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Adeus

 Carta de Despedida Queridos leitores,   Escrevo estas linhas com o coração apertado, mas com a necessidade de ser transparente com todos vocês que me acompanharam ao longo desta jornada.   Nos últimos anos, venho enfrentando uma série de problemas de saúde que exigem atenção integral e cuidados constantes. Entre eles estão o diabetes com componente autoimune, hipotireoidismo, hipercolesterolemia, imunodeficiência e osteoporose grave, que já resultou em fraturas. Esses desafios têm impactado profundamente minha rotina e minha capacidade de manter o ritmo de produção de conteúdo que sempre busquei oferecer aqui.   Por isso, tomei a difícil decisão de dar uma pausa no blog. Não posso garantir quando — ou se — retornarei. Neste momento, minha prioridade precisa ser cuidar da minha saúde e buscar qualidade de vida dentro das limitações que enfrento.   Quero agradecer imensamente a cada um de vocês que esteve comigo, que leu, comentou, compartilho...

Covid War: Henry Ford Health System

Covid War- Estudo da Henry Ford Health System


Treatment with hydroxychloroquine, azithromycin, and combination in patients hospitalized with COVID-19 Samia Arshad, Paul Kilgore, Zohra S. Chaudhry, Gordon Jacobsen, Dee Dee Wang, Kylie Huitsing, Indira Brar, George J. Alangaden, Mayur S. Ramesh, John E. McKinnon, William O’Neill, Marcus Zervos, * Henry Ford COVID-19 Task Force



Quem está acompanhando a sequência de textos sobre a pandemia, que eu estou batizando como “Covid War”, já sabe que o vírus está tendo um uso político maciço, e que muitos já se curaram com o uso do coquetel com Hidroxicloroquina e Azitromicina como, por exemplo, um membro da família imperial brasileira, cujo vídeo eu inseri em matéria anterior, como testemunho do uso. Recentemente, Bolsonaro também testou positivo para a doença e começou a usar o coquetel que, até o presente momento, está funcionando. O presidente não apresenta complicações e nem mesmo febre. Nesse ponto, em um desespero, a mídia que tenta torcer pelo vírus, começou a lançar matérias implicando que o uso do coquetel seria meramente um “efeito placebo”. Efeito placebo é um mecanismo no qual o seu corpo produz anticorpos por achar que está tomando um remédio, sendo uma resposta unicamente mental/emocional.


Para o desespero da turma que torce pelo vírus saiu, esse mês, uma pesquisa do Henry Ford Health System (com sede em Detroit) com um estudo completo sobre o uso do coquetel. E sabem o que eles concluíram, com o estudo em 2.541 pacientes hospitalizados? O coquetel funciona! International Journal of Infectious Diseases (clique para ler aqui): “In this multi-hospital assessment, when controlling for COVID-19 risk factors, treatment with hydroxychloroquine alone and in combination with azithromycin was associated with reduction in COVID-19 associated mortality. Prospective trials are needed to examine this impact”. Pacientes internados já estão em um nível avançado da doença, pois, outro ponto negativo do isolamento é a resposta tardia do paciente em sair de casa para receber tratamento e, mesmo assim, segundo esse estudo, a taxa de mortalidade foi reduzida.


Os pacientes tratados, segundo a publicação do hospital, são todos maiores de 18 anos, e com idade média em 64 anos, sendo 51% homens e 56% afroamericanos. Os resultados são impressionantes e você pode acompanhar o estudo aqui1: “The Cox regression result for the two propensity matched groups (Table 4) indicates that treatment with hydroxychloroquine resulted in a mortality hazard ratio decrease of 51% (p = 0.009). The resulting Kaplan–Meier survival curves within the propensity matched setting displayed significantly better survival in the hydroxychloroquine treated group, with the enhanced survival persisting all the way out to 28 days from admission”. A redução da taxa de mortalidade do grupo que usou o coquetel foi de 51%. O coquetel funciona!




O Henry Ford Health System é um complexo hospitalar fundado em 1915 e conta com 6 hospitais e mais de 30 mil funcionários.

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