sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

TOP Aberturas e Encerramento


Esta sexta-feira não teremos o quadrinho, pois quero deixar aqui uma lista de aberturas de animação japonesa (animês) que gosto. Ora gosto pela qualidade técnica, ora pela música, ora pela originalidade, ora pela emoção que passa por estar ligada a uma série que me deixou arrepiado até a alma. Espero que gostem da listinha.  A lista está organizada de acordo com o momento em que me lembrei das séries. Se der faço outra, pois tem centenas de aberturas que ficaram de fora.

Quase todas as aberturas da série “Jojo” estão reunidas neste clipe e eu começo por elas. “Jojo” é uma série muito badass. Tenha a certeza de que quando um Stand entra em ação, você vai querer saber como a luta se encerrará. A abertura cheia de onomatopeias lembra um quadrinho animado. É muito bacana!



One Punch Man é outra série embalada pelo rock and roll e me deixou arrepiado até a alma com as lutas muito grandiosas e pela simplicidade do herói. Aproveite esta música, pois é ótima!



Sket Dance me conquistou por ser um animê “anti-bullying”. A série é uma excelente comédia estudantil, mas quando ela entra no drama pessoal dos peronagens, aguenta o choro, pois vai te dar um nó na garganta. Gosto das músicas da abertura.



Ushio to Tora (abertura e encerramento) é um animê que pode ser usado como metáfora para explicar até mesmo a queda de Lúcifer pelas mãos de Miguel. Tem ação que te faz arrepiar e um drama envolvente que leva sempre a esperança. A abertura e o encerramento dão a dica de que nem o inferno está a salvo destes dois!



Yuri On Ice é uma comédia com uma abertura extremamente artística. A melhor abertura desta temporada (2016) e que te fará repensar seu preconceito com animês.



Shinmai Maou no Testament  tem uma abertura que te faz ficar ligado nas belas guerreiras e no traço gentil de cada uma delas. É tão artístico e belo quanto o que está acima.



Strike The Blood não é uma série muito boa e nem me empolgou muito, mas tenho que dizer que esta abertura é provocante e a música é incrível Vale estar na lista também.      


quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Aprecie as coisas simples!




Coisas simples parecem bobagens;

Como um par de sapatos;

Mas ao ter ameaçados tais aparatos;

Percebemos o quão ligados estão a outros e suas origens.



Tudo está relacionado;

Coisas simples com coisas importantes;

Sem uma coisa, a outra perde-se em instantes;

Está tudo interligado.



Aprecie a simplicidade;

Ela sempre estará ligada a algo mais importante;

Nunca se sabe o que virá com a idade;

Aprecie tudo, de agora em diante.


segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Análise Dracula Untold- 2014


Dracula Untold (2014)



O filme tem um consenso, encontrado no site Rotten Tomatoes, que define o filme como uma obra que não é ruim, mas também não chega a ser boa o suficiente para fazer jus ao icônico conde. Eu decidi assistir a esta obra no Netflix, pois foi adicionada recentemente.

O filme não é uma adaptação até onde sei e tem como proposta contar a história do conde antes do que foi escrito por Bram Stoker, ou seja, não compete nem mesmo com a literatura que consagrou o personagem. É algo bastante livre, desde que não entre em temas relacionados diretamente com o livro e que entregue o personagem na mesma situação na qual ele foi iniciado na literatura.

Ao analisar isto, percebi que é fácil fazer um prequel, desde que se respeite as duas regras mencionadas no parágrafo anterior. O “Urobutcher”, então, teve vida fácil, pois respeitou de maneira decente a obra original da franquia Fate. Está bem, a frase anterior foi apenas uma provocação. Voltando ao filme em questão, Matt Sazama e Burk Sharpless (roteiristas do filme) também fizeram um trabalho decente, com poucas falhas.



Algumas falhas foram relevantes. Quem conhece a história, sabe que Dracul foi o vampiro original, rejeitando a luz e a salvação por causa de seu ódio pela morte de seu amor. Viveria para sempre nas trevas, se alimentando do sangue dos filhos de Deus, até reencontrar a reencarnação de seu amor. No filme, a maldição do morto-vivo é passada para ele por outro amaldiçoado. Talvez tenha sido o erro mais grave.  Outro erro menor é ter feito Dracul muito parecido com um herói, ao invés de um monstro. Ele está mais para um “Monstro do Pântano” do que para um “Batman”, mas, no filme, essa relação está invertida. Entretanto, não são falhas que te farão desligar a internet, ou jogar a televisão pela janela, como eu quase fiz ao ver a porcaria que fizeram com Chain Chronicle (desculpa, Pirika, seu capitão não conseguiu te salvar). Chain Chronicle, que lixo! X(~



 E, então, surgem os pontos fortes que te farão ficar interessado até o fim do filme. O primeiro deles é a boa qualidade de diálogos. Muita frase bem estruturada, com efeito e colocada no momento certo da narrativa. É uma loucura como gostei disso nesse filme. Cada frase mesclava muito bem com a ação seguinte. O segundo ponto forte do filme é a fotografia. Com muita sombra, os amaldiçoados pareciam realmente assustadores. O filme apela para tons escuros e mantêm um clima sombrio e tenso com isso. O terceiro ponto forte são todas as cenas de ação mostrando os dons das trevas. Está certo que, por vezes, parecia o Batman, mas o dom amaldiçoado, por vezes discreto, estava bem empregado. O quarto ponto forte é a relação dos personagens que fica bem, muito bem, ambientada. Dá para ver que a relação familiar é genuína e isso mostra quanto ódio uma morte pode gerar. Um ponto para os atores escolhidos que me fizeram acreditar que eles eram uma família.

Tudo isso estava bem misturado e me propiciou um agradável momento em frente à televisão e ainda entregaram Dracul intacto para o livro. Foi muito bem elaborado. Adorei ter assistido e se você ainda não viu, vai até o Netflix, o filme está por lá!