sexta-feira, 5 de junho de 2020

Meme da quarentena!

Fiz mais um meme deprimente sobre a quarentena.




Estou relembrando alguns quadrinhos, pois estou mesmo sem inspiração para fazer humor. Esse é um exemplo bem claro disso.

quarta-feira, 3 de junho de 2020

Pearl!


Pequena sempre amada;
Está sempre a proteger;
A priminha adorada;
Respeitar é o seu dever;
Laços sempre a defender.

A palavra “sempre” ficou ecoando na minha cabeça e eu resolvi colocá-la em peso no poema. A Pearl sempre está cuidando da Maya, mesmo que isso acabe gerando confusão. Sempre! Sempre! Sempre! 😊



segunda-feira, 1 de junho de 2020

Phoenix Wright Ace Attorney: o animê!


Phoenix Wright Ace Attorney- a animação



Ainda não sei porque essa série tem o “ace attorney” no seu nome, pois ela não apresenta nenhuma brilhante ação do protagonista como advogado, embora ele seja um ótimo investigador. Aliás, o jogo fica devendo, em muito, ações processuais mais verídicas. Advogado bom usa o código processual à seu favor e o Phoenix sequer sabia as principais leis de seu país. Um péssimo aluno de Direito. (😊) O correto mesmo seria “Phoenix Wright: Ace Detective”.




Como dediquei a semana passada ao jogo, essa semana vou dedicar ao animê. Realizado pela equipe do A1-Picture, a série de 24 episódios está disponível para o Brasil via Crunchyroll e foi ao ar, no Japão, em 2016, ou seja, ela já tem um tempinho que está rodando por aqui. A animação em si é mediana, sem nenhum momento de maior brilho. Esse é um problema do estúdio, pois ele é conhecido por assumir a produção de vários títulos por temporada e alguns deles acabam caindo nas mãos de profissionais de menor qualidade. O diretor Ayumu Watanabe não é um dos meus preferidos, sendo responsável por alguns filmes do Doraemon e por uma única série que eu realmente gostei (My Girlfriend X). Ele não se arrisca muito e faz um trabalho sempre morno.

A equipe também optou por algumas decisões de produção um tanto quanto questionáveis como, por exemplo, a opção por uma música lenta para a abertura da segunda temporada. Ela era tão lenta que parecia ser o encerramento da série. Além disso, optaram por manter a caracterização visual de alguns personagens e isso ficou tão infantil que dava vergonha de assistir. Outro ponto estranho da produção foi ter corrido com algumas deduções (jogue o último capítulo da trilogia e depois vá assistir ao capítulo referente da série de televisão)  e você vai ver que o roteirista da série parece ter ficado de saco cheio e decidiu correr com certas deduções, atropelando até a lógica. Alguns capítulos do jogo também não chegaram a ter uma produção para o animê. Não existe o uso da magatama no animê e isso causa uma ausência de lógica para algumas questões. A magatama permite que o Wright veja cadeados que simbolizam segredos e permite quebrar os cadeados forçando, assim, que o personagem revele o segredo escondido. No animê isso não acontece e  muito da lógica do jogo se perde.

E algumas decisões da equipe de licenciadores ficaram esquisitas, como a adaptação de nomes. Aqui no ocidente resolveram manter os nomes japoneses para o animê e os nomes ocidentais para o jogo, o que causa uma certa confusão. Naruhodo (animê) é o Wright (jogo), Maya (jogo) é a Mayoi (animê) e a pequena Pearl (jogo) é a Harumi (animê). Uma bagunça. Alguém pode alegar que isso se justifica pelo significado dos nomes, isto é, Naruhodo pode ser entendido como “certo”, ou seja, Wright- certo- em inglês. Não considero assim. Apesar do significado, o símbolo (significado + significante) precisava ser mantido, para que a identidade fosse preservada ao máximo. Essa mudança só causou estranheza para quem começou o jogo e depois foi assistir à animação. Além disso, o prato predileto da Maya no jogo é hamburguer, mas, na série animada, é lámen. Acho até que dá para dizer que são dimensões paralelas. Uma “Crise nas Infinitas terras” nipônica.   

O que salva o jogo e, também, a animação:  a  Maya  e a Pearl, que  são adoráveis! A história trágica da família mediúnica delas é convincente e te faz querer proteger as duas. Você sente um elo com o jogo e com o animê por conta do carisma dessas duas. Elas carregam nas costas tanto o jogo como a série animada. A forma como elas se comportam, as ações de molequinha da Maya e a visão romântica da Pearl (que acredita que tem um romance no ar entre a Maya e o Wright); é tudo muito cativante. Elas salvam a animação e o jogo. Aliás, no jogo, durante um diálogo, eu precisei chamar a Maya (que estava vestida de garçonete) para atrair uma testemunha, mas o velho tarado não se importou com ela. Ela é pequena e sem um apelo sexual forte. Em seguida, ela invoca sua falecida irmã (Mia no jogo e Chihiro no animê)  e suas características físicas se alteram (a invocação mediúnica altera a forma física do médium no jogo e a Mia, que tem um corpão, ao ser invocada altera o corpo da Maya). O velho ao olhar para a Mia de garçonete fica doido. Eu caí na gargalhada. Abaixo uma cena da Mia invocada no tribunal, no animê, e vejam porque o velho ficou babando!



Enfim, tanto o jogo, como a série animada possuem um lado forte: as primas Maya e Pearl.  São elas que salvam a franquia nessa trilogia e nessa série animada.    

quarta-feira, 27 de maio de 2020

Amar é sadomasoquismo


Sua força eu quero esgotar;
Seus braços quero imobilizar;
Seus pulsos eu desejo amarrar;
Suas pernas quero entrelaçar;

E seus tornozelos agrilhoar.
Sua linda boca amordaçar;
Seus gemidos ouvir até amar;
Eu vou, nesse instante, te vendar;

Sentir seu ofegante respirar;
E em meu ouvido o seu arfar;
Quero, sim, muito me apaixonar;

Sentir sua frágil pele corar;
Meu toque lento a ti despertar;
Bondage é o mais belo amar!



O soneto decassilábico foi inspirado em uma personagem do jogo analisado na segunda-feira. É um fetiche que respeito. O AMV abaixo não tem relação nem com o jogo e nem com o poema, mas é de uma sensualidade que faz uma certa ligação com as palavras desse poema.



segunda-feira, 25 de maio de 2020

Phoenix Wright Ace Attorney Trilogy


Phoenix Wright Ace Attorney Trilogy

Gamertag: Paray BR
Joguei esse jogo antes da quarentena iniciar e já o encerrei. Não completei 1000 G porque me recusei a receber uma conquista.

Fonte: CAPCOM: http://www.ace-attorney.com/trilogy/us/about/


Disponível para o XBOX, ele é uma reunião dos três primeiros jogos da franquia que se iniciou em 2001, para o Gameboy, com o título Phoenix Wright: Ace Attorney (Gyakuten Saiban). CAPCOM[1]: “Fourteen thrilling cases across three titles! High-resolution graphics optimized for PlayStation®4, Nintendo Switch™, Xbox One, and Steam (PC)! Courtroom battles never looked this beautiful!”.

No jogo, nós controlamos, na maioria dos casos, um advogado chamado Phoenix Wright, que precisa defender seus clientes contra acusações em crimes que vão de assassinato até sequestro e roubo. O jogo gira em torno de descobrir contradições nos testemunhos e nas provas que são enviadas ao tribunal. Na maioria das vezes, esses testemunhos não somente levam à contradição, mas, também, à pistas para esclarecimentos do que, de fato, estaria ocorrendo no momento do crime.

O jogador possui algumas tarefas básicas no jogo, como o de investigar a cena do crime, conversar com testemunhas, policiais e promotores e, defender seus clientes em tribunal. Algumas ferramentas são apresentadas ao jogador, como levantar uma objeção, forçar um questionamento, revelar uma contradição e mostrar equívocos (por vezes intencionais) nos testemunhos em tribunal.  Durante o evoluir do jogo, outras ferramentas são inseridas na história, como uma magatama que permite ao jogador ver se o personagem está mentindo. Apesar de ser um conjunto limitado de ferramentas, o seu uso pode se tornar ilimitado pelas condições de “probabilidade e erro” de seus usos e de seu estilo de jogo, formando uma história bem trabalhosa para se completar. Se você não usar um roteiro pré-estabelecido, o jogo pode se tornar muito longo. Se você não perceber de imediato a contradição, o jogo se transforma em um ciclo de tentativas, até que se encontre o caminho correto.  

O jogo possui 14 capítulos divididos em 3 jogos e que se complementam em uma história mais bem elaborada, formando um conjunto coeso de narrativas e histórias. Muitas das histórias vão se ligando e formando um caso maior, até culminar no último capítulo em uma jogada bem inteligente de roteiro.
Os personagens principais são carismáticos e seus diálogos são interessantes. Interagir com eles é de extrema importância e você se sente próximo a eles e aos seus sofrimentos. O jogo se constrói com esses diálogos e sua relação com seus amigos, clientes e auxiliares. Alguns personagens são tão bem construídos psicologicamente que você até deseja os livrar da cadeia. Foi dessa forma que me recusei a receber uma conquista, pois eu deveria mandar à prisão uma cliente da qual eu acabei gostando bastante (uma conquista que motivaria uma BAD END), dessa forma, optei por não receber essa conquista. Quando chegarem nessa parte do jogo vão entender melhor essa questão ética, pois envolve também nosso sentimento sobre o que significa a justiça para nós.

Pontos Negativos
Obviamente, o jogo possui falhas. Apesar de algumas contradições serem interessantes, algumas deixam furos no roteiro. Muitos personagens ficam indo e voltando, se repetindo, e isso irrita. Mais frustrante ainda é ver um personagem irritante voltar. Tudo é muito cartunesco também. O desenho poderia ter mais movimentação e alguns personagens poderiam ter um traço melhor trabalhado. Existe superficialidade em vários personagens.

Se você espera ver algum respeito pelo código processual, esqueça. Nada é seguido no jogo. O jogo é muito simples aqui e até tenta brincar com situações, como uma promotora dominatrix (inspiração para o poema de quarta-feira) que usa um chicote até no coitado do juiz, e um promotor que fica jogando xícaras de café no nosso personagem, quando ele perde o domínio do argumento.

Conclusão
Apesar de muitas falhas, eu vejo o jogo como um livro de investigação infantil, no qual você pode interagir com o personagem e isso te dá uma certa distração. Como o jogo é longo, e os personagens principais são interessantes, o esquema de descobrir contradições se transforma em um prazeroso quebra-cabeça. E o destino de personagens como a Mia e a Maya dá uma boa profundidade à história e te faz querer seguir em frente para ver o que acontecerá nos capítulos seguintes. Elas são carismáticas assim.  O humor funciona bem na maioria dos casos.

Jogo aprovado!   


[1] Veja em: < http://www.ace-attorney.com/trilogy/us/about/>

sexta-feira, 22 de maio de 2020

Recordar é viver: Trate bem todas as pessoas!

Não tenho como competir com a comédia de Seitokai Yakuindomo, por isso, não vou fazer meme, mas recordar de um quadrinho que fiz algum tempo atrás. Fiz esse quadrinho com o Comipo anos atrás. Sim, meu antigo chefe se lascou! :)


quarta-feira, 20 de maio de 2020

SHINO!


Suas piadas estão apimentadas;
Haja criatividade para tanto;
Incrível senso para tantas pauladas;
Não consigo mesmo segurar o pranto;
Observo, sem crer, em tamanha patada!



Uma quintilha com 12 sílabas. Aqui embaixo o trailer do segundo filme da série. O pranto a que me refiro é o ato de chorar de tanto rir. Não é um lamento, mas é um choro sem controle feito pelo ato de não conseguir parar de rir.   



Meme da quarentena!

Fiz mais um meme deprimente sobre a quarentena. Estou relembrando alguns quadrinhos, pois estou mesmo sem inspiração para fazer humor....