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E o áudio foi alterado! Anulo tudo que escrevi!


Temer e a fraude!

Os meus dois textos anteriores foram baseados na possível veracidade do áudio entregue por Joesley ao STF. O primeiro motivo para minha confiança no áudio era por causa do acordo de delação. É impossível alguém querer firmar um acordo de delação e apresentar provas fraudulentas. E o segundo motivo para a minha confiança era de que o STF não aceitaria prova forjada, em um possível acordo de delação. Logo, ao apresentar este áudio, e ele ter sido aceito pelo STF, já me dava base para acreditar no Princípio da Boa Fé e analisar o áudio como se fosse prova aceita e verdadeira.



Eis que surgem 3 peritos, segundo matéria acima, que afirmam que o áudio tem 50 edições, é de péssima qualidade e, portanto, não poderia constituir como prova material contra o acusado. Ou seja, o áudio entregue por Joesley é fraudulento. E isso abre diversas questões:

1-    Questão:
A quem interessa tumultuar o Brasil dessa forma? Joesley não veio para fazer acordo de delação, pois apresentou prova forjada. Ele veio para tumultuar o mercado.

2-    Questão:
Se ele forjou este áudio, quem garante que a delação dele não terá provas forjadas contra outros políticos e juízes citados? Uma vez que ele quebrou o Princípio da Boa Fé, pode-se desconfiar de tudo que ele está delatando.

3-    Questão:
Qual a intenção de Fachin e Janot  ao aceitarem esta prova falsa contra o presidente da República, antes mesmo dela passar pela perícia da Polícia Federal e correr como loucos para abrirem inquérito contra o Temer? Que sede é essa que os fez correr para este pote de água suja entregue por Joesley?

A terceira questão é gravíssima, pois mostra uma guerra entre o Judiciário e o Executivo como nunca vi antes. Janot e Fachin feriram a nação brasileira ao aceitarem denúncia contra o presidente da República, baseados em prova forjada. E isso me chama a atenção pela resposta que a conta do Exército no Twitter deu em comunicado oficial. É de arrepiar os cabelos!


Conclusão

Tornem-se NULOS meus textos anteriores: “Renuncia, Temer” e “Renuncia, Temer! Parte II”, pois fui induzido ao erro por acreditar em um Princípio da Boa-Fé que não foi seguido, nem tampouco respeitado o devido processo legal e os procedimentos de delação. Os áudios não podem ser considerados prova por estarem alterados e, por esse motivo, estou em dúvida da veracidade da delação completa desse cara.
Aliás, outra questão que me impressiona é a velocidade com que se abriu inquérito contra o Temer e a lentidão para abrir inquérito contra a Dilma. O STF, dessa forma, está jogando na lama a confiança que o brasileiro tem na instituição. Até o fim do devido processo legal, eu vou me calar e analisar posteriormente.  E uma última pergunta, diretamente ao STF: Joesley arrebenta com o mercado, desestrutura a política com um áudio editado e sai livre? É isso mesmo?   

Aos meus leitores, eu peço desculpas!

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