sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Cartinhas e a Função do Escritor

Com isso, fiz deste blog um espaço com o qual eu disponibilizo meus livros (antologias) em formato digital, de maneira gratuita e pública. Um acervo lindo, apesar de alguns errinhos gramaticais, ou de não concordar com o que escrevi, ou por repetir temas e poemas. Foram mais de 30 antologias lançadas nesse período de 13 anos. Sem contar os livros individuais que estão sendo vendidos. Colocando aí por baixo uma média de quase 3 livros por ano. Não sei mensurar qual impacto essas antologias tiveram, ou terão, dentro de seu mercado, nicho e público, mas eu gostei de criar cada uma delas. São filhas. Notei, ao juntar todas as antologias, que eu usei meus textos para promover animações japonesas, criando poemas nerds.


Função do escritor


A função social da escrita é o desenvolvimento do indivíduo e sua inserção no mundo de maneira que o faça apto ao trabalho, ao relacionamento social e familiar. Que ele compreenda e interaja com símbolos, interpretando a sua realidade de maneira eficiente e mudando o próprio mundo. Desta forma, um escritor não vê o seu trabalho como apenas a redação de textos e a edição de impressos/digitais mas, também, como uma chance de realizar uma mudança social. E, portanto, ao lançar uma antologia, temos o cuidado de distribuí-la para bibliotecas, escolas e prefeituras, no ensejo de ajudar na educação, na leitura e no desenvolvimento social. Tendo isso em mente, trabalhei em diversos frontes que podem ser verificados através destas cartinhas. Eu disponibilizo agora algumas delas para leitura. Começo com esta pequena aqui embaixo. Fui diretor da biblioteca da Associação Nacional de Escritores e recebi uma carta pedindo livros para uma biblioteca comunitária. Reuni os associados, colaboramos com diversos livros que enviei a eles. Depois de um tempo, recebi esta cartinha em agradecimento.



Uma biblioteca tem que zelar pela imortalidade da obra, do livro, preservando a obra de maneira que ela possa ser lida por gerações. Além disso, a biblioteca é uma fonte de conhecimento para leitores, estudiosos e amantes da leitura. Disponibilizar livros para bibliotecas é ajudar a manter a história viva.  Esta aqui nos informou que o livro havia sido aceito pela biblioteca do Vaticano. Com isso, tenho uma antologia salva nesta maravilhosa biblioteca. Uma obra que será preservada e consultada por muito tempo.



Desta forma, também me orgulho de ter recebido cartas da biblioteca de Alexandria (não a tenho aqui no computador no momento), UBENY,  de Tupã, São João do Meriti, e de várias outras bibliotecas pelo Brasil e pelo mundo. 











Como já afirmei, não basta apenas escrever, os livros devem ser enviados para bibliotecas ao redor mundo e no Brasil. E, de igual modo, participar de eventos, bienais e feiras faz como que a leitura se perpetue e a paixão por livros cresça. Participei de bienais em São Paulo, Bahia, Brasília, Minas Gerais, Rio de Janeiro e, também, de bienais fora do país, como em Frankfurt.




E com estas pequenas contribuições, eu tentei colaborar para melhorar um pouco o nosso mundo. Com empenho, amor, erros e acertos, eu tentei fazer minha parte e distribuir boas mensagens a todos. Não sei que resultado consegui. E você? O que conseguiu realizar pelo próximo?





segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016