segunda-feira, 17 de outubro de 2016

A PEC 241 e a maldita herança de 13 anos de populismo!

A PEC 241 e a maldita herança de 13 anos de populismo!

Nas eleições passadas, eu fiz de tudo para convencer meus amigos, e ex-amigos, de que a reeleição do PT se dava de maneira enganosa, com dados maquiados, falsas interpretações dos mesmos e o risco de agravar a crise econômica que enfrentávamos e estamos enfrentando. Desde 2013, eu venho escrevendo sobre os gastos públicos e a crise. Fui até rude em minhas palavras para com eles. Theodore Roosevelt tornou famosa a frase “fale macio, mas carregue um porrete”; eu prefiro não falar macio e carregar um porrete, pois o que estava (está) em jogo era (e continua sendo) a saúde fiscal do Brasil.

Não teve jeito naquela época. Eles não se convenceram, o PT ganhou as eleições, e a crise se agravou. As pedaladas da Dilma, a irresponsabilidade fiscal cometida, já revelavam um indicativo de que as contas estavam no limite e que já não havia mais como manter os gastos, pois não havia mais receita. E ela pedalou dois anos seguidos, tendo suas contas reprovadas pelo TCU (2014 e 2015). Isso mostra que, no mínimo, uma reforma estava sendo exigida 4 anos atrás e nada fora feito. Um rombo que chegou a casa de 3 TRILHÕES de reais somente na dívida pública. Sim, 13 anos do governo do PT deixaram uma crise da dívida pública na casa dos 3 TRILHÕES de reais (dados do Tesouro) , com retração do PIB, inflação fora da meta e desemprego de mais de 22 milhões de pessoas (Estadão- IBGE). Com isso, não se tem meios de manter os gastos. Para ter uma ideia, Temer teve que pedia mais de 90 bilhões de reais ao Congresso e parte desse montante está destinado ao pagamento de encargos financeiros da União (JC). Se o Brasil não conseguir se reestruturar, não teremos futuro. Não teremos futuro. Já não temos mais um presente, mas ainda podemos lutar pelo futuro.

Tesouro: Encargos Financeiros da União Recursos para saldar compromissos assumidos pela União, relativos à dívida interna e externa e às emissões de agente arrecadador do Tesouro, entre outros.

Mais mentiras do PT

E, enquanto era governo, o PT sabia disso, pois eles mesmos falavam em TETO para os gastos públicos, embora nada tivessem feito por desinteresse e falta de força política, pois desejavam manter um populismo que consumiu as reservas de capital do Brasil. Folha de São Paulo em 28/01/2016 (imagem abaixo). E, agora, como oposição, tornam-se hipócritas e se dizem contra o teto de gastos que eles mesmos já consideravam como saída para o ajuste fiscal e a retomada do crescimento. A história está registrada.  Não fujam da responsabilidade que lhes cabe! Veja abaixo (Folha).






Além disso, correu a notícia errônea, por uma mídia vermelha, de que a FGV havia dito que o mínimo seria de 400 reais em 2016, se a PEC do Teto estivesse em vigor na década de 90. Mentira que caiu por terra com declaração da própria FGV (Nota de Esclarecimento): "A FGV não concluiria tal conjectura visto ser impraticável associar a política de salário mínimo, destinada à fixação de um piso salarial para os trabalhadores do setor privado, aos efeitos da PEC 241, que tem como objetivo limitar a um determinado teto de valor os gastos do governo com suas despesas  primárias."


A Solução Amarga, mas necessária!

Desta forma, um remédio amargo torna-se necessário. Este remédio irá colocar as contas do governo em dia, fazendo com que o Brasil não gaste mais que arrecade. Um remédio chamado PEC 241 e que o PT, se considerasse a saúde do Brasil, iria ajudar a aprovar no Congresso. E quanto à Saúde e Educação? O vídeo abaixo responde a estas questões e te dá detalhes sobre a economia, hiperinflação, moratória, a quase falência da União e como a PEC poderá ajudar a rever esta posição. Assistam, por favor, antes de ficarem dando ouvidos aos petralhas. A PEC é uma boia de salvação para nosso futuro, embora seja amargo. Vídeo do Empiricus, ou seja, quem realmente entende de investimentos economia e orçamento!