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Adeus

 Carta de Despedida Queridos leitores,   Escrevo estas linhas com o coração apertado, mas com a necessidade de ser transparente com todos vocês que me acompanharam ao longo desta jornada.   Nos últimos anos, venho enfrentando uma série de problemas de saúde que exigem atenção integral e cuidados constantes. Entre eles estão o diabetes com componente autoimune, hipotireoidismo, hipercolesterolemia, imunodeficiência e osteoporose grave, que já resultou em fraturas. Esses desafios têm impactado profundamente minha rotina e minha capacidade de manter o ritmo de produção de conteúdo que sempre busquei oferecer aqui.   Por isso, tomei a difícil decisão de dar uma pausa no blog. Não posso garantir quando — ou se — retornarei. Neste momento, minha prioridade precisa ser cuidar da minha saúde e buscar qualidade de vida dentro das limitações que enfrento.   Quero agradecer imensamente a cada um de vocês que esteve comigo, que leu, comentou, compartilho...

Concursos literários e inteligência artificial!

 

Concursos literários e inteligência artificial!

 


Continuando com o tema da semana passada, eu acredito que teremos que ter algumas alterações nos editais de concursos literários e, mesmo assim, não acredito que os editais possam ter ferramentas que protejam a lisura de um concurso. Na semana passada, pedi para o ChatGPT fazer uma poesia ao estilo haicai sobre animê e mangá, para ver se a inteligência sabia diferenciar esses tipos de arte. A poesia me surpreendeu de tão bem-feita e tão bem dentro do tema. O que impedirá o uso de I.A. em concursos literários? Quem poderá discernir se um poema foi feito por uma pessoa, ou por uma I.A.?

 

Eu já achava errado usar ferramentas de contagem de sílabas poéticas, mas, pelo menos, a criação do poema era humano. Agora que as máquinas (posso chamar de máquina?) possuem uma função que copia a “alma humana”, os concursos literários deveriam ter alguma restrição ao uso dessas ferramentas. Entretanto, mesmo que o edital proíba, como fiscalizar? Como diferenciar uma construção humana, de uma construção artificial?

 

Acredito que algumas pessoas sem nenhum pudor usarão a inteligência artificial para criar poemas, contos e histórias, ou para corrigir e aperfeiçoar os escritos feitos por eles. Deixará de ser um concurso para aferir a qualidade de um texto de um autor, ou para descobrir novos talentos. Acredito que teremos que nos acostumar com isso. É o primeiro passo para o futuro ao estilo de “The Gene of AI” (leia uma matéria no blog Sushi Pop) e que vença o melhor, seja máquina ou humano! 



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