Pular para o conteúdo principal

Adeus

 Carta de Despedida Queridos leitores,   Escrevo estas linhas com o coração apertado, mas com a necessidade de ser transparente com todos vocês que me acompanharam ao longo desta jornada.   Nos últimos anos, venho enfrentando uma série de problemas de saúde que exigem atenção integral e cuidados constantes. Entre eles estão o diabetes com componente autoimune, hipotireoidismo, hipercolesterolemia, imunodeficiência e osteoporose grave, que já resultou em fraturas. Esses desafios têm impactado profundamente minha rotina e minha capacidade de manter o ritmo de produção de conteúdo que sempre busquei oferecer aqui.   Por isso, tomei a difícil decisão de dar uma pausa no blog. Não posso garantir quando — ou se — retornarei. Neste momento, minha prioridade precisa ser cuidar da minha saúde e buscar qualidade de vida dentro das limitações que enfrento.   Quero agradecer imensamente a cada um de vocês que esteve comigo, que leu, comentou, compartilho...

Crítica- A Torneira Mágica!


A  Torneira Mágica



Eu tenho ajudado com contribuições mensais o programa de televisão da Seicho-no-ie, pois nesta igreja minha mãe recebeu um milagre. Através destas contribuições, eu recebo diversos livros para estudo. No final de março, recebi o livro infantil “A Torneira Mágica” de Junji Miyaura, com ilustrações de Ernesto Miyaura. O livro em questão é da 4ª edição de 2014.

Chegamos a um ponto de nossa sociedade que precisamos estar atentos à educação de nossos filhos, pois a doutrinação nas escolas está sendo descoberta quase que diariamente. Faz-se necessário o acompanhamento do que se passa em sala, assim como estar mais presente na vida de nossos filhos, então, ter a chance de sentar com eles e conversar é de muita importância. Este livro nos fornece uma rica chance de diálogo com eles e, por isso, eu estou aqui recomendando a leitura do mesmo.

A história conta a descoberta de uma torneira mágica por um casal de idosos e de um velho rabugento. Os idosos, tementes a Deus e adeptos da gratidão, oração e da fé em um Deus presente (princípios da  Seicho-no-ie), são abençoados com as riquezas desta torneira, enquanto o velho rabugento tenta seu uso em vão, pois não reconhece a Deus dentro de si.

A autora do livro esclarece: “Esta história ensina a criança a perceber a diferença entre a oração correta e a incorreta, bem como a elevar o seu pensamento a Deus e aprofundar a consciência quanto à descendência divina”. Eu acrescento mais, pois percebi no livro que ele não valoriza apenas a questão da oração, mas, também, da recompensa divina pela fé e pelo compromisso com Deus. O velho rabugento personifica aqui os fariseus que, cheios de si, oravam em vão. Já o casal de idosos personifica aqui os humildes de coração que veem em Deus a sua riqueza e compaixão.  Deus, então, recompensa os bons de coração e os humildes.

Nestes tempos difíceis, precisamos nos voltar novamente a Deus e orar, ensinando aos nossos filhos o bem da oração. Este livro é uma pequena semente, também para os cristãos, que desejam ensinar aos filhos a oração desde cedo.

Se desejarem obter um exemplar, ele está à venda via Amazon por 10 reais.

Postagens mais visitadas deste blog

Adeus

 Carta de Despedida Queridos leitores,   Escrevo estas linhas com o coração apertado, mas com a necessidade de ser transparente com todos vocês que me acompanharam ao longo desta jornada.   Nos últimos anos, venho enfrentando uma série de problemas de saúde que exigem atenção integral e cuidados constantes. Entre eles estão o diabetes com componente autoimune, hipotireoidismo, hipercolesterolemia, imunodeficiência e osteoporose grave, que já resultou em fraturas. Esses desafios têm impactado profundamente minha rotina e minha capacidade de manter o ritmo de produção de conteúdo que sempre busquei oferecer aqui.   Por isso, tomei a difícil decisão de dar uma pausa no blog. Não posso garantir quando — ou se — retornarei. Neste momento, minha prioridade precisa ser cuidar da minha saúde e buscar qualidade de vida dentro das limitações que enfrento.   Quero agradecer imensamente a cada um de vocês que esteve comigo, que leu, comentou, compartilho...

Yokais-Aranha: nem todo yokai é fofinho!

  Descrição do vídeo Prepare-se para conhecer o yokai que não quer ser seu amigo — o Tsuchigumo , a aranha demoníaca do folclore japonês que dá arrepios e risadas nervosas. Neste vídeo, mergulhamos nas lendas clássicas do Nihon Shoki , nos bestiários de Toriyama Sekien e nas aparições bizarras em animes como Nura: Rise of the Yokai Clan e GeGeGe no Kitarō. Com humor ácido e uma dose de sarcasmo, mostramos por que o Tsuchigumo é o oposto da Jorōgumo sedutora: ele não finge ser charmoso — ele só quer te devorar. Você vai rir, se assustar e talvez repensar sua próxima caminhada nas montanhas japonesas. 👉 Inscreva-se para mais vídeos sobre yokais, mitologia japonesa e criaturas que não foram feitas para virar pelúcia.

O Dilema do Lucro Compartilhado: A Crise Estrutural dos Estúdios de Anime e o Modelo do Comitê de Produção!

  O Dilema do Lucro Compartilhado: A Crise Estrutural dos Estúdios de Anime e o Modelo do Comitê de Produção A indústria japonesa de animação, celebrada por seu crescimento global contínuo e pela capacidade de gerar franquias multibilionárias como Demon Slayer e One Piece , esconde uma profunda crise estrutural que atinge diretamente os estúdios de produção. Conforme revelado pelos relatórios de 2025, embora a receita total da indústria se mantenha em alta, impulsionada em grande parte pelo mercado internacional, os estúdios de animação operam sob o que é frequentemente chamado de "boom sem lucro" (TEIKOKU DATABANK, 2025). Ao analisar a temporada passada, percebi muitas séries com animações que fariam qualquer amador se envergonhar. Isso se deve a um fator cada vez mais evidente: a péssima distribuição de recursos para alguns estúdios. Veja a seguir. A raiz desse problema reside no modelo de negócios dominante: o Comitê de Produção (Seisaku Iinkai). Modelo de negócios que...