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Mostrando postagens de Novembro 27, 2016

TOP Aberturas e Encerramento

Esta sexta-feira não teremos o quadrinho, pois quero deixar aqui uma lista de aberturas de animação japonesa (animês) que gosto. Ora gosto pela qualidade técnica, ora pela música, ora pela originalidade, ora pela emoção que passa por estar ligada a uma série que me deixou arrepiado até a alma. Espero que gostem da listinha. A lista está organizada de acordo com o momento em que me lembrei das séries. Se der faço outra, pois tem centenas de aberturas que ficaram de fora.
Quase todas as aberturas da série “Jojo” estão reunidas neste clipe e eu começo por elas. “Jojo” é uma série muito badass. Tenha a certeza de que quando um Stand entra em ação, você vai querer saber como a luta se encerrará. A abertura cheia de onomatopeias lembra um quadrinho animado. É muito bacana!


One Punch Man é outra série embalada pelo rock and roll e me deixou arrepiado até a alma com as lutas muito grandiosas e pela simplicidade do herói. Aproveite esta música, pois é ótima!


Sket Dance me conquistou por ser …

Aprecie as coisas simples!

Coisas simples parecem bobagens;
Como um par de sapatos;
Mas ao ter ameaçados tais aparatos;
Percebemos o quão ligados estão a outros e suas origens.


Tudo está relacionado;
Coisas simples com coisas importantes;
Sem uma coisa, a outra perde-se em instantes;
Está tudo interligado.


Aprecie a simplicidade;
Ela sempre estará ligada a algo mais importante;
Nunca se sabe o que virá com a idade;
Aprecie tudo, de agora em diante.

Análise Dracula Untold- 2014

Dracula Untold (2014)


O filme tem um consenso, encontrado no site Rotten Tomatoes, que define o filme como uma obra que não é ruim, mas também não chega a ser boa o suficiente para fazer jus ao icônico conde. Eu decidi assistir a esta obra no Netflix, pois foi adicionada recentemente.
O filme não é uma adaptação até onde sei e tem como proposta contar a história do conde antes do que foi escrito por Bram Stoker, ou seja, não compete nem mesmo com a literatura que consagrou o personagem. É algo bastante livre, desde que não entre em temas relacionados diretamente com o livro e que entregue o personagem na mesma situação na qual ele foi iniciado na literatura.
Ao analisar isto, percebi que é fácil fazer um prequel, desde que se respeite as duas regras mencionadas no parágrafo anterior. O “Urobutcher”, então, teve vida fácil, pois respeitou de maneira decente a obra original da franquia Fate. Está bem, a frase anterior foi apenas uma provocação. Voltando ao filme em questão, Matt Sazam…