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Paz na Síria!




A luta pela fraternidade não pode se esgotar;
A humanidade precisa reconhecer o amar;
Pois o ódio leva a morte, ao destruir;
Lágrimas, dor e morte não precisam existir.
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 Quando criança, eu escrevia no fim dos meus cadernos meus pensamentos e sentimentos. Algum tempo depois, eu reuni estas folhas soltas e as fiz miolo de um livro chamado Despertar do Amor. A maioria das palavras foram escritas nas décadas de 80/90, mas permanecem tão atuais. Abaixo um texto chamado “Luz e Trevas”, que pertence ao miolo do “Despertar do Amor”. Faço destas palavras um apelo contra a guerra na Síria, que culminou na morte, por asfixia, de várias crianças (veja aqui se desejar).


LUZ E TREVAS

       Paz! Um bebê, na inocência de sua ternura, dorme tranquilamente, sob os olhos atentos de seus pais. Sua inocência lhe faz sonhar. Medo! Na escuridão da noite, as bestas-feras rugem, soltando, por suas bocas sujas, fogo e destruição. Um rugir terrível corta o silêncio da noite. Luz e trevas, som e silêncio. Alucinadamente, uma besta-fera aproxima-se do lar. A criança nada compreende. O que é o seu mundo, além dos carinhosos afagos de seu pai, ou a doce melodia da voz de sua mãe, que a fez adormecer? Confusão! Agora, o mundo desta criança é pó. Fogo ardendo e estalando ao seu redor. Onde está sua mãe? Onde está o seu pai? Medo! Cercada pelas chamas que acompanharam a besta-fera, a criança chora! Silêncio! A criança não chora mais. O pai não afaga mais. A mãe não canta mais. O silêncio reina. A besta-fera, que outrora cruzava os céus, agora está em pedaços. E o selo da guerra, em sua fronte, a bandeira que ela seguia, também queima. Homens seguem adiante, em seu conflito, sem perceber que a inocência já se calou. Sua bandeira já está manchada. Sua vitória já teve um alto preço. .... Silêncio!



O que o Assad fez não tem desculpa. Um ditador medíocre que mata por asfixia suas crianças, com a desculpa de estar enfrentando o Estado Islâmico. Olhe os rostos das crianças mortas e me diga se isso é justificável?   


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