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Reflexão sobre o Estado!

Quanto menor o Estado, mais o Estado pode fazer pelo que lhe resta de obrigação.

O Estado mais gordo, ou seja, um Estado que eu já considero obeso, deve cuidar apenas de:

1)    Segurança- Forças Armadas, Polícias (Militar, Civil, Federal), Tribunais de Justiça, ABIN e MP;
2)    Educação- Biblioteca Nacional, escolas e universidades (com co-participação do mercado);
3)    Saúde- Hospitais, Farmácia Popular e controle de remédios.


Imagina, um orçamento de 1,7 trilhão de reais (PIB de 2016) concentrado em apenas estes itens! O orçamento da União está diluído em muitos projetos e que não somam em nada para o desenvolvimento do país. Se reduzir a participação do Estado, ele pode se dedicar a fazer melhor o que se destina a realizar. Na segunda-feira, nós vimos o quão benéfico é para o país um mercado livre da interferência do Estado. Todos os grandes nomes da economia mundial tem seus mercados livres, portanto, são países que concentram sorrisos. Pense também que um Estado menor tem menos chances de corrupção e que um Estado menor influência menos negativamente na inflação, taxa de preço e valores. Um Estado menor consome menos, por isso, precisa de menos impostos. Com menos impostos, a produção cresce e a arrecadação do Estado cresce (clique). Menos pobreza, mais educação. Menos pobreza, mais felicidade! São muitos benefícios que me fazem acreditar na minha frase acima.



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Norman Doidge é psiquiatra, psicanalista e pesquisador da Columbia University Center of Psychoanlytic Training and Research, em New York, e também psiquiatra da Universidade de Toronto (Canadá). Ele é o autor deste livro que indico a leitura. O livro, segundo o próprio editor, “reúne casos que detalham o progresso surpreendente de pacientes” que demonstram como o cérebro consegue ser plástico e mutável. Pacientes como Bárbara que, apesar da assimetria cerebral grave, na qual existia retardo em algumas funções e avanço em outras, conseguiu se graduar e pós-graduar. Um espanto para quem promove a teoria de que o cérebro humano é um órgão estático, com pouca ou nenhuma capacidade de se adaptar. “ Creio que a ideia de que o cérebro pode mudar sua própria estrutura e função por intermédio do pensamento e da atividade é a mais importante alteração em nossa visão desse órgão desde que sua anatomia fundamental e o funcionamento de seu componente básico, o neurônio, foram esboçados pela p

Outros Papos indica uma pesquisa- I.A. e as mãos!

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