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Adeus

 Carta de Despedida Queridos leitores,   Escrevo estas linhas com o coração apertado, mas com a necessidade de ser transparente com todos vocês que me acompanharam ao longo desta jornada.   Nos últimos anos, venho enfrentando uma série de problemas de saúde que exigem atenção integral e cuidados constantes. Entre eles estão o diabetes com componente autoimune, hipotireoidismo, hipercolesterolemia, imunodeficiência e osteoporose grave, que já resultou em fraturas. Esses desafios têm impactado profundamente minha rotina e minha capacidade de manter o ritmo de produção de conteúdo que sempre busquei oferecer aqui.   Por isso, tomei a difícil decisão de dar uma pausa no blog. Não posso garantir quando — ou se — retornarei. Neste momento, minha prioridade precisa ser cuidar da minha saúde e buscar qualidade de vida dentro das limitações que enfrento.   Quero agradecer imensamente a cada um de vocês que esteve comigo, que leu, comentou, compartilho...

Cowboys do Sol Nascente!

  [Verso 1]   No pós-guerra o Japão renasceu   Com olhos grandes e sonhos que cresceu   Tezuka viu Bambi e também o Super-Homem   Desenhou robôs com alma de além [Pré-refrão]   Mas no horizonte, o deserto chamou   Com pistoleiros que o vento soprou   Cowboys solitários, justiça na mão   Ecoaram forte no coração [Refrão]   Cowboys do Sol Nascente   Com honra e redenção presente   De Bebop a Trigun, o duelo é real   Anime com alma de faroeste brutal [Verso 2]   Spike no espaço, Vash no chão   Jigen com mira e convicção   Coburn sorri no fundo da tela   Enquanto o jazz e o fogo revelam [Ponte]   Sete Homens, Sete Samurais   Caminhos cruzados, nunca iguais   Mas o espírito é o mesmo, pode crer   Lutar por justiça até o amanhecer [Refrão final]   Cowboys do Sol Nascente ...

Pouco...pouco...Pouco

Um pouco para muito! Na minha idade não restou muito Poucos amigos, poucos bens e poucos objetivos Olho no espelho e vejo fios brancos de cabelo, também poucos A minha vida é de pouco em pouco obscurecida. Pouco falta para meu entardecer, Que deve ser pouco proveitoso, Pouco imagino como será, Pois pouco considero conseguir chegar lá. Coloco minhas realizações nas palmas da minha mão Meus livros, meus filhos e meu pouco sonhar E é este “um pouco de tudo” que me fez ser quem sou Nada desejo mudar, nada me arrependo, pois meu pouco para mim é tudo ! Acima tento esboçar um poema moderno. Camila Faria [1] versa sobre as obras do período moderno: “ na literatura há a criação de uma forma de linguagem, que rompe com o tradicional, transformando a forma como até então se escrevia; algumas dessas mudanças são: a Liberdade Formal (utilização do verso livre, quase abandono das formas fixas – como o soneto, a fala coloquial, ausência de pontuação, etc....