Pular para o conteúdo principal

The Idolm@ster- conclusão da análise!

THE IDOLM@STER





[caption id="attachment_414" align="aligncenter" width="299" caption="Uma animação límpida e competente!"][/caption]


Análise final da série


 


Leia também: The Idolm@ster 20 e Análise dos 4 primeiros capítulos


 


    Alguns pontos interessantes podem ser lançados aqui. Ao analisar os 4 primeiros capítulos da série, comentei sobre a ação do “personagem transformador”, já explicado no link acima, e sobre a série ser um humor leve, que não deveria entrar no drama individual, porque poderia acarretar uma descaracterização do tema. Também alertei que, se entrasse neste quesito, o analisaria de forma diferenciada. Analisei o capítulo 20 nesta intenção e a análise está disponível acima também. Queria, então, fomentar a discussão nestes dois temas: personagem transformador e drama individual. Citarei também uma breve análise do último capítulo e concluirei.


 


Personagem Transformador


 


        Confesso que, quando usei este conceito, pensava especialmente na ação de um único personagem que ajudaria o roteiro a transformar as características de cada uma das meninas. Nesse caso, achei que este personagem de influência seria o “Produtor”. Achei que o roteiro focaria a ação dele nesse sentido.


 


      O enredo se mostrou mais amplo que isso, pois a ação deste transformador não ficou restrito a um único personagem. Todos tiveram seu momento de personagem transformador, pois a relação das garotas foi o foco mais importante da trama. Achei divertido, inclusive, uma brincadeira feita em um episódio, aonde uma das meninas (Asuza Miura) percorre toda a cidade e sai transformando a vida de todos na região e, no final, acaba sendo uma grande homenagem a Ranma ½, quando ela corre, à frente de todos, sendo seguida por diversos outros personagens. Cena clássica de Ranma ½ divertidamente bem usada.


 


       Isso afetou de maneira interessante o enredo, pois não ficou monótono. Imaginem se um único personagem tivesse que fazer todo esse trabalho? Ia ser um clichê cansativo. Não quero dizer com isso que o “Produtor” foi um mala sem alça, pois ele contribuiu significantemente para o desenvolvimento do enredo e agregou muitas funções no desenrolar da trama.


 


Drama Individual


 


      Aqui pude ver como um animê, cujo o tema é a comédia, se desenrola bem ao tocar em alguns temas mais dramáticos. Acho que o grande segredo, no drama dentro de uma comédia, é que ele causa mais impacto, por mais leve que seja, pois desenvolve-se, durante a parte cômica, uma relação entre os personagens e o telespectador de maneira mais impactante. Nós nos afeiçoamos rápido ao que nos faz sorrir. Quando aquele personagem, que te faz sorrir, parece sofrer com algo que reconhecemos, em nosso mundo, como ruim, aquilo causa mais impacto.  Um exemplo: quem nunca chorou no capítulo em que o Seu Madruga assume a culpa pelo Chaves ter comido todos os churros e a Dona Florinda o perdoa pelo gesto de bondade? O Chaves passar fome é sempre um momento de drama, pois ele possui uma relação forte com os telespectadores. Assim é também com esta série. Aos nos fazer sorrir, nos prende pela simpatia e, aos nos fazer sentir o drama, nos liga com o sofrimento do personagem.


 


      E isso é bom? Caracterizei isso, principalmente no capítulo 20, como bom e confesso aqui que errei ao julgar que a série deveria ficar apenas na comédia leve. O drama, aqui apresentado demonstrou ser um ponto forte na recuperação do roteiro, impedindo que a série ficasse na mesma rotina de sempre. Então, aprovei a iniciativa e achei uma escolha interessante.


 


 


Último Capítulo


 


      Este foi o mais leve dos capítulos, pois teve aquela sensação de missão cumprida. E deve ter realmente cumprido a missão deles, que é vender produtos relacionados ao tema. Tanto tiveram êxito que, semanalmente, eu lia notícias de produtos lançados com a marca no Japão. O último capítulo, então, foi um agradecimento ao público e uma despedida com a sensação de que algo mais está por vir. E houve um presente, pois uma das músicas foi tocada quase que na sua totalidade, enquanto que assistíamos as garotas dançarem durante o show.


 


Conclusão


 


     A série teve seus altos e baixos. Mas contou sempre com uma boa animação e episódios bons de drama, além de bons episódios de comédia. Valeu ter assistido a esta série que, segundo os diálogo das garotas, promete ter sido só o começo. Será? Enfim, a série foi nota 8,0.      


 


 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Diego Rox e o Jardim das Borboletas

Diego Rox e o Jardim das Borboletas
Como sabem, sou inscrito do canal do Nando Moura, ou seja, sou um dos “bots” do canal. Sobre este assunto, está até engraçado. Vou escrever sobre isto antes de entrar no assunto. Os adversários que temem a verdade nos ofendem com termos que não condizem com nosso real comportamento. Ficou engraçado, porque, se juntarmos todas as ofensas em uma frase, eu acabo virando um “robô, com recurso de bot, nazista e fascista, que não gosta de odores fortes”, por isso, está engraçado ver esta situação. Fui reduzido a um robô Windows 10, que não gosta de pum.
Ao assunto. Através do vídeo do Nando, sobre o uso de bots, eu acabei conhecendo o canal do Diego Rox. Veja um vídeo abaixo. Ele parece ter uma agenda parecida com a do Nando Moura, isto é, ele é cristão, pois acredita em Deus e em Cristo, prega ação contra a corrupção, homenageia os verdadeiros heróis anônimos, é caridoso e defende a liberdade. Uma agenda que também me aproxima dele, por isso, hoje, esto…

Cavaleira ou Amazona? Veja a resposta!

Amazona ou Cavaleira?
    Em meu tempo de colégio, nas décadas de 80 e 90, nos foi ensinado que o feminino de cavaleiro seria amazona. Em uma prova, um colega marcou o feminino de cavaleiro sendo cavaleira e foi repreendido. Desta forma, fixei amazona como o feminino correto para o termo em questão, ou seja, mulher que anda a cavalo. Ao assistir Walkure Romanze, eu me deparei com a palavra cavaleira e me questionei. Inclusive, alertei-os para a forma que eu julgava correta, mas sem retorno positivo. Deste modo, fui pesquisar para ver se a expressão estaria correta.


    Nestas pesquisas, encontrei um professor que prontamente me respondeu a esta questão. O caso estava solucionado com uma bela lição que, agora, repasso a vocês. Com a palavra o professor Ari Riboldi.
    No meu tempo de estudante, no ensino primário e no ginásio, também se aprendia assim: cavaleiro (masc.), amazona (fem); cavalheiro (masc.), dama (fem.). No entanto, os dicionários registram o termo 'cavaleira' …

Será o Veredito?!

Canal Será o Veredito?!
Foi a primeira recomendação do Youtube que gostei de ter recebido. Sobre o canal: “O Direito tá na mídia! O Direito tá na moda! Um juiz de direito se torna celebridade nacional. Tribunais transmitem suas sessões ao vivo pela televisão. Os meios de comunicação não se cansam de veicular notícias jurídicas. Mas, o mundo jurídico possui formalidades que dificultam a compreensão dos seus temas pelo cidadão que não tem formação no direito. Muito se fala; pouco se explica. Por isso surgiu o "Será o Veredito!?". Um canal que traz informações sobre o direito com uma linguagem simples, clara e objetiva.”



O primeiro vídeo que vi desse canal foi uma resposta ao Bugalho. Uma resposta baseada em livros, mostrando a fonte de seu conhecimento e minando, com ótimos argumentos, a posição de seu opositor. Todos os vídeos que assisti foram assim, com a fonte de leitura em mãos. Ele já se disse de centro-direita, o que o faz ser um aliado natural da liberdade e da proprie…