Verso 1 Ele andava só, entre sombras e silêncio Com olhos que evitavam o mundo lá fora Carregava o peso de um rosto fechado Mas por dentro, havia um coração que implorava por agora Pré-refrão E então ela chegou com um sorriso doce Feito aroma de primavera em meio ao frio Com palavras simples, ela abriu janelas E ele viu que o mundo não era só vazio Refrão Flores no inverno , brotam devagar Com cada gesto, ele aprende a amar Entre muros e medos, ele se desfaz E descobre que crescer é deixar pra trás Verso 2 Os amigos vieram, como raios de sol Mostrando que laços podem ser reais Ele que nunca ousou confiar Agora ri, tropeça, e quer tentar mais Pré-refrão Ela não o salvou, só o enxergou E isso bastou pra ele florescer ...
Estou assistindo “Cells at Work” e relembrando minhas aulas de histologia, citologia e embriologia. Em um determinado momento, assistindo ao episódio 3, tive uma iluminação para explicar uma coisa interessante. Na série, o nosso corpo é representado como uma cidade. Ele possui estruturas e habitantes (células) que trabalham para o bem do organismo (cidade). Dentro do pequeno ecossistema orgânico, estando tudo em equilíbrio, a cidade e seus habitantes prosperam. Prosperidade garantida pelas células de defesa e isso nos ensina, também, como a proteção de fronteiras é importante! Em determinados momentos, como em um corte de pele (o primeiro muro que impede a invasão), o ecossistema pode ser invadido por germes, vírus, ou bactérias, que tirarão o equilíbrio do sistema e poderão levar o corpo à morte. O site Biomania [1] detalha os eventos que ocorrem no corpo quando mesmo é invadido : “Um agente invasor, ao entrar no organismo, gera um mecanismo de defesa, a resposta im...