segunda-feira, 1 de junho de 2015

O cruel "não existir"?




O “não existir” não é cruel;
Cruel é deixar de existir;
Se estivermos falando de um ser vivo, intensifica-se esse fel;
Algo que devemos excluir.


Pois aquele que não existe, não sente, não pensa e não deixar marcas.
Aquele que deixou de existir, sentiu, pensou e marcou;
Não se toma conhecimento do que não existe, não deixa pegadas;
Mas aquilo que já existiu, deixou pegadas, e amou.


As diferenças entre eles são essas marcas, pegadas, lembranças e amor.
Condenar à não existência aquilo, ou aquele, que já existiu é tormento;
Tormento aos que vivem, principalmente, com ele naquele momento;
Marcados pelo que já existiu, aumenta-se a dor.



Inspiração

Esse curto poema foi pensado ao assistir Plastic Memories. Nesse enredo existem dois pontos desagradáveis, que são furos horríveis de roteiro, e circunstâncias que amplificam o meu sentimento de desagravo. Se a série terminar como penso que terminará, será a pior série da temporada que assisti. Escreverei mais sobre isso depois, pois existem mais alguns capítulos até o fim e esses dois pontos podem ser resolvidos nesse meio tempo. De qualquer forma, acho que foi o pior roteiro dessa temporada, mas, ao menos, me deixou contemplativo ao ponto de escrever esse curto poema.   

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