sexta-feira, 13 de junho de 2014

Quadrinhos: Haicai e Piada do Sul

Para hoje, dois quadrinhos seguindo o mesmo estilo de sempre! Um antigo quadrinho, com Comipo, no qual utilizo uma poesia com quatro versos e cada verso foi criado no estilo haicai. Achei interessante, ao final, fazer uma piadinha. Foi um quadrinho que gostei muito. Já o quadrinho atual, com Toondoo, é de uma piada que escutei de um primo do Rio Grande do Sul. Ficou tão engraçado que a transformei em quadrinho! Espero que gostem! Cliquem para ampliar!


Quadrinho Antigo






Quadrinho Novo



quarta-feira, 11 de junho de 2014

Poema: Sorriso!

Para o XIII Prêmio Cultura Nacional- 2013.

Mio Akiyama (K-ON) está simbolizando todas as musas que me fizeram sonhar em minha época de colégio!


Sorriso 
(Inspirado em todas as garotas que, em meu tempo de colégio, fizeram-me sonhar com o amor)

É aquele sorriso que tudo diz,
Quando meu coração bate feliz,
Fazendo-me escrever seu nome em giz,
No quadro negro, sou seu aprendiz!


Sento ao seu lado ansioso,
Torcendo por um sorriso seu,
Alegro-me quando ele vem, sinto-me poderoso,
Como se pudesse pular sobre um arranha-céu.


Sou Feliz por estar ao seu lado,
Queria ser seu namorado,
Que você dissesse que sou seu bem-amado,

Sorriria muito com este dia tão sonhado!



terça-feira, 10 de junho de 2014

Apocalipse: Brasília!

Apocalipse: Brasília! O livro está registrado no Escritório de Direitos Autorais, da Biblioteca Nacional, em abril de 2004, sob o nº de registro 315.935; Livro: 577; Folha: 95. Não aconselhável para menores!



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— O que eu devo fazer agora? — pergunta Paulo para si mesmo.

Uma resposta semeia o seu coração, mas ela é fruto do ódio e do rancor. Ele se lembra do tiro em seu peito, seu sangue parece ferver e sua mente é bloqueada pela ira. Paulo sai de sua casa. Toda a vila parece um verdadeiro caos. Brasília parece ferver com o pânico gerado pelos acontecimentos de ontem. Ele busca o rastro de seu agressor e o encontra em frente a uma casa, roubando uma televisão 20 polegadas a cores. Sua ira é tão grande que os poucos metros que os separavam parecem sumir com uma rápida corrida. Paulo é lutador de rua e usou essa vantagem para neutralizar o seu oponente de maneira rápida. Nicolau assustou-se ao ver Paulo avançando contra ele, mas não teve tempo de largar a tevê e sacar de sua pistola caseira, pois o anjo já estava sobre ele. Nicolau é lançado ao chão e não tem tempo de se defender.

Imediatamente, após jogar seu adversário no chão, Paulo Radai Ason, hebreu de nascença, batista de conversão, lutador por ódio e anjo por eleição divina, confere a Nicolau a dor de um arm lock no braço, que desfaz todos os ligamentos do antebraço, quebrando-lhe a ulna e deslocando o ombro. Porém, Nicolau não mostra dor, apenas um grunhido, como a um animal raivoso. Paulo ergue-se, toma em suas mãos a tevê que Nicolau havia roubado e pensa em devolver, mas no interior da casa ele vê uma senhora de idade, morta, baleada. Paulo se vira para Nicolau e pergunta:

— Por quê?

Nicolau, ainda no chão, entre gemidos e espasmos de dor tenta levantar-se. É um rapaz duro, agressivo e de uma índole que faria qualquer um temer. Ele responde lentamente, cuspindo um pouco de sangue:

— Por... que... era fácil demais — fala com dificuldade o arrogante traficante, enquanto olha nos olhos de Paulo.

Paulo só vê fúria e maldade nos olhos do vencido inimigo. Sua fúria cresce ainda mais. "Como alguém consegue ser tão ruim?", pensa Paulo, tentando achar uma resposta para essa pergunta que, no seu íntimo, sabe que não tem uma resposta adequada, apenas conjecturas. Ele é o que ele escolheu ser. Essa é a resposta mais adequada. Nada resta a fazer. O anjo joga a tevê em cima de Nicolau, aproxima-se e o fita nos olhos.


— Se isso viesse a acontecer poucas horas antes, tenha certeza de que você estaria morto — diz Paulo aplicando um golpe conhecido como mata-leão, entretanto, usando força suficiente apenas para cortar o fluxo de sangue para o cérebro e fazendo Nicolau desmaiar. 

Paulo levanta-se com um irônico sorriso no rosto. Seu pensamento não está mais vago e sua atenção volta-se para a sua ação. “Derrubar um cara desses, antes, me traria satisfação, mas agora eu só sinto que minha vida foi vazia”, pensa o jovem lutador. “Será que tem algo a ver com a revelação que eu tive?”. Pela primeira vez, o jovem percebe que a vida não é um ringue de luta e que há mais o que se fazer para garantir o sucesso, que não seja apenas pelos punhos. Ele pensa que não foi só ele que mudou, mas que o mundo ao seu redor mudou também. “Será que essa revelação veio tarde demais? Será que, agora, o mundo humano está imerso no caos e que o punho é o único meio de garantir a sobrevivência?”

O mundo civilizado parou. Países inteiros decretaram Estado de Sítio. O exército saiu às ruas para tentar controlar a multidão, em pânico, e os arruaceiros oportunistas. Com a queda de inúmeros aviões, a batida de inúmeros carros, o desaparecimento de milhões de pessoas, ao redor do mundo, as finanças globais entraram em crise, as bolsas de valores, em efeito cascata, começaram a quebrar uma a uma. O ouro estava em alta e se supervalorizou a um extremo tal que, após poucas horas, tornou-se quase sem valor por causa da procura em massa por esse investimento. Nenhum Banco Central conseguiu controlar a situação. Estadunidenses culpavam o “eixo do mal” que, por sua vez, culpava o Ocidente pela tragédia. Barcos estavam à deriva e tripulações inteiras estavam desaparecidas. 

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Se o texto interessou, o livro pode ser comprado clicando aqui!

Apocalipse: Brasília!

Sinopse: Não aconselhável para menores de idade. Apocalipse: Brasília é um livro que conta, com toques da narrativa visual de animê (desenho japonês), a história do Apocalipse, livro bíblico de inspiração. Neste livro, Deus retornou, em nossa época contemporânea, para buscar a sua Igreja, e deixou nessa terra alguns escolhidos, que receberão poderes de acordo com as cartas das igrejas do Apocalipse, para defenderem o povo, que aqui fica, em sua jornada para uma nova terra destinada para a sua proteção: Brasília. A estrutura do enredo toca em pontos importantes da descritiva apocalíptica, mesclando-a com a profecia da criação de Brasília, dita por Dom Bosco, e estes leves toques de animê. Tudo para que o livro possa ser jovem, atual e interessante. Ainda, como sou admirador de filmes de terror, o livro nos traz referências aos filmes B, como os de Roger Corman. Espero que tenha conseguido um pouco disso: um livro inspirado em filmes B e animês.




Categoria(s): Esoterismo, Religião, Literatura Nacional
Idioma: Português
Edição/Ano: primeira edição/ 2013
Numero de paginas: 136
Peso: 232
Tipo de Capa: Capa cartão
Acabamento: Brochura com orelha
Papel: Reciclado 90g
Formato: 14 x 21 cm
Miolo: Colorido 

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Spotify e Anisongs

Spotify- Música para Todos

  Com este lema, o portal de streaming de músicas- Spotify chega ao mercado brasileiro. O sistema oficial, e legal, de streaming de música já é atuante em 56 países, com cerca de 40 milhões de usuários ativos. O aplicativo possui 20 milhões de músicas (dados de release) e assustadores 1,5 bilhão de playlists. Com um planejamento parecido com o do Crunchyroll, o portal de streaming de músicas possui um serviço gratuito e um serviço pago.  Com os valores arrecadados, a empresa orgulha-se em divulgar que já repassou, desde sua criação, em 2008, 1 bilhão de dólares para detentores dos direitos autorais. Parte deste valor vem dos 10 milhões de assinantes que pagam mensalmente pelo serviço.




  
    O que todos devem estar se perguntando é se o serviço possui anisongs, ou bandas japonesas. Fui dar uma conferida no portal e passei uma manhã inteira efetuando buscas pelos arquivos. Com isso, montei a playlist que divulgo aqui para vocês. Como de costume, cliquem na imagem para ampliar!





   Os nomes e títulos que consegui encontrar são de peso, citando-se Joe Hisaishi que é compositor de diversas músicas para o Studio Ghibli, como One Summer’s Day de “A Viagem de Chihiro”. All That Jazz- um CD lançado no Japão contendo diversas músicas de filmes do Ghibli, como Tonari no Totoro e Nausica. Ichiro Mizuki que é consagrado mestre de anisongs, representado na playlist pelo clássico Mazinger Z.


  Além destes gigantes da música, a nova geração também está representada pelos temas atuais de Attack On Titan (Jiyuu no Tsubasa e Guren no Yumiya) e pelo CD de comemoração dos 20 anos de Sailor Moon, com músicas cantadas pelo grupo Momoiro Clover Z- Moonlight Densetsu e Tuxedo Mirage. Já Hironobu Kageyama, um cantor carimbado e reconhecido aqui no Brasil, aparece com seus clássicos de Dragon Ball Z.  Estão em uma playlist diferente, que não mostrei aqui, as músicas da banda Oreskaband (Pinocchio), Asian Kung-fu Generation (Flashback), RWBY e AKB48- com diversas músicas.


  Eu também notei, no sistema de busca de músicas, uma quantidade imensa de covers de músicas japonesas Algumas com boa qualidade, outras que parecem ter saído de caixinhas de música, ou de vocaloids, e isso atrapalha quando estamos procurando cantores, músicas ou bandas oficiais. Entretanto, acredito que seja um serviço que vem para aumentar a oferta de produtos e nos propiciar mais variedade de serviços oficiais de streaming. Provavelmente, o acervo pode vir a aumentar, se houver procura pelo gênero.


 Um ponto fraco do sistema gratuito é que ele não te dá muitas escolhas. O sistema usa um serviço aleatório de músicas, que você não pode alterar. Com isso, você não pode ir direto à melodia que deseja ouvir. Você pode pular algumas músicas, mas esse sistema é limitado também. Com isso, você fica doido para assinar o pacote e conseguir mexer em sua lista e ouvir a música que deseja, na ordem em que deseja reproduzir. Contudo, a biblioteca é tão legal e o serviço é tão bacana, que isso fica em segundo plano na minha opinião. Ainda sou usuário gratuito.


 Se você se interessou pelo serviço, pode acessá-lo clicando aqui. Com um cadastro simples, ou fazendo login pelo facebook, você terá acesso de acordo com o que deseja, segundo os planos mostrados abaixo e suas configurações.