sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Homem Virtual

Aqui está uma brincadeira com os textos da semana passada. Na verdade, apesar do título, não considero isso uma falácia e é legal para uma boa reflexão para o tema. Não considero uma falácia, pois acredito que ele seja a representação da imagem de um homem, ou um homem "virtual", portanto, um homem em potencial. Leiam os textos da semana passada e entenderão. É o típico material que professores gostam de levar para a aula e deixar a lição mais descontraída. Professores de filosofia podem usar, desde que indiquem a fonte! :)


quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Poema da Sardinha Marinheira!

Uma poesia ácida. Cômica e provocativa. Longe da estrutura de poesias românticas. Nem de longe lembra uma poesia gótica. Parece mais uma poesia realista e naturalista. Eça de Queiroz (Cola da Web):  “O Realismo é uma reação contra o Romantismo: o Romantismo era a apoteose do sentimento; - o Realismo é a anatomia do caráter. É a crítica do homem. É a arte que nos pinta a nossos próprios olhos – para condenar o que houve de mau na nossa sociedade.” O difícil vai ser achar imagem e música para essa poesia!





Não continue lendo, se não gosta de poesias com esta estrutura ácida e polêmica!  Não vou revelar essa inspiração! Nem que me batam com sardinhas! :P 



Donzela! Ah, Donzela!

Uma donzela magrela,
Tagarela e branquela,
Donzela como aquela,
Ninguém olha para ela.


Um erro de bakas que só veem corpo,
Carbono, nossa estrutura básica,
Se desfaz, nem segura um anticorpo,
Sim, uma poesia ácida!


Donzela como aquela é toda coração,
Na cama, ela é um furacão,
Mia que nem gatinho,
Selvagem como um Leão Marinho!


Na vida ela é companheira,
Vai com tudo para te defender,
Tudo que ela quer é você- tenta entender
Ela é muito gás, uma marinheira!


Cuida bem dela.
Outra não tem!



Sério, não achei música! Vai Sankarea, mesmo não tendo muito em comum! Ou será que tem? Cuidado com o vídeo também, porque Sankarea  é sobre uma garota que morre e é ressuscitada, virando um zumbi! Nem veja o vídeo se não gosta do gênero “comédia sombria”. Na verdade, eu acho que ela se parece um tiquinho com a inspiração do poema. Né? Né? :)









terça-feira, 12 de agosto de 2014

Cavaleiros do Zodíaco- Trilha Sonora



Em 11 de setembro deste ano, Cavaleiros retornará aos nossos cinemas pelas mãos da distribuidora Diamond Films que já nos trouxe Dragon Ball Z- Battle of Gods. Cavaleiros tem todo o meu respeito. Através desta série, eu soube o que era um animê. Se um dia eu comecei a honrar o trabalho de dubladores, e admirá-los, foi por meio desta série. Através dela, fui educado nos conceitos de amizade, apesar de falhar muito nesse conceito, e mitologia. Busquei lendas, livros e histórias sobre Zeus, Hades e toda a sorte de informações. Eu quis estudar para aprender mais sobre o universo que inspira Cavaleiros. Aprendi com eles que os vitoriosos não ficam caídos, mas erguem-se em prol de uma ideologia, ou amor. A série tem todo o meu respeito e admiração.





Cavaleiros- CD Japan


Por isso, eu fiquei contente com o regresso da série de inúmeras maneiras. E por causa disso, comprei o cd de músicas do filme. Se não fosse por esse forte laço emocional, eu não teria pago o preço. O cd, depois de pagar imposto, frete e cotação do dólar, passou de 200 reais. Mas é um preço pequeno pelo retorno de conteúdo e crescimento que esta série me proporcionou. E faço questão de agradecer comprando produtos oficiais e fazê-los sempre produzir mais conteúdo (menos Ômega hehehe). Então, vou analisar um pouco a trilha sonora, mas como sou apenas um ouvinte, estarei entrando em um terreno que não domino.


Trilha Sonora


Música no cinema é um estudo interessante. André Baptista escreveu um estudo de mestrado sobre o tema “Funções da Música no Cinema” e descreveu o que acho ser a função básica de uma trilha sonora. Ele afirma: “É fato que certas melodias nos remetem claramente a épocas e situações geográficas bem precisas, como também algumas harmonias insinuam alegria, tristeza, melancolia ou euforia. Sabemos também que certas figurações melódicas - como os intermináveis ostinatos do minimalismo - agregadas a determinadas situações narrativas podem provocar emoções específicas na audiência. E sabemos que esse resultado é diferente se às mesmas situações são incorporadas melodias construídas sobre séries dodecafônicas...”.


Leiam o estudo no link, porque é interessante. A música, então, tem como finalidade transportar a emoção da tela para o coração do espectador. Uma forma de comunicar e ajudar a imagem a transmitir a informação que pretende.


Comprei o cd, coloquei os fones de ouvido e fui analisar as minhas reações ao ouvir a trilha sonora, sendo que já conhecia o background da história clássica. Não tinha como analisar de outra maneira, pois me falta conhecimento musical para uma análise diferente desta. Notei, como mostra a imagem abaixo, que o trabalho está em cadência e ordem narrativa. Facilita a mentalização. Cliquem na imagem para aumentar.





Ela segue a linha cronológica do filme. A primeira sensação foi de grandiosidade. Clarineta, oboé, flauta e cordas dão o toque clássico que diz que esse filme foi bem preparado. O coral de vozes dá um tom imponente. A guitarra dá a urgência nas cenas e nos mostra que algo impactante está sendo mostrado. Chegando em “Stairs to Sanctuary” a música me deu uma sensação de sentimento heroico. De uma jornada que se iniciará, trazendo consigo incertezas sobre a vitória, mas coragem para seguir em frente.  Ao fechar os olhos, tudo isso me veio à mente, até a chegada de “Mr. Deathmask”. Nesse momento eu gelei, e não foi por causa da música em si, mas pelo fato constrangedor que ela representa. Foi como um tropeço. Em seguida, a grandiosidade retorna. As músicas restantes dão a certeza de cenas de grande ação e suspense. Em “Power of Dragon Blood” eu imaginei o “Cólera do Dragão” e consegui ficar arrepiado.


São 41 temas que farão o gerenciamento das emoções e guiarão as cenas de maneira eficiente. A trilha, portanto, aliada ao tema musical (Hero) já dá uma noção de boa construção da direção. O enredo me preocupa um pouco, por causa das críticas que li, mas me parece que não vou me arrepender de ir aos cinemas. A trilha sonora me cativou e a conclusão que eu cheguei é que o filme foi bem elaborado nessa questão.   


Para finalizar, uma obra bastante conhecida no Brasil (Matrix), mas de um jeito diferente. A música adequada e a ambientação sonora correta fazem maravilhas e, quando elas são alteradas, como no vídeo abaixo,  pode ficar cômico! Voltarei com uma análise do filme de Cavaleiros do Zodíaco quando puder fazê-lo.


segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Transitoriedade




Tudo na vida é transitório! Nada é perene e tudo tende a mudar, em um ciclo constante. Nós mesmos mudamos, renovando pensamentos e atividades! E buscamos sempre a eternidade. Nesse sentido, faço uma pergunta: Qual obra te representará?