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Mostrando postagens de março 1, 2015

Antologia do Pequeno Rato

 Não é um exemplo de literatura gótica, apesar de ter animais fantásticos que falam, mas possui o sofrimento da alma da literatura gótica. É um clamor sofrido de um pequeno ser que está preso em um ambiente de experimentos e só tem no seu cientista o seu observador e, quem sabe, seu salvador. É uma metáfora para os sentimentos de traição, perda e dor de ser agredido e não ter a força necessária para reagir. Tudo isso é gótico. 

Amor Não Rima Com Dor

Exatamente como versava Renato Russo!

A verdade!

Não se enganem, não existe apenas uma verdade. O coração é bondoso, E aprende o caminho com sinceridade, Caminho que pode ser duro, por vezes doloroso. Verdade, basta a sua devoção, Creia nela, respeitando o coração de cada um, Não se desvie dessa orientação, A sua verdade vale, e isso não é incomum. Tentam converter a outros de caminhos diferentes, Caminhos diferentes de sua ideologia, E isso é um erro. Cabe, a cada um, a sua vertente, Cabe, a cada um, a sua filosofia. Não há o temor do mal, se o coração escolheu bem, Ninguém, então, poderá condenar!  Ninguém! As verdades convergem todas para uma finalidade, A finalidade do bem. Corações unidos em caridade! O coração sabe decidir pelo bem. E é bom agouro! E essa decisão é uma verdade, Não se desvie do que te falo com sinceridade, A verdade de um coração é seu tesouro! COTIDIANO Após cada poema, eu uso o subtópico “Cotidiano” para explicar a origem do pensamento exposto