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Adeus

 Carta de Despedida Queridos leitores,   Escrevo estas linhas com o coração apertado, mas com a necessidade de ser transparente com todos vocês que me acompanharam ao longo desta jornada.   Nos últimos anos, venho enfrentando uma série de problemas de saúde que exigem atenção integral e cuidados constantes. Entre eles estão o diabetes com componente autoimune, hipotireoidismo, hipercolesterolemia, imunodeficiência e osteoporose grave, que já resultou em fraturas. Esses desafios têm impactado profundamente minha rotina e minha capacidade de manter o ritmo de produção de conteúdo que sempre busquei oferecer aqui.   Por isso, tomei a difícil decisão de dar uma pausa no blog. Não posso garantir quando — ou se — retornarei. Neste momento, minha prioridade precisa ser cuidar da minha saúde e buscar qualidade de vida dentro das limitações que enfrento.   Quero agradecer imensamente a cada um de vocês que esteve comigo, que leu, comentou, compartilho...

Dragon Ball Z: Battle of Gods


 Dragon Ball Z: Battle of Gods



    Sinopse: Alguns anos após a batalha de Majin Buu, os deuses da criação, Wiss, e da destruição, Bills, se reúnem para buscar um equilíbrio no universo. Ao acordar de um longo período de sono e descobrir que o lorde galático Frieza foi derrotado por Son Goku, Bills desafia o Super Sayajin, que termina sendo facilmente derrotado. Cabe agora aos heróis descobrir uma maneira de parar o deus da destruição. Com argumento original do criador de Dragon Ball Z, Akira Toriyama, A batalha dos deuses é o primeiro longa-metragem da série em 17 anos e o primeiro filme (Retirado do site Ingresso). 

    O filme é uma grande homenagem ao universo de Dragon Ball. Akira Toriyama inseriu, neste filme, todas as características que fizeram dele um mestre do mangá, ou seja, humor, ação, conduta moral e enredo equilibrado. Inseriu características e elementos tanto de Dragon Ball, quanto de Dragon Ball Z, por isso, o tom do filme assemelha-se mais ao do início da saga, afinal, trata-se de um prelúdio para algo maior. Embora haja essa necessidade de contar o prelúdio, isso não deixa de lado as grandes batalhas que fizeram a fama da fase Z. Toriyama, então, conduz este filme com as tonalidades certas, brinca com o humor de sempre, e quebra paradigmas.


    Um dos principais paradigmas da série, principalmente da série Z, é o orgulho saiyajin. Neste filme, ele é retratado de uma forma diferente e esta diferença de tratamento, para este paradigma, insere na trama infinitas possibilidades e diversos novos caminhos. Existem outros dois paradigmas que foram quebrados, mas inserir análises sobre eles deixaria esta resenha imprópria para aqueles que almejam assistir, por isso, paro por aqui.


    O humor da série permanece sutil, simples e ingênuo. Talvez o grande erro deste filme foi ter errado em algumas piadas, que tornaram este filme mais infantil que os demais. Isso pode desagradar aos fãs da série, acostumados com a tensão de batalhas gigantescas que definiriam destinos de planetas e universos, mas não esqueçam que Dragon Ball sempre possuiu este tom ingênuo das piadas do mestre Akira. Aliás, estas piadas sempre estiveram presentes, basta ver o Sr. Satã na saga Cell e, mais adiante, na saga Majin Boo.


    O erro foi a edição do filme ter sido feita de forma a deixar o filme mais arrastado. Sobre a dublagem, ela continua sendo uma das melhores formas de acompanhar esta série e este filme. Uma qualidade muito boa, com boa tradução e ótimas atuações. Os personagens principais continuam com excelente tratamento e isso faz a diferença para a versão lançada no Brasil. Mais adiante, eu farei uma análise mais profunda sobre o filme.



Cotação: 3 Esferas do Dragão, pois é divertido, humano, abre novos caminhos para a série e possui todos os elementos clássicos, sendo que alguns foram revistos.  




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