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Vou para o ISSUU

Olá, pessoal! Uma notícia. O site vai ficar parado. Se houver necessidade de atualizar, vou usar a plataforma issuu. Estava pensando em criar uma revista virtual trimestral, mas fazer tudo sozinho é desencorajador. Talvez eu consiga, talvez não. Ainda estou pensando o que fazer. Até decidir, o Outros Papos morrerá como ele é hoje. Não tenho mais porque mantê-lo. O máximo que vou fazer é renovar a assinatura anual de ambos os endereços, pois em um ano posso querer voltar atrás.


Falando em ano, deixo aqui um pesadelo terrível que tive noite passada. Pode servir de inspiração para um livro de terror, então, acho bacana deixar aqui em forma de miniconto. “Era véspera de Natal, eu já tinha levado minha gatinha Katarina para dormir em seu quartinho. Ela continuava fazendo birra para entrar, mas, no final, sempre obedecia. A noite parecia chuvosa. Eu esperava chuva em um apartamento novo. Parecia férias na praia. Ao ouvir o primeiro trovão, não tive reação. Quem se assustaria com algo corriqueiro? O segundo trovão foi mais alto, seguido de um terceiro, um quarto e um quinto trovão. A noite estava sendo iluminada, os raios pareciam descer cada vez mais próximos do edifício. Fui olhar pela janela e fiquei aterrorizado. Não era uma chuva normal, mas uma intensa chuva de raios. Era tanta energia que o céu estava vermelho fogo. Parecia queimar a noite, como se os deuses houvessem declarado guerra uns aos outros. Diversos raios caem no meu edifício e minha janela não suporta, sendo estilhaçada. Eu me ajoelho para rezar. Só abro os olhos na manhã seguinte. Devo ter desmaiado. Meus olhos não acreditam no que veem. O mar avançou contra a cidade e inundou tudo até o segundo andar do meu prédio. Fiquei gritando por ajuda, enquanto as águas escuras, mas serenas, cobriam todo o horizonte. Muitas pessoas estavam sem motivação. Outras ajudavam como verdadeiros heróis. Fui salvo por um destes heróis. Pensei: “E a Katarina? Tenho que salvar a Katarina!”. No dia seguinte, voltei ao prédio acompanhado de minha mãe. Durante o trajeto, vi muitas pessoas desabrigadas, mas muita força de coragem. Ao chegar próximo do edifício, saltei do carro e corri. Tive que subir pelas escadas de incêndio que ficam fora do prédio. Só pensava na Katarina. Será que ela estaria bem?



Para quem não sabe, a Katarina é minha gatinha cinza, sem raça definida. Foi a primeira vez que sonhei com ela. O que acharam? Não seria legal desenvolver um enredo em cima desse terrível pesadelo? Acho que sim. Muitos livros famosos iniciaram após um pesadelo de seus autores como, por exemplo, Frankestein. Este parece muito bom, pois parece com Cloverfield. Pois eu fico por aqui mesmo. Se houver necessidade de atualização, o farei por outra plataforma já mencionada. Obrigado por tudo, pessoal.  

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