Pular para o conteúdo principal

Readaptação alimentar é a pá de terra que faltava para fechar o caixão deste moribundo site.


Tenho que explicar minha situação. Há uns 8 anos atrás, não me recordo do ano exatamente, fui internado no hospital Prontonorte com um problema intestinal grave. Após exames e estabilização de meu quadro, eu tive alta e retornei para casa com o diagnóstico de “síndrome do intestino irritável”. Passei estes anos me acostumando a esta realidade.

Em 2013, ou seja, ano passado, o problema piorou muito. Piorou à ponto de ser atacado pela sensibilidade do intestino em plena rua. Decidi realizar novos exames que complementaram o diagnóstico de 8 anos atrás. Um exame detalhado para tentar revelar o que estava de errado. Dois exames revelaram o problema.

IgG para 221 alimentos é um ensaio baseado na tecnologia E.L.I.S.A. para detecção de anticorpos IgG em teste de diagnóstico de intolerância alimentar. Com ele, pode-se encontrar e contar o número de anticorpos por lâmina sanguínea e seu antígeno (alimento). Índices altos de anticorpos IgG, acima de 30 (o número vou deixar entre parênteses) indicam qual alimento meu corpo tornou-se intolerante.

Teste de Intolerância à Lactose pelo método Colorimetrico Enzimático, consiste na ingestão do açúcar do leite e a retirada de 5 doses de sangue (uma a cada 15 minutos) para o controle da produção da Lactase. A avaliação se dá pela variação das doses tendo como controle a Glicose Basal (a primeira ampola de sangue antes do consumo da lactose).  Consideram-se normais valores maiores que 20, somados ao valor da Glicose Basal.

Meu IgG A 200 deu intolerância à Caseína (33), Leite de Vaca (75), Clara de Ovo (48), Leite de Ovelha (44), Milho (31), Gliadina (38), Trigo (30) e Levedura, cerveja (34) , além de um borderline  para Leite de Cabra (27) e Cevada (26).

O teste de Intolerância à Lactose deu como Glicose Basal 99 e nenhum número, de nenhuma das outras dosagens, superou nem mesmo a marca de 101 mg/dL.

Todos os testes ficaram sob responsabilidade do Laboratório Sabin em Brasília. Com isso, estou tendo que me readaptar. A alimentação requer muitos cuidados, pois milho, leite, ovo, trigo e gliadina existem em quase 90% dos produtos industrializados.


Como estou readaptando a alimentação, vou me concentrar unicamente nisso por enquanto. Se o Outros Papos já estava parado, agora mesmo é que ele não vai retornar por um bom tempo, nem mesmo revista ou site. Parece que esta foi a pá de terra no caixão deste site moribundo, mas, como eu gosto de zumbis, não me surpreenderia se o Outros Papos saísse do túmulo uma vez mais. Enquanto isso, os livros vão continuar à venda aqui EditoraPerse (clique) e vou continuar no Twitter(aqui).    

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Diego Rox e o Jardim das Borboletas

Diego Rox e o Jardim das Borboletas
Como sabem, sou inscrito do canal do Nando Moura, ou seja, sou um dos “bots” do canal. Sobre este assunto, está até engraçado. Vou escrever sobre isto antes de entrar no assunto. Os adversários que temem a verdade nos ofendem com termos que não condizem com nosso real comportamento. Ficou engraçado, porque, se juntarmos todas as ofensas em uma frase, eu acabo virando um “robô, com recurso de bot, nazista e fascista, que não gosta de odores fortes”, por isso, está engraçado ver esta situação. Fui reduzido a um robô Windows 10, que não gosta de pum.
Ao assunto. Através do vídeo do Nando, sobre o uso de bots, eu acabei conhecendo o canal do Diego Rox. Veja um vídeo abaixo. Ele parece ter uma agenda parecida com a do Nando Moura, isto é, ele é cristão, pois acredita em Deus e em Cristo, prega ação contra a corrupção, homenageia os verdadeiros heróis anônimos, é caridoso e defende a liberdade. Uma agenda que também me aproxima dele, por isso, hoje, esto…

Cavaleira ou Amazona? Veja a resposta!

Amazona ou Cavaleira?
    Em meu tempo de colégio, nas décadas de 80 e 90, nos foi ensinado que o feminino de cavaleiro seria amazona. Em uma prova, um colega marcou o feminino de cavaleiro sendo cavaleira e foi repreendido. Desta forma, fixei amazona como o feminino correto para o termo em questão, ou seja, mulher que anda a cavalo. Ao assistir Walkure Romanze, eu me deparei com a palavra cavaleira e me questionei. Inclusive, alertei-os para a forma que eu julgava correta, mas sem retorno positivo. Deste modo, fui pesquisar para ver se a expressão estaria correta.


    Nestas pesquisas, encontrei um professor que prontamente me respondeu a esta questão. O caso estava solucionado com uma bela lição que, agora, repasso a vocês. Com a palavra o professor Ari Riboldi.
    No meu tempo de estudante, no ensino primário e no ginásio, também se aprendia assim: cavaleiro (masc.), amazona (fem); cavalheiro (masc.), dama (fem.). No entanto, os dicionários registram o termo 'cavaleira' …

Será o Veredito?!

Canal Será o Veredito?!
Foi a primeira recomendação do Youtube que gostei de ter recebido. Sobre o canal: “O Direito tá na mídia! O Direito tá na moda! Um juiz de direito se torna celebridade nacional. Tribunais transmitem suas sessões ao vivo pela televisão. Os meios de comunicação não se cansam de veicular notícias jurídicas. Mas, o mundo jurídico possui formalidades que dificultam a compreensão dos seus temas pelo cidadão que não tem formação no direito. Muito se fala; pouco se explica. Por isso surgiu o "Será o Veredito!?". Um canal que traz informações sobre o direito com uma linguagem simples, clara e objetiva.”



O primeiro vídeo que vi desse canal foi uma resposta ao Bugalho. Uma resposta baseada em livros, mostrando a fonte de seu conhecimento e minando, com ótimos argumentos, a posição de seu opositor. Todos os vídeos que assisti foram assim, com a fonte de leitura em mãos. Ele já se disse de centro-direita, o que o faz ser um aliado natural da liberdade e da proprie…