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Adeus

 Carta de Despedida Queridos leitores,   Escrevo estas linhas com o coração apertado, mas com a necessidade de ser transparente com todos vocês que me acompanharam ao longo desta jornada.   Nos últimos anos, venho enfrentando uma série de problemas de saúde que exigem atenção integral e cuidados constantes. Entre eles estão o diabetes com componente autoimune, hipotireoidismo, hipercolesterolemia, imunodeficiência e osteoporose grave, que já resultou em fraturas. Esses desafios têm impactado profundamente minha rotina e minha capacidade de manter o ritmo de produção de conteúdo que sempre busquei oferecer aqui.   Por isso, tomei a difícil decisão de dar uma pausa no blog. Não posso garantir quando — ou se — retornarei. Neste momento, minha prioridade precisa ser cuidar da minha saúde e buscar qualidade de vida dentro das limitações que enfrento.   Quero agradecer imensamente a cada um de vocês que esteve comigo, que leu, comentou, compartilho...

Mané Garrincha será privatizado! Um poeminha em homenagem a isso!

Coisa pública,
Não é do governo, não!
Sim, é do povo!



Um haikai simples, até ingênuo. Veja esta matéria- Mané Garrincha deve ser privatizado! Mais um legado da Copa, um elefante branco! O valor da construção do novo Mané Garrincha foi de R$1,4 bilhão. Até o presente momento, o estádio deu  lucro de R$1,7 milhão, porque teve custo de 1,5 milhão de reais e rendeu 3,2 milhões (receita – despesa =  lucro)! Considerando-se esta quantia, o estádio não conseguirá se pagar nem em 30 anos! E ainda tem o Secretário Extraordinário da Copa no Distrito Federal, Cláudio Monteiro, que desabafa e afirma: "A Copa serviu para valorizar ainda mais o Mané, é uma pena que ainda haja quem pense que se trata de um elefante branco”.


Acho que o secretário desconhece o conceito de um “elefante branco”. Segundo a wikipédia, “elefante branco é uma expressão idiomática para uma posse valiosa da qual seu proprietário não pode se livrar e cujo custo (em especial o de manutenção) é desproporcional à sua utilidade ou valor”.  Ora, senhor secretário, um estádio que não paga o que foi gasto em sua construção é um elefante branco. E o governo, para não ficar com este mamute encalhado nas próprias despesas, vai passa-lo adiante e tentar arrecadar a quantia do empresário desavisado que o comprar. Acredito que a licitação nem chegue perto de 1 bilhão de reais, pois nenhum empresário vai aceitar pagar isso sem a garantia de retorno.



O estádio é de Brasília, é do povo brasileiro e o governo o trata como se fosse propriedade dele, quando, na verdade, ele apenas o resguarda para o povo. Agora, vai repassar para a iniciativa privada. Mais um legado da Copa, não é mesmo Teo José?

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