sexta-feira, 21 de abril de 2017

Drops: Idun e Thor


Outros Papos Drops: Idun e Thor

 

Idun

Idun do jogo Valkyrie Connect


Deusa nórdica da primavera, no jogo Valkyrie Connect, é representada por uma linda e gentil mulher capaz de enternecer o coração de seres como os Jotun. É do jogo a imagem que busquei para representá-la aqui. Semana passada, eu me senti como o jotun Thiassi, pois estava no shopping e uma mulher belíssima veio me pedir ajuda para pegar o Uber. Tão linda, alegre e simpática como a Idun, logo me senti como Thiassi. Saí do shopping perplexo que ainda existam mulheres que falem com este ogro. A humanidade ainda tem esperança.


Thor

É outro deus nórdico, como a Idun. Nos quadrinhos da Marvel, os editores decidiram que eles não seriam mais deuses, mas alienígenas com tecnologia avançada. Não gostei dessa decisão, pois tira o brilho e o impacto que os personagens possuíam antes. Todos sabemos que tecnologia pode ser substituída, copiada, hackeada, alterada e destruída. Não causa espanto nenhum ao ver isso em tela, pois é normal. A Enterprise, por exemplo, já passou por tudo isso. Já a magia não. Um feitiço de Odin só deveria ser desfeito pelo rei. O Mjolnir não poderia ser destruído, ou, por fim, os deuses deveriam ser superiores a monstros e criaturas. A magia é algo excepcional. Já que Thor é só um ET, o trailer abaixo não causa impacto. Imaginem, por exemplo, se a Marvel tivesse mantido a imagem divina dele? A destruição do Mjolnir seria maior aos nossos olhos. Eu saltaria da cadeira dizendo “que poderosa não deve ser esta deusa que é capaz de destruir o indestrutível Mjolnir”! Agora não. Como é tudo tecnologia, eu digo para o Thor ir atrás do Spock que ele faz outro martelo para ele. Não tem graça. E é por isso que não achei grande coisa o trailer abaixo. É quase um capítulo de Star Trek no qual o capitão Kirk (Thor) fica preso em um planeta desconhecido, e sem a ajuda da Enterprise (Mjolnir) e sua equipe. Bléh!

 

 

quarta-feira, 19 de abril de 2017

O amor é doce!


O amor a tudo resiste,

Pois é chama que queima e persiste,

Não queima a quem o procura,

Quem o tem, sente sua doçura.



É uma chama açucarada,

Com luz amanteigada,

Com cheiro de canela,

E cor de framboesa nela.



Não é estranho comparar o amor a um doce,

Ele dá gosto à vida como um molho agridoce,

É tão bom que nos deu até a imaginação,

De podermos vê-lo como desejar nosso coração.


segunda-feira, 17 de abril de 2017

Lista de Fachin e a República!




A democracia é um sistema frágil que necessita de resguardo. Para alcançar a plenitude, a democracia necessita de séculos mas, para destruí-la, bastam poucos anos. A vantagem da democracia é a proteção de direitos fundamentais e o equilíbrio entre o direito da maioria e o direito da minoria. Para isso, o povo elege seus representantes por meio do voto livre, secreto e individual. Não existe no mundo melhor forma de governabilidade, quando a democracia está sadia. Em sua forma plena e sadia, o povo é beneficiado em suas necessidades e protegido em seus direitos, pois sabe quais são suas obrigações e as cumpre exemplarmente.

O problema se apresenta quando a democracia está doente. Uma doença que pode liquidar com sua forma límpida é a corrupção. A democracia necessita ser limpa para ser verdadeira. Qualquer desvio em sua natureza já a faz ser prejudicial ao povo, ou seja, doente. E a corrupção, em simples linhas, retira dinheiro do orçamento público para aplicar na poupança de corruptores e corruptos. Dinheiro que poderia salvar vidas, proteger a sociedade ou educar nossas crianças. E há a questão da entrega de serviços sem qualidade, pois o corruptor “paga” para receber vantagens das quais não tem o direito e, desta forma, vence licitações sem nem mesmo ter a competência, ou o valor, para arcar com o contrato e entrega, ao povo, serviços ruins. Quantas notícias nós lemos com manchetes parecidas, tais como “rachaduras e infiltrações em construções de residências populares”? É o exemplo do problema acima.

 E, semana passada, nós ficamos sabendo a extensão da doença no Brasil com a lista do Fachin (83 pedidos de inquérito) e, com entrevista de Marcelo Odebrecht, ficamos sabendo por quanto tempo está doente a nossa democracia.  Segundo a Isto É: “O inquérito que envolve as maiores propinas que a empreiteira afirma ter pago é o da compras das medidas provisórias 470/2009 e 613/2013. A primeira, segundo a acusação da Procuradoria-Geral da República, motivou o pagamento de R$ 50 milhões para a campanha presidencial de Dilma Rousseff, em 2010, e em razão da segunda a empreiteira relatou ter desembolsado R$ 100 milhões para a campanha de reeleição da presidente, em 2014.Assim, percebemos que as campanhas eleitorais estavam comprometidas.  Segundo diversas reportagens, os corruptores, agora presos, alegam que não existe político eleito sem caixa 2 e que este esquema se manteve por 30 anos. Se a última declaração for correta como as demais, podemos afirmar que a democracia na República sempre foi manipulada. Isso nos mostra a extensão dessa doença e nos mostra, também, que o nosso sistema político é falho e ineficiente. E os corruptos estão no poder, tentando se livrar das investigações, anistiar delitos e modificar o processo eleitoral para benefício deles, como a porcaria do voto em lista fechada.

Então, nossa democracia sempre foi manipulada, mas o sistema piorou muito com a chegada do PT ao poder, pois, como Marcelo já havia falado para o Lula, “o pessoal dele está com a goela muito aberta”. Na era Lula e Dilma, a corrupção passou a ser a forma de comandar o país e se instituiu um sistema de propina e pagamento de medidas provisórias que nunca vi igual no mundo todo. E isso me leva a conclusões radicais.

Conclusão

A primeira conclusão é que a chapa PT-PMDB deve ser cassada imediatamente, mesmo que isso nos traga uma indigesta eleição indireta. Ainda mais que isso, diversos partidos deveriam ser extintos, pois participaram desse esquema de corrupção. Sim, mesmo que tenhamos que refundar a República, precisamos que a justiça extinga os partidos envolvidos. A segunda conclusão é que se fez necessário o afastamento imediato dos líderes da Câmara e do Senado. Enquanto no poder, eles usarão do poder para se proteger. A terceira conclusão é que a Odebrecht é um risco à segurança nacional e, portanto, precisa ser fechada. Em um país sério, nenhuma empresa prostitui o sistema político dessa forma e sai ilesa. E, por fim, nunca tivemos uma República sadia, então, acho evidente que se forme uma nova constituinte e que o sistema político-eleitoral seja radicalmente alterado.