Carta de Despedida Queridos leitores, Escrevo estas linhas com o coração apertado, mas com a necessidade de ser transparente com todos vocês que me acompanharam ao longo desta jornada. Nos últimos anos, venho enfrentando uma série de problemas de saúde que exigem atenção integral e cuidados constantes. Entre eles estão o diabetes com componente autoimune, hipotireoidismo, hipercolesterolemia, imunodeficiência e osteoporose grave, que já resultou em fraturas. Esses desafios têm impactado profundamente minha rotina e minha capacidade de manter o ritmo de produção de conteúdo que sempre busquei oferecer aqui. Por isso, tomei a difícil decisão de dar uma pausa no blog. Não posso garantir quando — ou se — retornarei. Neste momento, minha prioridade precisa ser cuidar da minha saúde e buscar qualidade de vida dentro das limitações que enfrento. Quero agradecer imensamente a cada um de vocês que esteve comigo, que leu, comentou, compartilho...
Em um reino muito distante, chamado de Brazópolis, existia um clã que praticou muitas irregularidades enquanto estava no poder. Esse clã dominava a corte suprema de Brazópolis, pois tinha dentro do tribunal muitos vassalos. E essa corte se esqueceu do que seria a verdadeira justiça, e destruiu a lei máxima que protegia o país de Brazópolis. E esse conto é sobre isso e a guerra que se desenvolveu contra o crime e seus tentáculos. ***** E um dia com bastante frio, uma garotinha se aproxima da casa de seu avô. Em frente a uma lareira quentinha, o velho senhor a vê chegando e se levanta para ir em direção à porta. Ele a recebe com um carinhoso abraço e recebe dela um amoroso beijo. --- Venha para perto da lareira se esquentar. Eu vou te trazer um leite quente com biscoitos. --- disse o senhor cobrindo sua netinha com um cobertor nos ombros. --- Vovô! O que foi o dia de Morvo? --- disse a garotinha se aconchegando perto da lareira quentinha. --- Minha linda, foi o ...