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Adeus

 Carta de Despedida Queridos leitores,   Escrevo estas linhas com o coração apertado, mas com a necessidade de ser transparente com todos vocês que me acompanharam ao longo desta jornada.   Nos últimos anos, venho enfrentando uma série de problemas de saúde que exigem atenção integral e cuidados constantes. Entre eles estão o diabetes com componente autoimune, hipotireoidismo, hipercolesterolemia, imunodeficiência e osteoporose grave, que já resultou em fraturas. Esses desafios têm impactado profundamente minha rotina e minha capacidade de manter o ritmo de produção de conteúdo que sempre busquei oferecer aqui.   Por isso, tomei a difícil decisão de dar uma pausa no blog. Não posso garantir quando — ou se — retornarei. Neste momento, minha prioridade precisa ser cuidar da minha saúde e buscar qualidade de vida dentro das limitações que enfrento.   Quero agradecer imensamente a cada um de vocês que esteve comigo, que leu, comentou, compartilho...

Prêmio Cultura Nacional 2017

Acadêmica
Real Academia de Letras
VIRGINIA ELISABETH N. RAYMUNDO






Virginia Elisabeth Nicolau Raymundo

Bacharel em Direito pelo Centro Universitário Euro-Americano (UNIEURO).
Especialista em Direito Tributário e Finanças Públicas, pelo Instituto Brasiliense de Direito Público -IDP.
Mestranda em Direito Econômico, Financeiro e Tributário na Universidade Católica de Brasília – UCB.
Língua Espanhola pelo instituto de Cultura Hispânica de Brasília.
Acadêmica Correspondente da Real Academia de Letras do Brasil- cadeira 106.

Obras

Terceiro Setor e Tributação- Volume 6 – Artigo “A Integração da Sociedade Civil no Terceiro Setor”. Editora Forense, Rio de Janeiro, 2014. Trata-se de obra coletiva de diversos estudos, fruto do grupo de pesquisas “Terceiro Setor, Tributação Nacional e Internacional.”
XVI Prêmio Cultura Nacional 2016, Real Academia de Letras, Rio Grande do Sul, 2016.


*****

Antepassados- Raiz e Amor.

Quando de minha participação no XVI Prêmio Cultura Nacional 2016, versei sobre meus antepassados, que são minhas raízes e toda a gratidão e amor que sinto por eles.


Neste espaço a mim reservado, darei continuidade ao tema, que me parece muito importante.




Acredito que somos a construção genética e espiritual de todos os nossos ancestrais. Trazemos no nosso sangue toda uma história, não só biológica, mas, também, emocional. Creio que nossa espiritualidade é uma herança das experiências de todos aqueles que nos antecederam neste plano físico no qual vivemos.  Histórias que se repetem e destinos  que se assemelham. Estradas que conduzem a um mesmo ponto. Seria isso uma “tatuagem” que passa de geração em geração? Porque pessoas que não tiveram a oportunidade de conviver, em razão do lapso temporal, que as separaram, teriam um mesmo destino fim? São perguntas que não calam em minha mente.

Acredito que o homem nasce livre, para construir seu próprio destino, através de suas habilidades e capacidades intelectuais e emotivas. Nossa Bíblia Sagrada afirma isso quando diz que Deus deu ao homem o livre arbítrio. É o que está escrito em Gálatas, capítulo 5, versículo 1: “é para que sejamos homens livres que Cristo nos libertou.” Tendo assim o homem nascido livre perante Deus, e perante esta sociedade, que vivemos aqui no Brasil, porque, então, estaríamos condenados a repetir histórias que já passaram?

 São muitas as correntes filosóficas, doutrinárias e religiosas, que tentam dar a isso uma explicação. Para uns seria destino, para outros seria reencarnação, para outros tantos seria carma. Eu acredito no pensamento pregado pela Seicho-No-Ie de que, através da gratidão e do amor aos nossos antepassados, possamos nos libertar do destino indesejado, do carma maléfico, das dívidas de encarnações passadas. O amor liberta ainda mais que  a verdade.

Creio que a oração de gratidão, e de perdão, a todos os nossos ancestrais, seja a chave para uma nova vida liberta das amarras do passado. Só através da oração para perdoar, aqueles que no passado nos magoaram, e foram magoados, seja a saída para a liberação de possíveis espíritos sofredores, que não conseguem alcançar a luz, porque ficaram presos pelo ódio, pela injustiça e pela mágoa. O amor nesse sentido manifesta o pleno conhecimento da salvação. Amor que manifestamos em gratidão aos antepassados.

“Nossa vida tem origem na fonte divina e, através  das sucessivas vidas dos antepassados, tem registrada a totalidade das experiências em nosso subconsciente, aprendendo-as  num único ponto que é o agora. Ao mesmo tempo, trata-se de que evoluirá pela eternidade no futuro. Nossa vida atual não existiria sem considerar a vida dos nossos antepassados”. TANIGUCHI, Masaharu, Imagem Verdadeira e Fenômeno, 1ª edição, capítulo: Compreensão da Visão de Deus, segundo a Seicho-No-Ie, página 119.

É o que creio! É o que venho tentando para melhorar a qualidade de vida dos que aqui estão, dos que estão por vir, e daqueles que já partiram para o mundo espiritual.

Nas palavras contidas no livro de Eclesiastes, capitulo 3, “Para tudo há um tempo  e um propósito debaixo do céu, tempo de nascer, tempo de morrer, tempo de plantar, tempo de colher, tempo de chorar e tempo de sorrir.” E penso que o tempo do perdão, e da libertação, se dará através da oração de gratidão aos nossos antepassados.

Encerro estas breves considerações citando provérbios capíitulo 4, versículo  18, “mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito.”








Todas as fotos editadas com Facy Camera, Makeup Plus e Woman day Photo Frames.
























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