segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

Quando nos arrependemos de abandonar alguma série!


O ano está acabando. Como passou rápido. Muitos problemas, mas estamos seguindo em frente. Nesse fim de ano, queria deixar textos mais leves, então, vou apenas escrever como se estivesse em um café com amigos. Sei que os comentários estão desabilitados, por conta do vexame de não ter percebido que amigos estavam escrevendo e eu não estava sendo avisado dos comentários deles. Foi bem vergonhoso para mim. Entretanto, acredito que ano que vem eu vou liberar o espaço novamente, pois vou colocar alguém para me ajudar nisso. Vamos, então, ao monólogo! 😊

Em cada temporada, eu deixo de assistir alguma série por causa do enredo. É sempre o enredo que me faz assistir a uma série ou deixar de assisti-la. Entretanto, essa decisão de abandonar uma série não se sustenta para sempre para algumas séries que eu abandono. Eu acabo dando uma segunda chance para algumas, muito por conta dos spoilers que eu acabo pegando aqui e acolá. É, até nisso os spoilers me ajudam! Pensei em escrever sobre séries que abandonei e acabei retornando. O texto vai ter spoilers de séries antigas. Não venha reclamar depois! Aqui estão três delas:

Sword Art Online



A primeira temporada contou com o enredo de um capacete que aprisionava jogadores em um mundo virtual e que fritava o cérebro de jogadores que morriam no jogo, fazendo com que morressem na vida real. Achei muito besta, pois existem contramedidas para cada caso de sequestro e isso era um caso de sequestro. Invasão do sistema, através de hackers, para liberar os jogadores, ou desabilitar a função “frita-cérebro.exe”, seria uma medida possível. Abandonei a série por conta de não ter engolido isso.

Retornei na segunda temporada e fiz maratona da primeira temporada. Foi uma excelente surpresa, pois compreendi o interior dos personagens, a profundidade de seus medos e da mensagem que o autor estava passando de crescimento. Adorei, e ainda adoro, a Asuna que se comportou como uma guerreia, mas sem deixar de lado seu lado feminino. E, agora, com Alicization estou incrivelmente satisfeito com o aspecto técnico do animê, bem como do enredo que está nos mostrando um lado mais frágil do Kirito, tornando o cara mais humano.

The Fruit of Grisaia



Abandonei a série quando o Yuuji enterrou viva uma amiga dele, para mostrar para ela que ela desejava viver. Primeiro, a forma como ele a obrigou a enfrentar a morte é desumano. A morte por asfixia em um caixão é horrenda. Segundo, todos que almejam a morte passam por momentos de dúvida, e isso não significa que todos no fundo desejam viver. Terceiro, não se obriga um personagem a viver o enterrando em um caixão. É cruel além da conta. O Yuuji virou, naquele momento, o personagem mais b*B*ca da história. Depois fui aceitar a mensagem que aquele capítulo queria passar, de que temos que suportar nossa dor e sofrimento até que sejamos chamados para junto de Deus, ou seja, temos que carregar a nossa cruz.     

Retornei à serie quando vi que o Yuuji tinha virado menininha de traficante. Foi um momento de apreciar uma vingança e vê-lo sofrer. Sim, fui sádico! Depois, fui apreciando a série pelas meninas que ele protege e acabei assistindo a tudo e até ajudando no Kickstart quando os produtores da série pediram para financiar um projeto deles.

Love Live



Acreditem, eu abandonei a série após o último capítulo da primeira temporada. Eu não gosto muito quando misturam comédia e drama. Para mim, é como misturar um sabor azedo a um sabor salgado. Não gosto mesmo!

Depois, fui jogar o jogo para celular e fui vendo cenas aleatórias pelo youtube. O negócio foi atraindo minha atenção.  O resultado é que retornei ao fim da segunda temporada e acabei fazendo uma maratona da primeira. Agradeço a mim mesmo ter retornado 😊 , pois acabei vendo um dos mais lindos clipes musicais da história!  

Nota DEZ- Echidna!

  Nota DEZ! Apenas um nota DEZ hoje. Echidna foi a personagem feminina mais incrível dessa temporada. Ela não apenas lidou com as outras bru...