sexta-feira, 29 de novembro de 2019

The Big Three: Otaku Cafe

Esse é o canal que indico nessa sexta-feira. O Otaku Cafe é um canal no Youtube com memes diversos sobre animês e mangás. Conheça e, se gostar do humor, se inscreva lá! Eu dou muita risada com ele! E comecei a fazer memes por conta dele. Aqui embaixo, antes do vídeo do canal propriamente dito, está um meme que fiz em homenagem! 




Agora sim, o vídeo do canal! Espero que gostem do humor!




quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Era dos covardes! Desabafo!

Que covardia

Enlameia a honra

Heróis em dia?



O haicai acima foi feito na indignação após assistir ao capítulo 04 da série Fate/Grand Order. Quando escrevi minha crítica a "Didn't I say to make my abilities average in the next life" eu me perguntei se estávamos na era dos covardes! Após assistir a esse capítulo, eu acredito que sim. Provavelmente, o problema está relacionado com o tema que irei abordar na segunda-feira que vem, e que continuo na  segunda-feira seguinte: crise da masculinidade. Pode ser bobagem, mas estou percebendo um problema quanto a imagem da figura masculina retratada em algumas obras. Os atos heroicos estão relacionados com o símbolo da masculinidade. Não interpretem isso como se fosse uma homenagem ao machismo: a masculinidade verdadeira nada tem a ver com a opressão da figura feminina. 

Nas duas próximas segundas, eu vou abordar o tema com mais calma. Agora, basta dizer que a imagem heroica está em crise. Heróis recuando porque estão enfrentando seres divinos, heróis evitando resgatar uma criança em perigo (Boku no Hero Academia), enfim, não se portam como heróis, ou seja, símbolos. Hoje em dia, herói está mais para personagem principal de uma aventura, a  ser aquele que se destaca por seus feitos, "Aquele que se distingue por seu valor ou por suas ações extraordinárias, principalmente por feitos brilhantes durante a guerra." (Dicionário online)



Quando um Seiya de Pégasus iria recuar somente porque um adversário é um ser divino? Ele tratava de conseguir um milagre a cada episódio. Assim como o  Shirou (da mesma franquia Fate) quando enfrentou o rei dos reis! Imagina se ele fosse recuar ao ver o maldito Gilgamesh chegando? Não ia dar certo. E é isso que dá ao roteiro o brilho e que nos faz assistir! 



Enfim, espero que as empresas acordem para esse erro que empobrece a figura do herói e, por esse motivo, também retira do roteiro o brilho que teria. Um herói é aquele em quem podemos confiar, pois ele realiza milagres e não se consegue um milagre fugindo com a cueca suja. 



  Ainda bem que eu cresci com esse tipo de ensinamento, e não com os heróis de hoje! Desculpem o desabafo!

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Melhor da temporada de verão de 2019!


O melhor na temporada de verão de 2019

A temporada de verão no Japão, que terminou recentemente, nos trouxe uma boa quantidade de animês interessantes. E eu fiquei em dúvida sobre qual deles eu escolheria para fechar a temporada como o melhor. Sem dúvida nenhuma, tivemos ótimos dramas, como o magnífico Vinland Saga, mas eu decidi escolher uma comédia. E por que uma comédia? É difícil de acertar o ponto do roteiro e trazer alguma coisa que realmente fique engraçado. Como agora estamos às voltas com “militantes virtuais”, até piadas estão ofendendo. Por isso, piadas ficaram mais importantes do que eram anteriormente. A diferença entre um militante virtual e uma pessoa com uma mera opinião, criando um texto opiniativo/crítico, é que o militante tenta oprimir o que é diferente através da força de seu grupo. Tenta tornar a sua opinião única. Já o texto meramente opinativo apenas expõe argumentos e opiniões sobre um assunto. Sem enrolar mais! 


E o vencedor é Machikado Mazoku- The Demon Girl Next Door!



Na série, uma garota (Yuko) desperta e descobre que é descendente do clã do Rei Demônio e precisa enfrentar uma garota mágica (Momo) para refundar a tirania de sua linhagem. Entretanto, nada sai como o esperado e ela acaba sendo treinada pela sua rival. Essa é a sinopse mais resumida possível.



A série é uma grande brincadeira com as bases de histórias do gênero. A série tira sarro dos demônios, das garotas mágicas (inclusive das transformações) e até mesmo da presença dos ancestrais. Ela brinca com a pobreza da família da Yuko e com a solidão da Momo. Nada é sagrado! As situações que elas vivem, em seus episódios semanais, vai ganhando ares de uma zoeira infinita com os clichês apresentados. E tudo isso é sempre mostrado de maneira kawaii, com a ajuda das dubladoras que fizeram um trabalho exemplar. As personagens são muito carismáticas e, na minha opinião, a ancestral da Yuko é a que melhor representa a série, pois é aquele mal inocente, de um personagem já derrotado, mas que ainda tenta, inutilmente, restaurar a glória do passado. E a série é assim: inocência sem maldade.

Como podem ver na imagem abaixo, a série, apesar do humilde orçamento, conseguiu até ficar no TOP 10 da temporada com uma boa consistência de notas por episódio. Não que isso me influencie, mas é bom saber que outros também consideraram essa série consistente. 



Você pode assistir via HIDIVE, de forma oficial, mas apenas em inglês. Apoie o serviço, pois aí teremos legendas em nosso idioma.



Plaquetas!

Em um exame de sangue, vi que sumiram 13 mil plaquetas. Resolvi procurar por elas! :)