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O amor que vence!

O amor que vence,    Estações testemunham,    É fortaleza;    Abraça o amor, sempre,   Ele te defenderá.   Um clipe musical oficial feito para comemorar o encerramento da série. Achei lindo e a música é formidável! Mostra o final da série e o momento lindo em que a maldição enfim é quebrada e ambos podem se tocar pela primeira vez.  Traduzido do vídeo acima: --- Quer tocar, mas não pode ― O amor mútuo mais triste do mundo.   Finalmente, o anime de TV chega ao grandioso fim!   #TheDukeOfDeathAndHisMaid Bocchan e Alice comemoram o casamento 💍   Um vídeo de casamento que revisita a trajetória dos dois até agora foi lançado!   Você pode ouvir a versão arranjada da música tema de abertura da primeira temporada, "Full Moon and Silhouette Night ~Wedding Ver.~" em uma versão mais longa do que na série. ▼Versão completa de "Full Moon and Silhouette Night ~Wedding Ver.~"   [Link](https://lnk.to/74T9Mn6A)   Disponível a partir de 24/06 à meia-noite **Elenco:** - Bocchan: #Nat

Primavera 2014- Vencedores na opinião do Outros Papos!

Primavera 2014- Vencedores- TOP 5 e Menções Honrosas!

Estamos chegando ao fim de mais uma temporada! Na avaliação da temporada passada, por causa de muitas restrições minhas, apenas um animê foi selecionado como o vitorioso e este animê foi Witchcraft Works. Para esta temporada, vou ser mais flexível. O que vai contar pontos para as séries são os seguintes fatores: um enredo que seja interessante, uma direção que saiba entregar o enredo de maneira convincente, uma animação de qualidade e carisma, ou seja, que eu goste da série. Sim, em temporadas passadas eu selecionei até séries que não gostava muito, mas que tinham excelência em sua produção. Agora não, pois todas aqui são incríveis e eu me afeiçoei demais a elas todas!  Vamos lá!



1º Lugar - No Game, No Life de Yuu Kamiya



Sinopse: Dois irmãos neets, termo que significa “sem emprego, sem educação e sem treinamento”, mas muito habilidosos com jogos, são transportados para um mundo no qual todos os conflitos são resolvidos através de jogos. Lá, tornam-se soberanos!


A série chegou causando impacto por ser de um nipo-brasileiro. A minha primeira avaliação foi: “A motivação dos dois irmãos, que não se relacionam com ninguém, trancados em seus quartos, é muito convincente. Esta motivação é justificada pelo modo como os dois observam este mundo. É palpável que os dois se tranquem em seus quartos por acharem a realidade deles cruel, falha e sem sentido, tal qual um péssimo jogo já criado. Esta motivação, assim como a grande habilidade deles com o jogo (lógica pura, grande raciocínio e bom senso de observação) faz com que os dois se isolem. Isso não significa que sejam ruins, ao contrário, podemos observar nas atitudes deles muito carinho um pelo outro, bem como um certo senso de justiça, que não cai no maniqueísmo, mas se aproveita dele para interpretar corretamente a realidade”. E isso continuou a ser entregue em cada capítulo. A saber, a forma como Sora descreve a humanidade é tão atual que me espantei. Segundo ele, a humanidade é medíocre, mas, dentro desta mediocridade, existem indivíduos que se destacam, por isso, a humanidade deveria ser preservada, pois dela pode sair  seres geniais como a Shiro! Amar a humanidade é amar esta possibilidade de crescimento e genialidade! A humanidade, então, tem grande possibilidades e acreditar nessas possibilidades é acreditar em seres que se destacam. Uma visão incrível que nos foi repassada, pois várias séries nos trouxeram enredos em que a humanidade está um verdadeiro caos, sendo impossível acreditar nela, como em Black Bullet, mas esse fio de esperança na possibilidade da humanidade evoluir foi o grande trunfo deste enredo.


Além disso, a série manteve um ritmo interessante, sempre entregando um roteiro genial de forma positiva e eficiente. A direção também entregou uma animação linda, com cores quentes e fortes, tom humorístico peculiar, às vezes ofensivo e chocante, mas com referências dignas e homenagens hilárias a outras séries, como a Dora, a Dejiko e o Wryyyyy (os fortes entenderão).


Ou seja, começou forte e intenso e a direção terminou estes capítulos, referentes a esta temporada, com a mesma intensidade e genialidade, por isso, manteve o cinturão de Vencedor da Temporada de Primavera 2014 pelo blog Outros Papos!  







Sinopse: “Baseado no mangá de Dai Shiina, O Mundo Ainda é Lindo é um romance fantástico centrado em Nike Lemercier, a quarta princesa do Reino Dukedom, com os poderes únicos de invocar a chuva. Depois de perder um jogo de pedra papel ou tesoura com suas irmãs, ela tem que se casar com o rei do Reino Ensolarado, Livius I. Quando ela o encontra, descobre que ele ainda é uma criança, mesmo tento conquistado o mundo somente três anos antes de ascender ao trono. Mesmo eles sendo estranhos no começo, eles logo começam a se entender e desenvolvem laços emocionais” (CR).


Eu me enganei sobre os personagens. Apesar da Nike parecer com Lina Inverse, ela possui mais poesia e beleza em seu comportamento. Após alguns capítulos, a sombra da Lina Inverse (Slayers) deixa-a e ela começa a ter uma personalidade mais romântica, mais voltada para o otimismo, de que o mundo pode ser belo. Já Livius não possui mais qualquer referência à sua habilidade para governar, por isso, não pude reafirmar as características que poderiam ligar a personalidade dele com a de Alexandre- o grande. Entretanto, a construção da personalidade de Livius foi interessante. Um garoto com a responsabilidade de um homem, um coração frio que a chuva da Nike começa a mudar. Um relacionamento bem construído, na verdade!


Por isso, o enredo volta-se para o relacionamento de ambos e a construção do carinho e amor que os dois sentem. Passa a ser um seriado romântico focado na intimidade deste casal e suas aventuras.  Um amor complicado, pois existe forte resistência contra o casamento deles no início e, com isso, o enredo deu-nos boas lições sobre o ciúme- “O Ciúme em The World Is Still Beautiful”. Essa construção intimista me deixou a assistir a uma comédia romântica ideal, por isso, ela subiu de posição.








Sinopse CR: “"Ryuugajou Nanana no Maizoukin" fala sobre Jyugo Yama, um rapaz que foi deserdado por seu pai e forçado a se transferir para uma escola em uma ilha artificial. Ele começa a viver sozinho até que descobre que seu quarto é assombrado pelo fantasma de Nanana Ryuugajou. Ela foi assassinada dez anos atrás e não pode descansar em paz até que seu assassino seja encontrado. Antes de morrer, Nanana colecionou coisas do mundo todo e as escondeu na ilha. Jyugo e Nanana saem em busca desses tesouros para, assim, usar seus misteriosos poderes e encontrar o assassino”.


Eu não estava dando muita bola para essa série, até surgir a Tensai. Uma personagem na qual o autor resolveu colocar todo o carisma de um genial detetive. Sim, ela tem uma linha de construção de raciocínio semelhante a de Sherlock Holmes e não é uma dedução enganosa. Detesto enredos nos quais eu percebo a trama antes mesmo do detetive, e este enredo me trouxe uma detetive genial, que me mostra o caminho pelo qual seguir, ou seja, ela percebe coisas e deduz tão rápido quanto você. Com isso, fiquei interessado na série.


Já o enredo fica orientado na descoberta de tesouros e na tentativa de se descobrir o assassino de Nanana. Uma vez com humor, outra com ação, o enredo tenta nos mostrar esta realidade divertida que me fez lembrar, também, de Indiana Jones, e outros filmes semelhantes, mas sem o impacto que os mesmos possuem. Outra coisa que me encantou na série é a qualidade das cores. Cada olhar é uma joia preciosa diferente. Cores lindas que te deixam fisgado. O enredo, então, ganha força na qualidade da animação e na presença da Tensai, por isso, a série chegou ao terceiro lugar deste meu TOP.


4º Lugar- Baby Steps



Sinopse CR: “Baseado no mangá de Hikaru Katsuki, Baby Steps gira em torno de Eiichiro Maruo, um aluno exemplar que fica frustrado com a vida e resolve entrar no clube de tênis. Apesar de não ter experiência nem força física, ele usa sua tendência ao estudo para abordar o tênis de uma forma estratégica. Anotando os hábitos e tendências de seus oponentes, ele consegue prever o próximo movimento antes mesmo de eles agirem. Ele também encontra Natsu Takasaki, uma bela garota que ama tênis. Com a ajuda dela, ele resolve virar jogador profissional”.



Baby Steps ficou com o quinto lugar por mostrar um tênis absolutamente normal, ou seja, sem nenhuma jogada sobrenatural, cheia de KI ou elementos assim. Por essa proximidade com a realidade correta do tênis, a série ficou genial. Vale conferir!



Conclusão


Estas foram, na minha opinião, as melhores séries desta temporada. Captain Earth e Mushishi mantiveram uma boa média, mas foram engolidas por estas animações. Já Blade and Soul decaiu muito, tanto na animação, no enredo,  na justificativa da série e motivação dos personagens, por isso, larguei a série para lá em me concentrei nestas outras. Esta temporada foi uma das mais divertidas. 


Menções honrosas e aplausos para:


5º Lugar- Mushishi pela serenidade na direção.

6º Lugar- Jojo Bizarre Adventure pela forma "badass" de resolver as lutas e homenagens a filmes americanos.

7º Lugar- Captain Earth pelo equilíbrio da direção.

8º Lugar- Love Live pelas músicas belas e pela emoção.


Veja também:

Top 3 dos excluídos do Top 5 ou seja ficaram em 9º, 10º e 11º lugares respectivamente.  





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