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As redes sociais em uma guerra da informação


Redes sociais em uma guerra social!



É inquestionável que estamos vivendo em um ambiente no qual a informação passou a ser mais importante que o ouro em época de guerra. A informação tornou-se mais importante que qualquer outra coisa e, por isso, existe uma guerra para ver quem é que comanda, quem domina a informação.

Dentro deste contexto de guerra, coronel José Antônio Henrique Dinis[1] explica: “Na era da informação, em que se vive nos países mais desenvolvidos, a informação considera-se um “factor de produção”, aliada ao “capital” e ao “trabalho” da era industrial. No contexto de uma economia e uma sociedade baseada na inovação e no conhecimento, a informação tem um valor vital6.

A informação apresenta-se numa realidade, como fazendo parte das faces de uma mesma moeda. Numa das faces mostram-se as suas características de natureza competitiva, e na outra os aspectos que pode tomar quanto a aspectos de natureza conflitual, onde a segurança assume uma importância relevante.

A quantidade de “informação” e de “conhecimento” apresentam cada vez mais valor, no tipo de sociedade actual referida aos países mais desenvolvidos tecnologicamente. Nestes países, a “guerra de informação”, analisada em sentido lato7, afecta de uma forma geral todas as actividades centradas em rede8, desde o nível individual ou doméstico até ao nível transnacional, num contexto de internacionalização e globalização em que se vive.”

A guerra pelo controle da informação está tomada em diversas frentes, sendo que a grande mídia, aliada a muitos setores do judiciário brasileiro, está se esforçando para ter a hegemonia. Infelizmente, é notório o controle das redações, da grande maioria das revistas e jornais, por um grupo que almeja alcançar seus objetivos e que possui uma visão mais centrada à esquerda do espectro político. Eu fiz Comunicação Social, com bacharelado em Jornalismo, e vários de meus professores atestaram para esse fato. As redações estão tomadas por pessoas com afinidade mais à esquerda.

Marcelo Faria (ILISP) Nos programas que “formam opinião”, tudo o que temos é um grande chá das cinco com a mesma visão de mundo – de esquerda – discordando apenas do nível de intromissão que o estado e o politicamente correto devem ter na vida dos brasileiros, se muito alto ou “apenas” alto.

Esse cenário seria trágico se não fosse um contrapeso: as redes sociais. Por seu intermédio, a pessoa comum não apenas consegue se expressar e se fazer ouvir, mas, também, consegue se informar através de outras fontes que são ignoradas pela mídia tradicional. A informação não passa pela estrutura moldada das redações e consegue chegar pura ao usuário das redes sociais. Dessa forma, o poder de influência da mídia de massa se reduz. O usuário das redes sociais consegue perceber, através de outros usuários, que um determinado ponto de uma matéria é verdadeiro ou não. Daí o medo das redações que tentam dominar a comunicação, alegando que as redes sociais são dominadas por fake news. Elas mesmo são propagadoras de fake news.

Redes sociais

Então, é necessário que mais pessoas conheçam e se inscrevam em redes sociais para que esse contrapeso se torne mais eficiente e quebre a tentativa de adulterar uma narrativa em benefício de uma visão política mais à esquerda. Por isso, eu te convido a se inscrever em redes sociais e a seguir contas de outros usuários que tenham a credibilidade necessária para vencer o domínio das redações tradicionais (Veja, Folha, UOL, entre outras).

A rede que mais uso é o Twitter, pois é informação rápida e certeira. Inclusive, todos os políticos têm uma conta, fazendo com que você não precise da velha mídia para e manter devidamente informado. Então, aconselho a todos a se inscreverem em redes sociais para que possam conhecer a informação e ser, você mesmo, o condutor da informação pura e verdadeira.  



[1] Revista Militar, no site: <https://www.revistamilitar.pt/artigo/401>

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