sexta-feira, 11 de abril de 2014

Quadrinhos: Coices e Patadas

E chegamos a mais uma sexta-feira. Neste fim de semana não teremos atualizações no Outros Papos. Vou descansar. Por isso, sexta-feira será dia de quadrinhos na páginas. Novamente, estes foram feitos pelo ToonDoo e, novamente, teremos um quadrinho antigo e um quadrinho novo.  Clique no quadrinho para ampliar!


Quadrinho antigo: O Hércules não me respeita mesmo!





Quadrinho novo: Coices e patadas em sala de aula.



Até segunda-feira, pessoal!

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Minhas apostas para a Primavera 2014


Como sabem, não faço análises de séries que estão em exibição, pois a alteração no fluxo da animação, ou do enredo, podem tirar da série muito mais do que se pode imaginar. Assim ocorreu com Fate Zero e Wizard Barristers. Entretanto, nada me impede de relatar a vocês quais séries estou gostando, sem me aprofundar muito no enredo. Posso abandonar estas séries a qualquer momento, bem como não as abandonar e inserir novas séries ao final da temporada. Tudo pode acontecer, mas, por enquanto, estas séries me agradaram e são minhas apostas para esta temporada. Cliquem nos nomes para irem ao Cruncyroll (CR). Ao se cadastrarem lá darão mais força ao nosso mercado, e mais animações irão aparecer para nós!  Algumas sinopses estão em inglês e peço desculpas por isso. Não tive tempo para traduzi-las, mas se acharem necessário, usem o Google Tradutor.

No Game, No Life- 1º capítulo! Título Promissor para o TOP!

E a realidade deu bug!




Dois irmãos neets, termo que significa “sem emprego, sem educação e sem treinamento”, mas muito habilidosos com jogos, são transportados para um mundo no qual todos os conflitos são resolvidos através de jogos. O nipo-brasileiro Yuu Kamiya é autor desta obra.


A motivação dos dois irmãos, que não se relacionam com ninguém, trancados em seus quartos, é muito convincente. Esta motivação é justificada pelo modo como os dois observam este mundo. É palpável que os dois se tranquem em seus quartos por acharem a realidade deles cruel, falha e sem sentido, tal qual um péssimo jogo já criado. Esta motivação, assim como a grande habilidade deles com o jogo (lógica pura, grande raciocínio e bom senso de observação) faz com que os dois se isolem. Isso não significa que sejam ruins, ao contrário, podemos observar nas atitudes deles muito carinho um pelo outro, bem como um certo senso de justiça que não cai no maniqueísmo, mas se aproveita dele para interpretar corretamente a realidade. Ou seja, adorei estes personagens principais, pois estão com uma construção bem sólida!


A narração é outro ponto forte, ao nos apresentar a esta realidade com a destreza necessária, sem encher a paciência. Sem “blá, blá, blá”, ou seja, narrativa muito rápida. Tão rápida quanto uma queda livre sem paraquedas! Tudo acontece com agilidade. O desenho de Yu Kamiya é lindo e detalhado. A animação também é linda, tendo o uso de paletas de cores vivas e, ao mesmo tempo, úteis para a narração. A paleta de cores é útil, pois as cores determinam significados para o enredo e a narrativa. Ora a paleta fica com cores frias, ora com cores quentes, e isso determina bem o que está sendo contado. Com as cores frias, por exemplo, demonstram um mundo sem sentido e, com as cores quentes, toda a atividade dos irmãos em um mundo mais ativo e interessante.





Enfim, por enquanto, é o meu preferido desta temporada! Se mantiver este ritmo, e me surpreender como fizeram até aqui, vai ser uma das melhores séries que já assisti pelo Crunchyroll! Vou me manter ligado! Vale até um vídeo! 





Mushi-shi é uma série que acompanhei antigamente (Animax). Ela retornou nesta temporada com novos capítulos. Continua tendo uma direção calma, um enredo sereno e uma complexidade interessante, com inúmeros simbolismos representados na série pelos mushis. Vou acompanhar para ver até onde vai.


Há criaturas conhecidas apenas como "Mushi" cujas habilidades entram no espectro sobrenatural. Embora sua existência e aparência não sejam conhecidas à maioria dos humanos ao seu redor, algumas poucas pessoas os conhecem, como Ginko, um Mushi-shi que viaja investigando para descobrir mais sobre os Mushi. Em sua jornada de descobertas e novos entendimentos, ele ajuda pessoas que têm problemas causados pelos Mushi... “(CR)





The Wolrd is still beautifull tem elementos interessantes. Um personagem lembra muito Alexandre- O Grande em diversos aspectos de sua construção. A personagem principal, por sua vez, lembra-me muito a Lina Inverse por causa da personalidade forte, apetite gigante e de ser o centro das melhores piada.  Está prometendo entregar uma série engraçada e inteligente.


“Nike, the fourth princess of the Rain Dukedom and one who holds the power to call forth the rain, travels to the Sun Kingdom to marry Sun King Livius for her country, despite her own reluctance. She soon discovers that the King, who conquered the world in only three years after his ascendance to the throne, is still a child!! Furthermore, for trivial reasons, he has demanded that Nike call forth the rain…!?” (CR)






Captain Earth (Vai Planeta!!!... O quê? Errei de série?) Desculpem a brincadeira. Bem, é o Gundam da vez.  Robôs gigantes, ameaças quem vem do lado negro da Lua, mortes envolvendo familiares, além do famoso clichê dos amigos de infância que se reencontram. Tem tudo para fazer sucesso. Além disso, tem um estilo interessante, conseguiu não entregar muito do enredo no primeiro capítulo e isso vai me fazer ficar ligado. Pode entregar uma série grandiosa, ou mais do mesmo. Estou acompanhando, mas com ressalvas.


“The day before summer vacation starts, Daichi who is a high school boy, sees a rainbow on TV in an island. “I’ve seen this rainbow before…” He is suddenly urged to visit this island to find about this rainbow, bits of forgotten memories from the past and his father’s mysterious death. At the island, he encounters a gigantic unknown robot called “Earth Engine”. He is asked by a crew member, “Are you the Captain”? From then on, Daichi is sucked into the space battle against robots from Uranus, “Kiltgung”. When the stars shines brightly in the sky, the battles begin”. (CR)





Blade And Soul Essa série promove um game online, mas tem um desenho muito bom. Achei as garotas imensamente lindas. O primeiro capítulo entregou tudo que achei que a série seria, ou seja, ação, lutas, bela animação, enredo superficial mas eficiente, ou seja, não tem muita coisa, mas este pouco já funciona. Resta saber se mantêm o ritmo.  Chegou no meu TOP 5, mas Black Bullet apareceu com força, então, veremos quem ficará com esta posição!


“Alka, a sword-woman with proficient skills, defeats foes by a single stroke. She travels with an aim to avenge her master, Hong's death, of which vendetta was required by the rules of the tribe she belongs to” (CR)





Já existem outros que estou acompanhando como, por exemplo, Fairy Tail 2, Baby Steps, Jojo Bizarre Adventure, Love Live, Majin Bone, The File of Young Kindaichi Returns e muitos outros. Das séries com continuidade, de temporadas passadas, estou vendo Nisekoi, Daia no A, Naruto, Hunter X Hunter e Tonari no Seki Kun.



Será que estas séries manterão suas posições? Vou saber e, em três meses, retornarei com o veredicto final. 

quarta-feira, 9 de abril de 2014

A Vida é uma doce donzela!



A Vida é ávida por sentir;
Sensações, emoções e experiências,
Tudo em um constante fluir;
Pois ela não suporta carências.


Bela donzela faceira;
Para tudo experimentar é ligeira;
Nada quer deixar para trás;
Tudo faz com um sorriso, aliás.


Ela sabe que o tempo acabará;
Por isso, a Vida vive intensamente;
E a própria alegria promoverá;
Alegria de tudo conhecer verdadeiramente.


Quando o tempo da Vida se extinguir;
Misteriosa, ela cortará o véu da realidade;
Deixando memórias e sementes como seu elixir;
Com o qual renascerá na eternidade.  









terça-feira, 8 de abril de 2014

Convite à Felicidade



Uma coisa que aprendi é que a leitura dignifica o espírito, pois torna o coração sábio. Um coração sábio é fundamental para se desenvolver um espírito aguçado, forte e determinado. O livro ensina ao que lê, assim como um professor. Nesse sentido, devemos buscar a leitura que melhor simboliza nossas raízes e preceitos lógicos, para alimentá-los com o que há de melhor.


São estes alguns pontos fundamentais sobre a leitura. Com base nisso, pensei em indicar uma leitura que está me ajudando muito. Como sabem, tenho enfrentado alguns problemas de saúde e tenho exercitado minha leitura com livros sobre culinária, nutrição e livros semelhantes. Entretanto, o que indico agora é um conforto ao espírito.


Convite à Felicidade, volume 2, de Masaharu Taniguchi é um livro leve que comporta muito da filosofia vivida pela Seicho-no-ie. São 365 breves passagens, em apenas 137 páginas, que demonstram como a visão de mundo pode alterar a vida de uma pessoa. Inicialmente escrito em 1959, já estando na sua 14ª edição no Brasil, o livro continua sendo tão agradável quanto uma brisa refrescante em um dia quente.


Em suas páginas, Taniguchi evoca o melhor modo de se viver, que é considerando a mente como criadora de tudo. Exercitando este pensamento diariamente, somos compelidos a enxergar as coisas como boas, naturais e benéficas. Se existe o mal, ele é apenas uma ilusão da mente que ainda dorme. Em suas próprias palavras, "todos os tormentos são curados quando a mente se volta para Deus, da mesma forma que a treva se apaga ao se voltar para a luz".


A primeira parte do livro, em especial, é um grande resumo do que prega a filosofia da Seicho-no-ie. Vou explicar um pouco. Masaharo Taniguchi a criou como uma filosofia de vida, mas o Ministério da Cultura (Japão) a inseriu como religião. Desta forma, os conceitos apresentados no livro demonstram um pouco desta mistura entre filosofia e religião. Já nas primeiras páginas, somos apresentados aos conceitos de Kami, Espírito e Matéria. Como Deus, sendo a Mente Universal, transmuta a matéria (do nada ao tudo).  É uma leitura interessante sobre o pensamento religioso asiático.


Atenção, embora uma brisa refrescante possa reconfortar em um dia quente, ela também pode incomodar. O livro, assim como o símbolo que usei para defini-lo, demonstra isso claramente.  Certos trechos incomodam, pois referem-se a conceitos que não são de domínio da filosofia e nem tampouco da religião, mas da ciência e, embora seja interessante ver como o autor os relaciona, incomodou-me um pouco. Também não concordo quando Taniguchi afirma que a mente é tudo, pois se o fosse, e nossos pensamentos alcançassem o poder que ele diz, eu seria uma pessoa completamente diferente, bem como a minha vida, então, não acredito em todo esse poder que ele alega que a mente possui. Logicamente, acredito, sim, na força do pensamento e na força de vontade que muda destinos, embora não na mesma proporção que encontrei no livro.


A conclusão que cheguei é que este livro é um doce alento se interpretado na medida certa. O livro também é um bom promotor do otimismo, do bom pensamento e da busca pela felicidade verdadeira, isto é, aquela felicidade que não se embasa em coisas materiais, mas na sensação de estar vivo, nos sentimentos e pensamentos que promovem mudanças. "A verdadeira alegria do homem não é o prazer sentido no corpo. A sua verdadeira alegria  é a alegria sentida ao vivificar Deus que habita o seu íntimo."




segunda-feira, 7 de abril de 2014

Vencedores do Brazil Manga Awards 2014


 Durante o evento Henshin+, que ocorreu na Livraria Saraiva (SP), em 29 de março, foi divulgada a lista de vencedores do primeiro Brazil Manga Awards, o concurso nacional de quadrinhos, em estilo mangá, promovido pela editora JBC. A editora, em release, assim afirma: “Em uma atitude inovadora, a JBC decidiu dar um incentivo ao mercado nacional de quadrinhos, dando uma chance para novos talentos mostrarem seus trabalhos e, no caso dos vencedores, até serem publicados”.


Foram 185 inscrições válidas. Destas inscrições, os 5 primeiros conseguiram a edição de seu trabalho, em antologia, pela editora JBC. Esta antologia será lançada até o final de 2014. Os candidatos que conseguiram ficar de 6º a 12º lugar receberão uma menção honrosa no site do concurso. Ainda sem uma confirmação, ao que tudo indica, todos os aprovados terão seus trabalhos divulgados em formato online no site acima.


Este concurso possui um grande diferencial, “uma parceria firmada entre a JBC e o Consulado Japonês, permitindo que todos que se inscrevessem no BMA pudessem optar por também terem seus trabalhos enviados para o International Manga Award, prêmio realizado anualmente pelo governo japonês”. Com isso, 113 candidatos optaram pela pré-inscrição também na competição promovida pelo governo japonês.


Com as informações obtidas, pode-se traçar o perfil do participante, com dados geográficos, sociais e, também, de estilo dos participantes. Nota-se uma predominância de estilo e de região. Assim relata o release:

 “Apesar dos competidores serem majoritariamente da região sudeste, com pouco mais de 60% do total, os inscritos das regiões sul, centro-oeste e nordeste, atingiram certa paridade, se alinhando na faixa dos 10%, com 15,1% para nordeste, 12,41% para o sul e 8,1% no centro-oeste. A região norte aparece um tanto abaixo das demais, com apenas 2,2%. Um dado interessante é que a maior parte dos participantes é do sexo masculino e tem uma idade média de 25 anos. Apesar do tema livre, grande parte das histórias recebidas foi voltada para temas de ação e aventura. Ao mesmo tempo, isso não impediu a chegada de muitas histórias de comédia, romance e alguns trabalhos de drama”.


Isso me alegra, pois, quem sabe, veremos estes nomes brilhando internacionalmente, assim como o nipo-brasileiro Yu Kamiya (No Game, no Life). Então, sem mais delongas, aqui estão os vencedores do Primeiro Brazil Manga Awards. Imagens cedidas pela Editora JBC para divulgação na imprensa.


Starmind - de Daniel Guimarães Assunção Bretas Ferreira e Ricardo Yoshio Okama Tokumoto;



Entre monstros e deuses – de Pedro Leonelli e Dharílya Sales Rodrigues;




Fábula - de Ivys Danillo Jayme Portela e Breno Fonseca;




Quack - de Carlos Antunes Siqueira Júnior;




Crishno: O Escolhido - de Francis Angelo Sbalqueiro Ortolan e Lielson Zeni.



_____________________________________________

Sobre a JBC:


A Editora JBC é especializada na difusão da cultura japonesa no Brasil e é uma das maiores editoras de mangá no país. Entre os mais de 60 títulos que publicamos desde o ano 2000 estão grandes sucessos como Samurai X, Sakura Card Captors, Yuyu Hakusho, Ranma 1/2 e Death Note.