Pular para o conteúdo principal

Paraymun, o guru! Texto descontraído!


Paraymun o guru fajuto!

A capa foi sugestão minha e predisse, já em 2013, as condições de nossa política atual. 😃


Em 2003, quando registrei na Biblioteca Nacional meu primeiro trabalho, escolhi brincar com as sílabas de meu nome e criei um anagrama que lembra um nome indiano. Surgiu daí o meu pseudônimo: Paraymun Radoede Motrick. Brinquei e disse que parecia o nome de um guru.





Em 2004, o "guru" registrou o “Apocalipse: Brasília!” que seria editado futuramente (2013) pela editora Perse.  Neste livro, escrevi uma adivinhação: “O distúrbio magnético pela súbita aceleração do magma no interior da Terra, provocando eletricidade estática, que causou o ‘efeito clarão’, que os loucos religiosos dizem ter sido consequência do poder de Deus, deve ter afetado o sonar destes animais. (...) Já perceberam que, após a aceleração do interior do planeta, os dias estão mais curtos?”. Podem achar estes trechos nas páginas 89 e 90.



Então, fui ler, recentemente, um artigo de Thiago Perin[1], para a Superinteressante, que não é recente, pois data de 2016, mas era recente para mim, que dizia: “Nem se anime: isso não significa que a sexta-feira vai chegar mais cedo. Quer dizer, até vai, mas você não vai notar a diferença. O pessoal da Nasa contou que, após o terremoto de magnitude 8,9 que atingiu o Japão na última sexta, 11, os dias estão um pouquinho mais curtos. Um pouquinho mesmo: 1,6 microssegundos. Eles explicam que os tremores causam leves deslocamentos da massa da Terra em direção ao centro do planeta, o que altera a velocidade da sua rotação. Mas calcule aí que cada microssegundo equivale a um milionésimo de segundo e você percebe que, na prática, não muda nada. Mesmo assim, o tempo estar passando mais rápido não é das piores notícias para começar uma segunda-feira, né?”


Eita, "guru" da peste!



Bienal de São Paulo

Notem que o texto acima é apenas uma brincadeira, uma forma descontraída para anunciar, de forma despretensiosa, que o livro estará presente na Bienal do Livro de São Paulo, no estande da editora Perse. Caso esteja na bienal, dê uma passadinha lá e compre o livro. Quem sabe você ache mais alguma premonição do "guru" Paraymun. 😉


Caso não consigam ir ao evento, podem achar o livro nos links abaixo, bastando clicar neles.

Loja da Perse (impresso sob demanda, ePub e PDF)
Amazon (Kindle)
Amazon (impresso sob demanda, direto dos EUA)




[1] Super Abril: <https://super.abril.com.br/blog/cienciamaluca/terremoto-do-japao-deixou-os-dias-mais-curtos/>

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Diego Rox e o Jardim das Borboletas

Diego Rox e o Jardim das Borboletas
Como sabem, sou inscrito do canal do Nando Moura, ou seja, sou um dos “bots” do canal. Sobre este assunto, está até engraçado. Vou escrever sobre isto antes de entrar no assunto. Os adversários que temem a verdade nos ofendem com termos que não condizem com nosso real comportamento. Ficou engraçado, porque, se juntarmos todas as ofensas em uma frase, eu acabo virando um “robô, com recurso de bot, nazista e fascista, que não gosta de odores fortes”, por isso, está engraçado ver esta situação. Fui reduzido a um robô Windows 10, que não gosta de pum.
Ao assunto. Através do vídeo do Nando, sobre o uso de bots, eu acabei conhecendo o canal do Diego Rox. Veja um vídeo abaixo. Ele parece ter uma agenda parecida com a do Nando Moura, isto é, ele é cristão, pois acredita em Deus e em Cristo, prega ação contra a corrupção, homenageia os verdadeiros heróis anônimos, é caridoso e defende a liberdade. Uma agenda que também me aproxima dele, por isso, hoje, esto…

Cavaleira ou Amazona? Veja a resposta!

Amazona ou Cavaleira?
    Em meu tempo de colégio, nas décadas de 80 e 90, nos foi ensinado que o feminino de cavaleiro seria amazona. Em uma prova, um colega marcou o feminino de cavaleiro sendo cavaleira e foi repreendido. Desta forma, fixei amazona como o feminino correto para o termo em questão, ou seja, mulher que anda a cavalo. Ao assistir Walkure Romanze, eu me deparei com a palavra cavaleira e me questionei. Inclusive, alertei-os para a forma que eu julgava correta, mas sem retorno positivo. Deste modo, fui pesquisar para ver se a expressão estaria correta.


    Nestas pesquisas, encontrei um professor que prontamente me respondeu a esta questão. O caso estava solucionado com uma bela lição que, agora, repasso a vocês. Com a palavra o professor Ari Riboldi.
    No meu tempo de estudante, no ensino primário e no ginásio, também se aprendia assim: cavaleiro (masc.), amazona (fem); cavalheiro (masc.), dama (fem.). No entanto, os dicionários registram o termo 'cavaleira' …

Será o Veredito?!

Canal Será o Veredito?!
Foi a primeira recomendação do Youtube que gostei de ter recebido. Sobre o canal: “O Direito tá na mídia! O Direito tá na moda! Um juiz de direito se torna celebridade nacional. Tribunais transmitem suas sessões ao vivo pela televisão. Os meios de comunicação não se cansam de veicular notícias jurídicas. Mas, o mundo jurídico possui formalidades que dificultam a compreensão dos seus temas pelo cidadão que não tem formação no direito. Muito se fala; pouco se explica. Por isso surgiu o "Será o Veredito!?". Um canal que traz informações sobre o direito com uma linguagem simples, clara e objetiva.”



O primeiro vídeo que vi desse canal foi uma resposta ao Bugalho. Uma resposta baseada em livros, mostrando a fonte de seu conhecimento e minando, com ótimos argumentos, a posição de seu opositor. Todos os vídeos que assisti foram assim, com a fonte de leitura em mãos. Ele já se disse de centro-direita, o que o faz ser um aliado natural da liberdade e da proprie…