segunda-feira, 23 de abril de 2018

Umamusume: Menina-Cavalo ou Menina-Égua?


Umamusume
Menina- Cavalo ou Menina-Égua?



O novo anime da empresa Cygames já está mexendo comigo, mas não é porque a série é instigante. Você pode assistir via Crunchyroll. A legenda da série mostra o termo “Umamusume” traduzido como “menina-cavalo”. Existe uma lógica básica nesta tradução. O termo “uma” (馬) refere-se a cavalo e o termo “musume” significa garota, portanto, o tradutor que está trabalhando na série, para o Crunchyroll, preferiu deixar o termo como “menina-cavalo”, que foi o termo usado para dar nome ao jogo e, portanto, à série.

Ora, o termo não está muito correto. Em português, o termo cavalo possui feminino e as personagens são garotas, portanto, deveriam adaptar o termo cavalo para o feminino também. Existe um feminino para cavalo? Existe tanto em japonês, como em português. Em japonês, segundo o Google Tradutor (rs), é (メア), lê-se mea e em português:

Égua
https://www.dicio.com.br/egua-2/
Significado de Égua
Égua é o feminino de cavalo. O mesmo que: corcela.

Significado de cavalo
Mamífero doméstico da ordem dos ungulados, família dos equídeos, perfeitamente adaptado à corrida; podem viver, normalmente, até os 30 anos; são nativos da Europa e Ásia.

Para uma melhor adaptação, eu escolheria “menina-égua” ou “menina-corcela” para se fazer referência aos personagens. Seria correto menino-égua? Não, assim como não me parece correto “menina-cavalo”, uma vez que cavalo possui feminino. E, por favor, deixe os conceitos errados de ideologia de gênero fora deste contexto.


Plural Guia do Estudante (editora Abril)

E como se dá o plural desta “nova espécie animal” (rs)? Paulo Montoia informa, em seu texto para o Guia do Estudante, que na “norma geral: nos substantivos compostos vão para o plural apenas as palavras que forem substantivo ou adjetivo, inclusive ambos juntos. Os demais, de forma geral, não variam”.

Tanto menina, como égua são substantivos e possuem autonomia de significado. Ela é menina e ela é égua, então, as duas palavras vão para o plural, ou seja, “meninas-éguas”.

Paulo exemplifica e detalha esta regra: “Nos casos de substantivo + substantivo, ambos vão para o plural quando se deduz que há autonomia de significado em cada um. Para descobrir se esse é o caso, é só verificar se, na expressão, caberia a conjunção “e” ligando-os. Exemplos:
– A couve-flor, as couves-flores (essa verdura é couve, e é flor)”.


Conclusão

Desta forma, entendo que o correto seria “menina-égua” sendo seu plural correto “meninas-éguas”. Então, ao assistir a esta divertida comédia, se perceber que a legenda as tratou como “meninas-cavalo”, dê um coice neste termo, que provavelmente foi escolhido pela Cygames como fruto de alguma pesquisa mercadológica! (rs) Aliás, acredito que o termo correto, em japonês, poderia ser "meamusume". 

 Veja a abertura e encerramento abaixo: 




sexta-feira, 20 de abril de 2018

Darling in The Franxx!


Melhor Ficção- Darling In The Franxx





Antes de mais nada, preciso responder a algumas questões. Fantasia é ficção? Sim. E ficção é fantasia? Sim. Então, qual o motivo de separar e criar duas premiações diferentes? Apesar de estarem unidas por fundamentos, existem diferenças entre elas.

Definição do site Conceito.de (https://conceito.de/fantasia) com grifos meus.

“Na literatura, o género fantástico é aquele que apresenta elementos imaginários e sobrenaturais no seu argumento. Trata-se de um género que viola as regras da realidade, com animais que falam, monstros, pessoais imortais e seres que viajam no tempo.

A ficção científica, igualmente chamada de literatura de antecipação, é um género que surge pela combinação da fantasia (aquilo que não existe verdadeiramente) e da ciência. Prevê situações que nunca aconteceram (irreais, portanto), mas que poderiam ter lugar graças ao avanço do conhecimento científico.”


Desta forma, enquanto podemos classificar Grancrest como fantasia, por usar elementos sobrenaturais em seu enredo, o vencedor desta categoria tende a unir a fantasia de um futuro imperfeito, abordando o uso de um enredo que foca em uma tecnologia futurística, com robôs e ciência genética e, portanto, torna-se uma obra centrada na ficção.




MELHOR FICÇÃO DA TEMPORADA – DARLING IN THE FRANXX

http://www.crunchyroll.com/darling-in-the-franxx

Sinopse via Crunchyroll: “Simulcast on Sábados 1:00pm -03
Futuro distante: a humanidade se estabeleceu em Latifúndios, cidades-fortalezas erguidas sobre os destroços da guerra, e a civilização floresceu. Nessa cidade, há o Mistilteinn, um quartel de pilotos também conhecido como Gaiola. É lá que as crianças vivem... Alheios ao mundo de fora e da vastidão dos céus. Sua única missão em vida é lutar. Seus inimigos são os urrossauros, gigantescos organismos misteriosos. As crianças operam robôs chamados FRANXX para enfrentar esses inimigos desconhecidos, crentes de que esse é seu objetivo de vida”.

Vou utilizar a mesma linha de raciocínio para julgar esta obra que usei para julgar Grancrest. Dê uma olhada na semana passada, para acompanhar esta explicação.

1-    A realidade aqui cativa por ser sombria. O autor não explica muita coisa. E esta ausência de explicações nos faz imaginar. Por exemplo, aonde estão os adultos? São poucos os adultos que aparecem na série e, geralmente, estão escondidos atrás de máscaras, ou possuem próteses. Como as crianças foram criadas? Clonagem ou manipulação genética? O que houve com a humanidade? Como a humanidade quase foi exterminada? São várias perguntas que ainda estão sem respostas. E a coisa piora quando prestamos atenção nas imagens ao redor dos personagens, pois as imagens contam uma história diferente da história na qual os jovens pilotos estão inseridos. As imagens deixam entendido que estes pilotos não terão futuro, pois aqueles que estão cuidando deles não parecem humanos. Cidades sem ninguém, adultos sem rosto, experiências em laboratório. A cada dia, eles parecem apenas ferramentas que serão descartadas ao final. Este pessimismo na realidade é o que me cativou a assistir. O pouco que se conta deixa muito para a imaginação.

2-    A ameaça na série parece ser a presença dos monstros chamados de Urrossauros, porém, parece existir uma ameaça maior aos pilotos. Uma ameaça ligada aos que cuidam deles. A cada episódio, a impressão que tenho é que eles estão em um abatedouro. Caso deixem de cumprir com seus objetivos, serão descartados. Temos, então, duas ameaças presentes. Acredito que a maior delas é a que vem do laboratório. A ameaça daqueles que, na minha opinião, parecem humanos mas não são. Este tipo de ameaça obscura é um ponto forte no roteiro.

3-    Os personagens principais (Hiro e Zero Dois) possuem uma fortaleza única. Eles não são bidimensionais, e nenhum deles é. Zero Dois é uma cria de laboratório, que conheceu a beleza através de um livro infantil ilustrado. É arredia, pois sempre foi tratada como uma cobaia para experiências. Apesar disto, sonha em encontrar o amor que a libertará, seu darling. Já Hiro é um piloto que quase foi descartado. Esta ameaça de descarte o fez mais agressivo e mais empenhado em mudar e se transformar em um piloto que vá contribuir com a sua equipe. Quando os dois se juntam, ela percebe nele seu amparo e ele percebe nela seu futuro. Os personagens, portanto, mostram inúmeras frustrações, inúmeros sonhos e uma dinâmica muito bem engrenada pelo amor. Esta é a fortaleza deles. Os demais pilotos mostram-se bem construídos, com diversas histórias românticas que, ora são bem-sucedidas, ora fracassam. Pessoas que demonstram mesquinhez, egoísmo e que traem aos seus companheiros. Por terem muitas nuances, eu analiso que eles tem profundidade psíquica. 




4-    A dinâmica entre eles está tão bem descrita em vídeo, que deixo aqui o vídeo do Intoxi Anime sobre um dos episódios da série. Sim, também me emocionei com esta história!




5-    E, por fim, o suspense está na frase da Zero Dois: “Ninguém aqui virará adulto”! A ameaça que descrevi acima, que vem justamente do laboratório que os criou, é que deve ser a origem desta frase da personagem. Como o enredo já vem apontando, todos os pilotos estão em perigo e este perigo não advêm apenas dos Urrossauros.


A série está, desta forma, construída a não te dar todas as respostas. Ela te dá algumas pistas e te deixa construir, imaginar, a realidade ao redor dos personagens. Ela mostra uma interação incrível dos personagens e uma ameaça não velada. É um enredo muito bem construído para te deixar curioso, se envolver com os pilotos, te fazer se importar com eles e criar uma realidade simples através do pouco que te informa. Sem contar a direção competente que sabe usar o melhor ângulo de imagem para cada cena, além da trilha sonora que é impecável! É uma série que te força a sentir os personagens e colocar seu coração na garganta!


Além disso, a pilotagem em dupla que a série mostra é usada com elementos subliminares. Isto é, para os atentos, as cenas de interação dos pilotos, as cenas de pilotagem, os diálogos e as situações sempre remetem a algo mais picante. E isto é um elemento bônus do enredo e que diverte bastante.

Por tudo isto, Darling In The Franxx ganhou o título de melhor ficção.



SPOILER...SPOILER...SPOILER


Troféu Personagem mais mesquinha!

Ichigo, na semana passada, usou de sua posição militar, bem como de sua relação para com os outros pilotos a seu comando, para separar o Hiro da Zero Dois. Ela alegou estar defendendo o Hiro, quando, na verdade, ela só queria o Hiro para si. Este sentimento mesquinho, com o uso de seu cargo e funções, fez dela a personagem mais mesquinha da temporada. Separou um casal para não ver seu amor (Hiro)  com outra. E comprovou que os personagens possuem uma boa profundidade psíquica!

Ichigo, o Troféu Mesquinhez é seu! 





quarta-feira, 18 de abril de 2018

O Mal não para!

Poema e texto escritos no dia 11/04/2018. O habeas corpus do Maluf não foi julgado ainda, pois o julgamento do HC do Palocci tomou todo o tempo. O HC do Palocci foi rejeitado, Aécio se tornou réu e Demóstenes conseguiu se tornar "Ficha Limpa" com ajuda do pai Gilmar Mendes. Nosso STF está dividido em dois tribunais: um real e outro bolivariano.

Apreciem o poema feito na semana passada e com o qual atualizo hoje o blog.

*****
*****

O Mal não para
Parece não desistir
Luta eterna.

Mais uma quarta-feira e mais uma quarta-feira preocupante. Para o dia de hoje (11/04/2018) o STF estará tentando livrar criminosos da cadeia, em mais uma tentativa de acabar com a Lava Jato. Marco Aurélio desistiu de levar a liminar contra prisão em segunda instância ao plenário, pois o PEN mudou de advogados e os mesmos pediram tempo para conhecerem o teor do processo. Já o Toffoli vai tentar o impedimento do Fachin no voto do HC do Maluf. Segundo o Antagonista, faz parte de uma tentativa de livrar os réus da Lava Jato. Já Gilmar Mendes andou soltando farpas durante o julgamento da transferência de Cabral de volta ao Rio de Janeiro. Farpas que foram de Bretas a Fachin. Aliás, a transferência foi autorizada. Sim, o mal não para! Vou acompanhar mais este dia de julgamentos.

Sim, we need a hero!


segunda-feira, 16 de abril de 2018

Não desistir!


Inexplicável

Um amigo de longa data, em um desabafo em sua conta no Twitter (08/04/2018), informou que está desistindo de seus dois blogs. Eu também fui acometido por um sentimento parecido, de desânimo, no mesmo período que ele. Muito trabalho com pouco retorno. Ele possui textos íntegros, lúcidos e bem formulados. Será uma pena, e um sentimento de perda muito grande, quando estes dois blogs deixarem de ser atualizados. Em uma conversa, descrevi o que sentia a ele sobre esta questão.

E a questão me fez refletir sobre o meu blog também. Sobre mim. Realizei uma procura interior. Qual a razão de não desistir também? A resposta que me veio, eu escrevi na minha conta no Twitter, em tom de brincadeira, e é simples. O que me impulsiona a prosseguir é algo inexplicável, pois, se eu conseguisse explicar, já teria encontrado uma contra-argumentação para desistir.

O que me impulsiona a prosseguir não está dentro de mim. Prossigo por uma causa, por uma agenda. Talvez seja loucura. Prossigo pelos textos, pelas idéias, pelo momento em que a sociedade vive, que vivemos, e por algo mais. E é este algo mais que me carrega quando desanimo. É impossível explicar o que está intangível, o que nossa consciência  não percebe.

Acredito que é algo parecido com o que Mumen Rider passou ao enfrentar o Deep Sea King em One-Punch Man. Enquanto Nando Moura, Joice, Hipócritas, e tantos outros, são heróis de categoria S, eu sou um simples vigilante de categoria C. Isto é, eu sou como o Mumen Rider. E o sentimento de frustração dele transbordou quando ele precisou enfrentar o Deep Sea King. É algo que ilustra bem este meu sentimento louco de não conseguir desistir, mesmo enfrentando um rival descomunal. Vejam abaixo:




Outra forma de exemplificar isto é com a letra da música gospel “Nos Braços do Pai”, no refrão: “A Tua presença é o meu sustento. A Tua palavra, meu alimento.” E acredito que seja algo muito semelhante. Algo além de mim que me motiva, como a música cita em relação a fé e a Deus. 





Algo me sustenta! Além de nós existe uma força que nos impulsiona a prosseguir. E, por não desistir, tenho criado! Este ano, lançarei mais um livro. Ele já está com o trabalho de capa pronto e está em fase de revisão.  E já planejo outro livro para 2019, com uma abordagem de criação técnica totalmente nova. E vou continuar, não por minha própria força, mas porque alguma coisa está me sustentando. E eu agradeço a esta força/Deus, pois não desistir me tem feito bem.  



sexta-feira, 13 de abril de 2018

Melhor Fantasia: Record Of Grancrest War!


Outros Papos: Troféu Melhor Fantasia

Record of Grancrest War



Sinopse via Crunchyroll:

“Simulcast on Sextas-feiras 1:30pm -03
Uma terra assolada pelo caos - Atlatan. Temendo o desastre causado pelo caos, o povo vive sob a proteção dos Senhores - indivíduos munidos do poder dos Brasões, usados para suprimir o caos. Contudo, os Senhores desistiram de proteger seu povo e se viraram uns contra os outros em uma guerra fria, tentando furtar os Brasões uns dos outros para obter supremacia. Dentre eles está Siluca, um mago solitário que detesta os Senhores, e Theo, um cavaleiro errante que segue em jornada de treinamento para algum dia libertar sua terra natal de seu governo tirânico.”



Vamos arrumar algumas imperfeições desta sinopse. Em primeiro lugar, os nobres não desistiram de lutar pelo povo. Um grande mal assolará o mundo e somente a união dos dois brasões reais poderá dar uma possibilidade de defesa ao mundo. Então, eles lutam entre si pela união deste poder, para que eles possam proteger seu povo. Em segundo lugar, Siluca é uma maga e não é solitária. Ela também não detesta os nobres.

*****
Eu considero uma obra no gênero Fantasia boa quando ela te promove alguns elementos:
1-    Uma realidade cativante;
2-    Uma ameaça poderosa;
3-    Personagens fortes;
4-    Dinâmica bem elaborada;
5-    Sensação de suspense;





1-    A realidade da série é bem construída. Começamos com um casamento e uma tragédia, tornando os dois noivos inimigos. Um Romeu e Julieta bem elaborado. Depois, a guerra entre as duas facções que pode ser usada como pano de fundo para explicar a guerra fria (EUA x URSS) e a chegada de um personagem pobre que consegue se tornar um nobre, talvez uma inspiração à lenda do Rei Arthur. Uma maga que não deseja seguir seu destino e se liga a um cavaleiro para começar a trilhar seu caminho com os próprios pés. A realidade construída com tragédias, futuros e esperanças foi a primeira coisa que saltou aos meus olhos.

2-    A ameaça que vitimou familiares, fez com que noivos se tornassem inimigos. Agora, o pano de fundo apresenta duas camadas de ameaças. Uma ameaça que paira no ar, um grande demônio que pode acabar com tudo, e a guerra iniciada após o casamento ter sido frustrado. A segunda ameaça é fruto da primeira. Eu posso até afirmar que a primeira ameaça é tão grandiosa que bastou sua existência, mesmo que não se faça presente, para insurgir a segunda ameaça.

3-    Uma grande ameaça, sem personagens fortes, não seria de interesse, pois não teria o devido peso na balança. Como o anime trata de uma guerra, temos, até o presente momento, pois a série não terminou nesta temporada, duas guildas. De um lado, temos um jovem esperançoso que foi agraciado com um contrato com uma linda e grande maga. Ele demonstra a força da jovialidade e a determinação que faz com que os jovens sejam conhecidos pela persistência. Ele envolve a todos com seu carisma. A maga é a inteligência estratégica que, ora funciona, ora falha. Isto mostra que o personagem é humano. Do outro lado, temos uma rainha entristecida, voltada para uma vingança pessoal, que a fará fazer qualquer coisa. E um escorpião traidor. Outros personagens são muito bem construídos para dar a estes 4 suporte para suas histórias.

4-    A dinâmica entre os personagens é linda. Diálogos bem construídos, personagens com forte passado e forte presença. A história corre bem nas telas. A melhor dinâmica para um roteiro é o amor e este roteiro sabe como desenvolver casais apaixonados. Os noivos têm um episódio especial só sobre o desenvolvimento do amor entre eles. E o casal principal desenvolve seu amor em tela, aos pouquinhos, até culminar em um beijo, em uma tarde chuvosa, dentro de uma árvore. Coisa linda! Infelizmente, pelo orçamento limitado, algumas batalhas que deveriam ser grandiosas, pois deveriam mostrar a força de nações em conflito, ficam restritas a poucos soldados. Quase fica parecendo briga de gangues de rua. E quando o diretor resolve mostrar um batalhão inteiro, o CG não ajuda.

5-    A sensação de suspense parte do sentimento que se desenvolve quando você se interessa pelos personagens e se preocupa com o destino deles. Como os personagens são bem construídos, fiquei grudado na tela em muitos momentos. Torci por vários e me angustiei com tragédias, com casais se sacrificando e reinos caindo. Algumas cenas de morte são nobres e apaixonadas. Elas me fizeram segurar o choro. Outras cenas me fizeram saltar do sofá e querer quebrar os dentes de um personagem.


Mediante tudo o que foi exposto, eu considerei Record Of Grancrest War a melhor Fantasia da temporada.

SPOILER... SPOILER... SPOILER

Troféu Melhor Vilão

Para ganhar este troféu, o cabra tem que ter feito coisas horríveis. Eu vou computar aqui os feitos deste cafajeste:

- Golpe de Estado: Ele tomou o reino do pai à força!
- Assassinatos: Ele matou o próprio pai para reinar, além de muitas outras pessoas.
- Genocídio: Ele matou todos os integrantes da tribo de uma maga rival.
- Traição: Traiu sua facção e mudou de lado, após chantagear uma rainha e deitar-se com ela.

Sem contar o que ele forçou uma rainha a fazer contra sua vontade! Aquilo lá, sim, já bastava para ele ser o pior vilão desta temporada. 

Por todos os crimes cometidos, dou o troféu Melhor Vilão da Temporada a este babaca:







quarta-feira, 11 de abril de 2018

Koko!


Doçura de mel,
Olhar convidativo,
Quero-te minha!




Estou escrevendo este haicai (5-7-5) no dia do julgamento do Lula pelo STF, então, estou com pressa e preocupado. Decidi parar um pouco e admirar o traço desta personagem. Um traço gentil, delicado e belo que a torna bela, delicada e gentil. Dá para assistir esta série via Crunchyroll.




segunda-feira, 9 de abril de 2018

Crítica- O Mecanismo!


O Mecanismo é uma série original Netflix baseada no livro “Lava Jato- o juiz Sérgio Moro e os bastidores da operação que abalou o Brasil” do jornalista Vladimir Netto[1]. Ela é dirigida por José Padilha e estrelada por Carol Abras e Selton Mello.



Fui assistir por causa da polêmica envolvendo os criminosos da esquerda, que choraram e espernearam quando a série estreou. Dilma chorou, Padilha rebateu. Lula se enfureceu, o Brasil todo riu. Enfim, confesso que foi isto que me estimulou a assistir a esta série. E isto comprovou a velha regra do marketing que ensina: “Falem bem ou falem mal, mas falem de mim”. Infelizmente, esta regra funcionou novamente. Com tanta gente falando mal, eu acabei me interessando. Assisti vários episódios!

Aqui preciso deixar claro que não li o livro no qual a série se baseia e sei que a série é uma obra de ficção baseada no livro em questão, então, obvio que algumas liberdades artísticas foram permitidas. Não será possível, então, comparar a obra com a realidade que a inspira. Este é um trunfo que a direção obteve ao informar, em poucas linhas, que a série é uma obra de ficção. Entretanto, nada nos impede de comparar esta série com o filme “Polícia Federal- A Lei é Para Todos”, uma vez que ambas as obras se baseiam nos mesmos fatos.

O primeiro ponto que notei na série é um tom narrativo que nos remete aos seriados antigos de investigação policial, com extensos diálogos internos dos personagens. Algo que Padilha usou em Tropa de Elite também. Já o filme da Lava Jato usa mais diálogos externos e as cenas expositivas. Enquanto um conta o que o personagem sente e pensa, em relação ao que está ocorrendo, o outro mostra tudo de forma mais dinâmica.

A série, por ter mais duração, poderia ter se concentrado mais nas investigações, entretanto, foi no filme que a investigação realmente ocorreu. A série fica muito tempo presa ao personagem do Selton Mello e sua fúria e angústia por não conseguir lidar com a corrupção. O filme trata da investigação de maneira mais completa. A série também é ingênua ao mostrar a investigação como função isolada da Polícia Federal, enquanto sabemos que a Polícia Federal teve apoio do Ministério Público e da Justiça Federal. Se a investigação fosse realizada apenas por aqueles três agentes, ela teria sido abafada. Esta é a ingenuidade da série. Ela trata da corrupção sistêmica das instituições brasileiras e os tão poderosos corruptos não conseguem lidar com três agentes? Já o filme mostra que a equipe estava bem equipada e bem preparada, sendo uma investigação blindada pela justiça.

Atuação do Juiz e Delação Premiada

Blindada pela justiça? Como assim? Simples, chegamos aqui na figura do juiz responsável por analisar e deferir/indeferir as ações pedidas pelo Ministério Público: aquele que representa o juiz Sérgio Moro. No seriado, Moro é muito apático e representado quase como um coadjuvante que mais atrapalha que ajuda nas investigações. No filme da Lava Jato, que o mostra como ele é de fato, o juiz foi responsável por evitar danos às investigações. Como assim? Quando o STF desejou soltar os investigados, foi uma recomendação do Moro ao STF que não permitiu que isto acontecesse. Foi quando o magistrado lembrou ao ministro do STF que junto aos investigados foram encontradas drogas, e que o nosso ordenamento jurídico, bem como os tratados internacionais, impedem a soltura de investigados relacionados com o tráfico de drogas (cena do caminhão de palmito no filme). O ministro do STF acatou recomendação de Moro e os investigados foram mantidos sob custódia.

A delação premiada, grande trunfo usado para que os investigadores conseguissem provas das acusações, também foi tratada de forma diferente aqui. No seriado, este instrumento foi retratado quase que como algo inútil, enquanto no filme a delação teve seu papel fundamental para desatar os fios da corrupção. Sem ela, nenhum delator abriria o bico. Foram duas coisas essenciais à investigação: o juiz que conseguiu manter os investigados sob custódia do Estado e a delação premiada que os fez delatar para uma redução de pena.

A corrupção

No filme, eles mostram que a corrupção no governo petista foi usada para manter um grupo no poder, para manter uma agenda de poder de um grupo da esquerda brasileira. No seriado, a corrupção foi demonstrada como algo sem uma bandeira política definida. Como Padilha é um simpatizante da esquerda, fica claro que ele usou esta obra de ficção para tentar desassociar a imagem da esquerda da imagem da corrupção. A corrupção da esquerda é desculpa para manter uma agenda revolucionária e eu considero isto mais grave. O seriado tenta esquivar desta realidade.  

Conclusão

Enquanto mantenho uma nota 10 para o filme que já analisei, eu dou uma nota 5 para o seriado. O seriado só fez sucesso por causa do chilique da esquerda. Aqui embaixo deixo o trailer do filme que realmente homenageia a operação que deu esperanças ao Brasil! Se precisar escolher apenas um para assistir, escolha o filme!


   


[1] Saraiva: https://www.saraiva.com.br/lava-jato-o-juiz-sergio-moro-e-os-bastidores-da-operacao-que-abalou-o-brasil-9337385.html

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Troféu Outros Papos- Comédia!


Troféu Outros Papos

A temporada está terminando, então, vou iniciar a minha própria sessão de premiação. Inicia-se o “Troféu Outros Papos”. Para estar presente aqui, basta que a série, personagem, tema, história, estejam de meu agrado. Simples assim! Algumas premiações serão descontraídas, outras não. Pretendo premiar comédia, slice of live, aventura, melhor vilão, melhor herói, melhor romance e melhor da temporada!


Sobre mim

Como devem saber pela minha biografia, sou autor do livro “Mangá Tropical- Um Estudo de Caso”, no qual analiso as influências japonesas em quadrinhos brasileiros. Além disso, sou membro da Real Academia de Letras, escritor e jornalista formado. Vou dar meu máximo!



Troféu Melhor Comédia



Dagashi Kashi conta a história do jovem Kokonotsu que deseja ser um mangaká, embora seu pai sonhe que ele venha a herdar a loja de doces baratos da família. Para apoiar o pai do Kokonotsu, existe uma jovem louca por doces, chamada Hotaru, que vive na loja provocando o jovem artista. Nesta segunda temporada, o vício por doces continua. 





O que procuro em uma comédia são situações como as definidas no site “Conceito[1]”: “Do latim comoedĭa, uma comédia é uma peça de teatro que apresenta cenas e situações maioritariamente humorísticas ou, no mínimo, divertidas. As comédias procuram entreter e divertir o público, dando-lhe vontade de rir, e em que os finais costumam ser felizes. A comédia é também o género que agrupa todas as obras com essas características”.

Dagashi Kashi, como explana o site acima (leia o texto completo no link), possui personagens estereotipados, como a própria Hotaru, viciada em doces, ou o pai do Kokonotsu, que vive sumindo (pai ausente). E os personagens são colocados em situações extremas, como, por exemplo, a nova empregada da doceria que, em um determinado momento, acredita que o amigo do Kokonotsu é um mafioso e que a loja de doces estaria em dívida com a máfia. Neste momento, iniciou-se um diálogo exagerado, estereotipado e, portanto, muito engraçado. As situações sempre convergem para os doces, ou para a loja, sempre passando pelas curvas das personagens femininas, que são bem exploradas pelo diretor para fazer também uma comédia sensual.




A comédia não precisa seguir muitas regras e nem precisa ser politicamente correta, então, outra ferramenta que eles usam na série é interligar os personagens com alguns fetiches e brincar muito com isso. Como exemplo, fazer um site para promover a loja de doces, mas o site acabar parecendo um site de relacionamentos. Enfim, a comédia se serve de muitos elementos justamente por não seguir muitas regras e não estar presa a nenhuma política corretinha.

Assista via Crunchyroll

Por todos os elementos apresentados, Dagashi Kashi se torna a melhor comédia da temporada e a Hotaru leva o prémio de Melhor Personagem Desaparecida. Quem seguiu a série vai entender esta piada!



[1] Conceito: https://conceito.de/comedia

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Lula na Cadeia! HC Rejeitado!


Lula na cadeia!



Terminou, na madrugada de hoje, o julgamento do habeas corpus (hc) do réu Lula da Silva, com a rejeição do hc por 6 votos a 5. Com a queda deste hc, Lula está mais próximo da cadeia! Antes de entrar no tema do julgamento, que durou mais de 10 horas, vou voltar um pouco no tempo, pois se faz necessário um agradecimento.

No dia 03 de abril de 2018, muitos movimentos sociais se uniram novamente para pedir a rejeição do hc do Lula pelo STF. Tribunal este que já havia admitido, contra súmula da própria casa, analisar o mérito do habeas corpus e ainda concedera salvo-conduto (que denominei em vídeo de hc pré-datado) até o dia de 04/04/2018. Dia este que seria o da votação e análise do mérito do hc. Duas situações vergonhosas que iam contra a jurisprudência do próprio pleno da Corte e que me fizeram acreditar que a casa estava incorrendo em vícios contra o ordenamento jurídico brasileiro.





As manifestações chegaram e chegaram com força. No vídeo acima, eu mostro a manifestação na cidade de Porto Alegre, no Parcão, próximo das 20h00, ou seja, com ela quase terminando. Notem a quantidade de pessoas que foram manifestar seu descontentamento, pedindo a rejeição deste hc. Cidades como São Paulo e Rio de Janeiro tiveram manifestações ainda maiores. E o clamor do povo foi ouvido pelo nosso General Villas Boas, que escreveu em sua conta no Twitter:





Acredito que esta manifestação, que foi seguida pela manifestação de outros generais (AÇO! SELVA!), abalou o plano que eles estavam armando para salvar Lula da cadeia e torná-lo elegível para a próxima eleição. Tenho certeza que o povo nas ruas, com apoio de nosso exército, fez o mal estremecer!


Julgamento

Então, chegou o dia do julgamento do habeas corpus (HC) 152752. Todos apreensivos, pois não confiávamos em todos os ministros da corte. Julgamento que, como escrevi, passou de 10 horas de duração. Muita aula de Direito, mas muita aula de hipocrisia também. Enquanto assistíamos ministros defendendo a prisão após condenação em segunda instância, e a rejeição do hc, outros buscavam qualquer fonte que pudesse justificar o injustificável.  Apelaram até para o Direito do Consumidor. Quero escrever sobre alguns votos, porém ficará para mais tarde.

O voto da ministra Rosa Weber foi o que definiu realmente a disputa. Apesar de ser contrária à prisão em segunda instância, ela manteve o entendimento anterior da casa e votou rejeitando o hc. Obrigado, ministra Rosa! E os ministros tiveram respaldo de nota técnica assinada por mais de 5 mil membros do MP, magistrados, desembargadores e advogados, além de pedido formal feito por alguns senadores e deputados, pedindo a manutenção da prisão em segunda instância.

E quando tudo parecia ganho, o advogado do réu se pronuncia pedindo que se votasse o salvo-conduto. Ora, se o hc já havia sido rejeitado, deveria cair automaticamente seu salvo-conduto, mas alguns ministros insistiram na votação do mesmo e perderam também! Tanto o hc, quanto o salvo-conduto, foram rejeitados! Os heróis da nossa pátria foram: Cármen Lúcia, Fux, Fachin, Alexandre de Moraes, Rosa Weber e Barroso. 

O site do STF[1] assim descreveu o resultado do julgamento: “Em decisão majoritária, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) negou o Habeas Corpus (HC) 152752, por meio do qual a defesa do ex-presidente Lula buscava impedir a execução provisória da pena diante da confirmação pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) de sua condenação pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O colegiado também, por maioria, rejeitou pedido da defesa para estender a duração de salvo-conduto concedido a Lula na sessão do último dia 22 de março.

Então, Lula está mais próximo da cadeia, o Brasil se livrou de virar uma Venezuela e nosso ordenamento jurídico manteve a consistência e a força para lutar pelo bem e pela justiça. As portas do inferno não se abriram para liberar traficantes, pedófilos e assassinos! A rejeição deste habeas corpus salvou o Brasil do caos jurídico, que se estava formando para livrar poderosos da cadeia. 

Eu agradeço a todos os brasileiros que lutaram, que foram para as ruas e se manifestaram, bem como agradeço a todos os Generais que se manifestaram defendendo nossa Justiça, nossa Ordem e nossa Paz! Obrigado a Todos! E, novamente, AÇO! SELVA! ORDEM & PROGRESSO!



[1] STF: http://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=374436

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Luz que nos ilumina!


Na escuridão,
O mal sente-se forte.
Luz, derrote-os!



Mais um haicai (5-7-5) sobre o mal. Nossa política chegou a um extremo tão parecido com isto que algumas sessões do Congresso são marcadas de noite, na tentativa de evitar a pressão popular.  

AMV: Savior-  Rise Against
De: PIDIKEY



terça-feira, 3 de abril de 2018

Vamos para as ruas!


As Instituições Brasileiras

Muitos devem estar se perguntando por que estamos achando, neste momento, que as instituições brasileiras não estão funcionando, mas achávamos que sim durante o impeachment da Dilma. Venho aqui demonstrar os dois momentos em um breve resumo.

1º Momento

Durante o processo de impeachment da Dilma ficou demonstrada a independência dos poderes da República, que trabalharam de maneira a garantir um processo dentro dos trâmites legais da nossa Constituição Federal. Sendo assim, a Polícia Federal, O Congresso (Senado e Câmara), o MPF, o STF e o TCU agiram dentro da lei e respeitaram as regras impostas para o julgamento. Apesar do presidente do STF ter permitido fatiar a condenação em duas partes, mantendo os direitos políticos da ex-presidente, todo o processo foi respeitoso com o nosso ordenamento jurídico e foi seguido por todas as instituições de maneira isonômica. Aos trancos e barrancos tudo funcionou dentro das regras e, portanto, ficou demonstrado o bom funcionamento das instituições brasileiras.

2º Momento

Todo o processo legal foi obedecido para o julgamento do Lula. Ele foi condenado em primeira instância e a condenação foi confirmada por unanimidade na corte revisora (TRF 4). Cabendo apenas ao réu os embargos, como já expliquei. Para as cortes superiores, restavam ao réu alguns remédios jurídicos, dentre eles o pedido de habeas corpus. Nenhum destes remédios têm o poder de reformular o conteúdo da sentença, ou seja, ele é um réu condenado bastando para tanto a divulgação da sentença no Diário Oficial. O transitado em julgado aqui é mera formalidade. O pedido de habeas corpus, então, foi rejeitado no STJ e foi parar no STF. Aqui se iniciam os vícios que demonstram que o STF está doente.

A)   Acontece que hc negado em tribunal superior não pode ser analisado pelo STF (súmula) e acabou sendo analisado. Deveria ter sido negado de imediato;
B)   Segundo desembargador Antônio Souza Prudente, não existe habeas corpus para decisão colegiada. Isto foi uma invenção jurídica;
C)   Com cansaço, os ministros do STF deram uma liminar ao réu para não ser preso até ser julgado o seu hc. Segundo Janaína Paschoal, ela nunca viu medida cautelar ser concedida a um hc preventivo por sessão suspensa;
D)   Segundo a juíza Marcela Lobo, STF concedeu liminar contra a sua própria jurisprudência.

E os vícios não param por aqui, porém, estes são os que já evidenciam a tendência do STF em beneficiar um réu condenado em segunda instância. E, também, já demonstram que o STF não está guardando a Constituição Federal. Eles estão quebrando o nosso ordenamento jurídico e transformando nossa estrutura jurídica em um caos.  Enquanto o Brasil continua cativo dos criminosos, os grandes criminosos estão sendo soltos. Isto não pode continuar!




No dia de hoje, vamos para a rua! Precisamos demonstrar ao STF que não concordamos com isto. Queremos que nossas leis sejam respeitadas por quem quer que seja. Queremos que o STF RESPEITE seu próprio ordenamento jurídico e rejeite este habeas corpus e mantenha a prisão após condenação em segunda instância.  





E não pense que a luta será fácil. Após o discurso de ontem, da ministra Carmen Lúcia, ficou no ar a impressão que o STF aceitará este habeas corpus monstruoso. Precisamos defender o Brasil!

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Crítica- A Torneira Mágica!


A  Torneira Mágica



Eu tenho ajudado com contribuições mensais o programa de televisão da Seicho-no-ie, pois nesta igreja minha mãe recebeu um milagre. Através destas contribuições, eu recebo diversos livros para estudo. No final de março, recebi o livro infantil “A Torneira Mágica” de Junji Miyaura, com ilustrações de Ernesto Miyaura. O livro em questão é da 4ª edição de 2014.

Chegamos a um ponto de nossa sociedade que precisamos estar atentos à educação de nossos filhos, pois a doutrinação nas escolas está sendo descoberta quase que diariamente. Faz-se necessário o acompanhamento do que se passa em sala, assim como estar mais presente na vida de nossos filhos, então, ter a chance de sentar com eles e conversar é de muita importância. Este livro nos fornece uma rica chance de diálogo com eles e, por isso, eu estou aqui recomendando a leitura do mesmo.

A história conta a descoberta de uma torneira mágica por um casal de idosos e de um velho rabugento. Os idosos, tementes a Deus e adeptos da gratidão, oração e da fé em um Deus presente (princípios da  Seicho-no-ie), são abençoados com as riquezas desta torneira, enquanto o velho rabugento tenta seu uso em vão, pois não reconhece a Deus dentro de si.

A autora do livro esclarece: “Esta história ensina a criança a perceber a diferença entre a oração correta e a incorreta, bem como a elevar o seu pensamento a Deus e aprofundar a consciência quanto à descendência divina”. Eu acrescento mais, pois percebi no livro que ele não valoriza apenas a questão da oração, mas, também, da recompensa divina pela fé e pelo compromisso com Deus. O velho rabugento personifica aqui os fariseus que, cheios de si, oravam em vão. Já o casal de idosos personifica aqui os humildes de coração que veem em Deus a sua riqueza e compaixão.  Deus, então, recompensa os bons de coração e os humildes.

Nestes tempos difíceis, precisamos nos voltar novamente a Deus e orar, ensinando aos nossos filhos o bem da oração. Este livro é uma pequena semente, também para os cristãos, que desejam ensinar aos filhos a oração desde cedo.

Se desejarem obter um exemplar, ele está à venda via Amazon por 10 reais.