Pular para o conteúdo principal

Adeus

 Carta de Despedida Queridos leitores,   Escrevo estas linhas com o coração apertado, mas com a necessidade de ser transparente com todos vocês que me acompanharam ao longo desta jornada.   Nos últimos anos, venho enfrentando uma série de problemas de saúde que exigem atenção integral e cuidados constantes. Entre eles estão o diabetes com componente autoimune, hipotireoidismo, hipercolesterolemia, imunodeficiência e osteoporose grave, que já resultou em fraturas. Esses desafios têm impactado profundamente minha rotina e minha capacidade de manter o ritmo de produção de conteúdo que sempre busquei oferecer aqui.   Por isso, tomei a difícil decisão de dar uma pausa no blog. Não posso garantir quando — ou se — retornarei. Neste momento, minha prioridade precisa ser cuidar da minha saúde e buscar qualidade de vida dentro das limitações que enfrento.   Quero agradecer imensamente a cada um de vocês que esteve comigo, que leu, comentou, compartilho...

Quando nos arrependemos de abandonar alguma série!


O ano está acabando. Como passou rápido. Muitos problemas, mas estamos seguindo em frente. Nesse fim de ano, queria deixar textos mais leves, então, vou apenas escrever como se estivesse em um café com amigos. Sei que os comentários estão desabilitados, por conta do vexame de não ter percebido que amigos estavam escrevendo e eu não estava sendo avisado dos comentários deles. Foi bem vergonhoso para mim. Entretanto, acredito que ano que vem eu vou liberar o espaço novamente, pois vou colocar alguém para me ajudar nisso. Vamos, então, ao monólogo! 😊

Em cada temporada, eu deixo de assistir alguma série por causa do enredo. É sempre o enredo que me faz assistir a uma série ou deixar de assisti-la. Entretanto, essa decisão de abandonar uma série não se sustenta para sempre para algumas séries que eu abandono. Eu acabo dando uma segunda chance para algumas, muito por conta dos spoilers que eu acabo pegando aqui e acolá. É, até nisso os spoilers me ajudam! Pensei em escrever sobre séries que abandonei e acabei retornando. O texto vai ter spoilers de séries antigas. Não venha reclamar depois! Aqui estão três delas:

Sword Art Online



A primeira temporada contou com o enredo de um capacete que aprisionava jogadores em um mundo virtual e que fritava o cérebro de jogadores que morriam no jogo, fazendo com que morressem na vida real. Achei muito besta, pois existem contramedidas para cada caso de sequestro e isso era um caso de sequestro. Invasão do sistema, através de hackers, para liberar os jogadores, ou desabilitar a função “frita-cérebro.exe”, seria uma medida possível. Abandonei a série por conta de não ter engolido isso.

Retornei na segunda temporada e fiz maratona da primeira temporada. Foi uma excelente surpresa, pois compreendi o interior dos personagens, a profundidade de seus medos e da mensagem que o autor estava passando de crescimento. Adorei, e ainda adoro, a Asuna que se comportou como uma guerreia, mas sem deixar de lado seu lado feminino. E, agora, com Alicization estou incrivelmente satisfeito com o aspecto técnico do animê, bem como do enredo que está nos mostrando um lado mais frágil do Kirito, tornando o cara mais humano.

The Fruit of Grisaia



Abandonei a série quando o Yuuji enterrou viva uma amiga dele, para mostrar para ela que ela desejava viver. Primeiro, a forma como ele a obrigou a enfrentar a morte é desumano. A morte por asfixia em um caixão é horrenda. Segundo, todos que almejam a morte passam por momentos de dúvida, e isso não significa que todos no fundo desejam viver. Terceiro, não se obriga um personagem a viver o enterrando em um caixão. É cruel além da conta. O Yuuji virou, naquele momento, o personagem mais b*B*ca da história. Depois fui aceitar a mensagem que aquele capítulo queria passar, de que temos que suportar nossa dor e sofrimento até que sejamos chamados para junto de Deus, ou seja, temos que carregar a nossa cruz.     

Retornei à serie quando vi que o Yuuji tinha virado menininha de traficante. Foi um momento de apreciar uma vingança e vê-lo sofrer. Sim, fui sádico! Depois, fui apreciando a série pelas meninas que ele protege e acabei assistindo a tudo e até ajudando no Kickstart quando os produtores da série pediram para financiar um projeto deles.

Love Live



Acreditem, eu abandonei a série após o último capítulo da primeira temporada. Eu não gosto muito quando misturam comédia e drama. Para mim, é como misturar um sabor azedo a um sabor salgado. Não gosto mesmo!

Depois, fui jogar o jogo para celular e fui vendo cenas aleatórias pelo youtube. O negócio foi atraindo minha atenção.  O resultado é que retornei ao fim da segunda temporada e acabei fazendo uma maratona da primeira. Agradeço a mim mesmo ter retornado 😊 , pois acabei vendo um dos mais lindos clipes musicais da história!  

Postagens mais visitadas deste blog

O Processo de Produção de Animes: Um Olhar Sobre os Comitês e o Caso da Bandai Namco, com um Toque de Ironia Leve!

O Processo de Produção de Animes: Um Olhar Sobre os Comitês e o Caso da Bandai Namco, com um Toque de Ironia Leve No mundo dos animes, onde heróis salvam o dia com robôs gigantes ou idols dançando em sincronia perfeita, por trás das telas há uma máquina burocrática que faz tudo funcionar — ou pelo menos tenta, sem derrubar o orçamento no processo. Os comitês de produção , esses consórcios empresariais japoneses, operam como um time de futebol onde todos querem chutar a bola, mas ninguém quer pagar pelo estádio inteiro. Este artigo explora o passo a passo dessa engrenagem, com foco em orçamentos e prazos que parecem saídos de uma comédia de erros, e destaca a Bandai Namco Filmworks , uma veterana que transforma ideias em impérios de mercadorias. Afinal, em um setor onde 70% das séries mal se pagam no curto prazo, o humor está em sobreviver para contar a história. O modelo de comitê surgiu nos anos 1980 e 1990, após a bolha econômica japonesa ensinar uma lição dura: dividir riscos é mel...

Adeus

 Carta de Despedida Queridos leitores,   Escrevo estas linhas com o coração apertado, mas com a necessidade de ser transparente com todos vocês que me acompanharam ao longo desta jornada.   Nos últimos anos, venho enfrentando uma série de problemas de saúde que exigem atenção integral e cuidados constantes. Entre eles estão o diabetes com componente autoimune, hipotireoidismo, hipercolesterolemia, imunodeficiência e osteoporose grave, que já resultou em fraturas. Esses desafios têm impactado profundamente minha rotina e minha capacidade de manter o ritmo de produção de conteúdo que sempre busquei oferecer aqui.   Por isso, tomei a difícil decisão de dar uma pausa no blog. Não posso garantir quando — ou se — retornarei. Neste momento, minha prioridade precisa ser cuidar da minha saúde e buscar qualidade de vida dentro das limitações que enfrento.   Quero agradecer imensamente a cada um de vocês que esteve comigo, que leu, comentou, compartilho...

Yokais-Aranha: nem todo yokai é fofinho!

  Descrição do vídeo Prepare-se para conhecer o yokai que não quer ser seu amigo — o Tsuchigumo , a aranha demoníaca do folclore japonês que dá arrepios e risadas nervosas. Neste vídeo, mergulhamos nas lendas clássicas do Nihon Shoki , nos bestiários de Toriyama Sekien e nas aparições bizarras em animes como Nura: Rise of the Yokai Clan e GeGeGe no Kitarō. Com humor ácido e uma dose de sarcasmo, mostramos por que o Tsuchigumo é o oposto da Jorōgumo sedutora: ele não finge ser charmoso — ele só quer te devorar. Você vai rir, se assustar e talvez repensar sua próxima caminhada nas montanhas japonesas. 👉 Inscreva-se para mais vídeos sobre yokais, mitologia japonesa e criaturas que não foram feitas para virar pelúcia.