sexta-feira, 18 de julho de 2014

Prece e Paz!

A mensagem que todas as religiões passam é de que o verbo, ou seja, a palavra possui o poder da criação. Em termos filosóficos isso está correto, pois tudo inicia na mente que cria. No Direito, temos a força da lei que, muitas vezes, passa de oral para escrita, mas que, sem sombra de dúvida, são intenções de obrigações, deveres e direitos que são repassados pela palavra (verbo). Vamos mentalizar sempre o bem. Essa é a intenção do cartoon abaixo, feito com o Toondoo!





quinta-feira, 17 de julho de 2014

Mané Garrincha será privatizado! Um poeminha em homenagem a isso!

Coisa pública,
Não é do governo, não!
Sim, é do povo!



Um haikai simples, até ingênuo. Veja esta matéria- Mané Garrincha deve ser privatizado! Mais um legado da Copa, um elefante branco! O valor da construção do novo Mané Garrincha foi de R$1,4 bilhão. Até o presente momento, o estádio deu  lucro de R$1,7 milhão, porque teve custo de 1,5 milhão de reais e rendeu 3,2 milhões (receita – despesa =  lucro)! Considerando-se esta quantia, o estádio não conseguirá se pagar nem em 30 anos! E ainda tem o Secretário Extraordinário da Copa no Distrito Federal, Cláudio Monteiro, que desabafa e afirma: "A Copa serviu para valorizar ainda mais o Mané, é uma pena que ainda haja quem pense que se trata de um elefante branco”.


Acho que o secretário desconhece o conceito de um “elefante branco”. Segundo a wikipédia, “elefante branco é uma expressão idiomática para uma posse valiosa da qual seu proprietário não pode se livrar e cujo custo (em especial o de manutenção) é desproporcional à sua utilidade ou valor”.  Ora, senhor secretário, um estádio que não paga o que foi gasto em sua construção é um elefante branco. E o governo, para não ficar com este mamute encalhado nas próprias despesas, vai passa-lo adiante e tentar arrecadar a quantia do empresário desavisado que o comprar. Acredito que a licitação nem chegue perto de 1 bilhão de reais, pois nenhum empresário vai aceitar pagar isso sem a garantia de retorno.



O estádio é de Brasília, é do povo brasileiro e o governo o trata como se fosse propriedade dele, quando, na verdade, ele apenas o resguarda para o povo. Agora, vai repassar para a iniciativa privada. Mais um legado da Copa, não é mesmo Teo José?

quarta-feira, 16 de julho de 2014

O Rei

Faz tempo que não coloco um poema gótico no blog. Vou matar a saudade com este pequeno poema que fiz após ver o ataque de um leão em um canal por assinatura. É meio pesado, então, leia com cuidado. Coloquei um vídeo complementar, mas de forma a retirar um pouco o peso das palavras do poema. Vocês irão entender, assim que o vídeo começar. 





Olhos vermelhos de ódio, fúria escarlate;
Vislumbram pela penumbra;
A vítima sequer sabe de seu abate;
Que a morte espreita em uma tundra.


A vida é frágil como vidro;
Esvai-se como álcool anidro;
Quando em fogo;
Desaparece rápido, logo.


O predador ataca sem pestanejar;
De sua vítima, o fôlego está a retirar;
Na selva esta é a lei;
Vence o sortudo, atento, forte e capaz: o Rei!




terça-feira, 15 de julho de 2014

Decepção da temporada passada


Já elegi os melhores da temporada passada, como podem ler aqui, agora chegou a vez de escrever sobre os animês que me decepcionaram. É algo simples: acompanhei a série e ela me desagradou.  Eu esperava algo mais, mas este “algo” não apareceu! Como sempre, este é um blog opinativo, por isso, tudo aqui é analisado de acordo com o meu gosto pessoal, através de análise sistemática de enredo, direção, arte e entretenimento.  Se gostou de Black Bullet nem se incomode em ler o resto do texto, pois é todo ele construído em cima da série. Fique avisado!



Black Bullet
A decepção





Eu achava que esta série seria a minha favorita da temporada, pois teve um começo interessante e, já no capítulo 2, eu o considerei um animê de denúncia social (leia em “Black Bullet e o Direito Negado”).  Achei que poderia ser um animê de denúncia de crimes contra a criança, através de um enredo de ficção. Porque achei isso? Pela proximidade com Capitães da Areia (Jorge Amado),  da chacina da Candelária, com personagens que migravam de um conceito ao outro, em uma sociedade marcada pela frieza com que tratavam a questão, e o preconceito envolvido.  Leiam acima e entenderão todas estas correlações.


Infelizmente, a série ficou apenas na crueldade. Nunca houve um sinal sequer de tentativa de mudança, do ambiente narrativo, em 12 capítulos. Apenas no 13º capítulo, ou seja, no capítulo final, em apenas míseros segundos, houve uma tentativa precária de esperança. Uma esperança que se esvai no restante do capítulo. A série cansa, porque bate sempre na mesma tecla. A série cansa porque os personagens que envolvem o ambiente narrativo, destinados a ajudar a conduzir o enredo, são todos construídos de forma a demonstrar o pior no ser humano. Somente a Enju, o Rentaro e a Tina salvam-se desta regra.


O pessimismo no enredo também irritou, apesar de verdadeiro em diversos pontos. Vou voltar às séries que eu mais gostei, para fazer uma comparação com Black Bullet. No Game, No Life e ela possuem um pessimismo em relação à sociedade e a realidade que cerca os personagens, mas a grande diferença é que na obra de Yuu Kamiya ainda existe a possibilidade de a humanidade ser salva. Segundo o Sora, a humanidade é medíocre, mas, dentro desta mediocridade, existem indivíduos que se destacam, por isso, a humanidade deveria ser preservada, pois dela pode sair seres geniais como a Shiro! Amar a humanidade é amar esta possibilidade de crescimento e genialidade! A humanidade, então, tem grandes possibilidades e acreditar nessas possibilidades é acreditar em seres que se destacam. Neste ponto, eu preferi o enredo do NGNL que se distancia do pessimismo de Black Bullet e nos dá uma sensação de que podemos torcer pelos personagens principais. Já em Black Bullet, no capítulo 10, eu torcia pela aniquilação plena daquela realidade.





Quando soube que o autor da série era fã do enredo do Gen Urobuchi, já era tarde demais, eu já havia assistido a série por completo. Eu criei uma regra para mim mesmo, que se o autor aplicasse as regras de construção de personagens do Urobuchi, eu iria assistir sempre com um “sinal de alerta” ligado. Eu não gosto de personagens criados desta forma. Black Bullet confirmou a regra!


Em duas semanas, no máximo três, vou escrever sobre responsabilidade social. Para a semana que vem, vou escrever sobre a temporada atual e séries que gostei. Claro, um único capítulo não diz nada sobre a série e uma série pode mudar em apenas um capítulo, por isso, o que vou escrever (minha opinião e gosto), ao final da temporada, pode estar completamente mudado, ou não!



segunda-feira, 14 de julho de 2014

Primeiro Vídeo: Vida É Semente

Este triolé participou de um concurso da Litteris Editora e vai inaugurar a segunda-feira. Como já escrevi antes, não serão poemas todos os dias, pois seria uma repetição de quarta-feira. Farei algo novo. Infelizmente, queria fazer um programa mais completo para vídeo, mas não consegui o projeto ideal ainda e nem o financiamento adequado. Então, vou esquecer isso e realizar pequenos vídeos com mensagens curtas. Espero que possam gostar e curtir.