sexta-feira, 24 de março de 2017

Outros Papos Drops: Polícia Para Proteger, Reformas Fora da Ordem!


Outros Papos Drops

Respeite a Polícia

No Twitter, no mês passado, uma usuária lotou a página com charges que mostravam, em resumo, a ação de policiais oprimindo menores carentes e pessoas pobres, como se fossem o braço armado da classe rica. É discurso repugnante da esquerda contra o escudo da sociedade, porém este discurso cai sozinho.  A ação policial é servir e proteger. Se algum militar realizar ato contra a sociedade, ele será investigado e punido, portanto, não sendo esta a prática comum, a esquerda só tem o recurso das charges para tentar prejudicar a imagem destes grandes protetores de toda a sociedade brasileira. Caso viessem a apelar para fatos reais, saberiam que a corporação afastaria e investigaria a conduta. Polícia Militar do DF informa a missão como “promover a segurança e o bem-estar social por meio da prevenção e repressão imediata da criminalidade e da violência, baseando-se nos direitos humanos e na participação comunitária”. Claro, dei unfollow nela! Nem preciso exemplificar a falta que a polícia faz, depois do que aconteceu no Espírito Santo. Vamos sempre honrar o trabalho deles, pois eles estão lá por todos nós!



Reformas fora de ordem

E o governo Temer está realizando uma das reformas na ordem errada. Para mim, a mais essencial no momento é a Reforma Tributária (clique), pois ela faria o Brasil crescer, gerando empregos e crescimento no PIB. Com as reformas já realizadas (lei matéria com link acima), dando ênfase na tributária, a Reforma da Previdência não precisaria ser tão intensa. Deixando-a para o fim.  Não acredito que o Temer tenha tempo para chegar o ano de 2018 com todas as reformas realizadas, pois acredito que a chapa PT-PMDB seja cassada antes do fim de 2017. Então, corre com as reformas Temer, mas na ordem mais favorável para a população, poxa.


quarta-feira, 22 de março de 2017

segunda-feira, 20 de março de 2017

ABTA Dados do Setor 2017


Dados da Tv Por Assinatura 2017

Antes da chegada da internet por banda larga, eu cobria o avanço da tv por assinatura anualmente, pois era o nosso principal meio de contato com o exterior, além de ter uma programação de qualidade. Sim, eu era do tempo em que a tv por assinatura nem tinha comerciais, pois ela se baseava no lucro pela assinatura do pacote. E ela tinha qualidade, sim. Em apenas um dos canais, Locomotion, eu passava horas de madrugada assistindo séries diversas. Era um canal com mais de 300 mil assinantes. Para a época, era um sucesso.

Após essa época de ouro, sem comerciais e com qualidade na programação, a tv por assinatura se rendeu aos comerciais, começou a repetir séries e filmes em demasia, além de repetir propagandas (Já procurou hotéis na internet?) de maneira a quase fazer uma lavagem cerebral na audiência. Fora isso, começou a trazer programas que não representavam o perfil de seu público, em busca de outro erro: percentual de audiência. Tentavam, assim, disputar contra as emissoras de tv aberta. Ficaram tão ruins quanto a tv aberta. Para a nossa sorte, a banda larga chegou e nos trouxe uma outra visão de mundo. Um mundo mais amplo, mais liberto das amarras, como grade de programação, e mais barato. O resultado disso já se mostra nos dados do setor.

Em pesquisa realizada pela ABTA (Associação Brasileira de Televisão Por Assinatura), como mostra o gráfico abaixo, o setor vem perdendo importância e espaço.  Com 19,6 milhões de assinantes em 2014, indo para 19,1 milhões em 2015 e, por fim, com 18,9 milhões de assinantes em 2016, o setor tem encolhido. Perdeu cerca de 700 mil assinantes nos últimos 3 anos.  Segundo reportagem da Isto É (clique), de dezembro de 2016 a janeiro de 2017, o setor continua em decréscimo, perdendo mais 105 mil clientes.



A desculpa que os empresários dão para a queda é pela alta taxação do serviço (precisamos mesmo de uma reforma tributária urgente) além, claro,  da crise econômica pela qual estamos passando. Claro que atrapalhou, principalmente se aliarmos tudo aos problemas que já apresentei no segundo parágrafo. E isso fez com que os empresários jogassem o governo contra a internet e contra os serviços de streaming. Outro erro dos empresários do setor. Assim como eu, muitos brasileiros irão optar por manter a banda larga (internet) e cancelar a tv por assinatura se o serviço de internet vier a ser limitado ou ainda mais taxado, ou seja, ao jogar o governo contra a internet, os empresários estão atirando na própria cabeça. O quadro abaixo (também da ABTA) mostra esse fato.



Enquanto a tv por assinatura perdia espaço, o serviço de internet ganhava terreno. Com 7,6 milhões de assinantes em 2014, ele cresceu em 2015 para 8,2 milhões de assinantes e, por fim, 8,3 milhões de assinantes em 2016. É um quadro que demonstra que, apesar da crise, a internet em banda larga ganhou 700 ml novos assinantes.   Com serviços de qualidade e mais baratos, a crise aqui passou longe. A UOL acrescenta mais dados para o setor, ao divulgar informações da Reuters: “SÃO PAULO (Reuters) - O número de conexões de banda larga fixa no Brasil cresceu 4,96 por cento em janeiro sobre o mesmo período do ano passado, para 26,76 milhões, informou a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel)” (Fonte: UOL)


Conclusão

Fica claro, então, que o setor não representa mais nada. Se houver a necessidade de escolher entre a banda larga fixa e um pacote de televisão por assinatura, a tv por assinatura será cancelada. Abram o olho, empresários da tv por assinatura, principalmente porque o Google, através de sua plataforma (Youtube), está negociando levar canais de televisão para lá. Vocês não impedirão o avanço do serviço.  E não poderão limitar a internet por franquia de dados, pois o Senado já aprovou o PLS 174 que impede a limitação da velocidade da internet por franquias.

Para tentar conter essa sangria, eu recomendo aos canais por assinatura que se aliem à internet, através de maiores e melhores portais. Não busquem tentar rivalizar com a tv aberta, por audiência, ou por anunciantes. Melhorem a programação, isto é, voltem ao básico: programação sem intervalos comerciais, diversificada e disponível na internet para todos. Somente assim voltarão a crescer.