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Adeus

 Carta de Despedida Queridos leitores,   Escrevo estas linhas com o coração apertado, mas com a necessidade de ser transparente com todos vocês que me acompanharam ao longo desta jornada.   Nos últimos anos, venho enfrentando uma série de problemas de saúde que exigem atenção integral e cuidados constantes. Entre eles estão o diabetes com componente autoimune, hipotireoidismo, hipercolesterolemia, imunodeficiência e osteoporose grave, que já resultou em fraturas. Esses desafios têm impactado profundamente minha rotina e minha capacidade de manter o ritmo de produção de conteúdo que sempre busquei oferecer aqui.   Por isso, tomei a difícil decisão de dar uma pausa no blog. Não posso garantir quando — ou se — retornarei. Neste momento, minha prioridade precisa ser cuidar da minha saúde e buscar qualidade de vida dentro das limitações que enfrento.   Quero agradecer imensamente a cada um de vocês que esteve comigo, que leu, comentou, compartilho...

O que espero do novo presidente?



Depois de tudo que eu andei expondo, após o impeachment da Dilma, já fica evidente o tipo de governo que eu acredito que vá ajudar o Brasil a superar a crise econômica, voltar a crescer, gerar emprego e melhorar a condição de vida de cada brasileiro. Fiquei, então, imaginando o que eu gostaria que o presidente do Brasil, que será eleito em 2018, fizesse de fato e que o seu sucessor próximo mantivesse. Sim, não adianta um presidente realizar e outro desfazer. Isso geraria uma crise ainda pior. Seria como duas pessoas dentro de um barco furado. Enquanto uma tira a água, a outra coloca de novo. É preciso que se tenha continuidade nos atos, por isso, ambas as pessoas devem retirar a água do barco e tampar o furo. Isso se chama estabilidade!

O que eu vou escrever é o que eu considero ideal. Se o presidente fizer mais que isso, ele me surpreenderá. Se ele fizer menos, vou considerar medíocre. Simples assim. Claro, para isso, ele deverá ter apoio do Congresso e maioria para sustentar suas decisões. Não são decisões difíceis, mas são decisões que irão requerer coragem. Vamos começar.

Economia

1-    Redução de impostos, taxas e contribuições, tanto federais como estaduais, para abaixo de 20% do PIB. Com menos impostos, maior será o crescimento econômico e melhor será a arrecadação do Estado.
2-    Extinção do imposto de importação. A desculpa deste imposto é o de proteger a indústria nacional. A teoria é que a nossa indústria deveria ter se fortalecido com esse imposto e isso não aconteceu. Nossa indústria se acomodou. A extinção deste imposto irá colocar nossa indústria nos trilhos, com um choque da explosão de uma bolha econômica incômoda. A indústria poderia se favorecer disso e importar maquinários e serviços com melhor tecnologia e, assim, se desenvolver.
3-    O retorno do câmbio com lastro, chamado Currency Board (leia). Chega desse câmbio flutuante. A cada crise política, ou financeira, o dólar samba na nossa cara e quase passa dos 4 reais. Com o dólar em alta, nossas importações sofrem e nossas exportações ficam em outra bolha ilusória. O lastro em dólar impediria uma perda agressiva do valor do Real. Conseguindo manter o valor do Real a quase 2 dólares, manteríamos a vantagem das exportações, mas promoveríamos o aumento das importações.
4-    Alteração nas ações do Banco Central para se ajustar ao novo Currency Board.
5-  Extinção do BNDES e os valores ainda não pagos pelas empresas negociados na justiça. Ele cria uma bolha econômica ilusória e muito prejudicial para as taxas de juros. Eliminando o BNDES, tornaremos nossas taxas de juros mais reais e, portanto, teremos taxas menores.
6-   Redução dos entraves para se abrir uma empresa. Se conseguirmos agir para tornar mais rápida a abertura de uma empresa, mais chances teremos de formalizar trabalhos e serviços e fazer o Brasil crescer com a ação de empreendedores. Menos Estado, mais mercado!







Executivo

1-    Extinção de ministérios. Manteria apenas os seguintes ministérios: Fazenda, Agricultura, Educação, Saúde, Defesa e Justiça. Cultura seria uma secretaria dentro de Educação, assim como o “Relações Exteriores” seria uma pasta dentro da Defesa.   
2-  Maior controle nos gastos públicos, fornecendo ferramentas para desburocratizar o Estado. A burocracia faz o Estado gastar mais. Otimizar a organização do Estado impediria o gasto e, também, o desvio de recursos.
3-    Fiscalizar com maior eficiência. O Estado perde 200 bilhões de reais ao ano com a corrupção (leia).
4-    Privatizar os Correios, a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil e o que mais ainda estiver em posse do Estado e que não esteja compreendido dentro da proteção dos ministérios acima citados. O Estado não precisa ser dono de nada, pois, sendo dono, impede o desenvolvimento da instituição.
5-    Reforçar ao Legislativo o “10 Medidas Contra a Corrupção” do MP e fazê-lo virar lei.

Judiciário


1-    Desvincular o STF, o MP e o STJ do poder público. Seus membros serão escolhidos mediante concurso de provas e títulos e não mais por nomeação em lista. Todos os cargos seriam escolhidos por provas e títulos.

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