Pular para o conteúdo principal

Darling in the Franxx e a mensagem pró-vida!


Darling in the Franxx contra o aborto!

Spoilers!




Em uma análise final, reforço meu pensamento de que esta série é uma das melhores séries de ficção já lançadas este ano. Confiram uma segunda opinião através do vídeo acima.

Algumas pessoas chiaram por causa de um fanservice (pilotagem) que, na verdade, fez parte do enredo. A pilotagem conjunta ocorre porque o robô necessita da junção física dos dois pilotos, mas a junção sexual lhe tira a sincronia. Achei incrível que o roteirista não fez isto para gerar polêmica, mas porque o enredo precisava chegar em um ponto: uma crítica social.

Em um determinado momento, Kokoro engravida. Neste momento, nos é revelado que um dos motivos que forçava um piloto a não ter relações sexuais era justamente porque isto tirava-lhe a capacidade de pilotar um Franxx. Em um momento de crise, com uma guerra em curso, Kokoro teria que escolher entre gerar um vida ou continuar com sua carreira. Eu confesso que fiquei com o coração na mão. Justamente no final da série, veio esta bomba: Kokoro escolheria abortar a criança?  Seria uma reforço da agenda liberal pró-aborto?

Toda vez que a Kokoro olhava para o seu robô, e refletia sobre a vida sendo gerada dentro de si, eu tinha um sobressalto achando que ela escolheria pilotar e eu teria que escrever um texto contando como o roteiro de Darling traiu minhas expectativas.

Ainda bem, o roteiro optou pelo caminho natural e conservador, isto é, da proteção da vida e Kokoro decidiu ter a criança. Como todos sabem, pois já me expressei aqui sobre o tema, a questão do aborto não é apenas a questão da liberdade da mãe, mas da proteção da vida de uma criança. E uma criança é a garantia da continuação da espécie, além de tudo que já foi frisado no meu texto “Carta Contra o Aborto[1]”. O roteiro deixa isto bem claro: Kokoro deveria escolher entre a carreira e o futuro da humanidade (o bebê) e ela escolheu abraçar o futuro da humanidade.  Esta mensagem de Darling in The Franxx[2] foi um alívio em tempos de lacração e do apoio que a agenda pró-liberal possui e me confirmou esta como a melhor ficção lançada este ano, até o momento.

Se alguém estiver ofendendo esta série, pode ter certeza de que é porque a série teve coragem para contrariar a agenda liberal.  E o roteirista ganhou meu respeito! Assista via Crunchyroll! 





[1] Outros Papos: <http://www.outrospapos.com/2018/07/carta-contra-o-aborto.html>
[2] Outros Papos: Darling in The Franxx: <http://www.outrospapos.com/2018/04/darling-in-franxx.html>

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Diego Rox e o Jardim das Borboletas

Diego Rox e o Jardim das Borboletas
Como sabem, sou inscrito do canal do Nando Moura, ou seja, sou um dos “bots” do canal. Sobre este assunto, está até engraçado. Vou escrever sobre isto antes de entrar no assunto. Os adversários que temem a verdade nos ofendem com termos que não condizem com nosso real comportamento. Ficou engraçado, porque, se juntarmos todas as ofensas em uma frase, eu acabo virando um “robô, com recurso de bot, nazista e fascista, que não gosta de odores fortes”, por isso, está engraçado ver esta situação. Fui reduzido a um robô Windows 10, que não gosta de pum.
Ao assunto. Através do vídeo do Nando, sobre o uso de bots, eu acabei conhecendo o canal do Diego Rox. Veja um vídeo abaixo. Ele parece ter uma agenda parecida com a do Nando Moura, isto é, ele é cristão, pois acredita em Deus e em Cristo, prega ação contra a corrupção, homenageia os verdadeiros heróis anônimos, é caridoso e defende a liberdade. Uma agenda que também me aproxima dele, por isso, hoje, esto…

Cavaleira ou Amazona? Veja a resposta!

Amazona ou Cavaleira?
    Em meu tempo de colégio, nas décadas de 80 e 90, nos foi ensinado que o feminino de cavaleiro seria amazona. Em uma prova, um colega marcou o feminino de cavaleiro sendo cavaleira e foi repreendido. Desta forma, fixei amazona como o feminino correto para o termo em questão, ou seja, mulher que anda a cavalo. Ao assistir Walkure Romanze, eu me deparei com a palavra cavaleira e me questionei. Inclusive, alertei-os para a forma que eu julgava correta, mas sem retorno positivo. Deste modo, fui pesquisar para ver se a expressão estaria correta.


    Nestas pesquisas, encontrei um professor que prontamente me respondeu a esta questão. O caso estava solucionado com uma bela lição que, agora, repasso a vocês. Com a palavra o professor Ari Riboldi.
    No meu tempo de estudante, no ensino primário e no ginásio, também se aprendia assim: cavaleiro (masc.), amazona (fem); cavalheiro (masc.), dama (fem.). No entanto, os dicionários registram o termo 'cavaleira' …

Será o Veredito?!

Canal Será o Veredito?!
Foi a primeira recomendação do Youtube que gostei de ter recebido. Sobre o canal: “O Direito tá na mídia! O Direito tá na moda! Um juiz de direito se torna celebridade nacional. Tribunais transmitem suas sessões ao vivo pela televisão. Os meios de comunicação não se cansam de veicular notícias jurídicas. Mas, o mundo jurídico possui formalidades que dificultam a compreensão dos seus temas pelo cidadão que não tem formação no direito. Muito se fala; pouco se explica. Por isso surgiu o "Será o Veredito!?". Um canal que traz informações sobre o direito com uma linguagem simples, clara e objetiva.”



O primeiro vídeo que vi desse canal foi uma resposta ao Bugalho. Uma resposta baseada em livros, mostrando a fonte de seu conhecimento e minando, com ótimos argumentos, a posição de seu opositor. Todos os vídeos que assisti foram assim, com a fonte de leitura em mãos. Ele já se disse de centro-direita, o que o faz ser um aliado natural da liberdade e da proprie…