quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Poema da Sardinha Marinheira!

Uma poesia ácida. Cômica e provocativa. Longe da estrutura de poesias românticas. Nem de longe lembra uma poesia gótica. Parece mais uma poesia realista e naturalista. Eça de Queiroz (Cola da Web):  “O Realismo é uma reação contra o Romantismo: o Romantismo era a apoteose do sentimento; - o Realismo é a anatomia do caráter. É a crítica do homem. É a arte que nos pinta a nossos próprios olhos – para condenar o que houve de mau na nossa sociedade.” O difícil vai ser achar imagem e música para essa poesia!





Não continue lendo, se não gosta de poesias com esta estrutura ácida e polêmica!  Não vou revelar essa inspiração! Nem que me batam com sardinhas! :P 



Donzela! Ah, Donzela!

Uma donzela magrela,
Tagarela e branquela,
Donzela como aquela,
Ninguém olha para ela.


Um erro de bakas que só veem corpo,
Carbono, nossa estrutura básica,
Se desfaz, nem segura um anticorpo,
Sim, uma poesia ácida!


Donzela como aquela é toda coração,
Na cama, ela é um furacão,
Mia que nem gatinho,
Selvagem como um Leão Marinho!


Na vida ela é companheira,
Vai com tudo para te defender,
Tudo que ela quer é você- tenta entender
Ela é muito gás, uma marinheira!


Cuida bem dela.
Outra não tem!



Sério, não achei música! Vai Sankarea, mesmo não tendo muito em comum! Ou será que tem? Cuidado com o vídeo também, porque Sankarea  é sobre uma garota que morre e é ressuscitada, virando um zumbi! Nem veja o vídeo se não gosta do gênero “comédia sombria”. Na verdade, eu acho que ela se parece um tiquinho com a inspiração do poema. Né? Né? :)