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Carta ao Senado. Sim pelo impeachment!



Enviei, hoje, uma carta ao senador Cristovam Buarque. Deixo-a aqui, com pequenas alterações,  pois é necessário que os senadores que desejam alterar o seu voto no impeachment repensem tal posição.

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 Saudações, senador Cristovam Buarque. Fui morador de Brasília e acompanhei de perto o trabalho do senhor. Peço ao senhor que fortaleça, junto ao Senado, o voto favorável ao impeachment. Reconheço a necessidade de novas eleições e que o presidente Temer pode ter feito parte do problema em destaque, mas o impeachment não é apenas um processo político, uma vez que envolve crimes de responsabilidade praticados pela presidente afastada. O senhor já sabe que as contas de 2014 foram reprovadas por unanimidade pelo TCU, por conta das pedaladas fiscais. Sem contar, agora fora dos autos do processo de impeachment, que a Dilma entregou um cargo para o Lula ter foro privilegiado e fugir das investigações da Lava-Jato. Clara obstrução à justiça. Por isso, este processo de impeachment torna-se necessário para retirar da presidência um grupo que aniquilou as contas públicas, que corrompeu estatais e prejudicou o país. Acredito que o senhor esteja repensando o seu voto por causa de gravações de Renam, Jucá e outros, entretanto, ninguém pode parar a Lava-Jato e o processo não foi um golpe, uma vez que ele tem base real por crimes cometidos pela presidente. Apoiar a Lava-Jato é apoiar o impeachment. Apoiar o impeachment, e dizer sim a ele, é apoiar o Brasil e deixar o povo respirar longe da amarras dos principais corruptores da nação. Apoiar o impeachment é reavivar a esperança do emprego, do equilíbrio fiscal e do pão aos pobres. Não mude o voto do senhor e dê um verdadeiro sim para a democracia. O processo de impeachment é mais rápido do que uma PEC das novas eleições e não possui a carência jurídica do mesmo. Vote sim pelo impeachment, por favor!

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Sem contar que ela, como presidente afastada, mas ainda como presidente, pode estar cometendo crime contra a soberania nacional ao alegar que está sendo vítima de um golpe brando. Pois, pela Lei 7170/83,  ela estaria difamando o Congresso (Senado e Câmara) e o STF chamando-os de golpistas.


Art. 26 - Caluniar ou difamar o Presidente da República, o do Senado Federal, o da Câmara dos Deputados ou o do Supremo Tribunal Federal, imputando-lhes fato definido como crime ou fato ofensivo à reputação.
Pena: reclusão, de 1 a 4 anos.





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