sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Fim de 2016

Encerro as atividades deste blog em 2016. Retornarei em janeiro de 2017. Feliz Natal e um Ótimo Ano de 2017 a todos nós. Eu desejo, a todos, muita felicidade e que minha previsão para 2017 se queime por si só. Tchau e até 2017! Clique na imagem para ampliar.


quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Solidão

Se receber a visita da solidão, faça dela sua companheira!




Aqui um AMV bem triste para os que consideram a solidão algo ruim, pois, como sabem, ela pode ser boa. Eu mesmo sou grande amigo da Solidão!


segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Previsões para 2017

Previsões para 2017- Política, Economia e Reformas



Não sou o “Carlinhos Vidente”, mas quero deixar aqui minhas considerações sobre o ano de 2017. E não vejo aqui um bom ano para o Brasil, pois muito do que abalou 2016 continuará em 2017. Começo pelo que considero o que será a parte mais instável e importante para o Brasil: a política.

Política

Ainda bem, Dilma foi impedida. Apesar de eu considerar que a lei de impeachment e a lei eleitoral deveriam ter certas alterações, como responsabilizar tanto o Presidente da República, como seu vice, isso foi um ponto importante para mostrar que o Brasil ainda tem jeito; todavia, as delações da Odebrecht mostram que todos os partidos tinham parte na corrupção. A Lava Jato não parou, como alegavam os esquerdinhas, e está alcançando o centro do PMDB e do PSDB. Passando pelo PSOL, PT e indo para o DEM, todos os partidos foram corrompidos pela Odebrecht. E as delações continuam e vão continuar em 2017.

 Isso é um elemento de instabilidade que gera nos investidores a desconfiança para investir no país, agravando a crise, mas é essencial que o país passe por isso e depure o Congresso. Não existirá democracia longeva se a política for suja. E a instabilidade política continuará em 2017 e se agravará.

Daqui tiro dois cenários possíveis:

A: Temer renunciará quando as delações atingirem mais a fundo o centro do governo e teremos eleições indiretas. Com o grau de confiança da população no Congresso anda baixo, um representante indireto, eleito por eles, vai gerar ainda mais instabilidade. Eu o vi, certa vez, em um Congresso de Direito Constitucional realizado pelo IDP (lembra que fiz Direito?) e o considerei um homem ponderado, o que me deixa a sensação que ele pode renunciar, se ele achar que isso vai ajudar.

B: Temer se segurará para evitar a eleição indireta. Já li que o centro do PSDB vai dialogar com o famoso “centrão” para blindar o Temer, para que possamos chegar em 2018 sem a necessidade da eleição indireta. É um cenário possível, visto que já existe diálogo no Congresso quanto a isso.

Tudo isso afeta a nossa economia e tira do investidor a confiança na estabilidade. Existe ainda a possibilidade remota do impeachment do Temer. Eu não considero isso nem mesmo como uma possibilidade de cenário. Primeiro, porque o pedido é fraco. Ora, tanta acusação séria de recebimento de propina e a oposição esquerdinha me entra com um impeachment de um único áudio gravado? Querem matar um elefante com uma vareta? Acredito que, na verdade, eles não querem a saída do Temer, pois não saberiam o que fazer com a economia e, tendo ele no poder, poderiam acusa-lo de vilania. Compensa para os esquerdinhas essa situação, por isso esse pífio pedido de impeachment. Em segundo, a Dilma fez de tudo para evitar o seu impedimento a ponto de criar um rito duro de impeachment que levou a um julgamento de quase um ano. Isso mostra que não existe tempo hábil para o julgamento e a base do Temer ainda é forte.

Como viram, a política não ajudará, nesse sentido, a economia. Isso causará instabilidade, principalmente o que vier depois, e acredito que a sentença do Lula sairá até o fim do primeiro trimestre de 2017 (sendo positiva ou negativa), afetando os humores do mercado.   É nesse cenário que teremos que lutar pelo desenvolvimento do país.

Economia

As previsões indicam desaceleração da inflação, mas retração no crescimento do PIB para 2017, com alerta do COPOM para o mercado externo, após a vitória do Trump. A LOA (Lei Orçamentária Anual) de 2017 informa, segundo OGlobo: “A LOA também estima em 1,6% o crescimento do PIB para 2017 e em 4,8% a inflação. A taxa Selic prevista é de 12,11%, enquanto o câmbio médio foi projetado para R$ 3,43 por dólar.”   Esse cenário poderia ser pior se o governo Temer não tivesse conseguido a vitória da PEC 55. O controle de gastos do governo é um principal sinalizador de que o governo deseja fortalecer nossa economia, evitando que o Estado gaste mais do que arrecada.

Ao contrário do que os esquerdinhas andam divulgando em redes sociais, a PEC 55 não congela gastos e nem corta investimentos em educação e saúde. A PEC 55 apenas ajusta os gastos de um ano em relação a inflação do ano anterior. Isto é, os gastos de 2017 serão regulados pelo IPCA de 2016; os gastos de 2018 serão regulados pelo IPCA de 2017 e assim por diante. Saúde e educação entrarão na planilha em 2018. A saúde teve um aumento de 10 bilhões de reais para 2017. Sem a PEC, o governo continuaria entrando no vermelho e arrastando a nossa economia para o buraco.

Sobre a LOA de 2017, um fator me desagradou. Aumentaram a contribuição partidária. Poxa, para quê? Usa esse recurso em outra iniciativa que gere desenvolvimento. Então, a economia promete ser dura em 2017, mas poderia ser pior sem a PEC 55 regulando o bolso do Estado. Foi uma reforma amarga e necessária, como vou escrever mais abaixo.


Reformas em Andamento

São três reformas em pauta: Gastos Públicos (já em vigor); Previdência Social e Fiscal. Como sabem por textos anteriores, eu não concordo quando mexem com o bolso do trabalhador, sendo que existem outras reformas a serem feitas, por isso, não concordo com a reforma da Previdência. Essa poderia esperar. A reforma fiscal, se bem feita, pode gerar 100 bilhões de reais a mais ao Estado, então, teria que ter prioridade sobre a reforma da Previdência. Na ordem:

1º- A PEC dos Gastos Públicos foi uma injeção. Doeu muito, mas foi necessário tomar, pois o Estado não poderia mais gastar a ponto de endividar o país. Um Estado endividado derruba a economia, como já estamos presenciando.
2º- A reforma fiscal aumentaria a arrecadação do Estado (não escrevo sobre aumentar impostos, mas melhorar a arrecadação já existente), por isso, deveria ser a próxima reforma a ser realizada. O combate à sonegação e
3º- Combate à corrupção com medidas que melhorem o controle burocrático. Combate à corrupção traria maior eficiência aos gastos públicos. Somente a Lava Jato recuperou 5 bilhões de reais aos cofres públicos. Muito dinheiro roubado que poderia ser investido na melhoria do Brasil. 

Para mim isso bastaria, não sendo necessária uma Reforma da Previdência.

O Ano de 2017


Então, com uma economia ainda tímida, com escândalos de corrupção, que poderão derrubar o atual governo, e reformas ainda por fazer, eu acredito que 2017 será mais difícil que 2016. Preparem-se! 

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

TOP Aberturas e Encerramentos II (Quase retrô)

Obrigado a todos! A recepção a este material foi ótima, por isso, vou continuar explorando esse conceito mais um pouco! Mais algumas aberturas que foram importantes para mim, todavia, como no texto passado, sem uma ordem definida de importância, ou seja, vou lembrando e colocando aqui. Simples!

A abertura de Cavaleiros do Zodíaco também foi um marco. Foi o primeiro rock japonês com o qual tive contato e tive um choque positivo, pois vi, pela primeira vez, que a abertura tinha uma grande importância na cultura pop. Eletrizante, empolgante e dinâmica! O hino de uma geração!

  
Deixo aqui uma abertura para homenagear uma dubladora. Eu guardo muito respeito e admiração por ela. Megumi Hayashibara fez excelentes trabalhos. Também, esta série era minha companheira pela madrugada, quando a assistia pelo canal Locomotion.



Vocês não sabem como era difícil ser otaku na era da internet discada, via telefone. Para baixar um arquivo, hoje considerado pequeno 50mb, demorava uma note inteira. E ainda tinha o risco do download não ser completado pela queda na transmissão. Era nessa época que conheci uma série que me inspírou demais. Depois de algum tempo, essa série teve uma nova temporada criada e nos trouxe a mais serena abertura que eu conheço, além de um encerramento extremamente calmo. Animação linda, canção harmônica e paz de espirito são temas desta abertura e encerramento. 



No Game, No Life deu um tapa na cara dos roteiristas dramáticos e trágicos, pois mostrou que a humanidade poderia ser medíocre, mas tinha potencial para a grandeza. Era esse potencial que deveria ser protegido. O potencial do nascimento de um Einstein, de um Mozart e de muitos outros gênios. Quando eu escuto essa música, eu já a relaciono com esta mensagem e isso já me arrepia a alma. 



E, para finalizar, essa aqui é legal, pois foi tanto encerramento como abertura de série. Sim, o encerramento desta série foi abertura quando o episódio focou na ação deste grupo em específico. Gostei, pois mostrou que dentro da série existia uma outra equipe com personalidade própria e que deveria ser tratada como tal. Uma equipe bem radical! 


segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Moro, Aécio, Renan e o STF. (Parte 2)

Moro, Aécio, Renan e o STF. (Parte 2)

Continuando o texto da sexta-feira, foi nesse mesmo dia que vimos um absurdo que eu achei difícil de julgar. O STF decidiu que o Renan Calheiros não estará na linha sucessória para assumir a Presidência da República, mas poderá manter o cargo de Presidente do Senado. Eu entendi que isso foi feito para evitar maior turbulência política, pois o segundo na linha de sucessão é oposição ao governo. Isso poderia colocar em risco o andamento das reformas para tirar o país da miséria que o PT nos colocou. É quase igual a retirar a presidente do poder, mas manter os direitos políticos dela intactos. Lembram?

Eu consegui entender isso e achei difícil, na ocasião, saber se foi certo ou errado. Agora, estou com a tendência de achar que foi errado. Pelas regras da Constituição, Renan deveria perder o cargo e o mandato. Caso o senador, que fosse assumir a Presidência do Senado, atrapalhasse as votações das reformas no Senado, nós nos manifestaríamos, colocaríamos pressão em cima e, finalmente,  poderíamos entrar com ações contra ele. Também acredito que as lideranças políticas, após as manifestações mais recentes, estariam mais sensíveis aos apelos do povo e  não iriam permitir que ele viesse a atrapalhar as reformas. Então, não se justifica deixar o Renan na presidência para evitar uma crise política maior.  

E a coisa piora ao se ler a notinha que ele escreveu depois de se recusar a receber o oficial de justiça que iria determinar a retirada dele da presidência. Na notinha, após a decisão esquisita do STF, ele escreve, talvez em tom irônico, “É com humildade que o Senado Federal recebe e aplaude a patriótica decisão do Supremo Tribunal Federal. A confiança na Justiça Brasileira e na separação dos poderes continua inabalada”. Dá para aguentar uma coisa dessas?

No twitter, eu afirmei que o Aécio deveria ser julgado no STF e que era lá que deveria residir a maior pressão e a reclamação popular. Entretanto, será mesmo que o nosso STF está forte para julgar alguma coisa? Depois do absurdo do rito do processo de impeachment, depois de decisões controversas como esta do Renan, será mesmo que conseguiremos ver algum político ser devidamente julgado na casa?

E termino com a frase da sexta-feira. Mais grave que uma foto com um juiz que não pode julgá-lo, é ver ele rindo com um juiz que pode fazê-lo.

Fonte: André Dusek/Estadão Conteúdo



sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Moro, Aécio, Renan e o STF (Parte 1)

Moro, Aécio, Renan e o STF. (Parte 1)

Interrompemos a programação habitual para fazer este texto importante, que será dividido em duas partes. Uma agora, sexta-feira, e outra na segunda-feira.  Dia 07 de dezembro de 2016 foi um dia incomum para dezembro. Em primeiro lugar, houve alarde desnecessário por causa de uma foto do Aécio Neves rindo com Sérgio Moro na premiação da revista IstoÉ. É fato que os esquerdinhas tentam manchar a história da Lava Jato tentando dar a ela um ar de perseguição da esquerda. Tentaram desconstruir toda uma operação do Ministério Público Federal com base em uma imagem. É falta de argumentação e cinismo do grosso. É como o Lula que chama os Procuradores da República de garotos, quando, na verdade, são investigadores e operadores do Direito do mais alto calibre.

Afirmam que Moro não persegue o PSDB por sua relação com o partido e com o Aécio. Este é o primeiro erro, pois o sujeito tem foro privilegiado e deveria ser processado e julgado no STF até o presente momento.  É como o Lula que quase se salvou do Moro ao tentar assumir um cargo no governo Dilma (coisa que não ocorreu, ainda bem, devido a pressão popular e intervenção jurídica). Moro não pode tocar em quem tem foro privilegiado. Cunha era intocável até ser impedido ao mandato. O que aconteceu a seguir? Foi preso!

Aécio ainda tem foro. Quando ele deixar de ter o foro, o que vai acontecer? Moro vai prender ele com base na delação premiada? Não! Muito provavelmente, outro juiz será designado para o julgamento. Leia aqui com atenção esta explicação do STF antes de sair entrando nas mentiras dos esquerdinhas: “O CPC dispõe, por exemplo, que o magistrado está proibido de exercer suas funções em processos de que for parte ou neles tenha atuado como advogado. O juiz será considerado suspeito por sua parcialidade quando for amigo íntimo ou inimigo capital de qualquer das partes, receber presente antes ou depois de iniciado o processo, aconselhar alguma das partes sobre a causa, entre outros.” Desta forma, por causa de uma possível relação pessoal, Moro não será o juiz que julgará o Aécio Neves, caso ele venha a perder o foro privilegiado. Enquanto estiver com o foro, repito, ele será processado e julgado pelo STF. Caso ele venha a perder o mandato hoje, o MPF pode, em decorrência das provas, pedir a abertura de inquérito e processo contra o Aécio, porém, com outro juiz no comando. E caso haja alguma irregularidade, nós não estamos em um Estado Totalitário, ou seja, existem remédios constitucionais e regimentais para coibir e regular condutas.  

Então, não importa em quantas fotos os dois estejam juntos, isso não interferirá no processo da Lava Jato, afinal não é o Moro que investiga. Ele julga. Esse é outro erro dos esquerdinhas. Eles tentam sujar a imagem da Lava Jato, então, tentam sujar a imagem do Moro, confundindo-o com o da investigação. Eles o fazem, talvez, pela fase atual da Lava Jato. A Lava Jato é uma operação do Ministério Público Federal. Iniciou-se lá, com a apuração e investigação de denúncias feitas. São os Procuradores da República do MP que analisam e pedem à Polícia Federal que  investigue cada acusação e depois eles oferecem  denúncia ao tribunal, ou o arquivamento do mesmo. Depois que tudo for apurado, o MPF pede ao tribunal que aceite ou arquive um devido processo. Nesse momento, entra a ação do juiz (aqui entra o Moro) para aceitar a denúncia, ou recusá-la, e analisar a fundo a acusação, com direito a defesa das partes. Após análise do material, o juiz sentencia. Se uma parte, ou ambas, não gostarem da sentença, pode-se recorrer e chegar ao colegiado (juízes que juntos decidirão sobre o pedido das partes). Se a sentença for negativa ao réu e for mantida pelo colegiado (segunda instância) o réu já pode ser preso, segundo entendimento atual do STF. Mesmo preso, o réu pode recorrer aos tribunais superiores na tentativa de reverter a sentença negativa.

Resumindo, o Moro, então, é apenas um elo no processo judicial. Ele não pode proteger nenhum partido, pois quem oferece a denúncia é o MPF. Ele não pode julgar quem ele conhece, pois será designado outro juiz para o feito e ele não é o fim de tudo, visto que o réu pode recorrer a outras instâncias. Então, que ele seja fotografado rindo até com a Dilma.


  Mais grave que sair em uma foto com um juiz que não pode julgá-lo, é ver ele rindo com um juiz que provavelmente pode fazê-lo.

Fonte: André Dusek/ Estadão Conteúdo e Jovem Pan

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Valkyrie Connect, sensacional!

Valkyrie Connect- Um jogo sensacional



Para os órfãos de Chain Chronicle, chegou um novo J-RPG para celular com sistema justo e uma história envolvente, totalmente em português. Sim, o jogo recentemente lançado já vem com tradução para nosso idioma e vale uma conferida. Realizado pelo estúdio japonês ATEAM, o jogo está disponível na Google Play Store e em outras plataformas.


A História
A história se passa em um reino dimensional diferente do nosso. Neste mundo, Hel (soberana do mundo inferior ou, se preferir, inferno) está atacando o reino dos homens e está enfurecida. Uma valquíria chamada Skuld tenta impedí-la, mas acaba derrotada e gravemente ferida. É neste momento que nós somos convocados (nosso jogador) para intervir, através da ação de uma adaga. Veja o trailer abaixo. É apaixonante a arte desta introdução! Então, o destino dos mundos está em nossas mãos, pois o Ragnarok se aproxima e temos que impedir isso!



Como puderam notar, o jogo tem muita influência da mitologia nórdica. Achamos no jogo o reino inferior, o reino élfico, o reino dos homens, o reino dos deuses e diversos deuses muito conhecidos e outros pouco conhecidos. Somente essa história central já dava um jogo de arrepiar, mas o sistema ainda nos traz a história única de cada personagem e sua determinação, sofrimento ou alegrias. Para ter acesso a ela, basta ter conseguido o personagem mediante invocação. Desta forma, a história central torna-se enriquecida pelas histórias paralelas que complementam o jogo e nos situam de maneira eficiente na trama central e na trama dos personagens. E existe um fato curioso no nosso personagem, pois ele consegue acalmar os demais, ajuda-los a enfrentar sofrimentos, deixá-los em paz  e, provavelmente, isso se deve ao fato de carregarmos esta misteriosa adaga conosco. Claro, com isso, forma-se um harém de belas donzelas ao nosso redor! As jogadoras também não terão do que reclamar, pois existem muitos personagens masculinos para ajudar!


O sistema
Mencionei um sistema justo. O que seria isso? Quase todo jogo de celular tem um sistema chamado “pay to win”, ou seja, quanto mais gastarmos no jogo, maiores são nossas chances de vencer. Um sistema justo indica que não se precisa gastar muito para se chegar longe. Um sistema mais do que justo indica que você precisa gastar pouco, ou nada, para continuar evoluindo na história do jogo. Valkyrie Connect tem um sistema muito justo. Eu já cheguei ao capítulo 11 e não precisei ainda “pagar para vencer”. Basta saber como evoluir os personagens, fortalece-los com orbes e equipá-los com armas adequadas e, pronto, você consegue evoluir sem precisar pagar nada.

O sistema ainda possui, além da história principal e dos personagens, um espaço para guildas, mercadorias e eventos especiais nos quais você pode ganhar itens raros. Confira um pouco do gameplay no vídeo abaixo. Eu recomendo este jogo!




Valkyrie Connect

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

TOP Aberturas e Encerramento


Esta sexta-feira não teremos o quadrinho, pois quero deixar aqui uma lista de aberturas de animação japonesa (animês) que gosto. Ora gosto pela qualidade técnica, ora pela música, ora pela originalidade, ora pela emoção que passa por estar ligada a uma série que me deixou arrepiado até a alma. Espero que gostem da listinha.  A lista está organizada de acordo com o momento em que me lembrei das séries. Se der faço outra, pois tem centenas de aberturas que ficaram de fora.

Quase todas as aberturas da série “Jojo” estão reunidas neste clipe e eu começo por elas. “Jojo” é uma série muito badass. Tenha a certeza de que quando um Stand entra em ação, você vai querer saber como a luta se encerrará. A abertura cheia de onomatopeias lembra um quadrinho animado. É muito bacana!



One Punch Man é outra série embalada pelo rock and roll e me deixou arrepiado até a alma com as lutas muito grandiosas e pela simplicidade do herói. Aproveite esta música, pois é ótima!



Sket Dance me conquistou por ser um animê “anti-bullying”. A série é uma excelente comédia estudantil, mas quando ela entra no drama pessoal dos peronagens, aguenta o choro, pois vai te dar um nó na garganta. Gosto das músicas da abertura.



Ushio to Tora (abertura e encerramento) é um animê que pode ser usado como metáfora para explicar até mesmo a queda de Lúcifer pelas mãos de Miguel. Tem ação que te faz arrepiar e um drama envolvente que leva sempre a esperança. A abertura e o encerramento dão a dica de que nem o inferno está a salvo destes dois!



Yuri On Ice é uma comédia com uma abertura extremamente artística. A melhor abertura desta temporada (2016) e que te fará repensar seu preconceito com animês.



Shinmai Maou no Testament  tem uma abertura que te faz ficar ligado nas belas guerreiras e no traço gentil de cada uma delas. É tão artístico e belo quanto o que está acima.



Strike The Blood não é uma série muito boa e nem me empolgou muito, mas tenho que dizer que esta abertura é provocante e a música é incrível Vale estar na lista também.      


quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Aprecie as coisas simples!




Coisas simples parecem bobagens;

Como um par de sapatos;

Mas ao ter ameaçados tais aparatos;

Percebemos o quão ligados estão a outros e suas origens.



Tudo está relacionado;

Coisas simples com coisas importantes;

Sem uma coisa, a outra perde-se em instantes;

Está tudo interligado.



Aprecie a simplicidade;

Ela sempre estará ligada a algo mais importante;

Nunca se sabe o que virá com a idade;

Aprecie tudo, de agora em diante.


segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Análise Dracula Untold- 2014


Dracula Untold (2014)



O filme tem um consenso, encontrado no site Rotten Tomatoes, que define o filme como uma obra que não é ruim, mas também não chega a ser boa o suficiente para fazer jus ao icônico conde. Eu decidi assistir a esta obra no Netflix, pois foi adicionada recentemente.

O filme não é uma adaptação até onde sei e tem como proposta contar a história do conde antes do que foi escrito por Bram Stoker, ou seja, não compete nem mesmo com a literatura que consagrou o personagem. É algo bastante livre, desde que não entre em temas relacionados diretamente com o livro e que entregue o personagem na mesma situação na qual ele foi iniciado na literatura.

Ao analisar isto, percebi que é fácil fazer um prequel, desde que se respeite as duas regras mencionadas no parágrafo anterior. O “Urobutcher”, então, teve vida fácil, pois respeitou de maneira decente a obra original da franquia Fate. Está bem, a frase anterior foi apenas uma provocação. Voltando ao filme em questão, Matt Sazama e Burk Sharpless (roteiristas do filme) também fizeram um trabalho decente, com poucas falhas.



Algumas falhas foram relevantes. Quem conhece a história, sabe que Dracul foi o vampiro original, rejeitando a luz e a salvação por causa de seu ódio pela morte de seu amor. Viveria para sempre nas trevas, se alimentando do sangue dos filhos de Deus, até reencontrar a reencarnação de seu amor. No filme, a maldição do morto-vivo é passada para ele por outro amaldiçoado. Talvez tenha sido o erro mais grave.  Outro erro menor é ter feito Dracul muito parecido com um herói, ao invés de um monstro. Ele está mais para um “Monstro do Pântano” do que para um “Batman”, mas, no filme, essa relação está invertida. Entretanto, não são falhas que te farão desligar a internet, ou jogar a televisão pela janela, como eu quase fiz ao ver a porcaria que fizeram com Chain Chronicle (desculpa, Pirika, seu capitão não conseguiu te salvar). Chain Chronicle, que lixo! X(~



 E, então, surgem os pontos fortes que te farão ficar interessado até o fim do filme. O primeiro deles é a boa qualidade de diálogos. Muita frase bem estruturada, com efeito e colocada no momento certo da narrativa. É uma loucura como gostei disso nesse filme. Cada frase mesclava muito bem com a ação seguinte. O segundo ponto forte do filme é a fotografia. Com muita sombra, os amaldiçoados pareciam realmente assustadores. O filme apela para tons escuros e mantêm um clima sombrio e tenso com isso. O terceiro ponto forte são todas as cenas de ação mostrando os dons das trevas. Está certo que, por vezes, parecia o Batman, mas o dom amaldiçoado, por vezes discreto, estava bem empregado. O quarto ponto forte é a relação dos personagens que fica bem, muito bem, ambientada. Dá para ver que a relação familiar é genuína e isso mostra quanto ódio uma morte pode gerar. Um ponto para os atores escolhidos que me fizeram acreditar que eles eram uma família.

Tudo isso estava bem misturado e me propiciou um agradável momento em frente à televisão e ainda entregaram Dracul intacto para o livro. Foi muito bem elaborado. Adorei ter assistido e se você ainda não viu, vai até o Netflix, o filme está por lá!   

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Bisavô Nicolau



Estava afastado dos caminhos dos meus antepassados;
Por muito tempo, eu me distanciei das minhas origens;
Estou, agora, retornando e sendo por eles abraçado;
E gostaria de fazer a eles diversas homenagens.

Um homem sem passado não possui futuro,
Aprender com os antepassados é uma possibilidade;
É aprender sobre si mesmo e sua qualidade;
Ilumina tudo, eliminando de sua alma qualquer canto obscuro.

Aprendi com meu bisavô muito de sua história;
Honrado estou com sua determinação;
Maravilhado estou com o amor que doou em toda sua glória;
Para sua mulher, família e sua nação.

Sentado estou quase na mesma praça;
Pedindo a ele força e determinação;
Sei que ele me ajudará com muita graça;
Pois ele foi homem de família e oração!




segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Black Friday Asabeça

Black Friday Asabeça



A livraria Asabeça, que pertence ao grupo da editora Scortecci, vai celebrar a Black Friday de uma maneira especial. Todos os livros da livraria com frete grátis para todo o Brasil. Que tal? Chegou a hora de comprar aquele livro que você tinha vontade de ler e sem precisar pagar pelo envio. A promoção estará válida para compras do dia 25 ao dia 27 de novembro de 2016. Mais informações na imagem acima.




Lá na livraria tem um livro bem especial. Sim, a livraria está vendendo o meu livro “Fé de mais ou Fé de menos?” (cacofonia em homenagem à minha falecida avó). Sinopse: “Venho versar sobre a fé. Venho falar da minha fé, a qual não só me trouxe vitórias, entusiasmo e alegrias, mas também dissabores e tristezas. Quando a fé é demais, torna alegre a vida; mas, quando é de menos, traz tristeza e sofrimento. Aprendi isso com as pauladas da vida, as quais me fizeram retornar ao livro e atualizá-lo.  O livro apresenta minha fé atualizada, com minhas experiências pessoais, para tentar ajudar outras pessoas a entender melhor o mundo, a enfrentar problemas e tentar não se abater diante de uma derrota. Caro leitor, espero que possa ser o auxílio procurado e que goste da leitura.



quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Mal Desrespeita o Bem



Ética e moral não possuem influência de normas físicas, mas influenciam tais normas através de reações em onda. Lute pelo Bem e terá boas ondas como consequência de seus atos.


segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Almanaque da Cultura Pop Japonesa- Nova Edição e Sorteio

Almanaque da Cultura Pop Japonesa

Alexandre Nagado é um profissional completo, pois é editor, desenhista, redator, palestrante e profundo conhecedor do mundo cultural japonês. Como todo brasileiro antes da internet em banda larga, eu usava várias revistas para saciar minha sede por informações sobre séries e profissionais japoneses, tais como Herói e Henshin. Nestas revistas, eu conheci e comecei a respeitar o trabalho dele. Nagado é, como mostra seu portfólio, amplo conhecedor da cultura popular japonesa.



E a editora Kimera trouxe de volta, revisto e atualizado, o Almanaque da Cultura Pop Japonesa que, segundo o Nagado, é “uma compilação de artigos e matérias assinadas pelo redator Alexandre Nagado ao longo de mais de 20 anos, especialmente na revista Herói e no site Omelete. O foco do Almanaque é no fator nostalgia (especialmente anos 60 a 90), com muita informação pesquisada arduamente em tempos anteriores à internet”; Nagado complementa: “Além da nova capa, revisão ortográfica e correção de algumas informações, há algumas diferenças marcantes entre esta edição e a original:
- Os textos sobre J-pop e a revista Shonen Jump foram substituídos por outros mais recentes, maiores e com mais conteúdo.
- Foram incluídos textos sobre Lion Man, Cybercop, Cavaleiros do Zodíaco - Prólogo do Céu e Ultraman X. Os três primeiros haviam ficado de fora da primeira edição por falta de espaço e o último foi escrito em 2015 para o UOL.
- Em quase todas as matérias, há um bloco de texto no final chamado "Nota do autor". É lá que eu atualizo as informações no contexto ou coloco impressões bem pessoais sobre a série ou personagem abordado”.

A obra, então, torna-se importante para leitores de todas as idades que desejam se aprofundar na cultura popular japonesa, ou rever algumas matérias sobre seriados saudosos. Se você é estudante de Comunicação Social, Artes ou Sociologia, eu recomendo este livro para aprofundar seu conhecimento sobre o produto midiático japonês. E ainda está em tempo de participar de uma promoção que está sendo gerenciada pelo canal Tokudoc. Corre lá! Vou deixar os links abaixo, junto com algumas imagens!

Promoção em parceria com o canal Tokudoc no Facebook.



Compre no site da editora Kimera




quarta-feira, 9 de novembro de 2016

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Chain Chronicle- Um desabafo

Chain Chronicle, a Sega e a autodestruição




O que vou relatar aqui é meu profundo descontentamento com a atual gerência da franquia Chain Chronicle e vou relatar spoilers do jogo (final do primeiro livro) e do filme que será lançado em dezembro. Eu fiquei revoltado com o que descobri e, nos parágrafos seguintes, vou abrir o verbo. Se não gosta de spoilers, pare de ler aqui. 


O Filme, o Jogo e a Maldição da Madoka

Sarah Nelkin fez um lindo texto sobre o primeiro filme da franquia e me alertou para aberrações que o filme mostra.  Amo spoilers, pois eles evitam que eu tenha um derrame ao ver aberrações. Ela comenta em seu texto, “ The "Chain Chronicle" Anime Begins With the Hero Losing to the Final Boss”,  o seguinte: “in the first five minutes of the first episode, the evil king obtains half of the artifact that can destroy the world, beats the ever living crap out of our noble hero, and throws the land into chaos.” Eu vou deixar algumas partes comentadas.

A vitória do Black King (Evil King)

Sim, o diretor resolveu ignorar todas as consequências da vitória do pai da Phoena, que nos são alertadas durante nossa jornada no jogo, e matou a franquia em apenas 5 minutos. Parabéns, campeão! No jogo, a derrota para o Evil King (Black King) significava a não existência. A morte plena que tomaria conta do continente e traria o silêncio eterno, pois não haveria mais vida. Não é apenas um caso de o povo sucumbir às péssimas condições de um reinado manipulador, pois não haveria mais vida. Era simples assim: perdeu, tchau mundo! Causa e efeito de maneira instantânea! Não existia a possibilidade de fugir, se retirar e tentar outra vez, como o filme mostra. Perdeu, morreu! O diretor ignorou todos os avisos do jogo.


A morte da/o Pirika

Como a Phoena explica, a(o) Pirika é um sprite sem sexo definido, por isso escrevo desta maneira. Quem gosta de ver a Pirika como uma garota, ou como um garoto, fique livre para ler o texto como quiser. Leia como achar que melhor. A própria morte da(o) personagem Pirika significava o fim daquela realidade, pois ela/ele é o fragmento da vontade do mundo. Ao matar a(o) Pirika, o Evil King mataria o mundo em si. Sobre a morte da(o) Pirika no filme: ela/ele morre, o herói perde e todos se retiram. Pode ser que alguém venha defender e dizer que ela/ele morre no game também. Sim, ela/ele vem a desaparecer no game, mas a luta continuou no castelo até que, durante a luta, ela/ele ressurgiu. E o ressurgimento dela(e) só foi possível porque o herói não desistiu. Ninguém debandou, ao contrário deste falso herói chamado Yuri. A(O) Pirika só ressurgiu porque o herói continuou lutando. O herói não foi se lamentar em um bar, ele continuou lutando. Eu sei que o diretor pode ter deixado isso para o último filme, mas não traz lógica nenhuma, pois a(o) Pirika não poderia ficar tanto tempo morta(o). Pirika é a vontade do mundo, então, se morre, o mundo morre.


A Aliança

Como se não bastasse isso, existia um elemento lindo no enredo do jogo que era a união de raças em prol da sobrevivência do mundo. Foram várias quests difíceis em todos os territórios do game, para forjar esta aliança para o combate final. Foi um processo longo, custoso e demorado. Isso deixou o jogo com um fator esplêndido, ao estilo “O Senhor dos Anéis”, dando o complemento ideal para a luta final. Ao conseguir unir todas as raças para o combate final, o herói dá ao jogador a lição de que o esforço conjunto de todos, não importando sua raça ou credo, faria um mundo melhor e colaboraria para eliminar as trevas. O sinal de que a vitória estava ao nosso alcance era ver povos diferentes lutando lado a lado. Esse elemento no filme foi ignorado por completo, pois o herói fracassa. Quê isso, diretor! Imagina, todo mundo colocando a sua fé no herói e ele fracassando? Para quem suou a camisa para unir as raças, deve odiar o resultado ínfimo disso no filme. E acrescento mais, no jogo o nosso personagem cai em uma espécie de dimensão sombria e é resgatado pelo sentimento de amizade com todos que ele conheceu durante a jornada. A força da amizade e da união contra as trevas retratadas de maneira mais eficiente do que no filme. Provavelmente, mais um ponto ignorado pelo enredo do filme.


O Evil King

A derrota neste ponto do jogo significava, então, a não existência. Não haveria para onde retornar, não seria possível fugir em retirada, não existiria mais reino, pois, além da essência do mundo ter morrido (Pirika), o próprio Evil King (pai da Phoena) estava sendo controlado por um Dragão Negro. Não existiria salvação! Ao ver os heróis em retirada, derrotados, acha mesmo que o Dragão que controla o Evil King iria parar? Ele iria perseguir a todos e aniquilar um a um, ou seja, pela ótica do jogador, os 5 minutos iniciais do filme aniquilam por completo a essência mágica do enredo do jogo, que deveria ter sido preservada. Sega, parabéns pela trapalhada também!  


A Maldição da Madoka

O efeito Madoka, ou maldição da Madoka, é uma consequência que surgiu após o término do seriado Puella Magi Madoka Magica. O efeito é que alguns roteiristas e diretores, que não possuem segurança em seu próprio estilo, acabam tentando copiar elementos de roteiro de Madoka, para conseguir um pouco de crédito, ou, talvez, enganar os pseudo-intelectuais. Ou, como penso que foi o caso de Chain Chronicle, o diretor optou por uma história mais trágica (o apelido da Madoka era, em algumas comunidades, Madoka Trágica), mesmo passando por cima da história original. Isso é danoso, pois o estilo de Madoka é único e não cai bem em todas as séries. E ninguém gosta de cópias baratas. Acredito que essa seja a maldição de um diretor incompetente que acha que um drama precisa ter tragédia para ser completo, ou que o suspense precisa de gore para ser bem sucedido. É um diretor inseguro que acredita que sua obra será melhor vista se possuir algum elemento mais denso na trama, mesmo que, para isso, ele lance um "dane-se" para a história original (jogo original). Um diretor que acha que para fazer um cult tem que apelar para a tragédia. Ao escolher a derrota do herói já nos minutos iniciais do filme, o diretor achou que desenvolveria um drama mais denso, mas, como escrevi, atropelou a história original.

Será mesmo que Chain Chronicle precisava disso? O enredo de Chain Chronicle (jogo) é um verdadeiro shounen que faria sucesso se fosse deixado como foi concebido. O autor do filme poderia ter adotado a rota inicial e original, que tem muitos elementos que fariam o filme ser cult. A história do Kain, Phoena, Marina, dos magos supremos, ou seja, existe muito material bom, que possui identidade própria e forma o enredo do jogo que foi baixado mais de um milhão de vezes. Não havia necessidade de alterar a obra original desta forma. Existem muitos clássicos que continuarão a ser lembrados, não precisando apelar para obscurecer a trama. Isso não pegou bem em Chain Chronicle. Acredito que esse efeito Madoka tem a tendência de datar a obra e deixá-la com a vida útil menor. Para provar isso, vamos nos falar em 30 anos e ver se alguém anda vai lembrar desta obra em si, assim como lembram de Oh My Goddess, ou de Tenchi Muyo, ou de Cavaleiros do Zodíaco.

E, para quem não está certo se este efeito Madoka se aplica a Chain Chronicle, basta ver uma das propagandas que saíram para promover o jogo na Ásia. Adivinha com que série Chain Chronicle se associou? Sim, Madoka! Isso prova que o gerenciamento da série quer mesmo associar a franquia ao seriado Madoka. Por isso, talvez, o filme tenha sido vítima de um diretor que não sabe como trabalhar com um enredo denso e que não está nem aí para a rota original do jogo.





Conclusão


Aaah, quando eu soube que o filme começaria com a batalha final, eu acreditei que o filme mostraria uma história que fosse se passar entre o enredo do livro 1 e do livro 2. Que veríamos animada, de maneira digna, os momentos finais desta clássica luta que tanto me emocionou. E, com isso, a Sega poderia estar fazendo divulgação da trama e do jogo, com o possível regresso do jogo ao ocidente; agora fortalecido pela mensagem do filme e com recursos financeiros para se manter por aqui novamente. Agora que atestei a incompetência da Sega, acredito que todo o dinheiro que o jogo recebeu no ocidente foi usado para este filme, por isso, não tinham como manter os servidores para nós. Sim, deve ter sido isso: péssimo gerenciamento de recursos.

Infelizmente, eu não contava que a Sega fosse deixar essa oportunidade passar, sendo tão inapta. E isso me deixou frustrado, pois o jogo foi retirado do ocidente antes que eu terminasse o Livro 2, mesmo continuando a ser liberado para a Ásia. E eu desejava muito assistir a esse filme. Não desejo mais, pois quero manter, na memória, a história original, na qual o herói salva a Phoena, o mundo, a Pirika e, até mesmo, o Evil King, purificando os asseclas dele e fazendo com que os esforços de cada um na aliança de raças seja dignificado! Era essa a essência de Chain Chronicle e que foi violentada pelo enredo deste filme em apenas 5 minutos iniciais. Acompanhe abaixo o gameplay do Final Boss (Book One) e veja o que tenho dito.








Como eles não desejam se fixar no ocidente, criam filmes horrendos, sem preservar a ideia original do jogo, eu só posso concluir que a franquia morreu para mim. É hora de seguir em frente e esquecer que um dia joguei Chain Chronicle. A Sega não merece mais a minha atenção, pois ela está conseguindo se autodestruir e eu não ficarei assistindo isso!

Chain Chronicle – Game- 10,00

Chain Chronicle Movie- 00,00     

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Seu beijo


Viver cada beijo! Eu não poderia deixar esta mensagem sem um vídeo musical, então, apreciem abaixo o clipe que escolhi para acompanhar estas palavras. AnimeUnity e seus ótimos AMVs






segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Eleições 2016

Eleições 2016- Uma lição

Agora que a disputa se encerrou, posso retornar ao tema. Uma das ferramentas para depurar um fato, e ver se este fato possui base na mentira ou na verdade, é o tempo. Usei da paciência, então, para apreciar dois fatos que foram veiculados na imprensa ainda no julgamento do impeachment no Senado. O primeiro fato foi uma declaração do senador Requião sobre uma possível guerra civil, caso, à época desta declaração, o impeachment fosse aprovado. O segundo fato foi o uso político do impeachment, chamado de golpe pelos líderes dos movimentos de esquerda, na tentativa de reduzir o poder do PMDB nas eleições de 2016.  


Guerra Civil



A declaração tinha como base a quantidade de votos que a coligação PT-PMDB tinha conseguido nas eleições passadas. Considerando-se que tinham mais de 54 milhões de votos, o senador tentou usar isso para colocar medo no coração dos parlamentares e de apoiadores do processo do impeachment, afinal, quem iria querer ir contra mais de 54 milhões de eleitores?

O tempo passou, o impeachment foi aceito e aprovado, a democracia venceu, mas não houve, até o presente momento, a tão temida guerra civil e por quê? Porque o brasileiro entendeu que houve culpa do governo na crise, porque o povo entendeu que o impeachment estava julgando um crime real, porque o eleitor percebeu que o que fora prometido, durante a campanha, não seria cumprido, logo, aquele número alto que o Requião se apegara para a declaração não passava de um número inflado. O que se tem hoje, lutando pela esquerda, são militantes e pessoas ligadas aos movimentos de esquerda. O povo brasileiro mesmo seguiu em frente, pois entendeu que, para fazer este país andar, vai ser necessário muito trabalho e sacrifício.


Fora, Temer!



Antes de mais nada, não sou coligado partidário e nem simpatizante do Temer. Eu preciso avisar isso sempre, uma vez que muitos acham que toda pessoa Anti-PT é, automaticamente, pró-PMDB ou pró-PSDB. Dito isto, vamos analisar outra falácia do PT. Os membros do PT tentaram enfiar na mente do povo brasileiro a farsa de que o Temer não era um sucessor legítimo e que o impeachment não passava de um golpe (ora do Cunha, ora do Temer). Era uma manipulação que ficou clara quando Freixo afirmou, ao ir para o segundo turno, que a possibilidade da campanha dele ter tido uma continuidade era de que o carioca reconhecia o impeachment como golpe. A falácia estava escancarada! O verdadeiro motivo para o “Fora, Temer” era a tentativa de manipular as eleições em favor da Esquerda.

O resultado das eleições em 2016 mostra um povo brasileiro mais consciente e que sabe de quem é a culpa por toda a crise enfrentada pelo Brasil. Um povo que não tem medo das mudanças e que não deixa a incerteza tomar conta. Andreza Matais e Marcelo de Moraes para o Estadão: “Com sete das 26 capitais conquistadas, o PSDB se consolidou como maior vencedor da eleição municipal. Dois dos sete tucanos foram eleitos ainda no primeiro turno. Em segundo lugar, vem o PMDB, que levou quatro capitais. Em seguida, vêm o PDT, com três, e o PSD e o PSB com duas. O PT chegou ao segundo turno em apenas uma capital, Recife, mas perdeu. A sigla conseguiu eleger apenas um prefeito, assim como PRB, PHS, PMN, PCdoB, DEM e Rede. O PP e o PV não obtiveram vitórias”.

Já a Veja mostra como esse slogan não colou ao divulgar a maior ferida que o PT teve nestas eleições: “No chamado “cinturão vermelho”, o partido também perdeu nas duas cidades em que disputava o segundo turno: Mauá e Santo André. Com isso, não vai comandar nenhuma das cidades — até este ano, tinha seis prefeitos na região, entre eles o de São Bernardo, Luiz Marinho; Lula, que vive lá, não foi nem sequer votar no segundo turno.”

O PT apostou em uma possível má informação do povo brasileiro e de que suas falácias seriam consideradas verdadeiras, mas o eleitor não se deixou enganar. Isso fez o partido encolher. Se formos jogar na mesma moeda que eles, poderia afirmar que o povo brasileiro assinou embaixo o processo de impeachment e que  quem tentou enganar o povo acabou encolhendo. Também sei que o partido não está morto e que outras falácias virão.

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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Existe um lar


Um lar não é formado meramente por portas e paredes, assim como uma família não é formada unicamente pelo nascimento.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

O exemplo do Japão

Elementos para uma recuperação econômica- Japão como exemplo!



Após mais de 8 anos sem que nosso representante máximo fosse visitar o Japão, o Brasil tentou recuperar os laços, com o país do sol nascente, através da visita do presidente Temer. Vi aqui uma possibilidade de escrever um texto sobre elementos que podem fazer com que um país saia de uma crise econômica aguda.

Após a Segunda Guerra Mundial, o Japão estava assolado, com duas cidades totalmente destruídas pela tecnologia da bomba atômica, e com a economia quase que no chão. Era um país com restrições militares, e essencialmente agrário. Uma situação bem diferente do que encontramos hoje em dia. Apesar da crise econômica japonesa atual, os índices de desenvolvimento do Japão são formidáveis. Dado da página do professor Getúlio Nascimento. Taxa de analfabetismo de 1% da população (2013), renda per capta de US$ 36.200 (2012), IDH de 0,980 (2013) e PIB em 4,5 trilhões de dólares. Como o país se desenvolveu tão rápido? Quais lições podemos tirar para fazer com que o Brasil também consiga superar a crise atual? Apesar do contexto histórico e social diferentes, podemos refletir sobre o que fez com que o Japão superasse esta crise e viesse a se tornam uma grande economia global.

A Embaixada do Japão no Brasil escreveu sobre este período e deixou algumas lições. A primeira é de que existia fornecimento de petróleo a baixo custo, ou seja, eles podiam reconstruir fábricas, produzir e entregar produtos sem onerar o preço final ao consumidor por causa do petróleo a bom preço.  Se no Brasil o preço dos combustíveis baixar a uma taxa acessível, preços tenderão a baixar e isso estimulará o comércio, serviços e a indústria. Outro ponto é de que a população tinha alta taxa de poupança individual e de investimentos na iniciativa do setor privado. Todos sabem que, no Brasil, o movimento está inverso, ou seja, o brasileiro retira das aplicações, pois não têm mais como manter as famílias. E isso gera retração no consumo. É necessário, por exemplo, baixar as taxas de juros para desafogar as famílias. O Estado, deixando a iniciativa privada livre, estimula o fluxo de capitais, gerando renda. Ela se movimenta pela economia, é aplicada e fornece ao Estado instrumentos para fazer o PIB voltar a crescer. Outra coisa é que o Japão buscou se industrializar e desenvolver tecnologias de inovação. O desenvolvimento de novas tecnologias atrai investidores. O Japão possuía, e possui ainda hoje, força de trabalho com ética laboral. Além da cultura japonesa dignificar o trabalho, o país ainda possuía uma boa condição educacional, que motivava ao trabalho. Além disso, o Japão beneficiou-se do Plano Marshall (com cerca de 12 bilhões de dólares) para a reconstrução de sua infraestrutura. Deste modo, como explica a página da embaixada: “O Japão foi o principal beneficiário do rápido crescimento atrelado à economia do mundo pós-guerra segundo os princípios de livre comércio promovidos pelo Fundo Monetário Internacional e pelo Acordo Geral de Tarifas e Comércio. Em 1968, a economia japonesa já havia se tornado a segunda maior do mundo, depois da economia dos Estados Unidos.”


Conclusão claramente óbvia!


Para o Brasil sair da crise, torna-se óbvio, então, que o país tem que parar com a sangria (gastar menos do que arrecada), para voltar a ter índice confiável de investimento, pois isso atrairá recursos que poderão formar a tecnologia de inovação que precisamos. Também se faz necessária a redução nas taxas de juros, e no preço do petróleo, para estimular a produção e o comércio, gerando renda para investir e poupar. Investir não somente em empregos, mas em educação e infraestrutura. Precisamos de trabalhadores sem medo do desafio e com condições adequadas ao seu labor.  Precisamos que o país também entregue uma geração de energia adequada à produção e a consumo, ou seja, infraestrutura. 

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

A PEC 241 e a maldita herança de 13 anos de populismo!

A PEC 241 e a maldita herança de 13 anos de populismo!

Nas eleições passadas, eu fiz de tudo para convencer meus amigos, e ex-amigos, de que a reeleição do PT se dava de maneira enganosa, com dados maquiados, falsas interpretações dos mesmos e o risco de agravar a crise econômica que enfrentávamos e estamos enfrentando. Desde 2013, eu venho escrevendo sobre os gastos públicos e a crise. Fui até rude em minhas palavras para com eles. Theodore Roosevelt tornou famosa a frase “fale macio, mas carregue um porrete”; eu prefiro não falar macio e carregar um porrete, pois o que estava (está) em jogo era (e continua sendo) a saúde fiscal do Brasil.

Não teve jeito naquela época. Eles não se convenceram, o PT ganhou as eleições, e a crise se agravou. As pedaladas da Dilma, a irresponsabilidade fiscal cometida, já revelavam um indicativo de que as contas estavam no limite e que já não havia mais como manter os gastos, pois não havia mais receita. E ela pedalou dois anos seguidos, tendo suas contas reprovadas pelo TCU (2014 e 2015). Isso mostra que, no mínimo, uma reforma estava sendo exigida 4 anos atrás e nada fora feito. Um rombo que chegou a casa de 3 TRILHÕES de reais somente na dívida pública. Sim, 13 anos do governo do PT deixaram uma crise da dívida pública na casa dos 3 TRILHÕES de reais (dados do Tesouro) , com retração do PIB, inflação fora da meta e desemprego de mais de 22 milhões de pessoas (Estadão- IBGE). Com isso, não se tem meios de manter os gastos. Para ter uma ideia, Temer teve que pedia mais de 90 bilhões de reais ao Congresso e parte desse montante está destinado ao pagamento de encargos financeiros da União (JC). Se o Brasil não conseguir se reestruturar, não teremos futuro. Não teremos futuro. Já não temos mais um presente, mas ainda podemos lutar pelo futuro.

Tesouro: Encargos Financeiros da União Recursos para saldar compromissos assumidos pela União, relativos à dívida interna e externa e às emissões de agente arrecadador do Tesouro, entre outros.

Mais mentiras do PT

E, enquanto era governo, o PT sabia disso, pois eles mesmos falavam em TETO para os gastos públicos, embora nada tivessem feito por desinteresse e falta de força política, pois desejavam manter um populismo que consumiu as reservas de capital do Brasil. Folha de São Paulo em 28/01/2016 (imagem abaixo). E, agora, como oposição, tornam-se hipócritas e se dizem contra o teto de gastos que eles mesmos já consideravam como saída para o ajuste fiscal e a retomada do crescimento. A história está registrada.  Não fujam da responsabilidade que lhes cabe! Veja abaixo (Folha).






Além disso, correu a notícia errônea, por uma mídia vermelha, de que a FGV havia dito que o mínimo seria de 400 reais em 2016, se a PEC do Teto estivesse em vigor na década de 90. Mentira que caiu por terra com declaração da própria FGV (Nota de Esclarecimento): "A FGV não concluiria tal conjectura visto ser impraticável associar a política de salário mínimo, destinada à fixação de um piso salarial para os trabalhadores do setor privado, aos efeitos da PEC 241, que tem como objetivo limitar a um determinado teto de valor os gastos do governo com suas despesas  primárias."


A Solução Amarga, mas necessária!

Desta forma, um remédio amargo torna-se necessário. Este remédio irá colocar as contas do governo em dia, fazendo com que o Brasil não gaste mais que arrecade. Um remédio chamado PEC 241 e que o PT, se considerasse a saúde do Brasil, iria ajudar a aprovar no Congresso. E quanto à Saúde e Educação? O vídeo abaixo responde a estas questões e te dá detalhes sobre a economia, hiperinflação, moratória, a quase falência da União e como a PEC poderá ajudar a rever esta posição. Assistam, por favor, antes de ficarem dando ouvidos aos petralhas. A PEC é uma boia de salvação para nosso futuro, embora seja amargo. Vídeo do Empiricus, ou seja, quem realmente entende de investimentos economia e orçamento!