de Naruto e, como tal, torci para que o jovem Naruto realizasse seu sonho. Quando ele reencontrou seus pais, eu chorei. Ele sempre foi sozinho e, no momento em que ele consegue até instituir uma família, os autores o fazem ser um pai ausente. É uma decisão tão ingrata, deuses do mangá, mas eu compreendo a intenção do roteiro e, apesar de sofrer, estou gostando dessa construção de personagens. Fica a dica de uma série que tem crescido em meu conceito. Assista via Crunchyroll!






---------- FAKE SPOILER ALERT! FAKE SPOILER ALERT! ----------


É um alerta estranho, não é? O que acontece é que não tenho acompanhado o mangá. Apenas escrevo pelo que li nos fóruns sobre a série. Como ainda não saiu nada sobre isso, o risco de eu errar é tão grande que o que estou a escrever pode ser FAKE. Daí minha decisão em criar um Fake Spoiler Alert! (rs) Se eu errar é fake, se eu acertar é spoiler! (rs)

Para de ler aqui se não gosta de spoiler, pois, para explicar o meu raciocínio, vou escrever sobre acontecimentos que ainda não foram animados.


Mãe do Deku


Nana foi antecessora do All Might e uma matriarca que teve um filho e um neto. Já sabemos que o neto dela é um vilão. Deku é o personagem principal de Boku no Hero Academia. Em determinado momento no mangá, Toshinori vai visitar a mãe do Deku e diz ao menino que a mãe dele parece com alguém que ele conheceu algum tempo atrás, talvez se referindo à Nana. A antecessora do All Might, Nana, teve um filho com paradeiro desconhecido. Ela morreu ao enfrentar o All For One e ninguém sabe o que aconteceu com o filho dela.

Digamos que estes dois eventos estejam reunidos. A mãe do Midoriya, na verdade, pode ser a filha da Nana e, portanto, Deku seria neto da Nana, ou, talvez, se os cálculos de idade permitirem, o próprio Deku seria este filho perdido da Nana. Já imaginaram? Deku teria a chance de enfrentar All For One, ou o outro neto da Nana, e vingar a morte de sua mãe/avó. Ia ser legal! Acho que o autor vai desenvolver algo assim no futuro. Assista via Cruncyroll!


quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Sarada e Família!

Amor é algo complexo, delicado;
Não pode ser descrito, nem quantificado;
Não pode ser nem mesmo qualificado;
Amor é um elo intensificado!

Costumamos descrever o amor como laços que unem;
Não é apenas um laço, mas vários que ligam sentimentos;
Laços para que pessoas se amem;
Laços diversos, que ligam pessoas, lugares e momentos.

Família é o nome de um destes laços;
O respeito e fraternidade são seus principais elos;
Deve predominar a cordialidade;
Não importa a sua idade!

Pensei nesse poema ao ver o problema da personagem Sarada de Boruto. Boruto é a série que dá continuidade a Naruto e conta a história dos filhos dos personagens da série clássica. Sarada está com problemas de relacionamento, afinal, o pai dela é o Sasuke e ela descobriu, recentemente, que Sakura não é a mãe verdadeira dela. É a personagem que mais me cativou na série, até agora, por causa de seu contexto familiar. Tenho torcido por ela!   




segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Um ano sem Dilma!



E, cá estamos nós, depois de um ano do impeachment (não é gópi) da Dilma. Os que defendem o socialismo, e a corrupção da esquerda, perguntam se adiantou. Sim, adiantou! Em primeiro lugar, punimos crime de responsabilidade fiscal que levou às contas da União para um buraco do qual ainda não conseguimos sair. Segundo, a saída dela propiciou o início das reformas que o Brasil precisa. Com ela no poder, além de continuar a gastar, maquiando as contas, ela ainda não faria as reformas necessárias por não ter maioria no Congresso. Sem as reformas, o Brasil continuaria parado. Em terceiro lugar, afastamos, em tempo, o Brasil da Venezuela. Se a Dilma continuasse no poder, ela daria apoio ao regime ditatorial de Maduro, como a esquerda brasileira anda defendendo ultimamente. Em quarto lugar, sem o impeachment, com certeza, o resultado das urnas, nas eleições passadas, não demonstraria tanto repudio à agenda da esquerda. A esquerda diminuiu de tamanho, a um patamar de 13 anos atrás, e isso é bom para o Brasil. Precisamos de maior liberdade econômica e a agenda do socialismo é destrutiva, pois prega um Estado cada vez maior e, para combater a pobreza, gerar crescimento e emprego, precisamos de um mercado mais livre e competitivo. Em quinto lugar, com o afastamento dela, comprovou-se que não se tratava de uma perseguição política, pois a Lava-Jato continuou e, hoje, está combatendo outros partidos e enfrentando forte resistência de outros chefões.

Por óbvio que nem tudo são flores. Ainda reforço que o processo de impeachment é incompleto. Para mim, tanto o presidente, quanto seu vice, deveriam ser afastados do cargo. A crise que presenciamos ainda é fruto da instabilidade política que vivemos, pois o Temer tem muitos esqueletos no armário e  deveria ter sido afastado junto com a Dilma. Defendo isso até hoje! Eu sempre preguei, e vou continuar pregando, a alteração na lei que imponha as mesmas sanções ao presidente e seu vice. Claro que ambos deveriam ser afastados, ou a lei deveria ser alterada para que o presidente e o vice venham a ser os dois candidatos mais votados respectivamente. Se eles forem da mesma coligação, que sejam punidos juntos. Caso sejam adversários políticos, como no caso do segundo mais votado assumir como vice, aí, sim, a lei do impeachment valeria apenas para quem está no cargo de presidente.


 De qualquer maneira, o Brasil saiu fortalecido, pois combate um bom combate contra a corrupção. Estamos no meio da batalha e ela não terminará tão cedo. E 2018 será mais um capítulo nessa história e eu repito meu clamor: Não reeleja ninguém! Renove o Congresso! Renove os presidenciáveis! Não eleja socialista! Por um Brasil livre, vamos renovar a política!

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

O problema da ocidentalização!

O problema da ocidentalização



O filme Death Note (2017), lançado pela Netflix, foi um fracasso. O ódio do público permitiu que o filme ficasse no TT do Twitter por quase um dia inteiro, na data de seu lançamento.  A culpa disso se resume a esta maldita palavra: ocidentalização. No meio cinematográfico, esta palavra tem um sentido parecido com o que está no dicionário. No dicionário (leia) é “um processo  através do qual sociedades não-ocidentais recaem sob a influência da cultura ocidental em questões tais como indústria, tecnologia, lei, política, economia, estilo de vida, dieta, língua, alfabeto, religião ou valores ocidentais”. Para os cineastas, é um processo pelo qual um produto asiático deve passar para entrar em acordo com padrões e normas ocidentais.


Ocidentalização

Alguns cineastas acreditam que, se uma história não passar por este processo de ocidentalização, a obra não terá empatia do público e o mesmo não entenderá as nuances da narrativa e sua problemática. Esta forma de pensar odiosa criou Dragon Ball Evolution, Ghost In The Shell e, mais recentemente, Death Note (2017). O primeiro equívoco, do processo de ocidentalização, é acreditar que não haveria empatia do público ocidental por um Light Yagami japonês, ou uma Motoko Kusanagi japonesa. E eles estão enganados! Não existe um motivo para transformar a nacionalidade/raça/gênero/idade de personagens. Eles também afirmam, com isso, que os EUA não possuem uma qualificada equipe de atores asiáticos, que pudesse representar estes personagens. Estão errados! Quantos atores asiáticos existem nos EUA e que poderiam interpretar um Light melhor que este ator? Vários! E o público possui empatia por eles.


Roteiro- White Washing


A empatia do público não depende de nacionalidade, mas da qualidade do roteiro. E o roteiro deste Death Note foi horrível do começo ao fim. E por qual razão não contrataram, ao menos, atores asiáticos para o papel? A explicação está em outro termo horrível, que está explicado na manchete abaixo.


Whitewashing em Ghost in The Shell (leia)

Este processo acima pode ser equiparado ao preconceito de raça. Que eu, como ocidental sul-americano, vou gostar mais de um filme se transformarem um personagem tipicamente asiático em um ocidental. É um processo tão maligno quanto o nazismo, ao defender a raça ariana como predominante. Que o público gostará mais do filme se ele for estrelado por um branco quando, na verdade, o papel pede um ator asiático. É quase um discurso nazista da supremacia de raças. Asqueroso! E ainda tentaram desviar um pouco, ao colocar um L negro, mas o conceito se aplica integralmente. 


O Roteiro- Adaptação

O roteiro ainda errou ao não se preocupar nem mesmo com a construção interna dos personagens. Eu não posso pegar duas fatias de pão, colocar queijo, carne, alface e maionese e chamar isso de SUSHI! Da mesma forma, eu não posso pegar um personagem EMO, fútil e banal e chama-lo de Light. Se o personagem é o Light Yagami de Death Note, ao menos, ele tinha que ser um frio e calculista estrategista, que antecipa todos os passos de seus adversários como um mestre do xadrez faria. Um cara com estilo, que é respeitado por todos. Se queriam apenas se basear minimamente em DN, não usassem os personagens que amamos tanto. Que usassem unicamente o caderno, em uma história original, com personagens originais.


Tem tantas falhas, que deixo um vídeo aqui, pois não tem como escrever sem xingar essa coisa. Assistam. 







Enfim, se eu fosse um produtor e o diretor convidado viesse dizer que o roteiro precisa de ocidentalização, eu chutaria o cara para fora do projeto e de forma forte para ele nunca mais voltar! A ocidentalização, muitas vezes, serve apenas para ridicularizar o público, a história e os autores originais. Quem o faz, na verdade, nunca entendeu a obra original.

O melhor mesmo é rir para não chorar, então, aqui vai uma ocidentalização à baiana!






DEATH NOTE 2017 É UM FRACASSO PIOR QUE DB EVOLUTION !






quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Reflexão sobre o Estado!

Quanto menor o Estado, mais o Estado pode fazer pelo que lhe resta de obrigação.

O Estado mais gordo, ou seja, um Estado que eu já considero obeso, deve cuidar apenas de:

1)    Segurança- Forças Armadas, Polícias (Militar, Civil, Federal), Tribunais de Justiça, ABIN e MP;
2)    Educação- Biblioteca Nacional, escolas e universidades (com co-participação do mercado);
3)    Saúde- Hospitais, Farmácia Popular e controle de remédios.


Imagina, um orçamento de 1,7 trilhão de reais (PIB de 2016) concentrado em apenas estes itens! O orçamento da União está diluído em muitos projetos e que não somam em nada para o desenvolvimento do país. Se reduzir a participação do Estado, ele pode se dedicar a fazer melhor o que se destina a realizar. Na segunda-feira, nós vimos o quão benéfico é para o país um mercado livre da interferência do Estado. Todos os grandes nomes da economia mundial tem seus mercados livres, portanto, são países que concentram sorrisos. Pense também que um Estado menor tem menos chances de corrupção e que um Estado menor influência menos negativamente na inflação, taxa de preço e valores. Um Estado menor consome menos, por isso, precisa de menos impostos. Com menos impostos, a produção cresce e a arrecadação do Estado cresce (clique). Menos pobreza, mais educação. Menos pobreza, mais felicidade! São muitos benefícios que me fazem acreditar na minha frase acima.



segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Liberdade Econômica X Prosperidade

Países ricos e liberdade econômica!

Vou deixar dois links aqui e vou relacionar bem rápido as duas listas.

Liberdade Econômica – Heritage Institute
Ranking da Prosperidade – Legatum Institute

Na primeira lista, temos os países com maior liberdade econômica, ou seja, com menor interferência do Estado. Veja abaixo a imagem, mas recomendo entrar em ambos os sites para ver mais informações. Os dois primeiros países merecem destaque, pois podem dar uma indevida ideia sobre a atuação do Estado, por isso, escrevo em especial sobre eles.



Hong Kong (clique) tem apenas 3,3% da população ativa desempregada e 56 mil dólares de renda per capta. Como foi colônia do Reino Unido, ele segue um sistema chamado “um país, dois sistemas”, após ter sido devolvido para a China. Segue: “Hong Kong became part of the People’s Republic of China (PRC) in 1997. Under the “one country, two systems” agreement, China promised not to impose its socialist policies on Hong Kong and to allow Hong Kong a high degree of autonomy in all matters except foreign and defense policy for 50 years.”

Singapore (clique) é uma democracia com sistema republicano parlamentarista unicameral. Foi colônia do Japão e do Reino Unido, tornando-se independente de fato em 1965. Segue: “Singapore is a democratic state that has been ruled by only one party, the People’s Action Party (PAP), since independence in 1965. In the September 2015 election, the PAP won 83 of the 89 parliamentary seats and 69.9 percent of the vote. Prime Minister Lee Hsien Loong has led the government since 2004. Certain civil liberties, such as freedom of assembly and freedom of speech, remain restricted, but the PAP has embraced economic liberalization and international trade. Singapore is one of the world’s most prosperous nations. Its economy is dominated by services, but the country is also a major manufacturer of electronics and chemicals.”

Como veem em ambos os exemplos, quando o Estado coloca a mão em algo, existe uma retração, até na liberdade de expressão. Quando o Estado deixa a economia livre, ela prospera como nação. Ambos os países tem IDHs ótimos e, portanto, são países também bem relacionados na lista dos mais ricos. Singapore em 19º lugar e Hong Kong em 23º lugar no ranking. Caso tenha dúvidas sobre o governo de algum país, entre no site e veja os fatos clicando no país que desejar.


Aqui a lista dos 15 mais ricos países do mundo!





E chegamos na lista para a comparação. Percebam que na lista dos países mais ricos do mundo estão quase todos os países com maior liberdade econômica? Dos 15 países na lista, 10 estão no ranking de maiores liberdades econômicas. Vejam os dois quadros lado a lado e perceberão que falo a verdade. Quanto mais o Estado tenta interferir na economia, menos próspera é a nação. Adam Smith já havia dito que “o que vai gerar a riqueza das nações é o fato de cada indivíduo procurar o seu desenvolvimento e crescimento econômico pessoal", então, quando o Estado machuca o equilíbrio econômico com alguma interferência, tira do povo a capacidade de procurar seu desenvolvimento pessoal e, logo, empobrece o país. A relação entre Liberdade Econômica X Prosperidade torna-se verdadeira. Possivelmente, você pode ter ouvido sobre o mito do socialismo da Suécia. Deixo aqui um texto com vídeo e um vídeo para te esclarecer sobre o tema.

Gazeta do Povo: Sueco derruba o mito do socialismo que deu certo em um minuto




Continuando, os países mais ricos e com maior liberdade econômica são, por óbvio, os países com excelentes níveis de IDH. É o capitalismo “malvadão” que faz o povo sorrir, pois estes mesmos países aparecem em uma lista peculiar. Veja-a abaixo.


Conclusão




sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Unboxing: Kimi no na wa!

Hoje, vou fazer uma breve pausa! Fiz este vídeo para mostrar a versão standard do blu-ray do incrível filme Kimi no na wa, ou Your Name. Eu achei incrível ter ficado com um pequeno pedaço do filme! Fiquei louco tentando guardar, para impedir que o ácido do meu suor viesse a destruir este lindo e precioso filme. Olhem só que trabalho bonito! 

Eu vejo o unboxing como uma forma de propaganda do produto. Eu acho que o fã verdadeiro, além de apoiar o produto oficial, deve mostrá-lo ao mundo e divulgar, portanto, o processo de unboxing em vídeo serve para este propósito.