segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Um ano sem Dilma!



E, cá estamos nós, depois de um ano do impeachment (não é gópi) da Dilma. Os que defendem o socialismo, e a corrupção da esquerda, perguntam se adiantou. Sim, adiantou! Em primeiro lugar, punimos crime de responsabilidade fiscal que levou às contas da União para um buraco do qual ainda não conseguimos sair. Segundo, a saída dela propiciou o início das reformas que o Brasil precisa. Com ela no poder, além de continuar a gastar, maquiando as contas, ela ainda não faria as reformas necessárias por não ter maioria no Congresso. Sem as reformas, o Brasil continuaria parado. Em terceiro lugar, afastamos, em tempo, o Brasil da Venezuela. Se a Dilma continuasse no poder, ela daria apoio ao regime ditatorial de Maduro, como a esquerda brasileira anda defendendo ultimamente. Em quarto lugar, sem o impeachment, com certeza, o resultado das urnas, nas eleições passadas, não demonstraria tanto repudio à agenda da esquerda. A esquerda diminuiu de tamanho, a um patamar de 13 anos atrás, e isso é bom para o Brasil. Precisamos de maior liberdade econômica e a agenda do socialismo é destrutiva, pois prega um Estado cada vez maior e, para combater a pobreza, gerar crescimento e emprego, precisamos de um mercado mais livre e competitivo. Em quinto lugar, com o afastamento dela, comprovou-se que não se tratava de uma perseguição política, pois a Lava-Jato continuou e, hoje, está combatendo outros partidos e enfrentando forte resistência de outros chefões.

Por óbvio que nem tudo são flores. Ainda reforço que o processo de impeachment é incompleto. Para mim, tanto o presidente, quanto seu vice, deveriam ser afastados do cargo. A crise que presenciamos ainda é fruto da instabilidade política que vivemos, pois o Temer tem muitos esqueletos no armário e  deveria ter sido afastado junto com a Dilma. Defendo isso até hoje! Eu sempre preguei, e vou continuar pregando, a alteração na lei que imponha as mesmas sanções ao presidente e seu vice. Claro que ambos deveriam ser afastados, ou a lei deveria ser alterada para que o presidente e o vice venham a ser os dois candidatos mais votados respectivamente. Se eles forem da mesma coligação, que sejam punidos juntos. Caso sejam adversários políticos, como no caso do segundo mais votado assumir como vice, aí, sim, a lei do impeachment valeria apenas para quem está no cargo de presidente.


 De qualquer maneira, o Brasil saiu fortalecido, pois combate um bom combate contra a corrupção. Estamos no meio da batalha e ela não terminará tão cedo. E 2018 será mais um capítulo nessa história e eu repito meu clamor: Não reeleja ninguém! Renove o Congresso! Renove os presidenciáveis! Não eleja socialista! Por um Brasil livre, vamos renovar a política!