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Crise Hospitalar em Porto Alegre!




Semana passada, eu tive uma crise aguda de gastroenterite, com direito a vômitos e diarreia fortes. Ainda estou me recuperando, por isso o texto desta semana será breve. Ainda me sinto fraco. O que a imagem acima ilustra é a crise hospitalar que acomete Porto Alegre e na qual quero tecer meus comentários.

O surto de gastroenterite começou fraco e foi ganhando força. O primeiro vômito foi às 23h00 e, já às 3h30 da manhã, estava a desmaiar. Durante essa evolução, minha mãe ligou para alguns hospitais, para saber como estava a urgência destas instituições, pois sabemos que eles fecham as urgências de acordo com a demanda. Todas estavam com período de espera de mais de 3 horas naquele dia. Apesar do protocolo de segurança me colocar com certa prioridade, não saberíamos se a avaliação seria seguida e quanto tempo de espera ainda teria pela frente. Chamamos, então, ajuda do Ecco Salva, que é uma empresa de urgência e emergência móvel. Se eles não conseguissem lidar com o caso, eu teria a chance de ser removido com segurança até o hospital mais próximo. Eles cuidaram bem do caso e, após às 5h00, eu já estava com a situação controlada e desmaiado de cansaço.

A situação, então, é esta em Porto Alegre: urgência e emergência com horas de espera para atendimento. E isso é horrível em muitos aspectos como, por exemplo, a capacidade de recuperação de um paciente e o risco de infecção da unidade. Para mim, que cheguei a um pouco mais de um ano de Brasília, isso é horrível também, pois, em Brasília, a espera por atendimento, em hospitais particulares, não passava de 40 minutos e o acompanhante ainda podia entrar com o paciente. Isso me choca muito. Ao observar este vídeo abaixo, de um pronto-atendimento construído em Canoas, a situação torna-se incompreensível. No vídeo, foi-nos revelado que o período para se criar uma unidade como aquela é de apenas 100 dias. Em 300 dias, poderiam construir 3 iguais, no mínimo!



Então, o que o governo e as empresas do setor estão fazendo para lidar com a situação? E se acontecer um acidente grave em um evento de grande público? É necessário que o governo tome uma atitude e negocie com as empresas no setor, para que esta situação saia deste risco à população e tenhamos atendimento rápido em urgências e emergências em Porto Alegre. Sei que em um ano, com um esforço dedicado, teremos a solução deste problema.


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